"Eu sou do tamanho do que vejo. E não do tamanho da minha altura." – Fernando Pessoa, poeta, jornalista, ensaista, sociólogo, o maior pensador português de todos os tempos.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Entre o céu e o inferno (VI): o fenômeno Seedorf e a interdição do Engenhão (2013)
Crédito: https://thebotafogostar.com por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo Em 2013 o ano foi, futebolisticamente falando, particular...
-
por LÚCIA SENNA Escritora e Cantora Cronista do Mundo Botafogo Hoje, cinco de maio, comemora-se o Dia da Língua Portuguesa entr...
-
por LÚCIA SENNA Escritora e cantora Cronista do Mundo Botafogo São três horas da tarde, o sol ferve lá fora e a fantasia de cig...
-
[Nota Preliminar: O 'blogger' apresenta os comentários sequencialmente, e após o 50º comentário é necessário clicar em "car...
4 comentários:
IRMÃO ESQUECEU DE DIZER - E BOTAFOGUENSE
SAUDAÇÕES ALVINEGRAS GLORIOSAS
MARCOS VENICIUS
Pois é, irmão Vinícius, mas como essa certeza de Paulo Mendes Campos já está nas colunas à direita do blogue achei que seria redundância.
Mas certamente que Fernando Pessoa só poderia ser botafoguense. Cathartiforme jamais, vascaíno nunca, fluminense seria impossível, porque o capital dos fluminenses é mais económico do que cultural. Logo...
Abraços Gloriosos!
Uma vez eu li em algum lugar que FP podia beber o que fosse que não ficava bêbado.
A primeira vez que tive conhecimento de FP foi atraves de um vinil da Maria Bethânia no qual ela recita um texto dele, o nome do disco é "Pássaro da manhã". (ela inicia o disco com o texto dele).
É verdade, Júlio. Pessoa era tão superior e tão distante deste mundo mundano e superficial que era capaz de estar a escrever dias inteiros bebendo. Aliás, morreu aos 40 anos com muita ajuda do álcool. Era tão genial que ninguém o podia compreender. Sem curso superior foi escolhido para diretor da biblioteca nacional, mas foi impedido pelos invejosos de sempre devido a não ter uma licenciatura - mas era o mais culto de todos mesmo sem ela. Vivia num quarto de sótão de uma leitaria onde bebia a maior parte do que bebeu e escrevia a maior parte do que escreveu. Ninguém nunca compreendeu tão bem os portugueses como Fernando Pessoa. Dá para perceber que só podia ser botafoguense, como escreveu o P.M. Campos, né?...
Abraços Gloriosos!
Enviar um comentário