domingo, 11 de outubro de 2026

Treinadores e contextos (IV): de Marinho Rodrigues, auxiliar de Saldanha, ao auge da linhagem técnica com Mário Zagallo

Marinho Rodrigues. Fonte: Mundo Botafogo.

por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo

Após a demissão de João Saldanha, a linhagem técnica dos treinadores do Botafogo não se quebrou: em 1958, por intermédio de Saldanha e Renato Estelita, Marinho Rodrigues, ex-jogador do Botafogo, tornou-se auxiliar de João ‘Sem Medo’ e de Paulo Amaral como preparador dos juvenis.

Mais tarde sucedeu a Paulo Amaral e iniciou as grandes conquistas do Botafogo na década de 1960, após importante aprendizagem com João Saldanha.

Biografia: https://mundobotafogo.blogspot.com/2021/06/marinho-rodrigues-tricampeao-de-1948.html

Marinho aplicou à risca os ensinamentos obtidos e foi o comandante do bicampeonato carioca de 1961 e 1962, o título do Torneio Rio-São Paulo em 1962 e ainda de um Torneio Início e um Torneio no México. Não resistiu à goleada imposta pelo Santos ao Botafogo por 5x0 pela Taça Brasil, em 1963, e foi demitido.

Porém, foi um técnico que manteve a ligação da linhagem técnica entre treinadores e mostrou uma particularidade deveras inédita – algo que é normal no Botafogo – na conquista do bicampeonato carioca em 1962, num jogo alucinante de Garrincha que marcou os três gols contra o Flamengo nessa final de 3x0 (contamos três porque o gol considerado contra seria hoje atribuído a Garrincha, que fez o chute que desviou na zaga flamenguista).

O pormenor inédito ocorreu após o jogo: os torcedores invadiram o campo e carregaram Garrincha, indo depois todos para General Severiano, excepto Garrincha, que apresentou fortes dores no joelho, e Marinho Rodrigues, que declarou “estar exausto” de tantas emoções – o treinador campeão de uma das maiores equipes da história do futebol brasileiro, perante quase 160.000 torcedores, em vez de festejar o título pela noite fora, foi descansar.

Entre março de 1963 a março de 1967 o Botafogo teve seis treinadores: Danilo Alvim, Paraguaio, Zoulo Rabello, Geninho, Daniel Pinto e Admildo Chirol. Parecia quebrada a linhagem técnica entre treinadores no Botafogo, mas não.

Mário Zagallo, jogador bicampeão mundial (1958 e 1962), foi treinado por João Saldanha e Marinho Rodrigues entre os anos finais da década de 1950 e os anos iniciais a década de 1960. Encerrou a carreira em 1965 e seria normal que regressasse como treinador após alguns anos, mas também não.

Zagallo praticamente não saiu de General Severiano, porque quase imediatamente foi convidado para treinador dos juvenis (atualmente juniores) do Botafogo – e em maio de 1967 tornou-se o treinador principal do Botafogo.

Aprendeu rapidamente a função, tirando partido da sua experiência futebolística e da aprendizagem com João Saldanha e Marinho Rodrigues.

Biografia: https://mundobotafogo.blogspot.com/2011/06/mario-zagallo-o-unico-tetracampeao-do.html

A responsabilidade imputada a Mário Zagallo na sua nova função foi enorme, porque saído de uma geração dourada de Garrincha, Didi, Nilton Santos, Quarentinha, Amarildo e dele próprio, passou a dirigir a nova geração dourada do Botafogo, que contava com Jairzinho, Gérson, Paulo César ‘Caju’, Roberto, Rogério, Carlos Roberto e outros craques.

Zagallo foi verdadeiramente o elo de ligação entre duas gerações de Ouro do Botafogo que contribuíram decisivamente para o tricampeonato do Brasil em 1970, e Zagallo não se limitou a ser bicampeão mundial como jogador, nem somente bicampeão da Taça Guanabara e do Campeonato Carioca em 1967 e 1968 e da Taça Brasil em 1968 (terminada em 1969) pelo Botafogo, como treinador. Estávamos em vésperas da Copa do Mundo de 1970.

Título: https://mundobotafogo.blogspot.com/2008/07/vencedor-da-taa-brasil-em-futebol-1968.html

O João ‘Sem Medo’ havia sido designado treinador da Seleção Brasileira. A frontalidade de João Saldanha, e as consequências de ser assim, assertivo e difícil de se lidar com ele, valeram-lhe, em 1969, a demissão do cargo de treinador da Seleção quando respondeu diretamente à sugestão do Presidente do Brasil, Emílio Garrastazu Médici, para que Saldanha incluísse Dadá Maravilha na lista de convocados: – “O presidente escala o seu ministério e eu escalo a Seleção.” (ou, segundo outra versão, “Nem eu escalo o ministério, nem o presidente escala o time.”)

Mário Zagallo como atleta, e como treinador em 1975 pulando o muro de General Severiano durante um treino para buscar a bola. Fontes: Facebook.

A linhagem técnica dos treinadores do Botafogo, que se preparava para alcançar o auge com João Saldanha na Seleção do Brasil, poderia, então, chegar ao fim. Porém, ao ex-técnico botafoguense ‘Sem Medo’ seguiu-se o convite e a nomeação ao treinador do Botafogo à época, o prudente Zagallo, que tratou logo de convocar Dadá Maravilha, mas… não o fez jogar nenhum minuto de nenhuma partida da Copa do Mundo de 1970.

E desse modo o ciclo de conquistas adicionou à linhagem técnica botafoguense o clímax de vitórias dentro e fora do Botafogo através da ambicionada conquista do tricampeonato mundial e do almejado e definitivo Troféu Jules Rimet – fruto em grande parte de uma nova geração de botafoguenses na linha de ataque e de um treinador alvinegro que se tornou tricampeão do mundo como jogador (1958-1962) e treinador (1970).

A linhagem técnica do Botafogo, desde Charles William, Nicolas Ladanyi e Dori Kürchner, passando por Zezé Moreira e João Saldanha, atingiu o auge do ciclo de conquistas de jogadores e treinadores do Botafogo quando João Saldanha assumiu a Seleção Brasileira, preparando-a para a Copa do Mundo, e quando Mário Zagallo o substituiu e se sagrou pela terceira vez campeão do mundo.

O fabuloso encadeamento da linhagem técnica de 1930 a 1970 pode-se dizer que teve aqui o seu epílogo, mas as surpresas que o Botafogo sempre apresenta quando menos se espera, pregaram uma grande partida a tricampeão do mundo Mário Zagallo.

Em dezembro de 1970, laureado pela grandeza das suas conquistas, Mário Zagallo saiu do Botafogo para treinar o Fluminense (1971 e 1972) e em seguida o Flamengo (1972-1974), antes de regressar ao Botafogo em 1975.

Sebastião Leônidas foi zagueiro titular absoluto do Botafogo entre 1966 e 1971, tendo sido indicado como titular da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, mas por infelicidade sua lesionou-se e não pôde, também ele, sagrar-se campeão do mundo.

No Botafogo conquistou o Torneio Rio São Paulo (1966), o Bi-Bi da Taça Guanabara e do Campeonato Carioca (1967 e 1968) e a Taça Brasil (1968) – e consequentemente foi treinado por Mário Zagallo durante esse período.

Logo após encerrar a carreira em 1971, Leônidas foi empossado como técnico do Botafogo em 1972.

No dia 15 de novembro de 1972 o Flamengo comemorava o seu aniversário e ia defrontar o Botafogo. Apesar das dificuldades financeiras, o Botafogo ainda era desportivamente muito competitivo.

A goleada: https://mundobotafogo.blogspot.com/2014/11/um-dia-de-1972.html

Sebastião Leônidas era o comandante do Glorioso; Mário Zagallo o comandante do Flamengo. O resultado dessa partida todos sabemos: foi um dia de grande chororô por banda do Flamengo, estrondosamente goleado pelo Botafogo por 6x0 – hat-trick do campeão do mundo Jairzinho, Fischer bisou e Ferretti completou a goleada.

Após a goleada do ‘aprendiz’ sobre o ‘mestre’ Zagallo, tricampeão do mundo, nada mais natural do que Leônidas chamar a si o mérito tático do jogo. Fez exatamente o contrário: comentou que apenas montara a equipe exatamente com nos tempos de Zagallo, acrescentando: – “Tudo o que sei, aprendi com ele.”

O Botafogo de Futebol e Regatas é indiscutivelmente um Clube tradicional, ético, elegante e único do desporto brasileiro, quiçá mundial.

Fontes principais da série: br.bolavip.com; brasil.elpais.com; ge.globo.com; jbemfolhas.com.br; jornalggn.com.br; mundobotafogo.blogspot.com; museudapessoa.org; operamundi.uol.com.br; pesquisaescolar.fundaj.gov.br; pt.wikipedia.org; www.uol.com.br; https://sopanomel.blogspot.com; terceirotempo.uol.com.br; https://www.botafogo.com.br; www.campeoesdofutebol.com.br; www.correiobraziliense.com.br; www.jb.com.br; www.museudapelada.com.


sábado, 10 de outubro de 2026

Halisson Carneiro, vencedor da Copa Brasil de Sectorball

Fonte: Confederação Brasileira de Futebol de Mesa.

por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo

Halisson Carneiro, atleta do Botafogo, conquistou a III Copa do Brasil, regra Sectorball, competição realizada pela Confederação Brasileira de Futebol de Mesa no Departamento de Futebol de Mesa do Sport Club Corinthians Paulista, em São Paulo, no dia 17 de janeiro de 2026.

Classificação do Pódio:

1º Halisson Carneiro (Botafogo)

2º Robson Marfa (Botafogo)

3º Felipe Maciel (Tourigno, SP)

4º Carlos Peres (CAMAG, SC)

Fonte: https://www.cbfm.com.br

SV Happy Boys – o Botafogo surinamês

Crédito: Instagram svhappyboys

por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo

O SV Happy Boys é um clube de futebol do Suriname, sediado em Meerzorg, em frente à capital Panamaribo, cidades separadas apenas por uma ponte.

O clube é famoso por utilizar o escudo e os uniformes inspirados no Botafogo de Futebol e Regatas como forma de homenagem ao club carioca.

O SV Happy Boys foi campeão da segunda divisão nacional (SVB Rweede Divisie) em 2019, com 15 vitórias, 3 empates e 2 derrotas, saldo de gols 65-25.

Ascendeu pela primeira vez à elite do Campeonato Surinamês (SVB Eerste Divisie) em 2020.

sexta-feira, 9 de outubro de 2026

Treinadores e contextos (III): da continuidade da linhagem técnica de Kürschner e Zezé ao efeito surpresa de João Saldanha

João Saldanha. Fonte: https://www.museudatv.com.br.

por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo

Após a saída de Zezé Moreira no ano seguinte à conquista do campeonato carica de 1948, o Botafogo regressou à sobreposição de linhagens técnicas com quase todas as soluções já testadas anteriormente e que não resultaram em títulos: Carvalho Leite (1950-1952), Sylvio Pirillo (1952, única solução ainda não testada anteriormente), Martim Silveira (1952-1953) e Carvalho Leite (1953).

Chegou então a vez de Gentil Cardoso (1953-1955), o qual não faz parte da linhagem técnica atrás mencionada e cujo relevo não está tanto no seu trabalho, mas por ter dado o seu acordo à contratação de Garrincha, que se revelaria como o maior ídolo do Botafogo e o maior driblador do planeta Terra.

Manoel Francisco dos Santos apareceu em General Severiano em 1953 para testes e desse dia histórico resultou uma versão lendária e uma versão historicamente mais prudente sobre a sua contratação.

É muito antiga a lenda que conta a história de Nilton Santos ter sido sucessivamente driblado por Garrincha e que o ‘Enciclopédia’ teria dito a Gentil Cardoso para o contratar porque ele não quereria enfrentar Garrincha jogando por outra equipe, tal era a qualidade do candidato a jogador do Botafogo.

Porém, essa versão que narra comentários iniciais depreciativos de Gentil Cardoso a propósito das pernas de Garrincha e que este teria humilhado Nilton Santos, tornou-se mais prudente após algumas pesquisas que apontavam para um duelo mais equilibrado do que aquele que a lenda sugere.

No entanto, o essencial mantém-se: Gentil Cardoso aceitou testar um jovem de aparência física improvável, avaliou positivamente o teste de enfrentar o grande Nilton Santos e o Botafogo acabou por contratar um dos maiores jogadores da história do futebol mundial, que depois de ser reprovado em testes noutros grandes clubes cariocas, designadamente Flamengo, Fluminense e Vasco da Gama, mas também no São Cristóvão, provavelmente nunca teria iniciado a sua fabulosa carreira caso o Botafogo o tivesse rejeitado.

Biografia: https://mundobotafogo.blogspot.com/2011/09/gentil-cardoso-um-estilo-peculiar.html

Após a saída de Gentil Cardoso em 1955 o Botafogo ainda contratou Zezé Moreira (novamente) e Geninho, mas estava ‘escrito nas estrelas’ que a interrupção da linhagem técnica do Botafogo seria retomada em 1957 com a contratação de João Alves Jobim Saldanha (1957-1959), jornalista desportivo que fora futebolista e dirigente do Botafogo, além de ser militante político e apelidado de ‘João Sem Medo’ pelo célebre dramaturgo e jornalista Nélson Rodrigues.

Todavia, João Saldanha nunca treinara uma equipe de futebol em circunstância alguma, o que leva a admitir que, tendo conquistado o campeonato carioca de 1957 sem nenhuma experiência anterior no cargo, o seu sucesso se deva sobretudo à linhagem técnica que interliga o Capitão Ladanyi, Dori Kürchner, Zezé Moreira e o próprio João Saldanha, interprete de Kürchner em 1939-1940, bem como a um traço do historial botafoguense que transforma apostas temerosas em conquistas improváveis.

Porém, deve-se considerar, também, um outro lado racional que justifica a contratação em meio de uma crise com a saída de Geninho e à necessidade de se efetuar uma transição necessária e desejada por Paulo Azeredo, novamente presidente do Botafogo a partir de 1954, cuja liderança, visão e ambição havia tornado o Botafogo campeão por cinco vezes em apenas seis anos (1930-1935).

João Saldanha era diretor de futebol do Botafogo, cargo que assumira em 1944 e ao qual regressara em 1956. Foi Saldanha que convenceu Paulo Azeredo a contratar o grande craque Didi ao Fluminense.

Em meio à crise o nome de João Saldanha emergiu porque, apesar de nunca ter sido treinador, conhecia profundamente os bastidores do futebol botafoguense e havia acumulado uma volumosa bagagem de práticas, quer como jogador e dirigente, quer como intérprete de Dori Kürchner, além de um forte liderança carismática essencial a momentos de transição.

Biografia: https://mundobotafogo.blogspot.com/2011/06/joao-saldanha-o-joao-sem-medo.html

Primeiro foi solicitado provisoriamente para dirigir o Botafogo em alguns jogos e durante uma excursão, mas o resultado não se compadeceu do período regulamentado, exigindo prorrogação.

Foi então que o visionário Paulo Azeredo comprou a aposta e o João Sem Medo passou a comandar a título definitivo uma equipe composta por Garrinha, Didi, Nilton Santos, Quarentinha, Paulinho Valentim e outros grandes jogadores, três dos quais seriam consagrados no ano seguinte, em 1958, campeões do mundo pelo Brasil.

Gol de Paulinho Valentim na decisão de 1957. Fonte: www.mundo.botafogo.blogspot.com.

A restante história todos nós sabemos: o Botafogo chegou à decisão do Campeonato Carioca com o Fluminense precisando apenas de um empate e o presidente do Fluminense havia dito, durante a semana, que o tricolor já era campeão e a final era apenas uma exigência burocrática.

Pois… Porém, nessa decisão, o Botafogo era liderado no banco por um João ‘Sem Medo’, o homem que tomou decisões inéditas, tais como flexibilizar o rígido regime de concentração, preferindo responsabilizar os jogadores, e sobretudo ter compreendido que um elenco cm Garrincha, Didi, Nilton Santos, Quarentinha e Paulinho Valentim, entre outros, não necessitava de estar amarrado taticamente nem efetuar treinos exaustivos, preferindo a simplicidade e a fluidez de jogo.

No entanto, também exigia rigor sem bola, esforço coletivo na marcação e posicionamento defensivo inteligente para pressionar as peças principais dos adversários, como no jogo da decisão em que Telê Santana foi anulado, enquanto Garrincha fazia ‘misérias’, servindo Paulinho Valentim que marcou cinco gols, um dos quais de bicicleta. Garrincha marcou outro gol e o Fluminense perdeu o jogo por 6x2 tomando a maior goleada em uma decisão do Carioca na Era Moderna, que é recorde até hoje (curiosidade: o Fluminense também tomou do Botafogo uma goleada de 6x1 na decisão do Carioca de 1910, a maior da história na Era Amadora).

Título: https://mundobotafogo.blogspot.com/2011/02/botafogo-campeao-carioca-de-futebol_21.html

Neste jogo histórico que constitui uma das peças mais sensacionais de sempre do futebol carioca, Telê Santana, então jogador do Fluminense, teria pedido a Didi, quando o resultado do jogo já estava praticamente decidido, que mandasse Garrincha parar de atormentar os seus marcadores, mas Garrincha continuou e marcou um gol, num show à parte dos números clamorosos do marcador no Maracanã.

A firmeza de João Saldanha mostrava-se também na relação com a Diretoria, não se mostrando um subalterno, mas um par, que efetuava críticas internas e externas sem medo, e que quebrou preconceitos estruturais quando deu a braçadeira de capitão a Quarentinha, jogador negro e um dos maiores futebolistas do Clube, bem como exigiu, contra toda a diretoria, que não desejava aumentar o plantel com mais negros, a contratação do negro Chicão, defesa central que foi peça-chave na conquista de 1957.

Homem difícil de lidar devido às suas convicções – tanto as certas como as erradas –, João Saldanha sentia-se desgastado em 1959 perante a rotina de treinos exaustivos, calendário atribulado, concentrações obrigatórias e excesso de excursões internacionais para a obtenção de retornos financeiros, o que resultou em frequentes divergências com a diretoria do Clube e pediu a demissão.

Mais tarde, Saldanha publicou, na qualidade de escritor, os anos passados no Botafogo, na obra ‘Os subterrâneos do futebol’, narrando acontecimentos com jogadores e dirigentes, viagens, concentrações, conflitos e histórias de bastidores.

No Botafogo o improvável acontece, e por isso é um Clube recheadíssimo de histórias e de estórias, tendo no caso concreto, com João Saldanha, um registro raro de um homem que tendo sido jogador, dirigente e treinador de futebol do Clube, também se tornou escritor e jornalista excepcionalmente atento ao que se passava à sua volta.

Fontes principais da série: br.bolavip.com; brasil.elpais.com; ge.globo.com; jbemfolhas.com.br; jornalggn.com.br; mundobotafogo.blogspot.com; museudapessoa.org; operamundi.uol.com.br; pesquisaescolar.fundaj.gov.br; pt.wikipedia.org; www.uol.com.br; https://sopanomel.blogspot.com; terceirotempo.uol.com.br; https://www.botafogo.com.br; www.campeoesdofutebol.com.br; www.correiobraziliense.com.br; www.jb.com.br; www.museudapelada.com.

Treinadores e contextos (IV): de Marinho Rodrigues, auxiliar de Saldanha, ao auge da linhagem técnica com Mário Zagallo

Marinho Rodrigues. Fonte: Mundo Botafogo. por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo Após a demissão de João Saldanha, a linhagem técnica ...