terça-feira, 28 de outubro de 2014

Palavra seca

por Leonel de Jesus

poeta luso-carioca-alvinegro

O que choveu de repente

Oxente!

Nas vertiginosas

Esquinas

Paulistanas

Chuva de palavras

Pois da seca

Só restou

O céu da boca.

2 comentários:

Milene Lima disse...

Palavras feias choveram. Agora mesmo eu recebi um "despoema", horrível.

Esse luso-carioca-alvinegro é um poema bonito que só, oxente!

Ruy Moura disse...

Querida Milene, as palavras más não ficam na história e as vãs leva-as o vento. Faça como a caravana: o cão ladra, ladra, mas a caravana passa...

O Bráulio Bessa é que sabe tratar bem dos idiotas dos segregacionistas.

Beijos Gloriosos.

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