sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Coincidências supersticiosas de Mário Zagallo

Zagallo e Loco Abreu exibindo a camisa 13 na apresentação do atacante uruguaio ao Botafogo. Crédito: AP.

por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo

Mário Zagallo foi provavelmente o mais famoso jogador/técnico do futebol brasileiro cujo fanatismo pelo nº 13 ao longo da sua vida profissional, quiçá pessoal, alcançou proporções imensuráveis.

E no Botafogo, o Clube brasileiro mais supersticioso entre todos os demais, o dito número esteve sempre presente em inúmeros momentos, seja quando há alguns anos (2020) El Loco Abreu 13 foi apresentado pelo Botafogo aos seus torcedores com a presença de Mário Zagallo 13 (imagem acima), seja atualmente através do técnico Rodrigo Bellão (13 letras) que em janeiro deste ano declarou publicamente que quando tinha 11 anos de idade, ao assistir à disputa de pênaltis entre Brasil e Holanda na Copa do Mundo de 1998, se inspirou em Zagallo e confidenciou então ao pai que no futuro seguiria a carreira de técnico de futebol.

Mário Zagallo adotou o número 13 como amuleto de sorte ao longo de toda a sua vida, transformando em símbolo de sucesso um número associado ao azar no Ocidente, inspirado na devoção da sua esposa por Santo Antônio (comemorado no dia 13 de junho), com a qual contraiu matrimônio no dia 13 de janeiro de 1955.

Zagallo buscava sempre encontrar o 13 em cada um dos seus passos, acabando por encontrá-lo ao mais alto nível do futebol mundial desde a 1ª Copa do Mundo que conquistou como jogador em 1958 (5+8 = 13) até ao tetra-campeonato como coordenador técnico em 1994 (9+4 = 13) – e consequentemente Zagallo também fez o ‘Brasil Campeão’ (13 letras).

No Botafogo estreou-se como técnico campeão carioca em 1967 (6+7 = 13).

Zagallo nunca vestiu a camisa 13 enquanto jogador (usou principalmente a 11), mas quando iniciou a carreira de treinador encontrou uma boa justificação para a usar: alegou que as numerações 1 a 11 correspondem à equipe em campo, a camisa 12 é da torcida e a 13 é do técnico.

A obsessão de Zagallo pelo número 13 atingiu tal dimensão que exigia hospedar-se no 13º andar dos hotéis, e preferencialmente na porta nº 1313; em matéria de automóveis procurava adquiri-los com placas contendo o número mágico.

Quando Zagallo faleceu abriu-se uma vaga na Academia Brasileira de Letras do Futebol (pela publicação do livro ‘Lições da Copa’, de sua autoria), obviamente na cadeira nº 13, que a entidade escolhera para o ‘Velho Lobo’.

Mesmo após a sua morte, a relação com o número era tão insofismável que várias homenagens póstumas foram celebradas com referências ao nº 13, como, por exemplo, na decisão da Supercopa Brasil de 2024 que ocorreu ao 13º minuto de jogo.

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Naturalmente que muitas simulações podem ser encontradas com números que persistem em atravessar as nossas vidas, como o nº 12, tão presente desde os primórdios da civilização como algo recorrente e diversificado, seja no calendário babilônico, seja na religião, seja na astrologia, seja em outros domínios das sociedades e da civilização.

No caso do nº 13 a crença Ocidental qualifica o número como azarado, surgindo sobretudo relacionado com fontes mitológicas e religiosas.

Na mitologia nórdica considerava-se que o deus Loki foi causador de uma discórdia que se saldou pela morte do deus Balder, o qual celebrava a luz, a justiça, a beleza e a sabedoria, pré-anunciando o Ragnarök, que representava o apocalipse, significando o crepúsculo dos deuses. O causador da discórdia associado ao número aziago, o complexo e ambíguo Loki, deus da trapaça, travessura e metamorfose, foi o 13º personagem a chegar a um banquete de 12 deuses para o qual não fora convidado…

Na religião cristã o sinistro número foi associado a Judas, o traidor (embora haja outras versões que contradizem esta), porque na última ceia antes da crucificação de Jesus Cristo havia 13 personagens à mesa – e Judas teria sido quem traiu o mestre e apressou o trágico desfecho.

Fazendo valer a própria experiência do autor deste artigo sobre a superstição de Zagallo, direi que os números 13 e 31 andaram muitas vezes associados tanto às minhas grandes alegrias como às minhas maiores tristezas, mas também a meras situações quotidianas.

Darei apenas um exemplo muito curioso sobre uma situação quotidiana extrema quanto aos dois números citados. Em dada ocasião eu desenvolvia um projeto no continente africano e combinei uma saída de fim-de-semana ao Kruger Park, na África do Sul, com um colega.

No regresso fizemos a nossa refeição no mais conceituado restaurante da África Austral, na Suazilândia. Quando nos sentámos a conversa girava em torno do 13, explicando eu ao meu colega que curiosamente comigo sucedia ser ‘perseguido’ pelo 13 e pelo seu contrário, o 31, que tanto se associavam a momentos de alegria como de tristeza – e eis senão quando subitamente, ainda mal nos havíamos sentado, vejo o nº 31 na placa de numeração da mesa. Abri os braços para o meu colega e exclamei: “Como se vê, aí está a prova da ‘perseguição’.”

No dia seguinte, já em Maputo, um colega moçambicano convidou-nos para jantar em sua casa. Foi buscar-nos ao hotel e para nosso verdadeiro espanto, quando ele parou em frente ao portão da garagem de sua casa em uma avenida enorme, o número absolutamente revelador da ‘perseguição’ alcançou o auge de todas as improbabilidades – nº 1331 !!!

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Em suma, uns quantos 13 e 31 me ‘perseguiram’ sem intervenção minha; no caso de Zagallo talvez tenha sido mais ele o perseguidor do 13. Fora essas coincidências – digo ‘coincidências’ porque devo ser dos poucos botafoguenses não supersticiosos – é praticamente certo que não concorrem nem para a sorte nem para o azar.

Em boa verdade, o indiscutível sucesso de Zagallo não está atrelado ao 13. Jamais me esquecerei que quando Zagallo, já campeão do mundo pelo Brasil, regressou de uma grave lesão em 1959, fez questão de integrar a equipe de Aspirantes do Botafogo para ganhar ritmo e encontrar a forma ideal sem comprometer um regresso tecnicamente incompleto à equipe profissional. E não foi por acaso que na Copa do Mundo de 1962 Zagallo ganhou o apelido de ‘Formiguinha’, trabalhando incansavelmente para a equipe.

O sucesso de Zagallo está atrelado, além do talento, à sua enorme persistência e resiliência nos atos da vida sempre em busca de fazer melhor.

Porém, se Zagallo não fosse supersticioso o Mundo Botafogo não teria ganho a prazerosa oportunidade de se alongar no divertido tema das superstições à sombra do mais supersticioso jogador/técnico do futebol brasileiro – perseguindo sem descanso o seu idolatrado 13.

Não li em lado algum a tentativa de manipulação das datas de nascimento e morte de Zagallo, mas pensei subitamente nisso e, à boa maneira do ‘Velho Lobo’, fui perseguir a possibilidade de encontrar os famosos 13 – e encontrei o número de Zagallo no início e no fim da sua vida plena:

– nasceu em 9/8/1931 e a manipulação destes seis números deu exatamente 9-8-19+31 = 13;

– morreu em 5/1/2024, ou seja, ao 5º dia de 2024 e a manipulação destes cinco números deu exatamente 5+2+0+2+4 = 13.

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Zagallo nasceu (13 letras), Zagallo venceu (13 letras) e Zagallo morreu (13 letras), cumprindo-se inteiramente como jogador e técnico em toda a sua longa carreira.

Zagallo eterno (13 letras) !!!

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Botafogo 3x5 Grêmio - um esquema em causa

Walter regressando mais uma vez, infelizmente.

por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo

O início do jogo foi incaracterístico de ambas as partes e a primeira jogada que poderia levar foi aos 6’ quando Barboza fez falta quase em cima da grande área. O Grêmio preferiu não bater diretamente e optou por jogada ensaiada, que acabou batendo na barreira.

Aos 12’ o Botafogo sofreu a primeira contrariedade com Santi Rodríguez sendo substituído por lesão e cinco minutos após, aos 17’, Barboza enfiou uma bola longa em profundidade, Arthur Cabral recebeu, livrou-se do zagueiro e à entrada da área disparou para o fundo das redes. Botafogo 1x0.

O gol animou o Botafogo, melhorando o seu desempenho. Aos 19’ uma bola lançada para a área adversária poderia redundar na ampliação do placar, mas não houve boa conclusão; aos 21’, em contra-ataque puxado por Montoro, Artur progrediu mas chutou por cima do travessão; aos 23’Vitinho recebeu a bola na grande área, descaído para a direita, e desperdiçou uma grande oportunidade com remate novamente por cima do travessão.

E quando Botafogo parecia ter o jogo na mão, eis que Mateo Ponte falhou incrivelmente um corte, a bola foi à mão e sobrou de presente para Carlos Vinícius empatar a partida aos 25’.

Apesar do perigo já várias vezes mencionado pelo Mundo Botafogo no que respeita a uma zaga excessivamente subida e exposta a contra-ataques em profundidade, a equipe parecia controlar as operações e aos 35’, em jogada muito bem trabalhada, Artur enfiou a bola para Montoro pelo meio, este endossou-a para Danilo em deslocação e já dentro da grande desfez o empate. Botafogo 2x1.

O Botafogo permaneceu seguro, o Grêmio meio perdido e a partida manteve-se de feição ao Botafogo até ao intervalo.

O segundo tempo é mais um jogo para esquecer por relembrar maus momentos da equipe em 2023. As 5’ a bola fi cruzada para a grande área, Neto não saiu à bola, o zagueiro não acompanhou e Carlos Vinícius bisou implacavelmente para novamente empatar a partida.

Logo depois Alex Telles disputa uma bola no ar cm braço excessivamente elevado, a bola bate na mão e o árbitro assinala pênalti, convertido aos 11’ novamente por Carlos Vinícius, dando uma reviravolta no placar. Botafogo 2x3.

Se não bastasse entrada tão desastrosa, eis que o Grêmio aproveitou-se da zaga do Botafogo muito subida, Amuzu foi lançado em profundidade, centrou para a área, Neto não saiu à bola e as 59’ Tetê ampliou: 2x4.

Em suma, tomamos 3 gols em 9 minutos.

Aos 62’ Barrera quase diminuía o placar com um potente remate que embateu na base do poste e o Botafogo acabou aí. Em busca de diminuir o resultado a equipe ainda abriu mais espaços para penetração do Grêmio, que ainda ampliou aos 79’ na cobrança de falta: Newton falhou o corte de bola, Neto espalmou para a frente e Edenilson ampliou.

Aos 86’ Danilo ainda bisou e diminuiu o placar, mas a nossa sorte já estava selada.

A goleada sobre o Cruzeiro parece, à nova luz de resultados, ter sido um acaso que comprova a desconexão total em que o nosso adversário se encontrava, sobretudo no segundo tempo.

Notas finais:

[1] Continuo adverso à linha de três zagueiros porque não temos jogadores adaptados para tirar partido do esquema.

[2] Como tenho dito em diversos momentos, a zaga continua muito subida e expõe-se a contra-ataques velozes em profundidade que os zagueiros não conseguem acompanhar.

[3] Mencionei noutras ocasiões, e na própria biografia publicada no Mundo Botafogo (ver http://mundobotafogo.blogspot.com/2025/08/neto-o-goleiro-reserva.html), que Neto foi goleiro reserva em quase toda a sua carreira profissional e não seria o goleiro que o Botafogo precisava – e ontem confirmou-se mais uma vez que os seus reflexos e movimentos são lentos.

[4] Se Martín Anselmi for um treinador inteligente perceberá que a toma de cinco gols exige uma revisão profunda do modo de jogar. E se John Textor for inteligente e compreender que fracassou em toda a linha gerindo cinco clubes a mesmo tempo, perceberá que só lhe resta aplicar recursos adequados para que o Botafogo seja competitivo e Textor possa seguir prestigiado no mundo do futebol.

FICHA TÉCNICA

Botafogo 3x5 Grêmio

» Gols: Arthur Cabral, aos 17’, e Danilo, aos 35’ e 86’ (Botafogo); Carlos Vinícius, aos 25’, 50’ e 56’, Tetê, aos 59, e Edenilson, aos 79 (Grêmio)

» Competição: Campeonato Brasileiro

» Data: 04.02.2026

» Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS)

» Público: 18.340 pagantes; 18.573 espectadores

» Renda: R$ 1.384.147,41

» Árbitro: Felipe Fernandes de Lima (MG); Assistentes: Felipe Alan Costa de Oliveira (MG) e Celso Luiz da Silva (MG); Var: Thiago Duarte Peixoto (SP)

» Disciplina: cartão amarelo – Alexander Barboza, Martín Anselmi, Mateo Ponte e Allan (Botafogo)

» Botafogo: Neto; Mateo Ponte (Matheus Martins), Newton e Alexander Barboza; Vitinho, Allan (Marquinhos), Danilo e Alex Telles; Santi Rodríguez (Artur, depois Nathan Fernandes), Arthur Cabral e Álvaro Montoro (Jordan Barrera). Técnico: Martín Anselmi.

» Grêmio: Weverton; João Pedro, Balbuena, Wagner Leonardo e Marlon; Noriega, Arthur (Dodi) e Monsalve (Willian); Tetê (Edenilson), Carlos Vinícius (André Henrique) e Pavón (Amuzu). Técnico: Luís Castro.

Botafogo de Treze de Maio campeão municipal de futebol de 7

Fonte: https://www.paulomarquesnoticias.com.br

por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo

O Botafogo EC (de Treze de Maio) conquistou o Campeonato Municipal de Futebol de 7 do município Treze de Maio, categoria veterano masculino, organização da Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude, cuja decisão decorreu na AFUCMAIO, no dia 30 de janeiro de 2026.

O Botafogo EC venceu a Turma dos Sábados/Physioterapie/Karinmã nos pênaltis, após empate por 1x1 no tempo regulamentar, gol de Cássio.

Adalberto Martins (Botafogo) foi o goleiro menos vazado e Cássio Gaviraghi o artilheiro.

Fonte: https://www.paulomarquesnoticias.com.br

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Retrospecto Botafogo x Grêmio (2005-2025)

Crédito: Elson Souto.

por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo

RETROSPECTO DOS ÚLTIMOS 20 ANOS

» 36 jogos, 11 vitórias, 7 empates e 18 derrotas; saldo de gols desfavorável em 39-59.

1º JOGO

Botafogo 2x1 Grêmio

» Gols: Octacílio, aos 50’, e Álvaro, aos 57’ (Botafogo); Lacy, aos 12’ (Grêmio)

» Competição: Amistoso

» Data: 24.06.1931

» Local: Estádio da Baixada, em Porto Alegre (RS)

» Botafogo: Sylvio; Póvoa e Rodrigues; Canalli, Martim Silveira e Benevenuto; Álvaro, Octacílio, Carola, Rogério (Neca, e depois Juca da Praia) e Celso. Técnico: Nicolas Ladanyi

» Grêmio: Lara; Dario e Sardinha I; Mabília, Poroto e Russo; Lacy, Artigas Pérez, Luiz Carvalho, Foguinho e Nenê (Juca). Técnico: Telêmaco Frazão de Lima.

ÚLTIMO JOGO

Botafogo 3x2 Grêmio

» Gols: Cuiabano, aos 14’, Artur, aos 18’, e Marçal, aos 82’ (Botafogo); André Henrique, aos 48’, e Carlos Vinicius, aos 89’ (Grêmio)

» Competição: Campeonato Brasileiro

» Data: 22.11.2025

» Local: Estádio Olímpico Nilton Santos, no Rio de Janeiro (RJ)

» Público: 14.324 pagantes; 16.755 espectadores

» Renda: R$ 550.830,00

Árbitro: Felipe Fernandes de Lima (MG); Assistentes: Daniella Coutinho Pinto (BA) e Celso Luiz da Silva (MG); VAR: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (SP)

» Disciplina: cartão amarelo – Vitinho (Botafogo); Dodi, Marlon e Gustavo Martins (Grêmio)

» Botafogo: Léo Linck; Vitinho, Alexander Barboza, David Ricardo e Cuiabano; Danilo (Newton), Marlon Freitas e Savarino (Álvaro Montoro); Artur (Marçal), Kadir (Arthur Cabral) e Joaquín Correa (Jordan Barrera). Técnico: Davide Ancelotti.

» Grêmio: Tiago Volpi; Marcos Rocha, Gustavo Martins, Erick Noriega (Viery) e Marlon; Dodi, Cuellar e Edenilson (Aravena); Alysson (Cristaldo), André Henrique (Carlos Vinicius) e Lucas Esteves (Pavón). Técnico: Mano Menezes.

OS JOGOS (2005-2025)

13.05.2006: Botafogo 2x2 Grêmio

17.09.2006: Botafogo 0x4 Grêmio

02.06.2007: Botafogo 3x0 Grêmio

02.09.2007: Botafogo 0x3 Grêmio

06.07.2008: Botafogo 2x0 Grêmio

04.10.2008: Botafogo 1x2 Grêmio

24.05.2009: Botafogo 0x2 Grêmio

30.08.2009: Botafogo 3x3 Grêmio

04.09.2010: Botafogo 2x2 Grêmio

05.12.2010: Botafogo 0x3 Grêmio

26.06.2011: Botafogo 2x1 Grêmio

22.09.2011: Botafogo 1x0 Grêmio

22.07.2012: Botafogo 0x1 Grêmio

14.10.2012: Botafogo 1x1 Grêmio

14.07.2013: Botafogo 1x2 Grêmio

05.10.2013: Botafogo 0x1 Grêmio

21.05.2014: Botafogo 1x2 Grêmio

28.09.2014: Botafogo 0x2 Grêmio

04.09.2016: Botafogo 2x1 Grêmio

11.12.2016: Botafogo 1x0 Grêmio

14.05.2017: Botafogo 0x2 Grêmio

13.08.2017: Botafogo 1x0 Grêmio

13.09.2017: Botafogo 0x0 Grêmio (quartas-de-final da Copa Libertadores)

20.09.2017: Botafogo 0x1 Grêmio (quartas-de-final da Copa Libertadores)

28.04.2018: Botafogo 2x1 Grêmio

01.09.2018: Botafogo 0x4 Grêmio

12.06.2019: Botafogo 0x1 Grêmio

27.10.2019: Botafogo 0x3 Grêmio

14.10.2020: Botafogo 1x3 Grêmio

08.02.2021: Botafogo 2x5 Grêmio

09.07.2023: Botafogo 2x0 Grêmio

09.11.2023: Botafogo 3x4 Grêmio

16.06.2024: Botafogo 2x1 Grêmio

28.09.2024: Botafogo 0x0 Grêmio

24.09.2025: Botafogo 1x1 Grêmio

22.11.2025: Botafogo 3x2 Grêmio

Coincidências supersticiosas de Mário Zagallo

Zagallo e Loco Abreu exibindo a camisa 13 na apresentação do atacante uruguaio ao Botafogo. Crédito: AP. por RUY MOURA | Editor do Mundo B...