segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Voz de Rica Perrone

O embalo e o bom futebol dentro de suas limitações técnicas apresentado o credenciou, até, veja você, a brigar por Libertadores. […] Mas tem trabalho, conscientização coletiva, plano tático e a decência de se enxergar em campo. Nenhum Pimpão se acha Michel Bastos no Botafogo, enquanto muito Michel Bastos se acha Neymar. Eis um diferencial. […] Caiam os queixos porque não dava para esperar tamanha evolução em tão pouco tempo e com tão limitados recursos técnicos. Parabéns aos envolvidos.” – Rica Perrone, sobre o Botafogo em www.ricaperrone.com.br

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