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sábado, 8 de agosto de 2015

Um dia de 2014...

Dia 07.12.2015. Finalização do campeonato brasileiro de futebol com a grande vitória da vingança do presidente-vampiro Nódoa Assumpção, que demitiu 4 dos nossos 5 melhores futebolistas (e não demitiu Jefferson por a sua covardia recear a reação da torcida), assegurando assim a 2ª descida de divisão na história do Clube com o apoio objetivo de um Conselho Deliberativo que nunca travou as suas trepolias que quase acabaram com o Botafogo de Futebol e Regatas.

Após as sucessivas derrotas nas últimas jornadas por 1x2 Cruzeiro, 0x2 Atlético Paranaense, 0x1 Fluminense, 0x1 Figueirense, 0x2 Chapecoense e 0x2 Santos, o Botafogo encerrou a sua triste campanha empatando com o Atlético Mineiro em 0x0 e completando seis jogos sem assinalar um único gol.

No Estádio Mané Garrincha, em Brasília, sob a arbitragem de Manoel Nunes Lopes (BA), assistido por Lincoln Taques (MT) e Risley Martins (BA), o Botafogo foi (des)comandado por Vágner Mancini e (des)alinhou com Helton Leite, Régis, Dankler, André Bahia e Fabiano (Andreazzi); Airton, Marcelo Mattos e Gabriel; Murilo (Gegê), Yuri Mamute e Bruno Correa (Maikon André).

Foi o dia que eu mais odiei um homem – um verdadeiro cafajeste chamado Assumpção e que continua à solta sem que a diretoria do Botafogo tenha tomado a medida que deveria ter sido a 1ª após a sua tomada de posse: tudo fazer para levar o cafajeste à barra do tribunal, arrestar os seus bens, fazê-lo condenar e indenizar o Botafogo pelos prejuízos incalculáveis ao prestígio de um dos maiores clubes do mundo no século XX.

Medalha de Ouro ‘Sacana-mor’ disparado à frente do Medalha de Prata ‘Sacana-mor’ Charles Borer [que vendeu a nossa Sede] e do Medalha de Bronze ‘Sacana-mor’ Rivadávia Corrrêa Meyer Jr. [que preparou a venda da nossa Sede]

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Um dia de 2013...

Domingo, 5 de abril de 2013. Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda (RJ), colocando frente a frente, pela decisão da Taça Rio, os protagonistas do Clássico Vovô – Botafogo e Fluminense.

O Glorioso venceu por 1x0 com um gol de Rafael Marques aos 40’, e como já conquistara a Taça Guanabara também se tornou campeão estadual.

Perante o escasso público de 15.516 (12.485 pagantes) em virtude do estádio escolhido para a decisão, o Botafogo, comandada por Osvaldo Oliveira, alinhou com Jefferson, Lucas, Bolívar, Dória e Júlio César (Lima, aos 50'); Marcelo Mattos, Gabriel, Lodeiro, Seedorf (Lucas Zen, 89') e Fellype Gabriel; Rafael Marques (Vitinho, aos 75').

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Um dia de 2012...

Domingo, 29 de abril de 2012. Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro, colocando frente a frente, pela decisão da Taça Rio, Botafogo e Vasco da Gama.

O Glorioso venceu por 3x1 e chegou confortavelmente a 3x0 aos 52’ de jogo com um gol de Maicosuel. Antes, Loco Abreu decertou 2x0 aos 3’ e aos 45’. Somente aos 80’, através de Carlos Alberto, é que o Vasco da Gama conseguiu marcar o seu ponto de honra.

Perante 35.321 pagantes o Botafogo foi comandado por Osvaldo Oliveira e alinhou com Jefferson; Lucas, Antônio Carlos, Fábio Ferreira e Márcio Azevedo; Marcelo Mattos, Fellype Gabriel (Gabriel), Maicosuel (Herrera) e Andrezinho (Jadson); Elkeson e Loco Abreu.

Pesquisa de Rui Moura (editor do Mundo Botafogo).

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Um dia de 2011...

Domingo, 7 de agosto de 2011. Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro, colocando frente a frente, pelo campeonato brasileiro, os protagonistas do Clássico da Amizade – Botafogo e Vasco da Gama.

O Glorioso goleou por 4x0 e os gols foram da autoria de Loco Abreu, aos 27’ e aos 39’, Antônio Carlos, aos 9’, e Herrera, aos 90’+1.

O Botafogo, comandada por Caio Júnior, alinhou com Jefferson; Antônio Carlos, Fábio Ferreira, Lucas e Bruno Cortês (Márcio Azevedo); Felipe Menezes (Lucas Zen), Renato e Marcelo Mattos; Elkeson (Cidinho), Herrera e Loco Abreu.

terça-feira, 28 de julho de 2015

Um gloriosíssimo dia de 2010...

18 de abril de 2010. Jogo da decisão da Taça Rio e simultaneamente, caso o Botafogo ganhasse, seria o jogo da decisão do campeonato carioca, já que o Glorioso ganhara a Taça Guanabara anteriormente.

Frente a frente no Estádio do Maracanã estavam pelo 4º ano consecutivo o sempre-em-pé Botafogo e o time da carniça flamenguista. O Flamengo fora tricampeão estadual em 2007-2008-2009 sempre em cima do Botafogo com a ajuda escandalosa de vermes do apito, sem ética nem moral, e preparava-se para ganhar o seu 1º tetracampeonato de futebol. Porém, a federação esqueceu-se de nomear Marcelo de Lima Henrique ou Djalma Beltrami ou Péricles Bassols para a arbitragem e não deu outra coisa que não fosse Botafogo campeão de 2010, 21 anos depois de 21 – isto é, 1968-1989-2010 (intervalos de 21 anos).

O Globoesporte e a Lancenet radiografaram o Botafogo como a 4ª força do Rio, sempre em condições inferiores a Vasco da Gama, Fluminense e Flamengo, mas, afinal, ganhamos tudo de todos: o Botafogo bateu o favorito Flamengo na semifinal da Taça Guanabara, bateu o favorito Vasco da Gama na final da Taça Guanabara; bateu o favorito Fluminense na semifinal da Taça Rio; bateu o favorito Flamengo na final da Taça Rio.

O Botafogo provou que Mancini, Cuca e Andrade não eram os ‘tais’; provou que Dodô não fazia nenhuma falta ao Botafogo nem ‘explodiu’ como era sugerido no início do campeonato; provou que Fred não chegou para concretizar a profecia de Cuca sobre vir a ser campeão carioca; provou que o ‘Império dos Gringos’ Loco Abreu e Herrera era muito superior ao ‘Império do Amor’ Adriano e Vagner Love.

Herrera abriu o marcador para o Botafogo cobrando uma grande penalidade aos 22 minutos de jogo, mas já ao cair da 1ª parte, Vagner Love empatou para o Flamengo aos 44 minutos.

Num jogo muito tenso, o Flamengo cometeu novamente grande penalidade (na esperança de não ser marcada contra eles, como de costume) e o árbitro assinala a marca dos 11 metros. O uruguaio Loco Abreu é chamado para a cobrança e encara o ‘arrepiante’ goleiro Bruno, atualmente preso sob a acusação de mandante do assassínio de uma das suas amantes. Aos 71’ Loco Abreu desloca o goleiro para o lado direito com uma cavadinha que bate na parte interior do travessão e se aninha no fundo da baliza, deixando Bruno de bunda escarranchada no chão. Botafogo 2x1.

Nessa tarde, Loco Abreu sucedeu a Túlio ‘Maravilha’ como ídolo botafoguense.

Porém, o jogo ainda tinha algo mais para consagrar: o magnífico guardião botafoguense Jefferson. Já no enfiamento final da partida o árbitro assinalou grande penalidade a favor do flamengo e Adriano encaminha-se para a cobrança. Adriano nunca desperdiçara a cobrança de uma grande penalidade e a ‘nassão’ esperava obviamente o empate. Porém, Jefferson lançou-se apenas no último nanossegundo, adivinhou onde Adriano bateu a bola e… defendeu!!!

O flamengo já não tinha ânimo para mais nada depois de o seu ídolo Bruno, o ‘matador’, tomar uma cavadinha, e o seu ídolo Adriano ficar de cara à banda com a grande penalidade defendida pelo melhor goleiro do Brasil.

E o ‘azarão’ virou CAMPEÃO!

» 2010 sem zeros = 21.
» [17 (Herrera) + 13 (Loco)] - 9 (Love) = 21.
» O placar na ordem do mando de campo: 1x2 – invertido, 21.
» O nº 4 (Fábio Ferreira sofre penalty) + 17 (convertido por Herrera) = 21.
» Como se não bastasse... Sebastian Abreu + Herrera = 21 letras.
» Santas coincidências, São Carlito Rocha das Gemadas Milagrosas!

O proclamado ‘azarão’ foi CAMPEÃO DE TUDO em 2010 e os cathartiformes comemoraram o PENTA-TRI VICECAMPEONATO nos seus ensaios para o sempre abortado tetra campeonato!

Perante 60.748 pessoas (50.303 pagantes) o Botafogo, comandado por Joel Santana, alinhou com Jefferson, Fábio Ferreira, Antônio Carlos e Fahel; Alessandro, Leandro Guerreiro, Túlio Souza (Caio), Renato (Edno) e Somália; Herrera e Loco Abreu.

O Botafogo conquistou, ainda, o Troféu Tupi 75 Anos.

Os campeões: Leandro Fahel Matos, 17 jogos; Leandro Luchese Guerreiro, 17; Caio Canedo Corrêa, 17; Marcelo Cordeiro de Souza, 17; Jefferson de Oliveira Galvão, 16; Germán Gustavo Herrera, 16; Lúcio Flávio dos Santos, 16; Washington Sebastián Abreu Gallo (Loco Abreu), 15; Fábio Ferreira da Silva, 14; Alessandro da Conceição Pinto, 13; Eduardo da Silva Nascimento Neto, 13; Antônio Carlos dos Santos Aguiar, 13; Paulo Rogério Reis Silva (Somália), 12; Wellington Oliveira dos Reis, 11; Renato Adriano Jacó de Morais (Renato Cajá), 9; Édno Roberto Cunha, 8; Sandro Laurindo Silva, 6; Rodrigo Andrade da Silva (Diguinho), 5; Danny Bittencourt Morais, 4; Jancarlos de Oliveira Barros, 4; Renan dos Santos, 4; Luiz Carlos Caetano de Azevedo Júnior, 3; Túlio Gustavo Cunha Souza, 3; Jorge Luiz da Costa, 2; Édson Henrique da Silva, 2; Gabriel Henrique Silva, 2; Wellington Cândido da Silva Júnior, 1; Rodrigo Corrêa Dantas, 1; Felipe Lima Lopes, 1; Alexssander Medeiros de Azeredo (Alex), 1. Técnicos: Estevam Eduardo Lemos Soares (3 jogos), Jair Zaksauskas Ribeiro Ventura (interino, 1 jogo) e Joel Natalino Santana (15 jogos).

Artilheiros: Loco Abreu, 11 gols; Herrera, 9; Caio, 7; Marcelo Cordeiro, 5; Antônio Carlos, 2; Fábio Ferreira, 2; Fahel, 2; Renato Cajá, 1; Lúcio Flávio, 1; Wellington Júnior, 1; Gabriel, 1; Diguinho, 1; Alessandro, 1.

Pesquisa de Pedro Varanda (colaborador do Mundo Botafogo) e Rui Moura (editor do Mundo Botafogo).

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Um dia de 2009...

1 de março de 2009. Jogo da decisão da Taça Guanabara colocando frente a frente o Botafogo e o Resende no Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro.

Perante 75.350 pessoas (72.301 pagantes) o Botafogo venceu o Resende por 3x0 com gols de Reinaldo, aos 34’, Lucas Silva, aos 52’, e Maicosuel, aos 86’.

O Botafogo, comandado por Ney Franco, alinhou com Renan, Emerson (Léo Silva), Juninho e Wellington; Alessandro, Leandro Guerreiro, Fahel, Maicosuel e Thiaguinho (Wellington Júnior); Lucas Silva (Jean Carioca) e Reinaldo.

Os campeões: Renan dos Santos, 9 jogos; Leandro Luchese Guerreiro, 9; Alessandro da Conceição Pinto, 9; Maicosuel Reginaldo de Matos, 8; Lucas Antônio Silva de Oliveira, 8; Thiago Rocha da Cunha (Thiaguinho), 8; Emerson Pereira Nunes, 7; Anselmo Vendrechovski Júnior (Juninho), 7; Hugo Leonardo Silva Serejo (Léo Silva), 7; Leandro Fahel Matos, 7; Reinaldo da Cruz Oliveira, 7; Túlio Gustavo Cunha Souza, 6;Eduardo da Silva Nascimento Neto, 5; Victor Simões de Oliveira, 5; José Batista Leite da Silva, 5; Wellington Oliveira dos Reis, 5; Diego José Clementino, 4; Jean Agostinho da Silva (Jean Carioca), 3; Laio Azeredo dos Santos, 2; Alex Pereira Lopes, 2; Wellington Cândido da Silva Júnior, 2; Jougle Manoel Rodrigues da Silva, 1. Técnico: Ney Franco da Silveira Júnior.

Artilheiros: Maicosuel, 6 gols; Victor Simões, 5; Reinaldo, 3; Fahel, 3; Alessandro, 1;Batista, 1; Lucas Silva, 1.

PS: O tri-assalto 2007-2008-2009 ao Botafogo foi consumado pela peste cathartiforme. Na 1ª decisão da final do campeonato Maicosuel driblou Juan, que o ameaçou de dedo em riste em cima dele sobre o relvado e o árbitro Péricles Bassols nada fez, nem mesmo um cartão amarelo, alegando mais tarde que não se apercebeu de nada!!! E depois acabaram por lesionar Maicosuel, o motor do ataque Botafoguense, que assim falhou o segundo jogo, decidido novamente nos pênaltis. Consta que Djalma Beltrami, Marcelo de Lima Henrique e Péricles Bassols serão homenageados pelo flamengo no final das suas carreiras com um Troféu de Triúnviros. E talvez até conquistem um lugar de comentarista na SporTV. O nojo da Gávea funcionando sempre e uma vez mais.

Pesquisa de Pedro Varanda (colaborador do Mundo Botafogo) e Rui Moura (editor do Mundo Botafogo).

terça-feira, 21 de julho de 2015

Um dia de 2008...

20 de abril de 2008. Jogo da decisão da Taça Rio colocando frente a frente o Botafogo e o Fluminense no Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro.

Perante 68.840 pessoas (64.785 pagantes) o Botafogo venceu o Fluminense por 1x0 com um gol no final da partida assinalado de cabeça pelo zagueiro Renato Silva aos 84’. Vitória na garra, já que Alessandro foi expulso aos 75’ e Jorge Henrique aos 90’, não se conseguindo, assim mesmo, dar o título ao Fluminense.

O Botafogo, comandado por Cuca, alinhou com Castillo, Alessandro, Renato Silva, André Luís e Triguinho (Túlio Souza); Túlio (Leandro Guerreiro), Diguinho, Lúcio Flávio e Zé Carlos (Fábio); Jorge Henrique e Wellington Paulista.

Os campeões: Wellington Pereira do Nascimento (Paulista), 10 jogos;Jorge Henriquede Souza, 9; Luciano da Silva (Triguinho), 9; Juan Guillermo Castillo Iriart, 9;Alessandro da Conceição Pinto, 8; Renato Assis da Silva, 8; Túlio Lustosa Seixas Pinheiro, 8; André Luís Garcia, 8; Rodrigo Oliveira de Bittencourt (Diguinho), 7; Lúcio Flávio dos Santos, 7; Adriano Nascimento Felício, 7; José Fábio Santos de Oliveira, 7; Júlio Gustavo Cunha Souza, 6; Eduardo da Silva Nascimento Neto, 6; Wellington Cândido da Silva Júnior, 6; Róbson Vicente Gonçalves (Abedi), 6; José Carlos Garcia Leal (Zé Carlos), 5; Alexis Javier Ferrero, 3; Tázio da Silva Henrique (Índio), 3; Édson José da Silva, 2; Leandro Luchese Guerreiro, 2; Marcelo Santos Oliveira (Marcelinho), 2; Renan dos Santos, 1; Luís Miguel Escalada, 1. Técnico: Alexi Stival (Cuca).

Artilheiros: Wellington Paulista, 9 gols; Lúcio Flávio, 4; Alessandro, 3; Zé Carlos, 2; Jorge Henrique, 2; Wellington Júnior, 1; Túlio, 1; André Luís, 1; Édson, 1; Fábio, 1; Triguinho, 1; Renato Silva, 1.

PS: O jogo deste ano também deveria ter sido a final de 2008 do campeonato estadual porque o árbitro flamenguista Marcelo de Lima Henrique inventou um pênalti jamais assinalado em todo o Brasil alegando um puxão na camisa de atleta do flamengo dentro da área Botafoguense e conseguiu destruir psicologicamente o Botafogo com mais um assalto em dois anos sucessivos em finais estaduais. O nojo da Gávea funcionando sempre e uma vez mais.

Pesquisa de Pedro Varanda (colaborador do Mundo Botafogo) e Rui Moura (editor do Mundo Botafogo).

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Um dia de 2007…

22 de abril de 2007. Segundo jogo da decisão da Taça Rio colocando frente a frente o Botafogo e a Cabofriense no Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro.

Perante 47.824 pagantes o Botafogo venceu confortavelmente por 3x1, após chegar aos 3x0 em 19 minutos de jogo e ter gerido o restante desafio.

Vencedor do 1º jogo, o Botafogo confirmou o favoritismo e bateu o Madureira por 3x1 perante 44.550 pagantes. Nove anos depois o Botafogo sagrava-se novamente canpeão estadual.

Túlio, aos 11’, Dodô, aos 13’, e Zé Roberto, aos 19’, marcaram para o Botafogo, descontando William, aos 25’ para a Cabofriense.

O Botafogo, comandado por Cuca, alinhou com Júlio César, Joílson, Alex, Juninho e Luciano Almeida; Túlio, Leandro Guerreiro, Lúcio Flávio (Diguinho) e Zé Roberto (Juca); Jorge Henrique (André Lima) e Dodô.

Os campeões: Júlio César Jacob, 9 jogos; Anselmo Vendrechovski Júnior (Juninho), 9;Lúcio Flávio dos Santos, 9; Joílson Rodrigues Macedo, 8; Alex Bruno Costa Fernandes, 8; Rodrigo Oliveira de Bittencourt (Diguinho), 8; José Roberto de Oliveira (Zé Roberto), 8; Jorge Henrique de Souza, 8; Ricardo Lucas (Dodô), 8; Leandro Luches e Guerreiro, 8; Luciano Silva Almeida, 7; André Luiz Barreto Silva Lima, 7; Túlio Lustosa Seixas Pinheiro, 5; Ricardo Souza Silva (Ricardinho), 4; Juliano Roberto Antonello (Juca), 4; Luís Mário Miranda da Silva, 3; Flávio Pinto de Souza, 3; Christiano Luiz Rodrigues (Asprilla), 2; Iran Andrielle de Oliveira, 2; Rafael Vágner Dias Silva, 2; Vítor Castro da Costa, 1; Jougle Manoel Rodrigues da Silva, 1; Magno Santos de Almeida, 1. Técnico: Alexi Stival (Cuca).

Artilheiros: Dodô, 7 gols; Lúcio Flávio, 7; Zé Roberto, 4; Túlio, 4; André Lima, 3;Diguinho, 1; Flávio, 1; Luciano Almeida, 1.

PS: O jogo deste ano deveria ter sido a final de 2007 do campeonato estadual porque Dodô fez 3x2 no último minuto, o que garantiria a conquista do campeonato. Porém, a arbitragem de Djalma Beltrami e do seu assistente Hilton Moutinho anulou o gol legalíssimo e objetivamente entregaram o título ao flamengo. Tal e qual como em 2014 contra o prejudicado Vasco da Gama e ao longo de cem anos de história de verdadeiros assaltos aos adversários do flamengo para dar à Gávea os títulos que jamais conquistaria honestamente. O nojo da Gávea funcionando sempre e uma vez mais.

Pesquisa de Pedro Varanda (colaborador do Mundo Botafogo) e Rui Moura (editor do Mundo Botafogo).

terça-feira, 14 de julho de 2015

Um dia de 2006…

9 de abril de 2006. Segundo jogo da decisão do campeonato estadual de futebol colocando frente a frente o Botafogo e o Madureira no Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro.

Vencedor do 1º jogo, o Botafogo confirmou o favoritismo e bateu o Madureira por 3x1 perante 44.550 pagantes. Nove anos depois o Botafogo sagrava-se novamente canpeão estadual.

Dodô, aos 18’ e 48’, e Reinaldo, aos 80’, marcaram para o Botafogo, enquanto o pknto de honra do Madureira foi da autoria de Fábio Júnior, aos 56’.

O Botafogo, comandado pelo campeão Carlos Roberto da década de 1960, alinhou com Lopes, Ruy, Rafael Marques, Scheidt e Bill (Júnior César); Thiago Xavier (Ataliba), Diguinho, Joílson (Gláuber) e Zé Roberto; Reinaldo e Dodô. Técnico: Carlos Roberto.

Além do troféu de campeão estadual, o Botafogo conquistou o Troféu 100 Anos de Campeonatos do Rio de Janeiro.

Os campeões: Rafael Felipe Scheidt, 13 jogos; Fabiano Godoy Barrozo (Bill), 13; Thiago Xavier Rodrigues Corrêa, 13;José Roberto de Oliveira (Zé Roberto), 13; Reinaldo de Souza, 13; Rodrigo Oliveira de Bittencourt (Diguinho), 12; Lúcio Flávio dos Santos, 12; Gláuber Rodrigues da Silva, 12; Ricardo Lucas (Dodô), 11; Dorismar Felipe de Souza (Neném), 11; Rafael Marques Pinto, 10; Marcelo Henrique de Aguiar Quarterole (Marcelinho), 10; Joílson Rodrigues Macedo, 9; Maxlei dos Santos Luzia (Max), 8; Astolpho Junio Lopes, 7; Ruy Bueno Neto, 7; Christiano Luiz Rodrigues (Asprilla), 7; Felipe Barreto Adão, 6; Leandro Hercílio Carvalho da Silveira, 5; Carlos Eduardo Soares (Ataliba), 3; Renivaldo Pereira de Jesus (Pena), 3; Júnior César Eduardo Machado, 3; Lirodiou Gonçalves (Lira), 2; Christian Corrêa Dionísio, 1; Felipe Patavino Saad, 1; Anselmo Vendrechovski Júnior (Juninho), 1; Ralfe Rodrigues da Conceição, 1. Técnico: Carlos Roberto de Carvalho.

Artilheiros: Dodô, 9 gols; Zé Roberto, 4; Lúcio Flávio, 4; Reinaldo, 4; Felipe Adão, 3; Joílson, 2; Neném, 1; Marcelinho, 1; Ruy, 1; Scheidt, 1; Rafael Marques, 1; Felipe Saad, 1.

Pesquisa de Pedro Varanda (colaborador do Mundo Botafogo) e Rui Moura (editor do Mundo Botafogo).

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Um dia de 2005...

Domingo, 1 de maio de 2005. No ano em que tudo foi preparado para o Corinthians ganhar – e ganhou após a repetição de diversos jogos – nós ganhamos aos cathartiformes paulistas pela fase úniuca do Campeonato Brasileiro, no estádio Luso-Brasileiro, no Rio de Janeiro, por 3x1.

O Corinthians termina a primeira parte vencendo (gol de Gil), mas a 2ª parte só dá Botafogo. Pênalti por pé em riste contra Túlio e Alex Alves empata; Marcelinho, sobre a área, cruza da direita e Ramon enche o pé dentro da área; Marcelinho é derrubado e Alex converte a segunda penalidade máxima.

Os gols: Gil, aos 32’ (Corinthians); Alex Alves, aos 51’ (pen.) e 88’ e Ramon, aos 74’ (Botafogo). A nossa equipe alinhou com Jefferson; Rafael Marques, Scheidt, Oziel e César Prates; Ramon (Gláuber), Túlio, Caio (Marcelinho), Juca (Almir) e Jonílson; Alex Alves. Técnico: PC Gusmão.

domingo, 5 de julho de 2015

Um dia de 2004

Quarta-feira, 7 de julho de 2004. O regressado Botafogo impõe uma goleada fenomenal ao Internacional em pleno Caio Martins por… 5x1!

Na fase única do Campeonato Brasileiro de 2004 os botafoguenses arrasaram com gols de Almir, aos 20' e Raúl Estévez, aos 48', tendo o Internacional diminuído por Rafael Sobis aos 67’, para imediatamente Luizão, aos 69' e depois Camacho, aos 79' e Túlio, aos 90’+2 definirem a goleada.

O Botafogo, comandado pelo ídolo Mauro Galvão, alinhou com Jefferson; Rafael Marques, Gustavo,  Renatinho Carioca e Ruy (Camacho); Túlio, Valdo e Fernando; Almir (Têti), Raúl Estévez e Luizão.

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Um dia de 2003…

Sábado, 22 de Novembro de 2003. Um ano e cinco dias depois a ressurreição. O Botafogo bate o Marília por 3x1 no ‘velho’ Caio Martins, aquele que foi um bravo escoteiro morto em defesa do próximo, e regressa à série A do futebol brasileiro.

Niterói recebeu um público muitíssimo acima da capacidade instalada do estádio e o acesso foi confirmado sob o delírio de milhares de botafoguenses.

O Botafogo procurou a vitória desde o primeiro minuto e o capitão Sandro acabou por inaugurar o marcador, ampliado aos 55’ minutos por Camacho de pênalti e consolidando com um 3x0 aos 75’ novamente por Camacho e novamente através de pênalti. Camanducaia descontaria nos últimos minutos para 3x1 e a vitória do Palmeiras sobre o Sport acabou por garantir o regresso à divisão maior do futebol canarinho.

O Botafogo, comandado por Levir Culpi, alinhou com Max; Rodrigo Fernandes, Sandro, Edgar e Daniel; Fernando, Túlio, Camacho (Renatinho) e Valdo; Almir (Dill) e Leandrão (Edvaldo).

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Um dia de 2002...

17 de novembro de 2002. O pior dia do meu aniversário em todos os tempos, que só não o vivi por dentro porque o meu drama familiar à época, que acabou por terminar na morte de pessoa muito amada um mês depois, ofuscou aquele dia indesejado na vida do Botafogo. O Flamengo tomou goleada nossa no dia do seu aniversário e a praga de urubu ressabiado caiu-me em cima no meu próprio aniversário. Em todo o caso, AINDA BEM que os urubus carnicentos mudaram a data do seu aniversário de 17 para 15… Já viram a minha sorte se comemorassem a 17?... VADE RETRO SATANÁS!

Naquele dia, quando todos os resultados ajudavam o Botafogo para se manter na 1ª divisão, eis que Dill, atacante do São Paulo marcou nas nossas redes aos 65’ de jogo o gol do nosso destino. Incapaz de reagir ao gol são-paulino, o nosso Clube comprovou mais uma vez – umas para o bem, outras para o mal –, que “há coisas que só acontecem ao Botafogo”, porque… foi o primeiro gol de Dill feito em dois anos ao serviço dos paulistas!

O Botafogo, conduzido por Carlos Alberto Torres nos três últimos jogos, alinhou com Carlos Germano; Márcio Gomes (Rodrigão), Gilmar, Sandro e Rodrigo Fernandes; Carlos Alberto, Almir, Lúcio e Esquerdinha (Camacho); Daniel (Geraldo) e Ademílson.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Um dia de 2001...

Quarta-feira, 28 de outubro de 2001. Botafogo x Cruzeiro em Taguatinga (DF) pelo campeonato brasileiro de futebol.

O Botafogo resolveu o desafio em 37 minutos. Artur aos 5’, Andrei aos 21’ e Leonardo Inácio aos 37’ asseguraram uma segunda parte de jogo muito tranquila.

A equipe do Botafogo, comandada por Abel Braga, alinhou com Wagner (Kléber); Dênis, Andrei (Júnior), Léo Moura e Leonardo Inácio; Ciurlizza, Fabiano, Leandro Ávila e Ronaldo; Artur (Taílson) e Dodô.

terça-feira, 23 de junho de 2015

Um dia de 2000…

Sábado, 7 de outubro de 2000. Botafogo x Flamengo. Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. Maracanã tomado por uma massa rubro-negra indigente que tinha a certeza do favoritismo. A equipe contava com jogadores como Alex, Denilson, Edílson, Petkovic, Athirson e Júlio César.

Porém, o Botafogo dispunha do atacante Donizete, e foi mesmo o Pantera quem abriu o caminho para a vitória no clássico. Júlio César deu uma bobeada e, ao tentar aliviar o perigo, acabou oferecendo a bola aos pés de Donizete, que, mesmo sem ângulo e longe da meta, arriscou o chute e acabou marcando um golaço a favor do Botafogo.

O Botafogo chegou ao segundo gol após cobrança de falta com lançamento para a área, tendo o zagueiro Dênis corrido em direção ao gol e de caneleira consolidou o placar do 1º tempo: Botafogo 2x0.

A nossa equipe regressou do intervalo mantendo um ritmo forte e coube a Sandro Barbosa, outro zagueiro, cobrar uma falta aos 63’ e fazer o terceiro gol. Os flamenguistas marcaram o ponto de honra aos 75’ através de um pênalti, fixando-se o resultado em 3x1 para o Glorioso.

O Botafogo, comandado por Antônio Clemente, alinhou com Wagner; Vítor, Sandro Barbosa, Dênis e Misso; Reidner, Marcelinho Paulista, Alexandre Gaúcho e Rodrigo; Zé Carlos e Donizete.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Um dia de 1999...

Domingo, 10 de outubro de 1999. Botafogo x Flamengo. Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ) pela primeira fase do Campeonato Brasileiro 1999. Valdir e Sandro marcaram pelo Botafogo e Caio pelo Flamengo.

A seleção deste jogo obedece ao critério de revelação de mais uma sujeira do clube mais sujo do mundo: o flamengo. O bandeirinha Luís Antônio Leitão marca impedimento inexistente, o árbitro Jorge Travassos deixa prosseguir, peremptório marca penalty contra o Flamengo, é pressionado e volta atrás após falar com o bandeirinha. Questionado pelos jogadores, diz: “Quero que o BFR se dane.” – testemunho de jogador.

Depois disso o flamengo acabou por entrar com mais moral na segunda parte e fez 1x0 aos 51’. Mas Botafogo é… BOTAFOGO! E Sandro, o zagueiro artilheiro, cercado por vários flamenguistas dentro da área, consegue tocar em desequilíbrio para o fundo das redes e empata a partida aos 68’. Finalmente, ao fechar do pano, Rodrigo chuta dentro da área, o goleiro larga e Valdir, no rebote, faz o gol da vitória botafoguense aos 87’. Para desolação da arbitragem canalha.

O Botafogo, comandado por Antônio Clemente, alinhou com Wagner; Sandro Barbosa, Clóvis, Jorge Luiz e Luís Paulo; Marcelinho Paulista, Rodrigo, Reidner (Baltazar) e Leandro Augusto; Zé Carlos (Darci) e Valdir (Bandoch). 

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Um dia de 1998...

Quarta-feira, 4 de Março de 1998. Botafogo x São Paulo no estádio do Maracanã pela final do Torneio Rio-São Paulo de 1998.

A equipa principal do Botafogo, que estivera 21 anos sem títulos oficiais brasileiros, reatou as suas conquistas em 1989, iniciando uma nova época de títulos. Em 1989-90 foi bi-campeão carioca, em 1993 venceu a Copa Conmebol, em 1995 foi campeão brasileiro, em 1996 venceu a Taça Cidade Maravilhosa, em 1997 tornou a ser campeão carioca e encerrou o ciclo em 1998 com a conquista do Torneio Rio-São Paulo.

O Torneio Rio-São Paulo de 1998 constituiu o quarto título do Botafogo na competição, tornando-se o clube carioca com mais conquistas.

Túlio ‘Maravilha’ jogava ainda no Botafogo. Fez dois gols decisivos, mas não assumiu a artilharia botafoguense, a qual ficaria por conta de Bebeto. Nas semifinais, dois empates por 0x0 e 2x2 contra o Santos levaram o Botafogo à final, derrotando então o São Paulo por 3x2 (Gols de Zé Carlos, Sérgio Manoel e Jorge Luiz) no 1º jogo e empatando por 2x2 (gols de Jefferson e Zé Carlos) no 2º jogo, conquistando o título em pleno Maracanã.

O nosso Clube, comandado por Gilson Nunes, alinhou na 2ª final com Wagner; Wilson Goiano, Jorge Luiz, Gonçalves, Jefferson, França (Zé Carlos), Pingo, Djair, Sérgio Manoel (Alemão), Bebeto, Túlio.

domingo, 14 de junho de 2015

Um dia de 1997...

26 de março de 1997. Botafogo x Flamengo no estádio do Maracanã em partida válida pelo campeonato carioca e futebol.

Foi uma noite absolutamente inesquecível para todos os botafoguenses. Na última rodada, com o Botafogo já classificado para a final do 1º turno, Joel Santana escalou um time inteiro de reservas contra o supertime do Flamengo, que se apresentou escalado com a sua força máxima.

O glorioso Botafogo venceu o Flamengo por 1x0, gol de Renato. O jogo foi válido pela Taça Guanabara, cujo título foi conquistado com 12 vitórias em 12 jogos.

Nesse jogo em que os reservas ganharam ao Flamengo, até o técnico era ‘reserva’. Na verdade, Joel acompanhou o jogo das cabines e foi o seu auxiliar, Valinhos, que ocupou o banco à beira do campo. O Flamengo, dirigido por Júnior, precisava apenas do empate para chegar à decisão contra o próprio Botafogo.

O outro interessado no jogo era o Vasco da Gama, que deveria torcer pelo Botafogo para ficar com a vaga na final do 1º turno. Porém, face à escalação de Joel Santana, em São Januário ninguém acreditava que os flamenguistas não ganhassem. Os próprios botafoguenses não acreditavam no jogo, apresentando-se apenas dois mil adeptos contra quinze mil do Flamengo, que partilhavam uma grande certeza de o clube ser finalista.

O técnico botafoguense foi alvo de muitas críticas dos dirigentes do Vasco da Gama e os jogadores vascaínos ganharam folga...

No entanto, o Botafogo entrou em campo bem armado e o Flamengo jogava pateticamente. Por entre a apatia do clube da Gávea, a equipa botafoguense evoluía da direita para a esquerda e vice-versa com incrível facilidade. E foi com naturalidade que o gol surgiu aos 25 minutos: Serginho tocou para Renato que, de fora da área, aninhou a bola no ângulo direito de Fábio Noronha.

Da apatia o Flamengo passou à intranquilidade e a equipa errava consecutivamente os passes, até que Mancuso deu uma cotovelada em Zé Carlos e foi expulso, já que tinha sido advertido com cartão amarelo antes, por ofender o árbitro.

Todos aguardavam que o Flamengo empatasse no 2º tempo para se classificar à final, mas os da Gávea permaneceram confusos, sem meio campo nem laterais esclarecidos. Aliás, a melhor oportunidade do adversário em todo o jogo ocorreu apenas aos 89 minutos quando Romário entrou na área e chutou à direita de Alex.

Consta que depois deste banho de bola os flamenguistas nem sequer utilizaram os chuveiros…

O Botafogo, comandado por Valinhos, técnico-adjunto de Joel Santana, alinhou com Alex Guimarães, Bruno Carvalho (Arcelino), Grotto, Marcelo Augusto e Alexandre Seixas; Alemão, França, Renato Carioca e Zé Carlos (Sidicley); Róbson (Clayton) e Serginho.

sábado, 13 de junho de 2015

Um dia de 1996...

10 de agosto de 1996. O Botafogo obteve a sua mais espetacular vitória internacional em torneios não oficiais no ano de 1996 quando conquistou o cobiçado Troféu Teresa Herrera, após uma marcha fantástica do placar.

Foi um jogo a todos os títulos original, começando por o time envergar a camisa do La Coruña para não se confundir com a camisa da Juventus. Lembremo-nos que as listras do Botafogo foram inspiradas nas listras da Juventus em 1906.

A Juventus esteve quase sempre à frente do Botafogo durante o tempo regulamentar e durante a prorrogação. Na verdade, o Botafogo só esteve à frente durante a marcação das grandes penalidades – e nessa modalidade esteve sempre à frente.

Vieri começou por abrir o marcador aos 23’, mas no segundo tempo Túlio ‘Maravilha’ empatou logo aos 49’, após receber um centro da direita e, de cabeça, balançar as redes italianas.

Porém, após bobeada da defesa, Amoruso fez 2x1 aos 73’. Finalmente, dois minutos após, na cobrança de escanteio, a bola sobra para fora da área e, da meia-lua, França chuta para decretar o empate de 2x2 no tempo regulamentar.

Eis que na prorrogação, inspirado, Amoruso coloca novamente a Juventus em vantagem aos 93’: 3x2. Mas o nosso Botafogo, com uma enorme raça, torna a empatar aos 110’. Souza cobra falta fora da área, o goleiro espalma para a frente e, na corrida, Túlio confere: 3x3.

Novamente Amoruso, num dia de inspiração, parece decretar o placar final ao estabelecer 4x3 para a Juventus aos 117’. No entanto, ao cair do pano, precisamente sobre os 120’, Túlio entra no miolo da área, é rasteirado e o árbitro marca grande penalidade. Chamado a converter, Túlio fecha a contagem em 4x4. A disputa vai para a marca de 11 metros.

O primeiro tiro pertence ao Botafogo e Jefferson desperdiça para a defesa de Peruzzi. A Juventus parece levar vantagem, mas, no momento seguinte, o grande Wagner pegou o chute de Amoruso.

À segunda marcação, Wilson Goiano converte (1x0) e, a seguir, Wagner pega outra grande penalidade, cobrada por Di Lívio; à terceira oportunidade Wilson Gottardo converte (2x0) e o italiano Jugovic chuta para fora.

Na quarta marcação Souza toca ao estilo de Loco Abreu e a bola entra no ângulo superior esquerdo do guardião adversário: Botafogo 3x0 conquista o Troféu Teresa Herrera com a camisa do La Coruña!

O Botafogo, comandado por Ricardo Barreto, alinhou com Wagner, Wilson Goiano, Wilson Gottardo, Grotto e Jefferson; Souza, Otacílio, Marcelo Alves (Marcos Aurélio) e França (Zé Carlos); Sorato (Mauricinho) e Túlio Maravilha.

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Um dia de 1995...

17 de dezembro de 1995. Botafogo x Santos. Estádio do Pacaembu, em São Paulo, pela decisão do campeonato brasileiro de futebol.

A decisão colocou frente a frente os lendários clubes do Botafogo e do Santos, duas equipes que haviam realizado grandes duelos no passado, mas que nunca haviam vencido o campeonato brasileiro na sua versão moderna.

Os dois alvinegros atingiram a final após campanhas idênticas, mas o Santos, contabilizando mais uma vitória do que o Botafogo no decorrer da competição, tinha a vantagem de realizar a última partida em São Paulo, além de precisar de jogar apenas por dois empates.

Tal vantagem, porém, desapareceu logo na primeira partida, ocorrida no Maracanã, porque o Botafogo venceu por 2x1 e bastava-lhe o empate na segunda mão. Os santistas estavam absolutamente convencidos de que a vitória era garantida e entraram ‘soberbos’ para a emocionante final.

O Santos de Giovanni precisava da vitória no Estádio do Pacaembú, mas os cariocas tinham uma arma inegavelmente em grande forma – o artilheiro Túlio ‘Maravilha’. E foi com Túlio que o Botafogo, após vencer no Maracanã, chegou novamente ao primeiro gol em solo paulista.

Túlio recebeu uma bola cruzada por Sérgio Manoel, em cobrança de falta, e tocou para o fundo das redes, embora estivesse impedido. O resultado de 1x0 dava uma boa vantagem ao Botafogo de Paulo Autuori.

O técnico fez o clube recuar e passou a explorar os contra-ataques. O Santos, por sua vez, não tinha outra alternativa senão atacar e atacar. A pressão deu resultado, porque no primeiro minuto da segunda etapa, os paulistas conseguiram o empate – em outro gol irregular. Efetivamente, Capixaba ajeitou a bola com a mão antes de a tocar para Marcelo Passos empatar a partida.

Entretanto, o Botafogo aguentou a pressão santista e pôde comemorar o título de campeão brasileiro numa festa que se estendeu por todo o país, com especial destaque para o Rio de Janeiro.

Túlio ‘Maravilha’, o artilheiro da competição com 23 gols e estrela maior do Glorioso, foi sem dúvida o grande nome de tão importante conquista.

O Botafogo, comandado por Paulo Autuori, alinhou com Wagner; Wilson Goiano, Wilson Gottardo, Gonçalves e André Silva (Moisés); Leandro Ávila, Jamir, Beto e Sérgio Manoel; Donizete e Túlio.

Thâmela e Victoria – sensacionais campeãs em Montreal e 3º lugar no Ranking Mundial 2026

Crédito: @volleyballworld por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo Thâmela Coradello e Victoria Lopes, representando o Sesc/Botafogo Pra...