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sábado, 20 de dezembro de 2014

Tatuagens (61)


CR7 e Real Madrid: supercampeões de futebol

MARCA.COM antes da final do Mundial de Clubes


Ganarlo absolutamente todo con un equipo es impresionante. Repetirlo años más tarde en otro club distinto te permite entrar en la historia. Y en esa situación está Cristiano Ronaldo, que está a un paso de cerrar el círculo con el Real Madrid, como ya hizo en su anterior etapa con el Manchester United.

El portugués está a punto de firmar el doblete de su vida: ganarlo todo a nivel personal y colectivo con dos equipo diferentes. Bajo las órdenes de Ferguson arrasó con todo. Conquistó todos los títulos nacionales e internacionales. A nivel particular, ganó el Balón de Oro, la Bota de Oro y fue MVP de la Premier. En el Madrid solo le queda el Mundialito para calcar lo que hizo con el United. Está a las puertas de otro Grand Slam, el segundo en dos equipos distintos. Algo solo al alcance de Cristiano Ronaldo, que lo puede conseguir hoy mismo en la finalísima de Marrakech.

MARCA.COM confirma a conquista inédita de CR7

Série: sabia que... (72)


Um dia de 1976...

16 de outubro de 1976. Sábado. Botafogo x Corinthians no estádio do Morumbi, em- São Paulo.

Na segunda fase do campeonato brasileiro de futebol de 1976 o Botafogo conquistou uma boa vitória sobre o Corinthians por 2x1.

Foi um grande jogo com um gol de Neca, aos 41’ pelo Corinthians, e dois gols do goleador Nílson Dias, aos 31’ e 66’, pelo Botafogo. O resultado permitiu ao Botafogo quebrar uma sequência de três jogos sem vencer o adversário no Campeonato Brasileiro.

A equipe, comandada por Paulo Amaral, alinhou com Wendell; Nílson Andrade, Osmar Guarnelli, Paulo César e China; Cabral e Rubens Nicola (Cremílson); Mário Sérgio (Fred) e Nílson Dias, Ricardo Silva e Mazinho.

Pesquisa de Rui Moura (blogue Mundo Botafogo)

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Série: qualidade de vida... (21)


Diretoria em foco

 
A Diretoria do Botafogo regularizou o Clube na Timemania e vai reentrar no Ato Trabalhista após o ex-presidente-sonegador cessar funções odiado por todos.

A Diretoria do Botafogo demitiu todos os diretores anteriores à sua posse, mas demitir um diretor não significa fazer cessar a modalidade, especialmente quando essa modalidade se financia por si própria, não acarretando custos de estrutura. A Diretoria cessou a atividade de Futebol 7 Society que, juntamente com o Remo, nos deu as maiores alegrias dos últimos anos com a conquista da Tríplice Coroa – Campeão Mundial, Campeão Brasileiro e Campeão da Liga Nacional.

Jornadas de Ouro (5)

Os pés de Garrincha no «Hall of Fame» da FIFA

O «Hall of Fame» da FIFA integra quatro brasileiros: Didi, Garrincha, Pelé e Zico. Metade são botafoguenses.

No conjunto da «Seleção Mundial» e do «Hall da Fama», o Botafogo surge com 5 nomeações, o Santos com 2, o Flamengo com 1 e o Palmeiras com 1.

Botafogo campeão estadual infanto-juvenil masculino


O Botafogo sagrou-se Campeão Estadual de Voleibol infanto-juvenil masculino, competição organizada pela Federação de Volley-Ball do Rio de Janeiro, ao derrotar o Flamengo na finalíssima por 3x1, após ter perdido o 1º jogo por 3x2 e ganho o 2º jogo por 3x0.

Eis a campanha do Glorioso:

1ª FASE

Botafogo 3x1 Fluminense
» Data: 04.05.2014
» Local: Ginásio do Fluminense

Botafogo 3x1 Tijuca
» Data: 15.05.2014
» Local: Ginásio do Tijuca

Botafogo 3x1 Flamengo
» Data: 31.07.2014
» Local: Ginásio do Botafogo

2ª FASE

Botafogo 2x3 Fluminense
» Data: 01.06.2014
» Local: Ginásio do Botafogo

Botafogo 3x0 Flamengo
» Data: 29.05.2014
» Local: Ginásio do Flamengo

Botafogo 3x0 Tijuca
» Data: 08.06.2014
» Local: Ginásio do Botafogo

3ª FASE

Botafogo 2x3 Fluminense
» Data: 02.10.2014
» Local: Ginásio do Fluminense

Botafogo 2x3 Flamengo
» Data: 02.12.2014
» Local: Ginásio do Botafogo

Botafogo 3x2 Tijuca
» Data: 16.10.2014
» Local: Ginásio do Tijuca

Botafogo 3x2 Fluminense
» Data: 23.10.2014
» Local: Ginásio do Botafogo

Botafogo 3x1 Flamengo
» Data: 26.11.2014
» Local: Ginásio do Flamengo

Botafogo 1x3 Tijuca
» Data: 27.11.2014
» Local: Ginásio do Botafogo

FINAIS

Botafogo 2x3 Flamengo
» Data: 06.12.2014
» Local: Ginásio do Flamengo

Botafogo 3x0 Flamengo
» Parciais: 25x21; 25x23; 25x22
» Data: 09.12.2014
» Local: Ginásio do Botafogo

Botafogo 3x1 Flamengo
» Parciais: 25x21; 22x25; 25x14; 25x21
» Data: 16.12.2014
» Local: Ginásio do Botafogo

Síntese: 15 jogos, 10 vitórias, 5 derrotas. Parciais: 39 sets a favor e 22 contra.


Pesquisa de Rui Moura (blogue Mundo Botafogo)

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Série: sabia que... (71)


Nada de saudosismo? Não? Claro que sim!

O saudosismo do que foi bom e não pode voltar mais é algo naturalíssimo. A memória existe e não se pode apagá-la. Essencial é ter em consideração que as memórias não devem interferir com o presente se acaso o limitarem no seu curso normal de desenvolvimento.

Para os saudosistas – como eu – do mais espetacular futebol de todos os tempos, tendo em conta que jamais um país terá ao mesmo tempo a plêiade de craques fabulosos como aqueles que ganharam as Copas do Mundo de 1958 e 1962 e ainda todos aqueles futebolistas que sendo ‘apenas’ muito bons à época, e muitos deles não selecionáveis apesar da sua qualidade que hoje colocaria a um canto (exceção de Neymar) qualquer jogador brasileiro no ativo, eu tomo a liberdade de dedicar especialmente a todos esses saudosistas que viram jogar Garrincha, Nilton Santos, Didi, Amarildo, Zagallo, Pelé, Haroldo, Durval, Coutinho, Tupãzinho, Servílio, Gildo e Rinaldo – para só citar alguns atletas do Botafogo, Santos e Palmeiras, os três maiores clubes da época – o artigo de Afonsinho publicado no portal da Carta Capital.

Que saudades que eu tenho do futebol!

NADA DE SAUDOSISMO

por Afonsinho
17.12.2014

Neste arrastado 2014 do futebol, muito me tem valido ler a seção “Há 50 anos”, do jornal O Globo. Algumas vezes no barbeiro, outras no Caderno de Esportes que o seu Antônio, porteiro do edifício, guarda para eu me atualizar, juntamente com as notícias que me dá do pessoal do Santa Marta, nosso querido morro de Botafogo onde ele mora.

Muita emoção na leitura. Com o coração aos pulos, querendo sair pela boca, a respiração interrompida, é como reviver os acontecimentos daqueles dias que precederam minha vinda para o Rio de Janeiro, exatamente há 50 anos.

Atropelo de um número infinito de imagens e sentimentos do que vivi até aqueles 17 anos, quando saí de Jaú, depois da infância em Marília, também no interior paulista.

Chegava ao fim o ano de 64, do golpe militar de consequências funestas (até nossos dias sofremos as sequelas desse descaminho). O jornal guarda o anúncio feito pelo ditador, de breve convocação de eleições gerais já para o ano seguinte – amarga ilusão.

Na minha avaliação, reside aí o início da decadência do nosso futebol, como de toda a sociedade brasileira. Pegamos a estrada errada e viemos desgovernados, até bater de frente com a Alemanha na Copa-14. Cinquenta anos depois.

Ficamos 24 anos sem título mundial, voltamos a ganhar em duas ocasiões, nunca com o mesmo brilho, e sem lavar a alma.

Tudo que aconteceu naquele período vem carregado de uma carga pesada.

Pouco tempo antes, eu via na tevê em preto e branco aquelas bolinhas negras mágicas parecendo fantasmas em seus uniformes brancos trançarem combinações inacreditáveis; o fantástico time do Santos de Haroldo, Dorval, Coutinho, difíceis de não se confundir uns com os outros. O Santos bicampeão mundial, como já fora o Brasil em 62.

E o Botafogo de Garrincha, Didi, Nilton Santos,“entre tantos”, como louvava o Armando Nogueira. E o Palmeiras de Tupãzinho, Servílio, Gildo numa ponta, Rinaldo na outra. Mais um pernambucano que chegava e logo estava na Seleção Brasileira.

A memória procura o gaúcho Chinesinho, que se fora para a Itália, e não alcançou, para nós do interior, a televisão dos vizinhos ou dos bares. Mas tive a ventura de vê-lo, vivinho e em cores, no improvisado estádio de madeira do XV de Jaú. Que estava na Primeira Divisão, hoje está na Quarta. O estádio? “O vento levou”, literalmente.

Lembrança muito forte do Fluminense campeão carioca de 64, treinado pelo grande Tim, El Peón (contam que ele me indicou ao Flu), com suas revelações: Gilson Nunes na ponta esquerda e Jorginho D’ Andrea na outra extrema. Jorginho se tornaria adversário e, mais tarde, amigo e companheiro no nosso resistente Trem da Alegria.

Eu já tinha sido convidado a fazer testes no Tricolor carioca e vi a decisão com muito interesse, arregalado. Na virada do ano, fui parar no Botafogo, que também fizera contato. O dirigente da base tricolor transferiu-se para o Alvinegro. Mas essa já e outra história.

Outra informação instigante: Garrincha concordava em operar o joelho depois de tratamentos diversos e ter recorrido à sua rezadeira de confiança.

Evaristo de Macedo regressou ao Flamengo depois de anos na Espanha, onde ainda é reverenciado. Fez sucesso no Barcelona e no Real Madrid, dirigiu a Seleção Brasileira num curto período. O Rubro-Negro anunciava mudança na estrutura administrativa; autonomia do futebol, medida tentada até hoje em vários clubes.

Por minha vez, terminava o ano disputando a Segunda Divisão na condição legal de amador (mas que prendia o jogador). Achei o máximo atravessar a divisa do Paraná para um amistoso em Jacarezinho. A convivência riquíssima com jogadores experientes, rodados, acabou por me amarrar de vez nos ritmos brasileiros.

As oportunidades surgiam num período de crise. A economia da cidade de Jaú passara do café para a cana-de-açúcar. Eu era muito jovem e a gente viajava em peruas Kombi de aluguel, saindo, pelas dificuldades de recursos, no mesmo dia dos jogos. Na volta, tarde da noite no frio de São Paulo, vinha eu dormindo na parte de trás, no quentinho do motor. Quase sempre uma parada na ”zona”, onde menor de idade não podia entrar, era só um sonho. Na manhã seguinte ao jogo, às 7 e meia, de bicicleta até o Instituto de Educação.

O Brasil vinha de período riquíssimo no esporte. Eder Jofre defendia seu cinturão mundial com varias vitórias. Lá fora, Cassius Clay, que ainda não era Muhammad Ali, enfrentava Sonny Liston, entre outros pesos pesados...

O mundo era uma maravilha.

Nota do Mundo Botafogo: Quero relembrar um acontecimento desportivo fundamental que, além do bicampeonato mundial de futebol 1958-1962, também projetou o desporto Brasileiro no mundo – trata-se do bicampeonato mundial de basquetebol masculino 1959-1963.

Fonte: http://www.cartacapital.com.br/revista/830/nada-de-saudosismo-971.html