quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Neurônios (17)

"Eu não quero toquinho pro lado não, vocês vão chutar essa bola na casa do c……!" – Djalma Cavalcanti, mandando os jogadores segurarem o resultado.

A Funerária dos Clubes


Muitos fanáticos do seu clube de eleição, chegados ao fim da vida, pediram antecipadamente aos familiares e foram enterrados ou cremados envergando a bandeira do seu clube, mas agora pode-se ser enterrado ou cremado ainda com mais paixão, porque finalmente existem caixões personalizados com o escudo do clube de coração.

A Funerária Santa Clara, em Caicó, região de Seridó, Rio Grande do Norte, comercializa ataúdes ‘clubistas’ à medida. Samarone, proprietário da Funerária, teve essa ideia após participar numa feira em São Paulo. O empresário garantiu à TV União, Canal 7 em Caicó, que um político Seridoense, apaixonado pelo Botafogo, está pessoalmente interessado no assunto. Até na morte somos pioneiros…

Assim, antes que a moda pegue e os caixões não cheguem para as encomendas, o melhor é reservarmos já o nosso ataúdezito futuro para garantir um enterro ou uma cremação à maneira e atempadamente, sem sobressaltos.

Ademais, essa precaução garante-nos uma viagem alvinegra chancelada a caminho dos céus do deslumbramento clubista de cada um. Ou dos infernos, recomeçando-se tudo com fenomenais bota-fogos da mais requintada paixão clubista.

Eu estou pensando reservar um ataúdezito com umas canecas do Botafogo e umas dúzias de Vital 60 (http://mundobotafogo.blogspot.com/2010/10/vital-60.html) bem fresquinhas para comemorar as futuras façanhas terrenas do Glorioso depois da minha partida.

Como não sou narcisista nem invejoso deixo a todos o número de telefone do empreendedor de tão extraordinária invenção: (84) 3417-3220. Afinal, trata-se da nossa ‘Última Cena’…

Pesquisa de Rui Moura (blogue Mundo Botafogo)

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Rádio Botafogo: podcast #026

Botafogo, tricampeão nacional de atletismo (1950-51)


O atletismo do Botafogo apresentou-se gloriosamente no final da década de 1940 e início da década de 1950, destacando-se como uma das duas grandes fases de ouro da modalidade no clube.

Nessa época o nosso clube foi tetracampeão carioca de atletismo e tetracampeão carioca do decatlo masculino (1948-49-50-51), campeão estadual da corrida de fundo masculino (1950) e venceu três edições do Troféu Brasil de Atletismo, duas em 1950 e uma em 1951, que constituía a prova máxima do calendário de atletismo nacional.

A 1ª disputa de 1950 ocorreu em São Paulo e a 2ª disputa de 1950 realizou-se no estádio do Fluminense, tendo a classificação geral ficado assim ordenada:

1º lugar – BOTAFOGO
2º lugar – São Paulo
3º lugar – Pinheiros

Em setembro de 1951 o Botafogo conquistou a sua 3ª Taça Brasil de Atletismo no estádio do Fluminense, ficando a classificação assim ordenada:

1º lugar – BOTAFOGO, 194 pontos
2º lugar – Fluminense, 174 pontos
3º lugar – Pinheiros, 129 pontos

Na categoria de adulto feminino o Botafogo quedou-se em 6º lugar e na categoria juvenil em 4º lugar, mas a poderosa representação do adulto masculino venceu a categoria e assegurou o título nacional de atletismo.

Fontes primárias: Jornal do Brasil (14.11.1950 e 02.10.1951), Revista ‘Grandes Clubes Brasileiros’ (1972) e http://www.atletismo-trofeubrasil.com.br; Fontes secundárias: http://datafogo.blogspot.com/2011/12/botafogo-campeao-da-edicao-de-1951-do.html e http://mundobotafogo.blogspot.com/2007/12/ttulos-em-desportos-categoria-principal.html; Imagem: Arquivo do Botafogo de Futebol e Regatas.

Treinadores e contextos (II): do WM de Dori Kürschner ao efeito transformador de Zezé Moreira

Dori Kürschner. Fonte: https://alchetron.com . por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo Izidor ‘Dori’ Kürschner (1939-1940) trouxe para...