«Campeão
Mundial, Melhor da Copa, Artilheiro da Copa, maior assistente da Copa, maior
driblador da Copa, maior atuação individual da história das Copas, reconhecido
como justo Ballon D'Or de 1962. Mané Garrincha, do Botafogo.» – in X / @fotosdobotafogo
MUNDO BOTAFOGO
quinta-feira, 8 de janeiro de 2026
Mané Garrincha, 1962
Botafogo minimalista em gols – 2ª rodada da Copa São Paulo Júnior
por RUY MOURA |
Editor do Mundo Botafogo
O Botafogo apresentou-se muito diferente na
2ª rodada da Copinha, jogando com mais critério e intensidade desde os
primeiros minutos, criando a primeira oportunidade logo as 3’ quando Kauan
Toledo serviu Arthur Izaque, que tocou a bola para uma grande defesa de Elio
Vinícius.
Arthur Izaque continuou tentando o gol, mas incrivelmente
desperdiçou aos 9’ junto à trave, não se mostrando, durante a partida, à altura
de substituir Kadir. Porém, o Botafogo continuou ao ataque trocando bons
passes, ganhando as segundas bolas, efetuando muitos cruzamentos para a área, superiorizando-se
quase sempre no jogo aéreo – talvez até excessivo jogo aéreo – e explorando
sobretudo a ala esquerda através da Kauã Cruz e Kauan Toledo, mas as jogadas
paravam na eficiência do goleiro ou do zagueiro PH.
Após várias investidas e com o goleiro
adversário em grande noite, Caio Valle tabelou com Cauã Zapellini, que se livrou
muito bem da marcação e dessa vez não deu chances a Elio Vinícius, abrindo o
placar aos 21’. Botafogo 1x0.
Aos 26’ Kauã Cruz rematou fora da área e
novamente o goleiro adversário se fez presente. O Botafogo continuava criando
sem que o Estrela conseguisse aparecer com perigo. Pela meia hora de jogo a
nossa equipe baixou o ritmo, mas, ainda assim, aos 39’, Kauan Toledo serviu
Kadu que levou a bola à trave.
Aos 41’ Cauã Zapellini tentou ampliar o
placar, mas cabeceou para fora, tal como Justino aos 44’. Enfim, foi um
primeiro tempo totalmente botafoguense com desperdício de inúmeras
oportunidades que poderiam ter dado uma vantagem folgada, em vez do placar de
vantagem mínima.
No 2º tempo, com Gabriel Felipe no lugar de
Kadu, o Botafogo tornou a ir para cima do Estrela, pressionou e criou diversos
ataques. Aos 55’ Kauan Toledo rematou e Elio Vinícius continuou em grande forma,
defendendo espetacularmente.
Entretanto Kauã Zapellini saiu lesionado e o
Botafogo diminuiu a sua qualidade criativa de ataque, bem como também sentiu
menos frescura física, embora continuasse a dominar o adversário, esbarrando na
defesa cerrada do Estrela.
Após a parada técnica Rodrigo Bellão procurou
refrescar o meio campo e o ataque e novamente Izaque, aos 74’, desaproveitou
uma falha de PH jogando com cãibras e da marca do penalty isolou uma bola que
noutras circunstâncias levaria o selo de gol.
Mais ansioso do que na primeira parte da
partida, o Botafogo perdeu novas oportunidades, e nem as substituições mudaram
o panorama.
A equipe ganhou novamente pelo placar mínimo,
tem condições de seguir para a fase seguinte em primeiro lugar, mas tem que
treinar muito mais para refinar o ataque, sobretudo com bola no solo, e as
finalizações.
Há alguns destaques interessantes nos dois
jogos do Botafogo: por exemplo, Kauan Toledo, Cauã Zapellini, Kauã Cruz e,
eventualmente, alguns jogadores da linha defensiva, mas isso só sobressairá em
jogos contra equipes com melhores ataques do que o Águia de Marabá e o Estrela
de Março. A nota negativa pertence claramente a Arthur Izaque, que perdeu
seguramente três gols quase feitos.
Em suma, há condições de se seguir em frente
e de melhorar, bem como começar a preparar alguns jogadores para, num futuro
próximo, atuarem na equipe principal.
FICHA TÉCNICA
Botafogo 1x0 Estrela
de Março
» Gols: Cauã Zapellini, aos 21’
» Competição: Copa São Paulo de Futebol
Júnior
» Data: 07.01.2026
» Local: Estádio Joaquim de Moraes Filho, em
Taubaté (SP)
Árbitro: Ronald Horns Araújo; Assistentes:
Maria Eduarda Silva Pires e Viviane Pereira Lopes.
» Disciplina: cartão amarelo – Caio Valle
(Botafogo) e Gabriel Carvalho (Estrela de Março)
» Botafogo: Cléber Lucas; Kadu (Gabriel
Felipe), Danillo, Justino (Kauã Branco) e Kauã Cruz; Lucas Camilo (Gustavo
Pereira), Cauã Zapellini (Bernardo Valim) e Caio Valle; Felipe Januário, Arthur
Izaque (Matheus Fortunato) e Kauan Toledo (Matheusinho). Técnico: Rodrigo
Bellão.
» Estrela de Março: Elio Vinícius; Kaique
Levi (Anthony), Aleck (Gabriel Saldanha), PH e Alexsandro; Jhon Marlley
(Capela), Pedro Guilherme (Nego) e Gabriel Carvalho (Marcos Paulo); Dudu
(Thailon), Alisson e Raí. Técnico: Júnior Nogueira.
quarta-feira, 7 de janeiro de 2026
Mercado de contratações: Ythallo, um zagueiro por convencer
por RUY MOURA |
Editor do Mundo Botafogo
Ythallo Rykelm Rodrigues de Oliveira nasceu
no dia 22 de julho de 2004, em São Bernardo do Campo, estado de São Paulo, atua
como zagueiro, é destro, mede 1,93m de altura e pesa 78kg.
Ythallo iniciou-se nas bases do Mauanense e
posteriormente ingressou como atacante nas categorias de base do São Paulo, em 2016, antes de ser adaptado a zagueiro pelo clube paulista.
O atleta percorreu as diversas categorias de base, mas não chegou à equipe principal do São Paulo, embora tenha sido integrado nos profissionais por Rogério Ceni como reserva devido à falta de jogadores, não chegando a atuar na equipe principal.
Em março de 2024 foi emprestado ao Toronto FC II, clube canadense que disputava a MLS Next Pro, com opção de compra.
O portal do clube mencionou que Ythallo havia sido convocado para as seleções brasileiras sub-15 e sub-17, mas não foram encontradas informações disponíveis sobre o atleta ter chegado a atuar pelo país.
Ao longo
da temporada no Toronto jogou em 25 partidas, mas no término da MLS Next Pro o clube não
acionou a opção de compra e foi devolvido ao São Paulo.
O São Paulo não se interessou por Ythallo e libertou-o em fevereiro de 2025, tendo regressado ao Toronto FC II e assinado um contrato definitivo. Porém, a sua contratação foi Sol de pouca duração e em janeiro de 2026 assinou contrato com a SAF Botafogo, a custo zero.
Fontes: en.wikipedia.org; www.zerozero.pt
Voz de Azambuja: futebol é símbolo, narrativa, identidade e afeto
«O Botafogo de hoje
opera como se o futebol fosse apenas um ambiente empresarial tradicional, onde
todos os ativos são tratados de forma equivalente. Só que o futebol não é só ativo,
ele é também símbolo, narrativa, identidade e afeto.» – in Blog do Azambuja | Fogaonet.com
Mané Garrincha, 1962
Fonte: X / @fotosdobotafogo « Campeão Mundial, Melhor da Copa, Artilheiro da Copa, maior assistente da Copa, maior driblador da Copa, maio...
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