terça-feira, 28 de abril de 2026

Paulo Azeredo versus Carlito Rocha, a razão e a emoção nos destinos alvinegros (II)

Fonte: Reprodução | Montagem MB.

por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo

Carlito Rocha teve uma participação desportiva intensa em toda a sua vida, principalmente no futebol, mas também no remo e no polo aquático.

Nascido em 11 de novembro de 1894, no mesmo ano da fundação do Club de Regatas Botafogo, Carlito Rocha chegou ao Botafogo Football Club em 1913 [segundo as fichas técnicas do livro de Alceu Mendes de Oliveira Castro], jogando no Segundo Quadro, e ascendeu à equipe principal em 1914.

Estreou na equipe principal aos 20 anos de idade, no dia 22 de novembro de 2014, na vitória por 3x2 sobre o Rio-Cricket, tendo o Botafogo formado com Baby, Carlito e Dutra; Oswaldo, Lulú e Pino; Juca, Aluizio, Fontenelle, Dorinho e Menezes.

Consta que Carlito Rocha jogou pelo Botafogo FC como atacante e zagueiro, ocasionalmente também como goleiro.

À época era normal que alguns atletas jogassem tanto no Primeiro Quadro como no Segundo Quadro. Foi nessas circunstâncias que Carlito Rocha se sagrou campeão do Segundo Quadro em 1915, embora também jogasse no Primeiro Quadro.

Ademais, Carlito Rocha era um aficionado dos desportos aquáticos, sendo simultaneamente atleta do Club de Regatas Guanabara, no qual foi bicampeão brasileiro de single-skiff em 1916 e 1917. No mesmo ano de 1917 também foi campeão carioca invicto de polo aquático pelo CR Guanabara.

No dia 7 de setembro de 1918 Carlito Rocha viveu o momento mais dramático da sua carreira de atleta. Totalmente devotado ao Botafogo insistiu em ir a jogo numa partida contra o América FC, com pneumonia e febre alta, ficando em estado de coma após o jogo e salvando-se por um triz após um longo período de convalescença.

Nas décadas de 1920 e 1930 permaneceu ligado ao Botafogo nos bastidores, integrando comissões técnicas (que à época tinham cariz coletivo), assumindo cargos dirigentes e até mesmo arbitrando jogos de futebol com uma ética tal que nunca favoreceu o Botafogo em jogos do Glorioso cuja arbitragem dirigiu.

Em 1934, a par de Paulo Azeredo, presidente do Clube, teve papel importante na luta entre o amadorismo e o profissionalismo e participou na montagem da Seleção Brasileira da CBD para a Copa do Mundo, em Itália.

Em 1935 assumiu a liderança da equipe principal no cargo de treinador e sagrou-se campeão carioca, completando o tetra-campeonato carioca de 1932-33-34-35, cujo presidente à época era Paulo Azeredo.

Oposto ao faro político-diplomático e à predominância da racionalidade, Carlito Rocha agia fundamentalmente segundo valores patriarcais e emocionais em diversos momentos da história do Glorioso, como quando forçou a demissão do grande Leônidas da Silva em 1936, figura de topo da equipe botafoguense e do futebol nacional, porque o craque revelou, em uma entrevista, que desde criança era torcedor do Clube de Regatas do Flamengo – e seguiu a sua vida brilhando no Flamengo (1936-1941) e no São Paulo (1942-1950).

Em 1942 teve um papel importante no ambiente político e institucional que conduziu à fusão entre o Botafogo Football Club e o Club de Regatas Botafogo, embora Augusto Frederico Schmidt, presidente do clube de remo, tenha sido alegadamente o cérebro da fusão, renovando-se a anuência do ‘Almirante’, Antônio Mendes de Oliveira Castro, revelada já em 1931.

No ano seguinte, em 1943, Carlito Rocha foi eleito presidente da Federação Metropolitana de Remo do Rio de Janeiro, tendo organizado a primeira regata noturna do mundo nesse ano, contando com cerca de 400 remadores.

De 1948 a 1951 foi presidente do Botafogo de Futebol e Regatas, lançando-se definitivamente para a ribalta com a conquista do campeonato carioca, 13 anos depois dele próprio ter vencido a última conquista em 1935, como técnico, e sobretudo em virtude de todas as suas superstições que, na perspectiva de Carlito Rocha, foram a razão da conquista que teve, como símbolo maior das suas crendices, a ‘descoberta’ do cachorro Biriba que viria a ser a mascote e amuleto do Botafogo FR.

Daí em diante o criador da mística e da superstição botafoguense passou a ser sobretudo um símbolo do Clube, agindo na década de 1970 como opositor à ideia de vender a sede de General Severiano, cujo ato prenunciava perda de identidade do mais antigo Clube multiesportivo brasileiro, tendo até ao fim da sua vida lutado para que o Casarão fosse tombado como patrimônio do estado do Rio de Janeiro, cidade onde faleceu em 12 de março de 1981.

A comparação entre as obras de Paulo Azeredo e de Carlito Rocha apresenta poucos pontos em comum, embora sejam os dois maiores ‘craques’ dirigentes a influenciar a vida e o perfil do Clube.

Por que razão, então, apesar de Paulo Azeredo ter sido a alavanca maior do Botafogo para a concentração de uma fenomenal elite de craques em inúmeras modalidades desportivas, de múltiplos títulos multiesportivos, de enorme patrimônio acrescentado e de projeção mundial inédita, Carlito Rocha firmou-se como a figura dirigente mais celebrada pelas hostes botafoguenses?

Carlito Rocha era portador de um perfil complexo e singular: profundamente religioso, carismático, folclórico e de convicções inabaláveis. Respeitado dentro do Clube pelo seu carisma e devoção, no exterior era conhecido por homem de fé e de frases tonitruantes.

Carlito realçava a cada momento a sua religiosidade, carregando santinhos nos bolsos, distribuindo imagens aos jogadores antes das partidas e instava-os a beijar tais objetos de modo a ‘abençoar’ a equipe. Por fim conseguiu construir uma capelinha à entrada de General Severiano e cotidianamente interpretava sinais divinos e transformava esses ‘presságios’ em rituais.

Amarrar cortinas na sede para ‘amarrar’ o adversário, definir horários e rotinas rígidas, impor pequenos gestos repetitivos antes das partidas, eram elementos fundamentais que misturavam fé, psicologia e liderança.

O cachorro Biriba foi o clímax dessa mistura e virou talismã da equipe e do Clube a partir do dia em que invadiu o campo para ‘comemorar’ o 10º gol do Botafogo contra o Madureira, o que para Carlito foi um sinal premonitório que tornou a equipe invencível até ao final do campeonato carioca, o qual conquistou em 1948 sobre o poderoso Vasco da Gama, apelidado de ‘Expresso da Vitória’.

O episódio e a conquista do campeonato consolidaram o Biriba como mascote histórico e fortaleceu a narrativa mística de Carlito Rocha. Biriba não tornou a ‘ganhar’ campeonatos, mas a aura religiosa e mística de Carlito robusteceu-se – e o cachorro virou, provavelmente para sempre, a mascote do Glorioso.

Em 1957, na campanha histórica do Botafogo, que culminou na vitória sobre o Fluminense por 6x2 na final do campeonato estadual, o título afinal não se deveu ao papel de Paulo Azeredo e outros dirigentes e profissionais, mas… a uma fala de Carlito Rocha com Deus!

Qual teria sido a contribuição carlitiana para o título? – questionou Nelson Rodrigues,  tricolor derrotado dessa final, e ele próprio respondeu: “Carlito ligou o jogo ao sobrenatural, pôs Deus ao lado do Botafogo e, mais do que isso, pôs Deus contra o Fluminense”.

Mais do que meramente ‘folclórico’, Carlito Rocha influenciou definitivamente a cultura botafoguense, desde a capelinha na sede à mascote Biriba, criando uma narrativa que atravessou gerações.

Essa fama encontrou a sua consagração quando publicamente assegurou que havia “conversado com Deus” e que o título de campeão seria do Botafogo, consagrando uma união indissociável entre a superstição pagã e a religiosidade extrema que Carlito institucionalizou na identidade do Clube.

Paulo Antônio Azeredo levou o Botafogo aos títulos, ao patrimônio físico, à projeção no mundo, mas Carlos Martins da Rocha, por entre santinhos, sinais, mascote, capelinha e toda uma série de superstições, institucionalizou uma narrativa cultural que se tornou patrimônio cultural dos torcedores botafoguenses e na qual se reconhecem a si mesmos como a torcida mais supersticiosa do planeta, por obra e graça de Carlito Rocha.

Fontes: [1] Blogue Mundo Botafogo (publicações sobre Paulo Azeredo, Carlito Rocha, sortilégios e superstições). [2] Boletins Oficiais do Botafogo de Futebol e Regatas. [3] Castro, Alceu Mendes de Oliveira (1951).O Futebol no Botafogo (1904-1950). Rio de Janeiro: Gráfica Milone. [4] www.otempo.com.br.

segunda-feira, 27 de abril de 2026

Botafogo, sensacional conquista da 2ª regata estadual

Troféu de Campeão da 2ª Regata. Crédito: FRERJ – Youtube | Captura de tela, 26.04.2026.

por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo

O remo do Botafogo alcançou uma vitória sensacional na 2ª Regata Estadual – Dr. Hugo Ibeas (grande benemérito dedicado ao remo botafoguense), organizada pela Federação de Remo do Estado do Rio de Janeiro, que decorreu no Estádio de Remo da Lagoa Rodrigo de Freitas, no dia 26 de abril de 2026, conquistando metade das provas disputadas com robusta vantagem sobre o rival CR Flamengo.

Após a saída de diversos atletas de nível mundial, como Lucas Verthein e Beatriz Tavares, entre outros remadores nacionais de topo, por reestruturação do remo botafoguense, devido a dificuldades financeiras, eis que após um ano difícil o Botafogo conseguiu ser bem-sucedido nessa tarefa a partir de muito trabalho realizado com as bases, sempre sob a batuta do extraordinário técnico Paulo Vinícius, o 'Paulinho', com apoio total do vice-presidente de remo João Gualberto.

O ano de 2026 começou do melhor modo: Campeão Brasileiro Masculino de Barcos Curtos, Campeão Brasileiro de Barcos Mistos Sêniores e Campeão da 2ª Regata Estadual.

Crítico das diversas ações do Clube no que respeita a menorizar a capacidade competitiva do remo, estatutariamente ao lado do futebol, o Mundo Botafogo rende-se ao trabalho profundo que está sendo efetuado por dirigentes, comissão técnica e atletas, não obstante o baixo orçamento do remo, esperando vivamente que se prossiga a rota dos últimos meses, que se iniciou com a conquista do Campeonato Brasileiro Interclubes Jovens Talentos de Remo, em novembro de 2025.

Double Skiff Aspirante Feminino. Crédito: FRERJ – Youtube | Captura de tela, 26.04.2026.

Eis os pódios das seis provas conquistadas pelo Botafogo na 2ª Regata:

DOUBLE SKIFF – PESO LEVE – ABERTO – 2000M

1º Botafogo FR – B (Pedro Henrique Alves de Souza Ferreira e Marcelo Barbosa de Almeida)

2º CR Flamengo – A (Piedro Xavier Tuchtenhagan e Evaldo Mathias Becker Morais)

3º CR Flamengo – B (Gabriel Melo de Oliveira e Iago Rodrigues Costa)

SINGLE KIFF – SUB-23 – MASCULINO 2000M

1º Botafogo FR – A (Bernardo Barreto de Oliveira)

2º Botafogo FR – C (João Guilherme Vianna dos Santos Soares)

3º CR Flamengo – A (Arthur Veiga Aguiar)

Four Skiff Aspirante Feminino. Crédito: FRERJ – Youtube | Captura de tela, 26.04.2026.

DOUBLE SKIFF – ASPIRANTE – MASCULINO – 2000M

1 º Botafogo FR – B (Alexandre Hahn Nóbrega Drumond e Alan Rocha Rodrigues)

2º CR Vasco da Gama – (Kevin Luca dos Santos e Iuri Henrique)

3º CR Flamengo (Isaac Norberto Pires e João Vitor Freire)

DOUBLE SKIFF – ASPIRANTE – FEMININO – 2000M

1º Botafogo FR – A (Maria Eduarda Batista e Aline Richter Paggio de Carvalho)

2º Botafogo FR – B (Camila dos Santos Gomes e Beatriz Justo Lessa)

3º CR Flamengo – A (Nicolle Batista Oliveira e Lavinnia de Oliveira Cabral)

FOUR SKIFF – ASPIRANTE – FEMININO – 2000M

1º Botafogo FR – A (Georgina Carnaux Grummser, Fernanda Siqueira de Carvalho, Luana de Azevedo Gonçalves e Marisa Alejandra Peguri)

2º CR Flamengo – A (Deborah Amorin, Júlia Silva Duarte, Ana Cristian Chequeti e Kissya Cataldo da Costa)

3º CR Piraquê – A (Erika Santinoni, Fernanda de Morais Machado, Ilka Ribeiro Garante e Lívia Maria Barbosa Sancho)

Double Skiff Aberto Masculino que valeu a conquista antecipada da Regata. Crédito: FRERJ – Youtube | Captura de tela, 26.04.2026.

DOUBLE SKIFF – ABERTO – MASCULINO – 2000M

1º Botafogo FR (Bernardo Barreto de Oliveira e Martins Nicolas Aguirre)

2º CR Flamengo – A (Alexandre Roberto Leandro Agapito e Breno Robert de Ornellas Félix)

3º CR Flamengo – B (Fábio José Moreira Baiano e Matheus Freitas de Souza)

CLASSIFICAÇÃO GERAL DA REGATA

1º Botafogo FR, 6 vitórias

2º CR Flamengo, 4 vitórias

3º CR Vasco da Gama, 1 vitória

3º CR Rio de Janeiro, 1 vitória

Após as duas regatas a classificação do campeonato estadual é a seguinte: 1º CR Flamengo, 212 pts; 2º Botafogo FR, 195 pts; 3º  CR Vasco da Gama, 81 pts.

Fonte: Federação de Remo do Estado do Rio de Janeiro | Youtube.

Botafogo, Clube Formador 2025

 

Prêmio Clube Formador 2025 atribuído pelo Comitê Brasileiro de Clubes. Fonte: Instagram botafogosocialolimpico.

domingo, 26 de abril de 2026

Botafogo 2x2 Internacional – empate frustrante

Crédito: Vitor Silva | Botafogo.

por RUY MOURA

Às vezes bate um certo desalento assistir a jogos do Botafogo tão alternados de qualidade, de um jogo para outro, de um tempo para outro.

Quando parecia que Neto, Arthur Cabral, Matheus Martins e Júnior Santos engrenavam, eis que regressam a desempenhos anteriores, assim como Barboza, que de jogo em jogo cai de produção com a mente virada para outro lado. E já agora bem que gostava de perguntar a Franclim Carvalho qual é coisa, qual é ela, que vislumbra no futebol de Joaquín Correa.

O primeiro tempo foi pouco menos que pavoroso de parte a parte. O meio campo do Botafogo não encontrava passes de qualidade devido à zaga alta do Internacional e acabava por lançar chutão para a frente em passes de profundidade que se perdiam ou eram mal recebidos; e o Internacional, mais preocupado em manter o nulo do que procurar o gol, fazia rigorosamente o mesmo porque não conseguia ultrapassar os volantes do Botafogo.

Assim, num jogo em que parecia medroso contra medroso, viu-se apenas um ataque de Arthur Cabral, que ia direto para a baliza e o árbitro assinalou falta inexistente do alvinegro; por volta dos 35’ Júnior Santos deu uma furada inacreditável e já nos acréscimos o Internacional poderia ter marcado – naquele que foi o único verdadeiro remate perigoso na 1ª parte –, mas o chute foi à figura de Neto que espalmou no susto.

O segundo tempo prometia com a entrada mais forte do Botafogo, já sem Júnior Santos e com Kadir, que melhorou as jogadas de ataque, e após alguma insistência no ataque eis que Mateo Ponte rolou o esférico para Danilo à entrada da área, ele girou sobre si mesmo livrando-se do adversário e assinou um bonito gol no ângulo direito da baliza defendida por Anthoni aos 53’. Botafogo 1x0.

Parecia então que a coisa ia tomar jeito, mas é recorrente o Botafogo relaxar após um gol, permitir contra-ataques e tomar gol em seguida. E foi isso que aconteceu volvidos apenas cinco minutos: Alerrandro lançou Carbonaro, rematou cruzado à entrada da área, a bola era relativamente fácil de espalmar, mas eis que Neto fez funcionar novamente a sua afamada ‘mão de alface’ e o Internacional empatou a partida.

O Botafogo procurou restabelecer a vantagem pressionando a defesa contrária, e eis que Kadir fez um arranque espetacular pela ala direita com dois adversários à sua ilharga, cruzou para trás, Matheus Martins rematou, o goleiro desviou ligeiramente a bola, que bateu no travessão, e no rebate Cristian Medina não perdoou aos 65’: Botafogo 2x1.

Como já é habitual, em vez de guardar a bola, esperando alguma ousadia do Internacional e contra-atacar, a equipe relaxou novamente e oito minutos depois, com oferenda de Barboza, Bernabei tornou a empatar a partida.

Conseguir que estes jogadores se concentrem de ponta a ponta durante 90 minutos (em 1 ou 2 vezes por semana) é tarefa mais difícil do que completar os 12 trabalhos de Hércules.

E assim se chegou a um empate frustrante quando o volume de jogo do segundo tempo justificava inteiramente a vitória, caso não fossem as graciosas ofertas com que o Internacional foi brindado.

Acredito que Franclim acabará, já tardiamente, por perceber que Correa nem suplente é e Villalba é, no mínimo, suplente.

Seguem-se três jogos do Botafogo que, jogados com juízo pelo seu comandante e pela equipe, são para vencer.

FICHA TÉCNICA

Botafogo 2x2 Internacional

» Gols: Danilo, aos 53’, e Cristian Medina, aos 65’ (Botafogo); Carbonero, aos 58’, e Bernabei, aos 73’ (Internacional)

» Competição: Campeonato Brasileiro

» Data: 25.04.2026

» Local: Estádio Mané Garrincha, em Brasília (DF)

» Público: 16.332 espectadores

» Renda: R$ 1.936.951,00

» Árbitro: Fernando Antônio Mendes de Salles Nascimento Filho (PA); Assistentes: Victor Hugo Imazu dos Santos (PR) e Acácio Menezes Leão (PA); VAR: Héber Roberto Lopes (SC)

» Disciplina: cartão amarelo – Arthur Cabral, Joaquín Correa e Franclim Carvalho – técnico (Botafogo) e Félix Torres, Victor Gabriel e Clayton (Internacional)

» Botafogo: Neto; Vitinho (Mateo Ponte), Ferraresi, Alexander Barboza e Alex Telles; Cristian Medina, Danilo e Edenilson (Joaquín Correa); Matheus Martins (Montoro), Arthur Cabral (Allan) e Júnior Santos (Kadir). Técnico: Franclim Carvalho.

» Internacional: Anthoni; Bruno Gomes, Félix Torres, Victor Gabriel e Bernabei; Villagra, Bruno Henrique (Paulinho) e Allex; Carbonero (Matheus Bahia), Alerrandro (Borré) e Vitinho (Alan Patrick). Técnico: Paulo Pezzolano.

Paulo Azeredo versus Carlito Rocha, a razão e a emoção nos destinos alvinegros (II)

Fonte: Reprodução | Montagem MB. por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo Carlito Rocha teve uma participação desportiva intensa em toda...