segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Mongol: a tragédia de uma vida desperdiçada

Mongol no Botafogo. Fonte: Instagram 'historiadogloriosobotafogo'.

por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo

Paulo dos Santos Fernandes Filho, o ‘Mongol’, nasceu no dia 5 de dezembro de 1968 (outras fontes mencionam fevereiro), no Jacarezinho, estado do Rio de Janeiro (RJ), atuando como zagueiro e lateral-esquerdo, medindo 1,87m de altura e pesando 85kg.

Mongol era pobre, negro e criado numa comunidade do Rio de Janeiro. O seu pai era alcoólatra e espancava amiudadas vezes as suas irmãs, a mãe suicidou-se.

Apenas com a sexta série do primeiro grau escolar, Mongol foi lixador de cadeiras na infância e um dia sonhou ser futebolista, acabando por tentar a sua sorte treinado no América e na Portuguesa.

O jovem era talentoso e em 1986, pela mão de Ferretti, ingressou no Botafogo de Futebol e Regatas, passando um ano na equipe de juniores e logo depois promovido pelo técnico Joel Martins, na época em que a sua mãe se suicidou.

Rapidamente o talentoso atleta, que estava indiciado para vir a substituir Mauro Galvão, chegou à Seleção Brasileira Sub-20, em 1987, disputando o Campeonato Sul-americano, na Colômbia. Em 1989 fez parte do elenco botafoguense Campeão Carioca de 1989, que desfez o jejum de 21 anos sem o título Carioca.

A vida parecia começar a sorrir-lhe, mas o passado trágico acabou por lhe pesar e a falta de orientação pedagógica/psicológica a quem teve uma infância desastrosa colheu mais uma vítima do infortúnio da pobreza.

Tudo começou durante uma excursão à Europa, quando Emil Pinheiro, então vice-presidente do futebol, e a comissão técnica, acusaram Mongol de furtar pares de tênis de uma loja na Alemanha, levando ao rompimento entre Emil e Mongol.

Emil Pinheiro queixou-se, ainda, e sobretudo, de Mongol só comparecer aos treinos quando se aproximava a data de renovação do contrato.

Face ao rompimento com o atleta, e sem ambiente no Clube, Mongol foi emprestado ao América de Três Rios, mas após escassos quatro jogos sofreu um acidente rodoviário a mais de 120km/hora, batendo numa mureta, caindo numa ribanceira e quase perdendo a vida. Na época declarou: – “Quase acabei com o Mongomóvel.” – o Monza que Emil lhe oferecera.

Porém, as faltas aos treinos continuaram e os dirigentes do Alvirrubro devolveram Mongol ao Botafogo. Emil não esteve com cerimônias e declarou que ele não jogaria mais no Botafogo. Porém, Mongol não sabia disso, teve quatro meses sem receber salário e apelou para Valdir Espinosa, mas o que ouviu do auxiliar-técnico Gil foi desesperante: – “Está colhendo tudo o que plantou.”

Mongol na Seleção Brasileira Sub-20. Crédito: Revista Placar, 1987.

Mongol não conseguiu arrumar um Clube para treinar visando a sua recuperação e voltou a tentar chegar à fala com Emil Pinheiro, mas até o vestiário do Maracanã lhe foi vedado, declarando então: – “Estou com fome. Um dente meu já caiu, vendi o carro e  dinheiro acabou. Tenho vivido com o apoio da família, mas confesso que já penso seriamente em viver de outras paradas fora da lei, fazendo uns ganhos.”

Despejado do apartamento que Emil alugara no Cachambi, a Mongol restava começar do zero. Conseguiria?...

Fora do Botafogo em 1991, ainda passou pelo Noroeste (1992) e pelo Remo (1993), mas o seu destino fora traçado muito antes: sem dinheiro e sem casa para morar, a vida fugia-lhe e o horizonte fechava-se.

Desesperado e sem ferramentas pessoais para discernir melhores caminhos, Mongol optou mesmo pelo pior, acabando por escolher um caminho sem saída e sem regresso. Entre tragédias familiares e problemas pessoais, a cabeça não teve lucidez para pensar e arrepiar caminho em busca do regresso aos campos de futebol, juntando-se então à criminalidade.

Mongol teve a chance de mudar a sua vida e a da sua família, mas as vicissitudes do passado e as suas más decisões tiveram um retorno inverso ao desejado; refém de si próprio, Mongol caminhou vorazmente para o abismo, não salvando a sua família da pobreza.

Envolvido com gente do crime, o desenlace da sua vida foi fatalmente efêmero. Em 1997, com apenas 28 anos, Mongol foi assassinado em Jacarezinho, em circunstâncias nunca esclarecidas.

Mongol não deixou saudades na torcida botafoguense, nem no futebol brasileiro, mas o caso da sua vida foi semelhante ao caso de tantos outros meninos de rua que sonham jogar futebol e ser felizes, mas as condições excludentes em redor de famílias desfavorecidas trazem amiudadas vezes marcas indeléveis cobradas pelo futuro.

São marcas que tendem a gerar desperdícios humanos e que pedem estruturas pedagógicas/psicológicas de apoio que gerem equilíbrios – no caso, no âmbito dos clubes de futebol –, porque o desporto em geral e o futebol em particular, deveriam ser exemplo da sentença latina mens sana in corpore sano (‘mente sã em corpo são’).

Fontes principais: https://museuazulino.blogspot.com; https://www.diariodorio.com; https://www.museudapelada.com; https://www.zerozero.pt; Instagram ‘historiadogloriosobotafogo’. 

domingo, 13 de setembro de 2026

Botafogo 1x1 Bragantino

Crédito: Vitor Silva | Botafogo.

por RUY MOURA |Editor do Mundo Botafogo

Aparentemente o Botafogo começara bem, solto, mas sem causar perigo em dois remates de Álvaro Montoro, enquanto o Bragantino demonstrava estar de olho na baliza alvinegra.

O Bragantino cresceu e aos 18’ teve a primeira grande oportunidade com uma cabeçada de Fernando bem defendida por Gabriel Batista. Um minuto depois novo remate a rasar o poste alvinegro.

Aos 20’ o Botafogo encontrava-se sem nenhuma tática óbvia, desgarrado, com posicionamentos incertos que não permitiam acionar automatismos entre os atletas.

Aos 23’ o Bragantino fez nova cabeçada perigosa ao lado, enquanto o Botafogo recuava, e sem velocidade para contra-atacar.

Aos 28’ o Bragantino já jogava à vontade, encontrando muitos espaços para penetrar na nossa defensiva ante um meio-campo alvinegro desorganizado, com Danilo muito recuado e Danilo Pereira largado sozinho à frente, não recebendo bola e produzindo nada.

Aos 29’ surgiu o gol esperado do Bragantino, apesar da infelicidade de Lucas Monzón marcando contra a própria baliza. Bragantino 1x0.

E em vez de reagir, o Botafogo piorou: baixou ainda mais o seu bloco defensivo, continuou sem pressionar o adversário, não conseguia saída de bola, Danilo mantinha-se inexplicavelmente recuado, Júnior Santos permaneceu com dantes, sem as explosões de 2024.

Aos 40’ o Botafogo mantinha-se sem qualquer tática visível, muito recuado, desorganizado, apático e triste nas mãos de um ataque paulista vibrante e veloz, que só não ampliou por manifesta incapacidade de rematar bem.

Aos 43’ Wallace Yan foi expulso por agressão a Ferraresi e o intervalo chegou para salvar uma exibição alvinegra catastrófica com nível técnico de série B.

No segundo tempo, aos 47’, o Botafogo roubou uma bola e por pouco não empatou, mas Tiago Volpi defendeu no reflexo. O Botafogo foi tentando entrar na área adversária, que era sua obrigação, jogando no Niltão e em vantagem numérica, mas a ineficiência continuava a imperar e o Bragantino não deixava de estar de olho na nossa baliza, contra-atacando sempre que podia.

Os atacantes não funcionavam de maneira nenhuma e – pasme-se! – o lateral-esquerdo Alex Telles cruzou para o lado contrário da grande área e foi o lateral-direito Vitinho, que indo por detrás da zaga cabeceou para empatar a partida aos 56’.

A esperança renascia na arquibancada alvinegra com a jogada dos dois laterais da equipe, fazendo o que os atacantes não eram capazes.

Aos 58’, Telles tornou a cruzar, Danilo Pereira cabeceou e Volpi fez uma grande defesa. O cruzamento para a área era a jogada principal de quem não tem ideias, mas finamente parecia que o Botafogo conseguia jogar futebol com a bola no chão, urdindo uma ou outra jogada de pé em pé.

Foi sol de pouca dura, porque aos 63’ a equipe já tornara a afrouxar e o Bragantino recomeçou a ir mais ao ataque com perigo, mas incapaz de finalizar bem.

No entanto, o tempo passava, e não se passava nada. De parte a parte o futebol decaiu consideravelmente, mais do que a ruindade que já tinha sido antes. O Bragantino recuara as suas linhas, mas a equipe alvinegra, posicionalmente desorganizada, e sem técnica individual, sem energia nem alegria, desesperava os torcedores com o seu não-futebol.

Danilo e Montoro, que teoricamente são mais técnicos e poderiam resolver o jogo, atuavam muito recuados e só mesmo para o final da partida apareceram mais à frente.

No entanto, embora com três centroavantes após as substituições de Bellão, que não era o que o jogo pedia, mas sim um reposicionamento das linhas alvinegras, a equipe estava conformada com o resultado, mas… o Bragantino não!

E aos 89’, se houvesse técnica individual por parte dos paulistas, sairíamos do Nilton Santos derrotados: com a equipa largada para a frente, embora sem racionalidade tática, eis que o Bragantino ganhou uma bola, efetuou um lançamento longo e Herrera surgiu totalmente livre cara a cara com Gabriel Batista, mas em vez de tocar para um dos lados e ludibriar Gabriel Batista, Herrera rematou exatamente em cima do goleiro. Ufa!

E essa foi a história do jogo de uma equipe sem tática, posicionalmente desorganizada, sem energia nem alegria, apática e triste. Tão triste que passou o sentimento para a arquibancada e cá para casa.

Se não for Ziyech a liderar esta equipe em campo e um treinador com autoridade técnica capaz de criar valor, então…

FICHA TÉCNICA

Botafogo 1x1 Bragantino

» Gols: Lucas Monzón (contra), aos 29’ (Bragantino); Vitinho, aos 56’ (Botafogo)

» Competição: Campeonato Brasileiro

» Data: 12.09.2026

» Local: Estádio Olímpico Nilton Santos, no Rio de Janeiro (RJ)

» Público: 12.294 pagantes; 13.878 espectadores

»Receita: R$ 428.790,00

» Árbitro: Fernando Antônio Mendes de Salles Nascimento Filho (PA); Assistentes: Felipe Alan Costa de Oliveira (MG) e Rafael Trombeta (PR); VAR: José Ricardo Vasconcellos Laranjeira (AL)

» Disciplina: cartão amarelo – Lucas Monzón, Ferraresi e Kadir (Botafogo) e Tiago Volpi e Juninho Capixaba (Bragantino); cartão vermelho – Wallace Yan (Bragantino)

» Botafogo: Gabriel Batista; Vitinho (Mateo Ponte), Ferraresi, Lucas Monzón e Alex Telles (Paulinho); Huguinho, Danilo e Álvaro Montoro; Lucas Villalba (Kadir), Danilo Pereira (Tiquinho Soares) e Júnior Santos (Kauan Toledo). Técnico: Rodrigo Bellão.

» Bragantino: Tiago Volpi; Agustín Sant’Anna (Andrés Hurtado), Guzmán Rodríguez, Gustavo Marques e Juninho Capixaba; Fabinho (Gabriel), Eric Ramires (Matheus Fernandes) e Lucas Barbosa (José Herrera); Wallace Yan, Isidro Pitta e Fernando (Eduardo). Técnico: Vagner Mancini.

sábado, 12 de setembro de 2026

Retrospecto Botafogo x Bragantino (1990-2026)

Créditos: Elson Souto (Botafogo) e Reprodução / Internet (Bragantino)

por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo

SÍNTESE DE TODOS OS JOGOS (1990-2026):

» 32 jogos, 16 vitórias, 8 empates e 8 derrotas; saldo de gols favorável em 50-32.

1º JOGO

Botafogo 1x2 Bragantino

» Gols: Juninho, aos 3’ (Botafogo); Franklin, aos 46’, e João Santos, aos 68’ (Bragantino)

» Competição: Campeonato Brasileiro

» Data: 18.11.1990

» Local: Estádio Caio Martins, em Niterói (RJ)

» Público: 599 pagantes

» Renda: Cr$ 602.000,00

» Árbitro: José Roberto Wright; Assistentes: Luís Alfredo Bianchi e César Felisberto da Silva

Disciplina: cartão amarelo – Jocimar (Botafogo) e Júnior e João Santos (Bragantino)

» Botafogo: Gabriel; Paulo Roberto, Jocimar, Gottardo e Renato (Vanderlei); Carlos Alberto, Luisinho e Carlos Alberto Dias; Juninho, Washington (Berg) e Valdeir. Técnico: Valdir Espinosa.

» Bragantino: Marcelo; Gil Baiano, Júnior, Carlos Augusto e Biro-Biro; Mauro Silva, Ivair, João Santos e Roberto (Franklin, depois Souza); Barbosa e Sílvio. Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

ÚLTIMO JOGO

Botafogo 2x1 Bragantino

» Gols: Alex Telles, aos 7’ (pen.), e Alexander Barboza, aos 70’ (Botafogo); Lucas Barbosa, aos 14’ (Bragantino)

» Competição: Campeonato Brasileiro

» Data: 21.03.2026

» Local: Estádio Cícero de Souza Marques, em São Paulo (SP)

» Árbitro: Lucas Casagrande (PR); Assistentes: Victor Hugo Imazu dos Santos (PR) e Andrey Luiz de Freitas (PR); VAR: Daniel Nobre Bins (RS)

» Disciplina: cartão amarelo – Santi Rodríguez, Matheus Martins e Edenílson (Botafogo) e Juninho Capixaba e Alix Vinícius (Bragantino)

» Botafogo: Raul; Mateo Ponte, Ferraresi (Justino), Alexander Barboza e Alex Telles (Vitinho); Danilo, Santi Rodríguez (Allan), Álvaro Montoro e Matheus Martins (Edenílson); Joaquín Correa e Júnior Santos (Lucas Villalba). Técnico: Martín Anselmi.

» Bragantino: Cleiton; Andrés Hurtado, Alix Vinícius, Gustavo Marques e Juninho Capixaba; Gabriel (Davi Gomes), Matheus Fernandes (Nacho Sosa) e Rodriguinho (Gustavinho); Lucas Barbosa, Eduardo Sasha (Pitta) e Henry Mosquera (José Herrera). Técnico: Vagner Mancini.

MAIOR GOLEADA DE TODOS OS CONFRONTOS (1990-2026)

Botafogo 5x0 Bragantino

» Gols: Túlio ‘Maravilha’, aos 26’, 45’, 64, e 66’,e Wilson Gottardo, aos 36’

» Competição: Campeonato Brasileiro

» Data: 28.09.1996

» Local: Estádio Caio Martins, em Niterói (RJ)

» Disciplina: cartão vermelho – Moisés e França (Botafogo) e Rubens Júnior e Ronaldo Alfredo (Bragantino)

» Botafogo: Wagner; Wilson Goiano, Wilson Gottardo, Gonçalves e Jefferson; Moisés França, Clayton (Otacílio) e Marcelo Alves (Jairo Lenzi); Mauricinho e Túlio ‘Maravilha’. Técnico: Jair Pereira.

» Bragantino: Eduardo; Viana, Rocha, Biro-Biro e Rubens Júnior; Alex Oliveira (Ronaldo Alfredo), Kelly, Cannigia e Maurinho; Edilson (Gilson Barata) e Alexandre. Técnico: Antônio Pardal.

OS JOGOS

18.11.1990 – Botafogo 1x2 Bragantino – Campeonato Brasileiro (C)

– Gols: Juninho.

11.03.1991 – Botafogo 0x3 Bragantino – Campeonato Brasileiro (F)

– Sem gols.

24.05.1992 – Botafogo 0x2 Bragantino – Campeonato Brasileiro (C)

– Sem gols.

21.06.1992 – Botafogo 1x1 Bragantino – Campeonato Brasileiro (F)

– Gols: Renato Gaúcho.

27.06.1992 – Botafogo 0x1 Bragantino – Campeonato Brasileiro (C)

– Sem gols.

13.08.1993 – Botafogo 3x1 Bragantino – Copa Conmebol, atual Sul-americana (C)

– Gols: Sinval (2) e Marcelo Costa.

20.08.1993 – Botafogo 3x2 Bragantino – Copa Conmebol, atual Sul-americana (F)

– Gols: Sinval (2) e André Duarte.

06.09.1993 – Botafogo 0x0 Bragantino – Campeonato Brasileiro (F)

– Sem gols.

28.10.1993 – Botafogo 1x1 Bragantino – Campeonato Brasileiro (C)

– Gols: Marcelo Costa.

30.08.1995 – Botafogo 0x1 Bragantino – Campeonato Brasileiro (F)

– Sem gols.

29.09.1996 – Botafogo 5x0 Bragantino – Campeonato Brasileiro (C)

– Gols: Túlio Maravilha (4) e Wilson Gottardo.

15.10.1997 – Botafogo 3x1 Bragantino – Campeonato Brasileiro (F)

– Gols: França, Sinval e Dimba.

26.08.1998 – Botafogo 2x2 Bragantino – Campeonato Brasileiro (F)

– Gols: Bebeto (2).

10.07.2015 – Botafogo 0x1 Bragantino – Campeonato Brasileiro – série B (F)

– Sem gols.

17.10.2015 – Botafogo 4x0 Bragantino – Campeonato Brasileiro – série B (C)

– Gols: Navarro (2), William Aarão e Neílton.

13.07.2016 – Botafogo 2x2 Bragantino – Copa do Brasil (F)

– Gols: Diérson e Gervásio Núñez.

27.07.2016 – Botafogo 1x0 Bragantino – Copa do Brasil (C)

– Gols: Vinícius Tanque.

16.11.2020 – Botafogo 1x2 Bragantino – Campeonato Brasileiro (F)

– Gols: Matheus Babi.

12.08.2020 – Botafogo 1x1 Bragantino – Campeonato Brasileiro (C)

– Gols: Matheus Babi.

04.07.2022 – Botafogo 1x0 Bragantino – Campeonato Brasileiro (F)

– Gols: Vinícius Lopes.

26.10.2022 – Botafogo 2x1 Bragantino – Campeonato Brasileiro (C)

– Gols: Gabriel Pires e Tchê Tchê.

15.07.2023 – Botafogo 2x0 Bragantino – Campeonato Brasileiro (C)

– Gols: Eduardo e Di Plácido.

12.11.2023 – Botafogo 2x2 Bragantino – Campeonato Brasileiro (F)

– Gols: Vitor Sá e Eduardo.

06.03.2024 – Botafogo 2x1 Bragantino – Copa Libertadores da América (C)

– Gols: Júnior Santos (2).

13.03.2024 – Botafogo 1x1 Bragantino – Copa Libertadores da América (F)

– Gols: Júnior Santos.

26.06.2024 – Botafogo 2x1 Bragantino – Campeonato Brasileiro (C)

– Gols: Eduardo (2).

26.10.2024 – Botafogo 1x0 Bragantino – Campeonato Brasileiro (F)

– Gols: Gregore.

12.04.2025 – Botafogo 0x1 Bragantino – Campeonato Brasileiro (F).

– Sem gols.

29.07.2025 – Botafogo 2x0 Bragantino – Copa do Brasil (C)

– Gols: Álvaro Montoro e Alexander Barboza.

06.08.2025 – Botafogo 1x0 Bragantino – Copa do Brasil (F)

– Gols: Savarino.

30.08.2025 – Botafogo 4x1 Bragantino – Campeonato Brasileiro (C)

– Gols: Danilo, Newton, Savarino e Álvaro Montoro.

21.03.2026 – Botafogo 2x1 Bragantino – Campeonato Brasileiro (F) – Gols:

– Gols: Alex Telles e Alexander Barboza.

Pódio 7, mês de agosto

por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo

As preferências dos leitores no mês de agosto foram muito variadas. As três publicações relacionadas ao futebol variaram entre a figura de Tolito, a comemoração dos 122 anos de BFC e a conquista do OPG pelo Sub-20.

As demais publicações referem-se ao remo, futsal, voleibol e à chegada do blogue a 10 milhões de visitantes.

Eis o Top 7:

01. Tolito: da ‘esquina do Botafogo’ às torcidas organizadas e aos sambas-enredo, eis uma vida repleta e criativa – II Parte

https://mundobotafogo.blogspot.com/2026/08/tolito-da-esquina-do-botafogo-as_01353183738.html

por Ruy Moura

02. 122 anos de futebol botafoguense: o nascimento, os sublimes detalhes e o baú do tataravô

https://mundobotafogo.blogspot.com/2026/08/122-anos-de-futebol-botafoguense-o.html

por Ruy Moura

03. Botafogo conquista 6 medalhas de Ouro na 5ª regata e mantém liderança

https://mundobotafogo.blogspot.com/2026/08/botafogo-conquista-6-medalhas-de-ouro.html

por Ruy Moura

04. Botafogo campeão da Supercopa América de Futsal

https://mundobotafogo.blogspot.com/2026/08/botafogo-campeao-da-supercopa-america.html

por Ruy Moura

05. Botafogo campeão 100% da Copa Minas Vôlei Master

https://mundobotafogo.blogspot.com/2026/08/botafogo-campeao-100-da-copa-minas.html

por Ruy Moura

06. Botafogo campeão invicto do Torneio OPG - resenha e campanha

https://mundobotafogo.blogspot.com/2026/08/botafogo-campeao-invicto-do-torneio-opg.html

por Ruy Moura

07. Mundo Botafogo: 10 milhões de visitas

https://mundobotafogo.blogspot.com/2026/08/mundo-botafogo-10-mihoes-de-visitas.html

por IA

Mongol: a tragédia de uma vida desperdiçada

Mongol no Botafogo. Fonte: Instagram 'historiadogloriosobotafogo'. por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo Paulo dos Santos Fer...