segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Artefatos (157)

Acróstico dos bicampeões mundiais: Garrincha

por SÉRGIO SAMPAIO, ‘umpoetinha’
escrito para o blogue Mundo Botafogo

Garotos, eu vi: o Maracanã lotado,
A presença do meu finado pai ao lado,
Romper o gênio, inocente e pernas tortas,
Refastelados no chão "Joões" das defesas!
Imobilizada, a bola espera o seu toque,
Na arquibancada, as tristezas, todas, mortas,
Cativas de tanta habilidade e belezas!
Herói que nunca temeu agressões ou choque,
Ali, no campo, Deus, constato com certezas!

Sérgio Sampaio, um poetinha por encomenda
das emoções sentidas...

Gloriosos nas regatas de 1910

Imagem: Facebook de Johnny di Botafogo

Heitor Doyle Maia (patrão), Luiz Martins da Rocha, Jorge de Oliveira, Paulo Affonso Franco e Mario Pereira da Cunha (remadores) venceram a prova clássica Jardim Botânico, em 1910, conduzindo a embarcação Salamina.

Imagem: Acervo do Botafogo de Futebol e Regatas

Foi Olavo Bilac quem, em 1901, empunhando uma flâmula alvinegra do Club de Regatas Botafogo, pronunciou a clássica frase: – “Eu te batizo Salamina para o mar e para a glória”.

Fragmentos ‘futebol do botafogo 1961-1965’: uma das mais completas e espetaculares equipes do mundo [11]

por CARLOS VILARINHO
especialmente para o Mundo Botafogo
sócio-proprietário e historiador do Botafogo de Futebol e Regatas

Na outra terça-feira, o Botafogo tomou um avião para Milão. Na noite seguinte, enfrentaria o Milan (vice-campeão italiano), que vinha de contratar o famoso meia-direita inglês Jimmy Greaves. Disposto a vencer o mais importante compromisso da excursão, o Botafogo imprimiu um ritmo agressivo, sempre explorando os lançamentos nas costas dos médios italianos (sistema MM). Aos 20, recebendo de Garrincha, Amarildo abre o placar: 1x0. Aos 35, Mazzola desvia (de cabeça) um cruzamento longo de David e empata: 1x1. Ainda na fase inicial, Alfieri não segura um tijolo quente de Amarildo e Amoroso retoma a vantagem: 2x1.

Na fase final, aos 5, Greaves aproveita um cruzamento da direita e torna a igualar: 2x2. O Botafogo continua melhor, mas não recupera a vantagem.

O diário La Gazzetta dello Sport qualificou o Botafogo como “um dos mais completos e espetaculares quadros do mundo”. Já o Corriere della Sera disse de Garrincha: “O maior homem de campo foi Garrincha, só tendo a acompanhá-lo o inglês Greaves. O ponta-direita da seleção brasileira é um jogador fabuloso, que dribla com perfeição e impressiona pela sua combatividade”.

Fonte do excerto: VILARINHO, C. F. (2016). O Futebol do Botafogo 1961-1965. Edição do Autor: Rio de Janeiro, pp. 30.

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Treinadores e contextos (X): a circularidade de treinadores entre conquistas de 1996-98 até à perda da Copa do Brasil de 1999

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