"O Cristiano fazia o Real Madrid
mais forte. Quando começou a época eu disse que iam sentir a sua falta e
levaram a mal, mas é a realidade. Qualquer equipa sentiria a falta de um
jogador que marca 50 golos por época. Para eles o Cristiano era a chave e
obviamente iam sentir a sua ausência. Como sente a própria Liga, que quer ter
os melhores. […] Não nos conhecemos
muito bem, apenas nos cruzámos nos jogos e em entregas de prémios, mas há uma
boa onda. Esta rivalidade fez bem aos dois. Queríamos superar-nos continuamente
e isso acabou por tornar a competição mais forte." – Lionel Messi, esclarecido protagonista
da dupla Messi-CR7, a qual revolucionou a competitividade futebolística e toma
conta do futebol desde 2008. Há anos que menciono que o sucesso de um sem o
sucesso do outro não teria a mesma dimensão; quando se contar a história de um,
tem que se contar a história do outro – porque um sem o outro não obteria os
níveis de motivação, competitividade e eficiência conseguidos. A maior dupla
rival de todos os tempos do futebol!
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2 comentários:
Verdade, vi em uma entrevista, não sei se da Hortência ou da Paula, que falava sobre isso, elas só chegaram no nível que chegaram porque existia essa concorrência entre elas.
Abraços Gloriosos
É isso, Jatahy! Na vida, a falta de concorrência diversificada gera muitas vezes a desleixo e o técio. É como um governo sem oposição forte: habitua-se ao poder, amolece e torna-se fraco. E às vezes cai de podre...
Abraços Gloriosos.
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