segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Botafogo 0x2 Vasco da Gama - partida válida para o Carioca de pólo aquático

Crédito: Vitor Silva | Botafogo.

por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo

Assisti a um jogo de futebol aquático numa espécie de piscina que não drenava água alguma, mesmo quando a intempérie abrandou, adulterando completamente a prática desportiva, além de o Botafogo se apresentar praticamente com a sua equipe sub-20.

Aos 15’ o Vasco possuía um pouco mais de posse de bola, mas nada se passou digno de nota, além de uma briga dos dois contendores contra os charcos que inundavam o gramado.

Aos 30’ a situação era semelhante, sem táticas visíveis e praticamente sem perigo para as balizas defendidas pelos goleiros, a não ser um remate do Vasco para fora após falha da zaga alvinegra.

Aos 40’ o esforço para assistir a um jogo completamente descaracterizado era enorme, tal era a feiura do desafio aquático gerido por mais um árbitro de baixíssima qualidade.

Finalmente aos 42’ aconteceu uma oportunidade para o Botafogo após vacilo da zaga vascaína, mas Kadir rematou à figura de Léo Jardim.

Aos 44’ deu-se a expulsão de Marquinhos por uma entrada fora de tempo às pernas do adversário, recebendo o segundo cartão amarelo.

Aproveitando bem o súbito percalço do Botafogo devido à expulsão, aos 45+1’ o Vasco cobrou uma falta, Leo Linck espalmou e no rebote Bastos manteve o placar a zero, mas na jogada seguinte, na cobrança de escanteio, foi a vez de Alexander Barboza salvar praticamente em cima da linha ante a indefinição de Leo Linck.

Ao abrir a segunda parte, em que o Botafogo entrou com mais três jogadores do sub-20, o Vasco aproveitou-se de uma confusão na área do Botafogo e Brenner inaugurou o marcador aos 48’.

Aos 51’ Barrera cobrou uma falta que quase dava gol, mas o goleiro defendeu. E aos 61’ o festival aquático praticamente se encerrou quando Philipe Coutinho cobrou um pênalti duvidoso para o meio da baliza e ampliou o placar aos 62’.

Três minutos depois Allan foi expulso no banco e não joga a próxima partida.

E daí em diante, além de umas tímidas incursões, nada mais se passou neste pobre espetáculo futebolístico (?) em que estrelou a FERJ com o seu regulamento absurdo, péssima arbitragem e sem nadador salva-vidas para acudir aos desesperos dos atletas contra a maré vinda do céu.

Crédito: Vitor Silva | Botafogo.

FICHA TÉCNICA

Botafogo 0x2 Vasco da Gama

» Gols: Brenner, aos 48’, e Philipe Coutinho, aos 62’ (pen.)

» Competição Campeonato Carioca / Taça Guanabara

» Local: Estádio São Januário, no Rio de Janeiro (RJ)

» Data: 08.02.2026

» Público: 15.049 pagantes; 15.547 espectadores

» Renda: R$ 552.558,00

Árbitro: Yuri Elino Ferreira da Cruz (RJ); Assistentes: Luiz Cláudio Regazone (RJ) e Thayse Marques Fonseca (RJ); Var: Philip Georg Bennett (RJ)

» Disciplina: cartão amarelo – Marquinhos (Botafogo) e Robert Renan (Vasco da Gama); cartão vermelho – Marquinhos e Allan, no banco (Botafogo)

» Botafogo: Léo Linck; Justino, Bastos e Alexander Barboza (Bernardo Valim); Kadu, Marquinhos, Jordan Barrera (Arthur Novaes) e Gabriel Abdias; Matheus Martins (Arthur Izaque), Kadir (Caio Valle) e Nathan Fernandes (Kauan Toledo).Técnico: Martín Anselmi.

» Vasco da Gama: Léo Jardim; Pumita Rodríguez, Saldívia, Robert Renan e Lucas Piton; Cauan Barros, Thiago Mendes (Tchê Tchê) e Philipe Coutinho (Rojas); Nuno Moreira (GB), Brenner (Hinestroza) e Andrés Gómez (Paulo Henrique). Técnico: Fernando Diniz.

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