“O embalo e o bom futebol dentro de suas
limitações técnicas apresentado o credenciou, até, veja você, a brigar por
Libertadores. […] Mas tem trabalho,
conscientização coletiva, plano tático e a decência de se enxergar em campo.
Nenhum Pimpão se acha Michel Bastos no Botafogo, enquanto muito Michel Bastos
se acha Neymar. Eis um diferencial. […] Caiam
os queixos porque não dava para esperar tamanha evolução em tão pouco tempo e
com tão limitados recursos técnicos. Parabéns aos envolvidos.” – Rica Perrone, sobre o Botafogo em www.ricaperrone.com.br
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