terça-feira, 24 de março de 2026

Botafogo nas grandes urbes do mundo: 90 anos de história

por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo

Desde 1 de março de 1936, na Cidade do México, até 10 de março de 2026, em Guayaquil, no Equador, o Botafogo Football Club e o Botafogo de Futebol e Regatas atuaram em 173 cidades estrangeiras e nelas realizaram 506 jogos.

Os critérios considerados foram os seguintes: (a) excluídos todos os jogos contra equipes estrangeiras realizados em cidades brasileiras; (b) foram incluídas as cidades estrangeiras em que o Botafogo jogou contra clubes brasileiros; (c) os parêntesis indicam o número de jogos realizados em cada cidade.

As dez cidades onde o Glorioso realizou mais partidas situam-se todas nas Américas Central e do Sul: 1ª Cidade do México, no México (38); 2ª Lima, no Peru (33); 3ª Caracas, na Venezuela (26); 4ª Santiago, no Chile (22); 5ª Bogotá, na Colômbia (21); 6ª Montevidéu, no Uruguai (15); 7ª Buenos Aires, na Argentina (14); 8ª San José, na Costa Rica (12); 9ª Guadalajara, no México (10); 10ª Medellín, na Colômbia (10).

As três cidades europeias onde o Glorioso realizou mais partidas foram as seguintes: 1ª Paris, na França (8); 2ª Berna, na Suíça (7); 3ª Londres, na Inglaterra (5). Ainda Barcelona, na Espanha, e Viena, na Suíça, a par de Cádiz e Vigo, ambas em Espanha, registram 4 jogos cada.

Na Ásia destacam-se as cidades de Kobe e Tóquio, ambas no Japão, nas quais o Botafogo atuou 3 vezes em cada.

Na África destacam-se as cidades de Abidjan, na Costa do Marfim, e Dakar, no Senegal, nas quais o Botafogo atuou 2 vezes em cada.

Eis todas as 173 cidades onde o Botafogo atuou em 506 partidas, encantando o mundo em épocas diversas da sua história:

TODAS AS CIDADES

Abidjan (2)

Amsterdã (3)

Anderlecht (1)

Angers (1)

Antuérpia (3)

Arequipa (1)

Argel (1)

Ascoli (1)

Assunção (9)

Atenas (2)

Avellaneda (1)

Baiona (1)

Bamako (1)

Banfield (1)

Barcelona (4)

Barranquilla (1)

Base-Terre (1)

Belgrado (1)

Berna (7)

Bidhannagar (1)

Bilbao (2)

Bogotá (21)

Bratislava (1)

Brazzaville (1)

Brno (1)

Bruxelas (1)

Budapeste (2)

Buenos Aires (14)

Burnley (1)

Cádiz (4)

Caen (1)

Caiena (2)

Cairo (1)

Calcutá (2)

Calgary (1)

Cáli (6)

Caracas (26)

Cardiff (1)

Cartago (1)

Casablanca (1)

Charleroi (2)

Cidade da Guatemala (1)

Cidade do México (38)

Cidade do Panamá (1)

Cochabamba (3)

Colombes (1)

Copenhaga (2)

Córdova (1)

Coruña (3)

Dakar (2)

Doha (1)

Duala (1)

Essen (1)

Estocolmo (1)

Filadélfia (1)

Florença (2)

Florencio Varela (1)

Fort-de-France (1)

Geleen (1)

Genebra (3)

Gijón (1)

Gotemburgo (1)

Groningen (2)

Guadalajara (10)

Guayaquil (6)

Hanko (1)

Hanói (1)

Havana (4)

Hiratsuka (1)

Huelva (2)

Iaundé (1)

Istambul (2)

Jeddah (1)

Karlsruhe (1)

Kingston (1)

Kobe (3)

Kuwait (2)

La Paz (8)

La Plata (2)

Le Havre (1)

Leeds (1)

Lens (2)

Léon (4)

Liège (2)

Lille (1)

Lima (33)

Lisboa (1)

Lomé (1)

Londres (5)

Los Angeles (2)

Lustenau (1)

Madrid (3)

Málaga (2)

Malmö (1)

Mar del Plata (1)

Medellín (10)

Mendoza (1)

Mérida (1)

Milão (3)

Monterrey (2)

Montevidéu (15)

Montreal (1)

Morelia (1)

Munique (1)

Múrcia (1)

Nantes (1)

Nápoles (1)

Niigata (1)

Nova Iorque (1)

Nuremberga (1)

Omiya (1)

Orã (1)

Oranjestad (3)

Oruro (1)

Osaka (1)

Ostrava (1)

Oviedo (1)

Palma de Mallorca (2)

Paramaribo (5)

Paraná (1)

Paris (8)

Pasadena (1)

Peterborough (1)

Plymouth (2)

Porto (1)

Portsmouth (1)

Potosí (1)

Praga (1)

Puebla (3)

Puerto Ordaz (1)

Quito (8)

Quilmes (1)

Rancagua (1)

Reggio Calabria (1)

Reims (2)

Riyadh (1)

Roma (1)

Roterdã (2)

Saabrücken (2)

Saint Louis (2)

Salerno (1)

Sangolquí (1)

San José (12)

San Pedro Sula (1)

San Salvador (6)

Santa Cruz de la Sierra (2)

Santa Cruz de Tenerife (2)

Santiago (22)

Schötz (1)

Seatlle (1)

Seul (1)

Sevilha (1)

Stäfa (1)

Tegucigalpa (1)

Tilburgo (1)

Tóquio (3)

Toronto (1)

Toulouse (1)

Trujillo (1)

Tryes (1)

Turim (2)

Ulsan (1)

Umeaa (1)

Valência (5)

Valparaíso (1)

Veracruz (4)

Viena (4)

Vigo (4)

Villa Elisa (1)

Viña del Mar (2)

Vladikayvkaz (2)

Willemstad (6)

Zurique (1)

Fonte: O trabalho estatístico levado a efeito pelo Mundo Botafogo baseou-se na “Lista de jogos internacionais do Botafogo de Futebol e Regatas”, discriminados na Wikipédia.

segunda-feira, 23 de março de 2026

Botafogo x Seleções Nacionais Estrangeiras (década 1990)

Botafogo 2x1 Coreia do Sul (1995). Crédito: Wikipédia – Escudo e Brasão.

por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo

Esta publicação é a última da série e apresenta os seguintes elementos: (a) súmulas-síntese de jogos contra Seleções Nacionais Estrangeiras na década de 1990; (b) síntese estatística de jogos na década de 1990; (c) síntese estatística geral de todas as décadas publicadas (1910-1990).

Botafogo 1x2 Guiana Francesa

» Gols: Toninho (Botafogo)

» Competição: Amistoso Internacional

» Data: 19.06.1993

» Local: Caiena, Guiana Francesa

» Botafogo:

Botafogo 0x0 Coreia do Sul (Seleção Olímpica)

» Gols: –

» Competição: Amistoso Internacional

» Data: 05.05.1995

» Local: Seul, Coreia do Sul

Botafogo 2x1 Coreia do Sul

» Gols:

» Competição: Amistoso Internacional

» Data: 07.05.1995

» Local: Seul, Coreia do Sul

Botafogo 2x1 Vietnam

» Gols: Tico Mineiro e Wilson Goiano (Botafogo)

» Competição: Amistoso Internacional

» Data: 24.05.1998

» Local: Estádio Hàng Dây, em Hanói, Vietnam

Botafogo 1x1 Jamaica

» Gols: Bebeto (Botafogo)

» Competição: Amistoso Internacional

» Data: 18.11.1998

» Local: National Stadium (Independende Park), em Kingston, Jamaica

SÍNTESE:

5 jogos; 2 vitórias, 2 empates e 1 derrota; saldo de gols nulo 6-5.

Coreia do Sul, 1 vitória e 1 empate; Guiana Francesa, 1 derrota; Jamaica, 1 empate; Vietnam, 1 vitória.

SÍNTESE GERAL (décadas 1910 a 1990):

52 jogos; 26 vitórias, 11 empate e 15 derrotas; saldo de gols favorável em 102-53.

POR PAÍSES E TERRITÓRIOS (32):

América (Estados Unidos da), 1 vitória; Antilhas Holandesas, 1 derrota; Argélia, 1 empate; Argentina, 1 vitória, 1 derrota; Aruba, 2 vitórias; Áustria, 1 derrota; Camarões, 1 vitória, 1 empate; Chile, 1 vitória e 2 derrotas; Congo, 1 empate; Coreia do Sul, 1 vitória e 1 empate; Costa do Marfim, 1 vitória, 1 derrota; Costa Rica, 1 empate; Cuba, 2 vitórias; Curaçau, 3 vitórias, 1 empate, 1 derrota; El Salvador, 1 vitória; Equador, 1 empate; Finlândia, 1 derrota; Holanda, 1 vitória; Guiana Francesa, 1 derrota; Jamaica, 1 empate; Japão, 1 vitória; Kuwait, 1 empate; Mali, 1 derrota; México, 6 vitórias, 2 empates, 1 derrota; Portugal, 1 derrota; Romênia, 1 derrota; Síria, 1 derrota; Tchecoslováquia, 1 vitória; União Soviética, 1 vitória; Uruguai, 1 derrota; Venezuela, 1 vitória; Vietnam, 1 vitória.

POR CONTINENTES E SUBCONTINENTES:

África (Argélia, Camarões, Congo, Costa do Marfim, Mali): 2 vitórias, 3 empates, 2 derrotas.

América Central (Costa Rica, Cuba, El Salvador): 3 vitórias, 1 empate, 0 derrotas.

América do Norte (América (E. U. da), Jamaica, Martinica, México,): 7 vitórias, 3 empates, 2 derrotas.

América do Sul (Antilhas Holandesas, Argentina, Aruba, Chile, Curaçau, Equador, Guiana Francesa, Uruguai, Venezuela): 8 vitórias, 2 empates, 7 derrotas.

Ásia (Coreia do Sul, Japão, Kuwait, Síria, Vietnam): 3 vitórias, 2 empates, 1 derrota.

Europa (Áustria, Finlândia, Holanda, Portugal, Romênia, Tchecoslováquia, União Soviética): 3 vitórias, 0 empates, 4 derrotas.

NOTAS FINAIS:

Maior vantagem na América do Norte; maior (e única) desvantagem na Europa.

Maior goleada a favor: 11x0 contra a Venezuela em 1950; maior (e única) goleada contra: 1x4 contra o Chile em 1982.

Botafogo vence série prata do Rio-São Paulo de botão

Crédito: Federação de Futebol de Mesa do Estado do Rio de Janeiro (FEFUMERJ)

por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo

O Botafogo de Futebol e Regatas venceu o VI Torneio Rio-São Paulo, Série Prata, de futebol de mesa, que se realizou na sede do Canindé-Cifac, no Sport Clube Corinthians Paulista, no dia 14 de março de 2026.

Foram classificados para as semifinais da série Prata os clubes colocados em 5ª e 6ª posições dos grupos A e B – Maria Zélia, Botafogo, CEPE 2004 e Círculo Militar. Eis os resultados do Botafogo:

SEMIFINAL

Botafogo 3x1 CEPE 2004

FINAL

Botafogo 2x0 Maria Zélia.

Fonte: https://www.fefumerj.com.br/america-latino-e-arthur-kruger-campeoes-no-vi-rio-sao-paulo-da-regra-dadinho/

domingo, 22 de março de 2026

Botafogo 2x1 Bragantino - goleiro salvador, artilharia da defesa

O homem do jogo. Crédito:

por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo

Falando com sinceridade, este jogo valeu apenas pelos três pontos conquistados e pela exibição de Raul, embora neste caso, apesar de ter sido o melhor em campo, ainda precisa convencer através de uma sequência de jogos com diferentes equipes, e não apenas diante de uma equipe que juntamente com o Internacional tem o pior ataque e os seus atletas – tal como os nossos – são exímios em pecar na definição para gol.

À boa maneira de Anselmi tivemos uma equipe teoricamente agressiva no ataque e o primeiro sinal foi entusiasmante: Joaquín Correa entrou na grande área pela ala esquerda, após um bom passe de Montoro, e quando se preparava para rematar foi derrubado. Como habitualmente o árbitro não assinalou coisa alguma, mas desta vez o VAR chamou-o para visionar o lance e então assinalou o pênalti – validado cinco minutos depois de ter ocorrido.

Alex Telles cobrou o penâlti novamente como mandam as regras – goleiro para um lado, bola para o outro. Com quem é que este homem aprendeu a cobrar pênaltis com tanta eficácia?

Botafogo 1x0 no primeiro lance perigoso, mas o placar rapidamente se mostrou enganador com o Bragantino tomando as rédeas do jogo numa correria à moda do fraco Mancini. No entanto, funcionou.

Com três meias ofensivos e com Danilo a volante, sabendo-se que marca mal os adversários, o sistema defensivo mostrou-se novamente permeável logo que o Bragantino reagiu.

Aos 11’ Raul defendeu no susto um cabeceio de Lucas Barbosa completamente livre à boca da baliza após um cruzamento da esquerda – que foi por onde o Bragantino quase sempre atacou, sabendo das deficiências defensivas nessa ala; aos 13’30” a defesa alvinegra escancarou a entrada da área e valeu novamente Raul, que espalmou para escanteio um tiraço do Bragantino; e à terceira foi de vez à custa da peneira defensiva do Botafogo que deixou novamente Lucas Barbosa totalmente isolado frente a frente a Raul, tocando facilmente para um canto e empatando a partida apenas sete minutos após a abertura do placar.

Daí em diante o Botafogo teve um único lampejo na 1ª parte do jogo – Álvaro Montoro disparou um remate de surpresa aos 18’ e a bola embateu na base do poste da baliza.

O Bragantino continuou a correria, os passes perdidos por ambos os lados imperavam e a defesa alvinegra parecia a confusão da Torre de Babel, marcando mal, perdendo as segundas bolas e dando todas as chances para o Bragantino virar o resultado – e virou logo aos 21’. Um contra-ataque rápido, a defesa muito alta mostrou-se uma vez mais desprevenida e a virada de placar aconteceu, com os gols convertidos em espaços de 7 em 7 minutos.

E só mesmo a sorte nos salvou: o VAR considerou que um atleta do Bragantino barrou Alex Telles, impedindo-o de correr atrás do atleta que recebeu a bola e o gol foi anulado.

Com as marcações do Botafogo continuando a deixar o Bragantino livre no ataque, aos 25’ foi novamente Raul que saiu à bola e in extremis salvou-nos da virada do Bragantino.

A toada de jogo manteve-se com a frágil defesa do Botafogo disputando com o frágil ataque do Bragantino quem conseguia errar mais, bem como se constatou, por demais evidente, a inoperância de Matheus Martins (boa oportunidade desperdiçada já nos acréscimos) e do regressado Júnior Santos – e assim se foi chegando ao intervalo de um jogo tecnicamente muito devedor.

As substituições ao intervalo (Vitinho e Villalba) e posteriormente a entrada de Allan melhoraram o meio-campo e o confronto entre as duas equipes tendeu para o equilíbrio. Todavia, foi um equilíbrio qualitativamente pouco interessante, e somente aos 70’ aconteceu algo realmente relevante – o gol do Botafogo em jogada já clássica da equipe.

O Botafogo ganhou um escanteio, Danilo cobrou e Alexander Barboza cabeceou à medida para desempatar e estabelecer o placar final. Botafogo 2x1.

A partir daí, e especialmente nos últimos minutos, o Bragantino criou duas chances na defesa-peneira do Botafogo que deixou novamente os atacantes sem marcação, as quais só Raul conseguiu resolver novamente com presença de espírito em duas grandes defesas aos 88’ e 91’.

Finalmente, aos 94’, Correa desperdiçou escandalosamente um gol em que bastava um toque subtil para desviar a bola do goleiro, em vez de a ter conduzido até à figura de Cleiton.

Será que os atacantes e meias ofensivos não fazem revisão dos jogos para corrigirem as deficiências notórias do último passe e do remate final?

Em suma, uma defesa peneira em que Raul salvou o Botafogo da derrota pelo menos em cinco ocasiões e o ataque do Botafogo se mostrou novamente inoperante mesmo perante uma escalação muito ofensiva que desequilibra a defesa, necessitando mais uma vez que fossem os defensores a marcar os gols que os atacantes não conseguem / não sabem fazer.

Esta vitória não pode encobrir o essencial: a equipe permanece sem fio de jogo, superiormente desorganizada na defesa e inferiormente produtiva no ataque.

Se nem contra o modesto Bragantino Martín Amselmi consegue estabelecer um fio de jogo coerente, equilibrado e persistente, urge a sua saída e a contratação de um treinador com provas dadas que assegure, à partida, uma nova esperança, porque a equipe dispõe de jogadores com valor suficiente para fazerem muito melhor com um treinador que seja capaz de montar uma identidade coletiva consistente e imprimir uma dinâmica de jogo baseada nas características do jogadores – sem improvisos nem obsessões em esquemas táticos desajustados à realidade do plantel.

FICHA TÉCNICA

Botafogo 2x1 Bragantino

» Gols: Alex Telles, aos  7’ (pen.), e Alexander Barboza, aos 70’ (Botafogo); Lucas Barbosa, aos 14’ (Bragantino)

» Competição: Campeonato Brasileiro

» Data: 21.03.2026

» Local: Estádio Cícero de Souza Marques, em São Paulo (SP)

» Árbitro: Lucas Casagrande (PR); Assistentes: Victor Hugo Imazu dos Santos (PR) e Andrey Luiz de Freitas (PR); VAR: Daniel Nobre Bins (RS)

» Disciplina: cartão amarelo – Santi Rodríguez, Matheus Martins e Edenílson (Botafogo) e Juninho Capixaba e Alix Vinícius (Bragantino)

» Botafogo: Raul; Mateo Ponte, Ferraresi (Justino), Alexander Barboza e Alex Telles (Vitinho); Danilo, Santi Rodríguez (Allan), Álvaro Montoro e Matheus Martins (Edenílson); Joaquín Correa e Júnior Santos (Lucas Villalba). Técnico: Martín Anselmi.

» Bragantino: Cleiton; Andrés Hurtado, Alix Vinícius, Gustavo Marques e Juninho Capixaba; Gabriel (Davi Gomes), Matheus Fernandes (Nacho Sosa) e Rodriguinho (Gustavinho); Lucas Barbosa, Eduardo Sasha (Pitta) e Henry Mosquera (José Herrera). Técnico: Vagner Mancini.

Botafogo nas grandes urbes do mundo: 90 anos de história

por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo Desde 1 de março de 1936, na Cidade do México, até 10 de março de 2026, em Guayaquil, no Equado...