terça-feira, 6 de outubro de 2026

Botafogo lidera o estadual de remo à penúltima regata

Pódio dos Double Skiff masculino (Ouro) e feminino (Ouro). Fonte: @frerjrio.

por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo

O Botafogo ampliou a sua vantagem de 1 para 10 pontos na 6ª Regata do Campeonato Estadual, organizada pela Federação de Remo do Estado do Rio de Janeiro, que decorreu no Estádio de Remo da Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro, no dia 3 de outubro de 2026.

O Flamengo conquistou a regata com o maior número de Ouros, mas o Botafogo venceu em três provas, conquistou diversas medalhas de prata e bronze e ampliou a sua vantagem, restando a última competição do estadual, que corresponde à 4ª Regata adiada para novembro devido ao mau tempo na Lagoa.

Quatro Sem Sub-23 Masculino (Ouro). Crédito: @thiago.sllva | Botafogo.

O Botafogo lidera oficialmente o campeonato estadual de remo com 489 pontos contra 479, embora o CR Flamengo tenha apresentado recurso numa das provas. Se o recurso for aceite o CR Flamengo passa a liderar por 2 pontos de vantagem com 491 pontos.

Seja qual for a decisão, a última regata, a realizar no dia 7 de novembro entre os dois melhore clubes brasileiros de remo, será absolutamente emocionante e certamente levará ao Estádio de Remo da Lagoa uma multidão de torcedores entusiastas.

O Homem no Reflexo do Seu Espelho: como chegar à versão que sempre desejou ser?

por TIAGO LEITE | PhD Saúde, Master Coach | Colaborador do Mundo Botafogo

Existe um momento estranho diante do espelho.

Olha para o seu reflexo. Reconhece o rosto. Reconhece as marcas do tempo. Reconhece o homem que chegou até aqui.

Porém, em algum lugar, dentro de si, existe outro homem; o homem que imaginou que seria:

Mais saudável. Mais forte. Mais presente para a família. Mais seguro financeiramente. Mais corajoso para tomar decisões. Mais livre. Mais próximo daquilo que, muitos anos atrás, acreditava em quem se tornaria.

E talvez a pergunta mais difícil não seja: “Quem eu sou?”

Mas: “Como eu chego até aquele homem?”

TODO JOGADOR TEM UMA VERSÃO QUE AINDA NÃO ENTROU EM CAMPO

Todo garoto que começa a jogar futebol imagina alguma coisa.

Um dia vestir uma grande camisa. Entrar em um estádio lotado. Fazer um gol. Ouvir a torcida. Ser reconhecido.

Mas entre o garoto que sonha e o jogador que chega lá, existe uma distância. E essa distância tem um nome: trabalho.

Treino. Disciplina. Repetição. Correção. Fracasso. Persistência. Decisões.

Ninguém chega ao nível que deseja apenas porque consegue imaginar onde quer chegar.

No futebol, talento sem desenvolvimento vira promessa. E promessa, quando não se transforma em ação, envelhece.

A vida não é muito diferente.

O HOMEM QUE IMAGINOU SER

Talvez tenha chegado aos 40, 50 ou 60 anos e tenha conquistado muito: Carreira. Dinheiro. Família. Patrimônio. Respeito. Experiência.

Talvez até tenha realizado coisas que um dia pareciam impossíveis, mas existe uma pergunta que pouca gente faz: tornou-se o homem que imaginava que seria?

Porque sucesso externo não significa necessariamente realização interna.

É possível construir uma carreira e perder a saúde. Construir patrimônio e perder tempo. Construir uma imagem de força e viver dominado pelo medo. Cuidar de todos e abandonar a si mesmo.

Ter uma vida aparentemente bem-sucedida e, ainda assim, sentir que alguma coisa ficou pelo caminho.

É como vestir a camisa certa, entrar em campo e perceber que está jogando uma partida que não escolheu.

O BOTAFOGO E A IDENTIDADE

Todo clube tem uma identidade. E quem conhece o Botafogo sabe que a relação com o clube vai muito além de resultados.

Existe a camisa. A Estrela Solitária. A história. O Nilton Santos. Garrincha.

A paixão de uma torcida que aprendeu que futebol também é memória, pertencimento e esperança.

Talvez seja por isso que o futebol seja uma metáfora tão poderosa para a vida.

Porque pode mudar o esquema tático. Pode mudar os jogadores. Pode mudar o treinador. Pode mudar a estratégia.

Mas existe algo que precisa permanecer: a identidade.

Na vida acontece o contrário do que muitas pessoas imaginam.

Elas tentam mudar o resultado sem mudar a identidade que produz aquele resultado.

Querem saúde, mas continuam vivendo como alguém que sempre coloca a própria saúde em segundo plano.

Querem prosperidade, mas continuam tomando decisões baseadas no medo.

Querem um relacionamento diferente, mas continuam repetindo os mesmos comportamentos.

Querem uma vida nova, mas continuam escalando os mesmos velhos hábitos.

E então perguntam: – “Por que nada muda?”

TALVEZ O PROBLEMA NÃO SEJA O CAMPO

Imagine um técnico recebendo uma equipe que não consegue vencer:

Ele poderia reclamar do estádio. Da arbitragem. Da tabela. Do calendário. Da sorte.

Mas, em algum momento, precisaria olhar para dentro: o que estamos fazendo errado?

Na vida, essa pergunta é ainda mais difícil.

Porque o adversário não está do outro lado do campo; está dentro de nós.

São os padrões que repetimos. Os medos que obedecemos. As desculpas que aperfeiçoamos. Os comportamentos que nos dão alívio imediato, mas cobram um preço depois.

É a chamada Trava Oculta.

Acredita que está apenas “sem tempo”; mas talvez esteja evitando uma decisão.

Acredita que está esperando o momento certo; mas talvez esteja com medo de fracassar.

Acredita que está sendo prudente; mas talvez esteja apenas tentando não correr riscos.

Acredita que ainda não está preparado; mas talvez esteja usando a preparação como uma forma sofisticada de adiamento.

E assim, ano após ano, o homem que poderia ser continua sentado no banco.

QUEM ESTÁ NO BANCO?

Essa talvez seja a pergunta mais importante. Porque existem comportamentos que precisam sair de campo:

O excesso de trabalho. A procrastinação. A necessidade de aprovação. O medo de se expor. O vício em conforto. A dificuldade de dizer não. A incapacidade de cuidar do próprio corpo. A tendência de sempre colocar a própria vida para depois.

Porém, não precisa necessariamente de uma vida completamente nova.

Talvez precise de uma nova escalação.

Algumas coisas precisam ir para o banco; outras precisam ser substituídas.

E algumas precisam finalmente entrar em campo: Coragem. Disciplina. Presença. Responsabilidade. Saúde. Propósito. Ação.

GARRINCHA NÃO FICOU NO ESPELHO

Existe uma imagem que representa muito bem essa ideia.

Garrincha poderia ter sido apenas um homem com um talento extraordinário; mas ele entrou em campo. É ali que o talento deixa de ser possibilidade e vira realidade. É ali que a promessa encontra a ação.

E talvez essa seja uma das maiores armadilhas da vida adulta: passar anos admirando a pessoa que poderia ser sem nunca se tornar essa pessoa.

Sabe que poderia cuidar melhor da sua saúde. Sabe que poderia ser mais presente. Sabe que poderia começar aquele projeto. Sabe que poderia mudar sua relação com o dinheiro. Sabe que poderia abandonar determinados comportamentos.

Sabe.

Mas saber não transforma.

Ação transforma.

ENTÃO, COMO CHEGAR LÁ?

Talvez esteja esperando uma resposta complicada. Não é.

Comece olhando novamente para o espelho, mas desta vez não olhe apenas para o homem que está diante dele.

Olhe para o homem que deseja encontrar ali daqui a cinco ou dez anos.

Pergunte: quem é esse homem?

Como ele vive? Como ele se comporta? Como trata a própria saúde? Como trata sua família? Como toma decisões? O que ele não aceita mais? O que ele deixou para trás?

E, principalmente: o que o homem que sou hoje precisa começar a fazer para que esse homem possa existir amanhã?

Porque não chegará a uma nova versão de si mesmo fazendo as mesmas escolhas que construíram a versão atual:

É preciso mudar a escalação. Mudar o treinamento. Mudar alguns padrões.

E, principalmente, entrar em campo.

VOLTE AO ESPELHO

Talvez hoje, quando olhar para o espelho, ainda veja apenas o homem que chegou até aqui.

Tudo bem. Ele merece respeito. Ele sobreviveu. Errou. Acertou. Perdeu. Ganhou. Construiu. Aprendeu.

Mas ele não precisa ser o seu ponto final.

Existe uma versão sua esperando para entrar em campo.

Talvez essa versão esteja mais perto do que imagina.

E talvez a distância entre as duas versões não seja determinada pela idade, pelo passado ou pelas circunstâncias; talvez seja determinada por uma decisão.

A decisão de parar de perguntar: – “Quem eu gostaria de ser?”

E começar a perguntar: – “O que preciso fazer hoje para me tornar esse homem?”

Porque o futuro não é construído pelo homem que imagina ser no espelho.

É construído pelo homem que, depois de olhar para o reflexo, decide entrar em campo.

E então?

Quando olhar para o espelho amanhã, vai reconhecer apenas o homem que chegou até aqui?

Ou começará a enxergar aquele que ainda pode se tornar?

A escolha continua sendo sua.

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segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Treinadores e contextos (II): do WM de Dori Kürschner ao efeito transformador de Zezé Moreira

Dori Kürschner. Fonte: https://alchetron.com.

por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo

Izidor ‘Dori’ Kürschner (1939-1940) trouxe para o Brasil as sofisticadas ideias europeias associadas ao WM, sistema tático inovador, mas que encontrou uma enorme resistência no panorama técnico brasileiro.

No entanto, Kürschner acabou por ser o treinador que trouxe a inovação do ‘jogo bonito’, dando um impulso maior à beleza do futebol brasileiro.

Em virtude do problema linguístico do húngaro, um jovem botafoguense, João Saldanha, funcionava como seu intérprete e dispunha de uma posição privilegiada para absorver a organização tática e os métodos de treino de Kürschner para, 18 anos mais tarde, ser o técnico botafoguense que inauguraria o segundo grande ciclo de conquistas do Glorioso em 1957.

A ligação é muito interessante, mas antes do legado de Kürschner ser levado à prática por João Saldanha houve um técnico botafoguense que, enquanto jogador, também conviveu com o húngaro, que também foi inspiração para realizar um trabalho técnico extraordinário no Botafogo, 13 anos depois do tetracampeonato, conquistando um novo título de campeão carioca em 1948 ao derrotar na final o ‘Expresso da Vitória’, título informal dado ao então poderoso e quase invencível Vasco da Gama – Alberto Moreira Júnior, o ‘Zezé Moreira’.

Zezé Moreira foi atacante do Botafogo Football Club e do Botafogo de Futebol e Regatas entre 1935 e 1943. Consequentemente chegou à equipe principal no final do tetracampeonato, viveu a fusão do Club de Regatas Botafogo e do Botafogo Football Club que originou o Botafogo de Futebol e Regatas e praticamente encerrou a carreira de futebolista no ano seguinte.

Entretanto, entre 1939 e 1947 o Botafogo conheceu oito mudanças de comando da equipe de futebol: Dori Kürschner (1939-1940), Adhemar Pimenta (940-1942), Carvalho Leite (1942-1943), Mario Fortunato (1943), Martim Silveira (1943-1944), Bengala (1944-1946) e Ondino Vieira (1947).

Em 1948, após a Era Heleno de Freitas, que não rendeu nenhum título de campeão carioca ao Botafogo, Zezé Moreira foi empossado como treinador do Botafogo, substituindo o argentino Ondino Vieira.

O Botafogo não vencia o Carioca há 13 anos, apesar do grande ídolo Carvalho Leite ter sido substituído por um futebolista ainda maior ídolo botafoguense: Heleno de Freitas. Os treinadores nacionais e estrangeiros sucediam-se sem sucesso e Zezé Moreira pegou uma equipe que na abertura do campeonato carioca de 1948 foi goleado copiosamente pelo São Cristóvão por 4x0!

Zezé Moreira não era totalmente inexperiente em matéria de conhecimentos específicos da profissão porque fora jogador do Botafogo, preparador físico e treinador da equipe reserva, mas o carrasco São Cristóvão foi implacável no seu batismo em General Severiano como comandante técnico do Glorioso.

Biografia: https://mundobotafogo.blogspot.com/2008/07/zez-moreira-o-homem-do-ttulo-de-1948.html

Todavia, Zezé Moreira reagiu usando de toda a sua experiência anterior, sobretudo os ensinamentos que absorveu dos treinadores anteriores como jogador, especialmente alicerçados na organização tática e nos métodos de treino herdados de Dori Kürschner, mas também a experiência acumulada com os cargos de preparador físico de treinador dos reservas.

Zezé Moreira, atleta e treinador. Fontes: https://museudapessoa.org e Instagram @tadeumiracema, respectivamente.

Foi essa capacidade de aprendizagem e de colocar em prática esses saberes que permitiram ao Botafogo não tornar a perder nenhum jogo até ao final do campeonato e reconquistar, finalmente, o título de campeão carioca, em 1948, com uma consistente vitória sobre o poderoso Vasco da Gama.

Essa conquista não foi alheia, por exemplo, à enorme experiência do campeoníssimo Sylvio Pirillo, que deixou o Flamengo para substituir Heleno de Freitas, e que apenas não jogou uma partida durante todo o campeonato, justamente aquela que valeu a única derrota do Botafogo na abertura da competição.

Título: https://mundobotafogo.blogspot.com/2011/02/botafogo-campeao-carioca-de-futebol.html

É claro que a narrativa histórica predominante não privilegia tanto o lado racional do valor crucial de Zezé Moreira, Pirillo e demais atletas, cuja união foi inquebrantável durante toda a competição, preferindo favorecer o lado emocional, supersticioso e religioso de Carlito Rocha, presidente do Botafogo, que se tornou a narrativa principal daquela conquista, quer pelas inúmeras superstições partilhadas com o seu ‘braço direito’ Aloísio Birruma, roupeiro da equipe, quer através das gemadas que obrigava os jogadores a comerem antes dos jogos, quer através das cortinas amarradas no seu gabinete de General Severiano e, principalmente, através de Biriba, a mascote do Glorioso, que Carlito Rocha associou ter sido o sinal místico de sorte ao entrar em campo durante uma partida de futebol.

Carlito Rocha levava o Biriba para os jogos como talismã e antes da decisão contra o Vasco, a história atingiu níveis quase surreais: receando que alguém envenenasse o animal, o Botafogo manteve Biriba num hotel sob vigilância e, segundo o relato histórico do próprio clube, o seu bife era previamente provado por outro cachorro. Biriba entrou em campo e o Botafogo foi campeão.

Daí para a frente o badalado e ‘principesco’ Biriba não deu mais sorte e acabou sendo lentamente esquecido pela torcida como elemento de sorte, mas Carlito Rocha tornou-se e tornou-o imortal entre a ‘cachorrada’ botafoguense da torcida mais sedutora, supersticiosa e encantadora do Brasil.

Carlito Rocha venceu três campeonatos cariocas como jogador nas bases, como treinador e como presidente, e não foi o melhor jogador, o melhor treinador, nem o melhor presidente, mas o seu carisma altamente místico contagiou todos em seu redor durante décadas ao serviço do Glorioso e marcou para sempre os torcedores botafoguenses, sobretudo com as suas superstições.

Biriba, o símbolo da ‘cachorrada’ gloriosa. Fonte: www.mundobotafogo.blogspot.com.

De todo o clamor e folclore em torno das superstições de Carlito Rocha e do cachorro Biriba, resultou que o precioso trabalho de Zezé Moreira foi ofuscado pelo contexto e, posteriormente, os jornais da época salientaram que era injusto atribuir tudo a Carlito Rocha, porque havia ali um verdadeiro trabalho transformador da autoria do treinador – iniciado com uma derrota de goleada e terminado com a restante época invicta até à conquista do campeonato.

Zezé Moreira era um perfecionista e vale a pena ilustrar essa característica de quando treinou novamente o Botafogo (1955-1956) e não se conformava com os sucessivos dribles de Garrincha, porque considerava que deviam obedecer a um objetivo concreto. Então, teve a ideia de alinhar quatro cadeiras e disse para Garrincha: – “Vamos lá, Mané. Dribla as cadeiras e quando driblar a última você cruza ou então chuta em gol.”

Garrincha obedeceu sem questionar. Pegou a bola, driblou as quatro cadeiras e cruzou; na segunda driblou as quatro cadeiras e chutou a gol; na terceira fez a mesma coisa; na sexta vez driblou as cadeiras, driblou a última e, de repente, driblou de novo e foi driblando a terceira, a segunda e a primeira, exclamando matreiramente para Zezé Moreira: – “Desculpe, seu Zezé, mas não aguentei! Elas nem se mexeram!”

A prova das capacidades de Zezé Moreira foi, aliás, comprovada através de tantos títulos que conquistou ao longo da sua restante carreira: Campeonato Sul-Americano pelo Brasil (1952), Copa Libertadores da América (1976), Torneio Rio-São Paulo (1966), Campeonato Uruguaio (1963, 1969), Copa Rio (1952), diversos Campeonatos Estaduais (1948, 1951, 1959, 1970, 1975, 1978, 1979), bem como outros torneios nacionais e internacionais importantes.

Zezé Moreira também representou, de algum modo, a continuidade de uma linhagem técnica que passou pelo seu contato com a equipe tetracampeã idealizada pelo Capitão Ladanyi e pela experiência vivida com Dori Kürschner, em 1939-1940, linhagem essa que será retomada posteriormente com João Saldanha, o intérprete de Kürschner que tornará a dar vida à linhagem técnica em 1957.

Fontes principais da série: br.bolavip.com; brasil.elpais.com; jbemfolhas.com.br; jornalggn.com.br; mundobotafogo.blogspot.com; museudapessoa.org; operamundi.uol.com.br; pesquisaescolar.fundaj.gov.br; pt.wikipedia.org; www.uol.com.br; https://sopanomel.blogspot.com; terceirotempo.uol.com.br; tnonline.uol.com.br; www.campeoesdofutebol.com.br; www.correiobraziliense.com.br; www.jb.com.br; www.museudapelada.com.

domingo, 4 de outubro de 2026

Robson Marfa soma e segue: nono título na temporada

Fonte: FEFUMERJ.

por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo

Robson Marfa, supercampeão de 2026, conquistou o seu nono título na temporada ao tornar-se Bicampeão Estadual Sênior, regra 1 Toque Liso (2025 e 2026), competição organizada pela Federação de Futebol de Mesa do Estado do Rio de Janeiro (FEFUMERJ), que decorreu no departamento da Associação Atlética Portuguesa, no dia 26 de setembro de 2026.

Na final Robson Marfa venceu Horácio Júnior, da Portuguesa.

Classificação do Pódio:

1º Robson Marfa (Botafogo F.R.)

2º Horácio Júnior (A.A. Portuguesa)

3º Angelo Alessandro (A.A. Portuguesa)

4º Halisson Carneiro (Botafogo F.R.)

Confira aqui os oito títulos anteriores de Robson Marfa em 2026: https://mundobotafogo.blogspot.com/2026/09/robson-marfa-oitavo-titulo-na-temporada.html

Fonte www.fefumerj.com.br

Botafogo lidera o estadual de remo à penúltima regata

Pódio dos Double Skiff masculino (Ouro) e feminino (Ouro). Fonte:  @ frerjrio . por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo O Botafogo ampl...