domingo, 29 de março de 2026

Retrospecto Botafogo x Athletico

Créditos: Elson Souto.

por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo

SÍNTESE DE TODOS OS JOGOS (1936-2025): 64 jogos; 22 vitórias, 12 empates e 30 derrotas; saldo de gols desfavorável em 80-87.

1º JOGO

Botafogo 1x1 Atlético (PR)

» Gols: Carvalho Leite (Botafogo); Canalli (contra) (Atlético)

» Competição:

» Data: 20.09.1936

» Local: Estádio Arena da Baixada, em Curitiba (PR)

» Árbitro: Ataíde Santos

» Botafogo: Aymoré Moreira, Octacílio e Brum; Affonso, Zezé Moreira e Canalli; Patesko, Martim, Carvalho Leite, Russinho e Pirica. Técnico: Togo Renan Soares (Kanela).

» Atlético (PR): Caju, Zanetti e Osório; Korman, Bibe e Bortolotti; Naná, Raul Rosa, Bento, Ceccato e Ceccatinho.

Pesquisa: José Ricardo Caldas e Almeida.

ÚLTIMO JOGO

Botafogo 1x0 Athletico

» Gols: Igor Jesus, aos 13’

» Competição: Campeonato Brasileiro

» Data: 05.10.2024

» Local: Ligga Arena, em Curitiba (PR)

» Público: 23.646 espectadores

» Árbitro: Flávio Rodrigues de Souza (SP); Assistentes: Guilherme Dias Camilo (MG) e Luiz Alberto Andrini Nogueira (SP); VAR: Gilberto Rodrigues Castro Júnior (PE)

» Disciplina: cartão amarelo – Gregore, Danilo Barbosa, Tiquinho Soares e Matheus Martins (Botafogo) e Madson e Kaique Rocha (Athletico)

» Botafogo: John; Vitinho, Bastos, Alexander Barboza e Alex Telles; Gregore (Allan), Marlon Freitas (Tchê Tchê) e Thiago Almada (Danilo Barbosa); Luiz Henrique (Matheus Martins), Igor Jesus (Tiquinho Soares) e Savarino. Técnico: Artur Jorge.

» Athletico: Mycael; Madson, Kaique Rocha, Gamarra (João Cruz) e Esquivel; Gabriel (Praxedes), Erick e Zapelli (Nikão); Cuello (Julimar), Mastriani (Di Yorio) e Canobbio. Técnico: Lucho González.

MAIOR GOLEADA DE TODOS OS CONFRONTOS

Botafogo 5x0 Atlético

» Gols: Lima, aos 23’ e 90’, Reinaldo, aos 38’ e 42’, e Zé Roberto, aos 44’

» Competição: Campeonato Brasileiro

» Data: 03.09.2006

» Local: Estádio Arena da Baixada, em Curitiba (PR)

» Botafogo: Lopes; Rafael Marques, Juninho e Asprilla (Felipe Saad); Ruy, Diguinho (Ataliba), Claiton, Zé Roberto e Junior César; Lima e Reinaldo (Wando). Técnico: Dirceu Stival (interino).

» Atlético (PR): Cléber; André Rocha (Erandir), Danilo, João Leonardo e Ivan; Marcelo Silva, Alan Bahia (Fabrício), Cristian e Ferreira; Dênis Marques e Marcos Aurélio (Willian). Técnico: Oswaldo Alvarez.

JOGOS – ÚLTIMOS 20 ANOS

(36 Jogos: 12V, 7E e 17D; saldo de gols desfavorável 41-44)

29.04.2006 – Botafogo 0x4 Atlético (PR)

03.09.2006 – Botafogo 5x0 Atlético (PR)

06.07.2007 – Botafogo 2x0 Atlético (PR)

03.10.2007Botafogo 0x2 Atlético (PR)

03.08.2008 – Botafogo 3x0 Atlético (PR)

22.11.2008 – Botafogo 2x2 Atlético (PR)

08.08.2009 – Botafogo 0x1 Atlético (PR)

02.09.2009 – Botafogo 0x0 Atlético (PR)

16.09.2009 – Botafogo 3x2 Atlético (PR)

29.11.2009 – Botafogo 0x2 Atlético (PR)

02.06.2010 – Botafogo 2x3 Atlético (PR)

26.09.2010 – Botafogo 1x1 Atlético (PR)

23.07.2011 – Botafogo 1x2 Atlético (PR)

16.10.2011 – Botafogo 2x0 Atlético (PR)

26.08.2013 – Botafogo 0x2 Atlético (PR)

16.11.2013 – Botafogo 4x0 Atlético (PR)

10.08.2014 – Botafogo 0x2 Atlético (PR)

08.11.2014 – Botafogo 0x2 Atlético (PR)

25.05.2016Botafogo 2x1 Atlético (PR)

29.08.2016Botafogo 0x1 Atlético (PR)

20.07.2017Botafogo 0x0 Atlético (PR)

11.11.2017 – Botafogo 0x1 Atlético (PR)

13.06.2018 – Botafogo 2x0 Atlético (PR)

27.10.2018 – Botafogo 1x2 Atlético (PR)

11.08.2019 – Botafogo 2x1 Athletico (PR)

17.11.2019 – Botafogo 0x1 Athletico (PR)

09.09.2020 – Botafogo 1x1 Athletico (PR)

06.01.2021 – Botafogo 0x2 Athletico (PR)

23.07.2022 – Botafogo 2x0 Athletico (PR)

13.11.2022 – Botafogo 0x3 Athletico (PR)

17.05.2023 – Botafogo 2x3 Athletico (PR)

31.05.2023 – Botafogo 1x0 Athletico (PR) [pen. 2x4]

03.06.2023 – Botafogo 0x1 Athletico (PR)

21.10.2023 – Botafogo 1x1 Athletico (PR)

19.06.2024 – Botafogo 1x1 Athletico (PR)

05.10.2024 – Botafogo 1x0 Athletico (PR)

Botafogo 1x3 Corinthians – 5ª rodada do Brasileirão feminino

Crédito: Arthur Barreto | Botafogo.

O Botafogo perdeu para o Corinthians no Campeonato Brasileiro A1 e ocupa o 15º lugar com 4 pontos resultantes de 1 vitória, 1 empate e 3 derrotas.

FICHA TÉCNICA

Botafogo 1x3 Corinthians

» Gols: Rebeca, aos 86’ (Botafogo); Vic Albuquerque, aos 19’, Gabi Zanotti, aos 34’, e Jaque Ribeiro, aos 46’ (Corinthians)

» Competição: Campeonato Brasileiro A1

» Data: 27.03.2026

» Local: Estádio Olímpico Nilton Santos, no Rio de Janeiro (RJ)

» Árbitra: Elizabete Esmeralda Cordeiro dos Santos Gomes; Assistentes: Thayse Marques Fonseca e Karolaynne da Conceição Martins Garcia; Quarta árbitra: Sabrina da Silva Gomes Elino

» Disciplina: cartão amarelo – Thaiane (Botafogo) e Érika e Letícia Teles (Corinthians)

» Botafogo: Michelle; Sinara (Fran Bonfanti), Thaiane, Yasmin Cosmann e Natane; Kika (Rebeca), Tauane Zóio (Thaynara) e Bebê; Tailane, Carol (Shashá) e Tipa (Júllia). Técnico: Léo Goulart.

» Corinthians: Nicole; Gi Fernandes, Érika (Letícia Teles), Thaís Ferreira e Tamires (Juliete); Duda Sampaio, Vic Albuquerque (Belén Aquino), Letícia Monteiro (Ana Vitória) e Andressa Alves; Gabi Zanotti e Jaque Ribeiro (Rhaizza). Técnica: Emily Lima.

sábado, 28 de março de 2026

Arrebatadora e tumultuada década de 1990: da goleada do Fluminense ao título da bagunça (III)

Túlio Maravilha, o craque do campo / Reprodução.

por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo

A conquista da Copa Conmebol em 1993 poderia trazer algum alento ao Botafogo, mas a realidade é que o Botafogo atravessava um verdadeiro deserto e a sua vida financeira era mais próxima do estertor da morte.

Em 1994 a dívida salarial aos jogadores era elevada e tinha sido sinalizada pelo então presidente Carlos Augusto Montenegro para ser quitada em parte. No entanto, em pleno quadrangular final do campeonato carioca e com a equipe eliminada com duas derrotas e um empate (apenas um ponto ganho), os jogadores souberam já dentro do ônibus, rumo ao Maracanã para enfrentar o Fluminense – com uma derrota e dois empates (apenas dois pontos ganhos) –, que a prometida quitação não se iria realizar.

O que se viu depois em campo foi o reflexo do descomprometimento do clube: o Fluminense goleou o Botafogo por 7x1!

A lassidão dos atletas em campo foi tão escandalosa que em escassos 24 minutos de jogo o Botafogo já era derrotado por 4x0!

O técnico Dé, confrontado com a hipótese de ter havido participação financeira do Fluminense nega em absoluto essa versão:

Depois dessa goleada afastamos jogadores, alguns com certo nome. É só comparar a escalação contra o Fluminense e a do jogo depois para ver uma reformulação de cinco ou seis nomes. Surgiu uma conversa de que a goleada teria tido participação financeira do Fluminense, mas isso é mentira. Os jogadores não levaram dinheiro. O que aconteceu foi que eles não receberam salário e se vingaram. Puxaram o freio de mão, reclamaram publicamente de substituições. Na minha época de jogador isso não aconteceria, porque não havia mercenários.”

De certo modo o presidente do Botafogo perdera o controlo da situação e, segundo se disse à época, teria ensaiado uma escapatória invadindo o vestiário para agredir o lateral-esquerdo Eduardo. A coisa pegou em parte, porque ainda hoje se diz que os jogadores se venderam.

Porém, da catástrofe financeira e da vergonha dos 7x1 em 1994 até ao título de campeão brasileiro de 1995 mediou apenas um ano e meio. Fruto de uma gestão espetacular e uma organização florescente?

Nem por isso, nem por isso…

Paulo Autuori, o craque do banco. Fonte: Botafogo TV.

Os salários continuaram atrasados, mas, paradoxalmente, o Botafogo fazia uma boa campanha no campeonato brasileiro de 1995, dispondo de jogadores como Túlio Maravilha, Wilson Gottardo, Sérgio Manoel e Donizete.

Contudo, os salários em atraso incomodavam sobremaneira os jogadores e Túlio tinha alguns privilégios. Os jogadores entendiam que Túlio devia cobrar a diretoria, especialmente Wilson Gottardo e Sérgio Manoel.

É claro que Túlio não quereria confrontar a diretoria, e entretanto chegara aos ouvidos do presidente uns certos zumbidos sobre o assunto. Vai daí conta-se que Carlos Augusto Montenegro terá ido ao vestiário da equipe e gritado: “Aqui não é Flamengo, não é bagunça, não. Vocês querem que eu mande o Túlio embora. Eu mando, mas Gottardo e Sérgio Manoel, vocês vão ter que fazer gol."

Os ânimos acalmaram, mas em boa verdade estávamos bem mais próximos da bagunça do Flamengo do que da situação de qualquer outro clube organizado – e foi o próprio presidente do Botafogo a admiti-lo, em junho de 2020, numa live com Sérgio Manoel, Gonçalves, Túlio e Wagner, relembrando o título 25 anos antes, a propósito de uma pergunta sobre como foi o planejamento desse ano:

– “Nenhum. Absolutamente nenhum. Foi uma bagunça. Eu não conhecia o Paulo Autuori, o Gottardo que falou que ele era gente boa. Me ajudaram, trouxeram o Donizete lá do México, o Antônio conseguiu o Jamir e ainda veio o Iranildo. Eu tinha ligado pro Calçada e ofereci uma troca, aproveitei que o Eurico tava na Europa, e aí veio o Leandro Ávila. O time montou. Profissionais com muito caráter e dedicação. Demos sorte porque não tínhamos um elenco muito grande, mas graças a Deus ninguém se machucou.”

Em suma, o afamado ‘presidente do título’ não tinha nenhum plano em 1995 e tudo foi acontecendo por acaso e pela sorte – comprovando-se que “há coisas [boas e más] que só acontecem ao Botafogo”.

Foi um título construído na base da resiliência e da superação protagonizadas pela comissão técnica e pelos líderes do vestiário, que juntos conseguiram galvanizar a equipe para realizar um sonho muito, muito improvável: sermos campeões brasileiros em 1995!

JOGOS DA DECISÃO (https://mundobotafogo.blogspot.com/2008/07/campeo-brasileiro-em-futebol-1995.html):

BOTAFOGO FR 2x1 e 1x1 SANTOS FC

Wilson Gottardo e Túlio marcaram os gols do jogo de ida e Túlio marcou o gol do jogo de volta. A equipe do 2º jogo alinhou com Wagner; Wilson Goiano, Wilson Gottardo, Gonçalves e André Silva (Moisés); Leandro, Jamir, Beto e Sérgio Manoel; Donizete e Túlio. Técnico: Paulo Autuori.

Fontes principais:

https://maisqueumjogo.com.br

https://mundobotafogo.blogspot.com/2008/07/campeo-brasileiro-em-futebol-1995.html

https://www.terra.com.br/esportes/lance/presidente-do-botafogo-em-95-montenegro-explica-planejamento-do-titulo-nenhum-foi-uma-bagunca,69c4f7c435a98f87e8f8647f1b7215c2i7m6ldth.html?utm_source=clipboard

https://www.youtube.com/watch?v=6vy4rYoF-Uw

sexta-feira, 27 de março de 2026

Arrebatadora e tumultuada década de 1990: do catrastófico Brasileirão à improvável Copa Conmebol (II)

por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo

Em 1992 o Botafogo chegou à final do Brasileirão com um timaço favorito para conquistar o título após uma campanha sensacional. Porém, num jogo absolutamente estranho, a equipe tomou três gols do Flamengo em nove minutos e perdeu o jogo.

Renato Gaúcho fizera uma aposta com Gaúcho, jogador do Flamengo, que quem perdesse teria que servir churrasco ao outro. Renato Gaúcho cumpriu a aposta dando churrasquinho na boca do atacante Gaúcho, que envergava roupa rubro-negra. Uma foto do dito churrasco foi vazada para a mídia.

O grande jornalista Roberto Porto, botafoguense de quatro costados, após abrir O Globo e ver a chocante foto narrou assim o assunto:

Almocei às garfadas, peguei o carro e rumei para o Mourisco. O ambiente era o pior possível. Centenas de torcedores, os nervos à flor da pele, queriam linchar Renato Gaúcho ou, no mínimo, incendiar seu carro. […] Esperei o momento certo, furei o bloqueio e me vi cara a cara com Emil. […] Para minha surpresa – pois não imaginava a confiança e a amizade que ele depositava em mim – Emil Pinheiro mandou sair todo mundo de sua sala e, rigorosamente a sós, me perguntou:

– Porto, você acha que o Ernesto Paulo pode escalar o Renato domingo, quando temos no mínimo que vencer por 3 a 0? […]

Sem chance, Emil. A torcida aí fora está querendo fazer churrasco do Renato. Aquela foto foi uma agressão ao Botafogo.

Emil ainda tentou argumentar, […] mas não mudei de ideia:

Renato não pode mais vestir ‘A Gloriosa’ alvinegra. Nunca, em tempo algum, um jogador fez o que ele fez…

A muito custo, Emil cedeu a meus argumentos. E na hora, mandou por telefone um recado a Ernesto Paulo:

– Renato está banido do Botafogo!!!

O Botafogo empatou o 2º jogo em 2x2 e o Flamengo sagrou-se campeão. Mais tarde, quando Túlio Maravilha – prosseguiu Roberto Porto – “caiu no canto da sereia de jogar no Corinthians, um dirigente famoso do clube me perguntou:

O que você acha de trazermos o Renato Gaúcho de volta?

Respondi friamente:

– Se ele voltar, quem some do Botafogo sou eu, que tenho vergonha na cara…

Fonte das citações: https://www.futebolbarretos.com.br/principal.php?xidalt=2394&xvar=ver_noticia

Conquista da Conmebol | Reprodução.

No ano seguinte à catástrofe de 1992, um grande título deu um novo alento ao Botafogo, que entretanto continuava sem a sua sede colonial, vendida à Companhia Vale do Rio Doce.

O Clube não chegara a uma final oficial de natureza internacional desde os seus tempos áureos até à década de 1990, muito porque as suas diretorias pós-1963 fizeram a equipe rumar em sucessivas excursões pelo mundo (atuamos em mais de cem cidades até hoje), em busca de dólares que desapareciam com a mesma velocidade com que surgiam.

Porém, surpreendentemente, com uma equipe considerada apenas mediana, chegou finalmente a uma final no dia 30 de setembro de 1993, disputando o troféu da Copa Sul-americana Conmebol com o poderoso Peñarol (então 5 vezes campeão da Libertadores e 4 vezes vice-campeão).

A equipe alvinegra, apesar de bons resultados, vencia mais na garra do que na técnica e mostrava-se altamente competitiva, constituindo para o Peñarol uma ‘prenda de grego’, bem organizada por Carlos Alberto Torres e comandada pelo improvável artilheiro Sinval.

Embora o ‘estrelado’ Pablo Bengoechea tenha inaugurado o marcador aos 34’, o certo é que a garra alvinegra virou o jogo com dois gols aos 52’ e 72’, vitória que parecia certa à chegada dos 90’ de jogo. No entanto, foi nesse fatídico minuto que um ‘balde de água fria’ mergulhou os nossos jogadores numa inesperada incredulidade e reduziu o Maracanã ao silêncio – o Peñarol empatou aos 90’.

A decisão por pênaltis costumava ser desfavorável aos brasileiros, e tudo parecia perdido quando Sinval, o artilheiro da competição, perdeu a 1ª penalidade. Porém, William Bacana defendeu também a 1ª do Peñarol, o Botafogo marcou em três penalidades sucessivas e o Peñarol entregou-nos o troféu rematando à trave na quarta oportunidade – Botafogo campeão, 1º clube carioca a levantar um título internacional no Maracanã!

BOTAFOGO 2x2 PEÑAROL [pênaltis: 3x1]

» Gols: Eliel, aos 52’, e Sinval, aos 72’ (Botafogo); Bengoechea, aos 34’, e Otero, aos 90’ (Peñarol); Decisão por pênaltis: Suélio, Perivaldo e André Santos (Botafogo) e Da Silva (Peñarol)

» Estádio do Maracanã; 30.09.1993; 45.000 espectadores

» Botafogo: William Bacana, Perivaldo, André Santos, Cláudio Henrique e Clei (Eliomar); Nélson, Suélio e Eliel; Aléssio (Marcos Paulo), Sinval e Marcelo Costa. Técnico: Carlos Alberto Torres.

Fontes principais:

https://mundobotafogo.blogspot.com/2008/07/campeo-de-futebol-da-copa-conmebol-1993.html

https://www.facebook.com/watch/?v=1714968188752680

https://www.futebolbarretos.com.br/principal.php?xidalt=2394&xvar=ver_noticia

Retrospecto Botafogo x Athletico

Créditos: Elson Souto. por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo SÍNTESE DE TODOS OS JOGOS (1936-2025): 64 jogos; 22 vitórias, 12 empates e...