“O que fez de Garrincha
incomparável é a responsabilidade de definir o que é o estereótipo do jogador
de futebol. Se futebol é mais que apenas um jogo – como dizem os amantes da
modalidade –, o jogador é mais do que um atleta: é um artista, um poeta, um
redentor. […] Lembrar e reverenciar
Garrincha, dono da Copa do Mundo de 1962, é recordar e celebrar todos aqueles
que fizeram do futebol o que ele é: mágico. Assim como Mané.” – Eduardo Dorneles, jornalista, a propósito dos 35 anos passados sem Garrincha.
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