sábado, 30 de janeiro de 2016

Voz de Botafoguense

“O jurídico do Botafogo é um cara que estava andando na rua de terno, foi chamado e ficou sem graça de dizer que era corretor de imóveis. Só pode.” – amigo Botafoguense no WhatsApp.

Drica Botafoguense

Botafogo 2x0 Bangu

Jogo fácil. O Botafogo entrou bem no jogo e assim se manteve, contra um Bangu ‘doce’ que não criou uma única oportunidade de gol ao longo da partida.

Gols marcados cedo e um Bangu sem mostrar forçar para buscar o gol, permitiram jogar tranquilamente sob uma temperatura imprópria para o futebol e defender o físico de desgaste maior.

Todavia, não dá para avaliar a equipe devido às facilidades dos homens de Moça Bonita. O Botafogo perdeu muitos gols, o que significa que com uma equipa mais eficaz o jogo acabaria em goleada.

Luís Henrique primeiro, e Ribamar depois, perderam vários gols feitos. Estes rapazes são muito jovens e deviam ter treino específico adaptado a cada um para que pudessem crescer sem estarem entregues a si próprios, que é o que parece acontecer. Se não forem tecnicamente apoiados no seu desenvolvimento individual podem fracassar como tantos outros no passado.

Ademais, Luís Henrique ainda não tem arcabouço para ser titular e comandante do ataque. Um ataque entregue a um jovem de 17 anos que está longe de ser craque pode constituir um erro fatal. Viu-se como deixou de marcar gols no campeonato brasileiro e teve uma apagada atuação na Seleção Brasileira sub-17.

Porém, iniciar o ano ganhando foi bom. Veremos como vamos evoluir independentemente de me parecer que as contratações estão aquém do esperado.

FICHA TÉCNICA
Botafogo 2x0 Bangu
» Gols: Gervasio Núñez, aos 8' e Renan Fonseca, aos 22'
» Competição: Campeonato Carioca
» Data: 30.01.2016
» Local: Estádio de São Januário, no Rio de Janeiro (RJ)
» Público: 1.647 pagantes
» Renda: R$ 36.305,00
» Árbitro: Péricles Bassols Pegado Cortez (RJ); Assistentes: Wagner Santos (RJ) e Daniel do Espírito Santo Parro (RJ)
» Disciplina: cartão amarelo – Airton (Botafogo) e Almir, Giovanni Carioca e Júnior (Bangu)
» Botafogo: Jefferson, Diego, Renan Fonseca, Emerson Santos e Diogo Barbosa; Airton (Dierson), Rodrigo Lindoso, Luís Ricardo, Gegê (Leandrinho) e Gervasio Núñez (Ribamar; Luís Henrique. Técnico: Ricardo Gomes.
» Bangu: Célio Gabriel, Paulo Barrach, Anderson Penna, Arthur Sanches (Matheus Avelar) e Guilherme; Yves, Júnior, William Amendoim, Giovanni Carioca (Magno) e Almir; Geraldo (Salatiel). Técnico: Emanoel Sacramento.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Torcedora Gloriosa

Artefatos (119)

Fonte: Claudio Falcão

Botafogo Tuparetama

O Botafogo Futebol Clube de Tuparetama, do interior de Pernambuco, além da equipe de futebol, possui uma equipe de futsal masculino e realizou um amistoso no dia 6 de novembro de 2015 enfrentando o Monteirense. O jogo terminou empatado em 2x2.

Pesquisa de Rui Moura (editor do blogue Mundo Botafogo).

Botafogo Football Club e Portugal – uma profunda relação de amizade

As relações entre o Botafogo e Portugal foram mais intensas do que na generalidade se possa pensar. Desde logo, o nome: a origem primária do nome do bairro e do Clube deve-se ao Galeão português São João Batista, o maior navio de guerra do seu tempo, com 200 bocas-de-fogo, que por esta razão recebeu o apelido de ‘Botafogo’. O artilheiro do navio, João Pereira de Souza ‘Botafogo’, adotou o sobrenome e, mais tarde, foram-lhe doadas terras que ficaram conhecidas por ‘terras do Botafogo’ – originando a designação do bairro.

E a 20 de julho de 1913 o Botafogo Football Club jogou contra a Seleção de Portugal, que se deslocou ao Rio de Janeiro a convite do Glorioso, sendo a primeira Seleção estrangeira a jogar no Brasil, tendo o futebolista português Vieira ingressado nas fileiras do Clube ao fim da digressão.

Agora, em pesquisa do nosso estimado amigo Claudio Falcão, editor do blogue Datafogo, a quem se agradece a excelente colaboração, descobre-se mais uma homenagem do Botafogo Football Club a Portugal, que promoveu um jantar dançante na sede da Avenida Pasteur, cuja notícia foi difundida pela revista ilustrada Lusitania a 16 de dezembro de 1931.

Imagens: Digitalização de Claudio Falcão.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Duda Leiroza

Série: qualidade de vida... (45)

Distrito de Botafogo, em São Paulo

Botafogo é um distrito do município de Bebedouro, no estado de São Paulo, distando cerca de 8 km do perímetro urbano da sede, e cerca de 12 km do centro da cidade. Possui cerca de 2.500 habitantes. A vila nasceu em virtude da Estação Botafogo inaugurada em 1911 pela Companhia de Estradas de Ferro São Paulo-Goiaz. Foi elevada à categoria de distrito pela Lei Estadual de n.º 1865, de 31 de agosto de 1922.

Em 1914, a companhia entrou em falência, em 1927 a Companhia Paulista de estradas de ferroa comprou o trecho e em 1969 o ramal foi fechado e os trilhos retirados paulatinamente, tendo a maioria das estações do trecho sido demolida.

Atualmente o distrito de Botafogo possui uma igreja católica (Matriz de Nossa Senhora Aparecida de Botafogo), duas praças, um terminal rodoviário, uma escola estadual (E. E. Gustavo Fernando Kulhman), um posto de saúde (Unidade Básica de Saúde), um cartório de notas e um clube (Botafogo Futebol Clube).

Pesquisa de Rui Moura (editor do blogue Mundo Botafogo)

Uma tarde vazia

por FERNANDO MOURA PEIXOTO (ABI 0952-C)
[Deferência especial para o blogue Mundo Botafogo]

[N.A. Obra de juventude, escrita em 1971, com narrativa do ponto de vista feminino, o texto foi publicado em 1994 na antologia VALORES DA NOVA LITERATURA BRASILEIRA, da Litteris Editora, Rio de Janeiro, recebendo o Prêmio de Edição.]

“Acabou de escrever aliviada. A gente escreve porque sabe – pensou – a gente escreve para aprender. Escrever é um modo de descobrir o que se passa conosco através dos outros. A gente é escrito, concluiu”.
– ARTUR DA TÁVOLA (1936-2008), in ‘Uma História Irritantemente Comum’

Aqui estou, sozinha. Neste imenso apartamento vazio. Ninguém a perturbar. Da mesa de trabalho avisto as janelas e uma paisagem que tanto admiro. Hoje, porém, experimento a carga disso tudo. Bate um vento azul e leve, lento e penetrante.

Observo a mesa e os papéis que se amontoam displicentemente espalhados pela casa, os livros formando pilhas. O labor me espera. Lápis, borracha e a antiga máquina de escrever, tudo contribui para o meu remorso. Remorso de quê? Porque lá de dentro, bem do fundo de meu íntimo, vem uma pergunta há muito presente. Que fazer nesta tarde?

O vento continua balançando mansamente as velhas janelas que sentem o seu peso e rangem. Por todo o apartamento percebe-se um longo e quase inaudível lamento, assim como uma presença amiga, distante. Em busca de palavras murmuradas, praticamente mudas.

E penso... Não é o vento, mas a solidão que geme. Esta vista que desfila ante meus olhos não leva a evocações, daqui não me transporta, como em tantas outras vezes. As ondas do mar e o seu barulho longínquo, que sempre me acalentam, ficaram hoje diferentes. Incorporaram-se a mim como se fossem o meu inconsciente. Como se fossem eu mesma. Não as entendo. Elas estão como estou. E o silêncio se sobrepõe à solidão... Não sei se a solidão gera o silêncio ou o contrário. Ou ainda, se ambos se completam.

Não, não é a solidão que geme. Nem o silêncio ou as janelas. Mas, sim, esta sensação morna de que nada acontecerá, que o telefone não irá tocar e que nenhuma voz se debruçará no vazio das horas para uma palavra qualquer, mesmo banal e sem importância.

Continuo a olhar os livros e papéis empilhados. Lápis, borracha, caneta e máquina de escrever. Vejo a quantidade de coisas que deverão ser produzidas em um determinado tempo. E mais uma vez me pergunto. Que fazer nesta tarde?

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Fernando Eleutério Mendes

Nasceu Botafoguense. Filho de Botafoguenses e neto do Botafoguense Antonio Mendes. (Facebook)

FLAtulências (107): presente de aniversário

Goleada de 24x0 - notícia original de 1909

Botafogo de Ipiranga campeão Josefense

O Botafogo do bairro de Ipiranga, município de São José, conquistou o Campeonato de Futebol Amador Josefense série B, a 15 de novembro de 2015, em Florianópolis, ao perder para o Fazenda do bairro Fazenda de Santo Antônio por 2x1. No jogo de ida o Botafogo havia ganho por 3x1, pelo que o placar agregado favoreceu o alvinegro por 4x3.

O goleiro Joatan, do Botafogo, foi o menos vazado da competição.

Pesquisa de Rui Moura (editor do blogue Mundo Botafogo)

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Voz de Jean Paz: é sério ou ironia?...

Artefatos (118)

Escudo de bicicleta

Maria de Lourdes Viveiros de Castro Moreira

“Filha de Eurico Viveiros de Castro, um dos fundadores do Botafogo Football Club, completou 92 anos. Botafoguense desde antes de nascer.” – Facebook de Paulo Marcelo Sampaio, amigo de Maria de Lourdes (ambos na foto feita anteontem).

Botafogo e a remodelação: um processo inevitável que não avança…

Confesso não estar em posse de todos os elementos para avaliar a situação completamente, mas os indícios que registro através da leitura e da audição dos noticiários não me inspiram confiança e parece-me que o Botafogo precisa de uma remodelação a vários níveis.

Sei que a diretoria foi corajosa a enfrentar os problemas, mas receio que não tenha colocado o discernimento necessário ao serviço da gestão e de um profissionalismo que quase sempre faltou ao nosso Clube em quase 122 anos de existência.

Se não formos verdadeiramente competentes na escolha de profissionais também competentes e continuarmos com o improvisado amadorismo que ainda nos caracteriza, o futuro não sorrirá.

Enquanto o mundo desenvolvido do futebol de clubes foi alavancado através de um extremo profissionalismo, no Botafogo mantêm-se voluntarismos insuficientes, amadorismos ultrapassados, vontades sem consistência real.

Posso enganar-me – coisa que relativamente ao nosso Botafogo é muito rara, como se pode constatar pelas nossas opiniões geralmente (e infelizmente) certeiras ao longo de oito anos – mas vejo o departamento jurídico perdendo batalha atrás de batalha, vejo o departamento de marketing não ganhando nenhum combate, vejo o departamento de futebol incapaz de se renovar e de montar um plantel minimamente aceitável para ficarmos entre o 8º e o 12º lugar no ‘Brasileirão’, vejo comissões técnicas de futebol profissional e de futebol de bases tecnicamente impreparadas e sem articulação para integrar adequadamente jovens revelações que sem acompanhamento verdadeiramente profissional se perderão – como muitos outros no passado.

E vejo falta de definição das modalidades que devem ser a base permanente do Clube, em vez de se alternar, ano após ano, as modalidades apoiadas, bem como vejo que o maior (ir)responsável da gestão anterior do Clube ainda não foi expulso e processado mediante uma auditoria adequada, e vejo os estatutos ainda sem alteração de modo a que o Botafogo seja finalmente dos seus sócios-torcedores e não apenas de umas dezenas de sócios que têm comandado os destinos do Clube e o têm levado ao ponto onde está.

Que nenhum torcedor pense que o caminho em 2016 é de façanhas. Desde 1995 que não temos nenhum título de amplitude nacional no futebol e não vamos consegui-lo se os nossos esforços não incidirem na criação de uma verdadeira estrutura profissional consistente, persistente e convincente que recoloque o Botafogo na galeria das glórias de outrora.

Se de uma vez por todas o Botafogo não seguir esse caminho seremos o ex-Glasgow Rangers (que foi campeão de 54 campeonatos escoceses e atualmente se designa por Rangers FC), que recomeçou o seu trajeto a partir da 4ª divisão escocesa.

E se a diretoria e os torcedores não acreditarem, então que sigam o mesmo caminho de inconsistência que nos tem caracterizado desde a década de 1970 – excetuando-se o período iniciado por Emil Pinheiro que nos devolveu o orgulho alvinegro.

Quanto mais se deixa avançar uma crise, mais difícil se torna debelá-la.

O editor do blogue mais teria para argumentar, mas fica-se por estas notas. Por enquanto…

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Torcedora Gloriosa

Artefatos (117)

Dino da Costa - do Botafogo para Itália na década de 1950

Barragem de Botafogo

MANANCIAIS – Igarassu, Pernambuco

Rio Catucá (Barragem de Botafogo), Cumbe, Pilão, Tabatinga, Conga, Arataca/Jardim e ainda os Rios Pitanga e Utinga.

O Rio Catucá é explorado através da Barragem de Botafogo, localizada em Igarassu, caracterizada por ser uma barragem de terra, com vertedor lateral em concreto armado, com as seguintes configurações:

» Altura da barragem: 27 m.
» Largura do vertedor: 40 m.
» Bacia Hidráulica a montante: 88 km2.
» Volume de acumulação: 28,8 x 10 m3.
» Área máxima do espelho d’ água: 1,79 km2.
» Trecho Barragem - EE-1: 177 m, 1.000 mm, em aço.
» Tomada d’ água: Torre de tomada (cota mínima de tomada: 42,80 m).
» Vazão regularizável de projeto: 1,5 m3 por segundo (estudos posteriores revelaram 1,2 m3 por segundo).

Pesquisa de Rui Moura (editor do blogue Mundo Botafogo)

domingo, 24 de janeiro de 2016

Voz de Aguinaldo Silva

“Em Lisboa, onde estou, vou todas as manhãs ao café perto de casa, em busca do expresso digno de George Clooney e também das últimas notícias. […] Cada vez maior número de brasileiros que compram casa em Lisboa em busca de sossego, convivência civilizada, clima ameno e claro, a distância de apenas duas horas e quinze minutos de Paris. Aqui já estão Fernandas, Cláudias, Ricardos, Marlucez, Cosettes, meu sempre caro Manoel Martins, enfim… Um time cada vez maior da melhor gente brasileira. Sem falar em Rui Vilhena, autor de ‘Boogie Oogie’, que aqui chegou primeiro vindo de Niterói e, embora ande num constante périplo pelo mundo afora, para cá sempre volta. Porque tantos brasileiros querem vir para Lisboa? Simples: porque aqui a gente se sente em casa. Não só por causa da língua, mas também por conta dos costumes. Hoje está na moda dizer que o Brasil é um país afrodescendente, mas basta passar uns dias em Portugal para discordar. Apesar da mistureba toda que nos faz meio negros, meio índios, somos é portugueses legítimos.” – Aguinaldo Silva, jornalista e autor de novelas, excerto extraído da revista do jornal EXTRA (17.01.2016). Foi uma gentileza do meu dileto amigo Gil Gomes o envio desse material, provando que os brasileiros maldizentes de Portugal – país que não conhecem – são bem compensados pelos imensos brasileiros que gostam da pátria portuguesa e alguns nela vivem por puro prazer.

Botafogo Master 4x2 Seleção Capixaba

Musa da Desportiva Ferroviária, o melhor de ontem no Estádio Kléber Andrade, além da vitória do Botafogo Master com gols de Donizete Pantera (3) e Rossato. Diz-se que também andou por lá a equipe principal do Botafogo, que alegadamente terá jogado e perdido para a Desportiva por 2x1, mas parece ter sido alarme falso.

Botafogo de Areia Vermelha campeão

O Botafogo de Areia Vermelha, do Sobrado, estado da Paraíba, sagrou-se campeão inédito da 17ª Copa Cultura de Futebol Amador, no Estádio Sílvio Porto, em Guarabira, no dia 17 de janeiro de 2016, vencendo a Seleção de Jacaré de Alagoinha por 2x1.

Em jogo arbitrado por Francisco Gilson, Yob assinalou os dois gols do Botafogo, ainda no primeiro tempo, enquanto Daniel descontou para a Seleção de Jacaré, na segunda parte.

O Grêmio de Alagoinha assegurou o 3º lugar após vencer o Palmeiras de Mulunguzinho de Araçagi por 3x0.

Yob (Botafogo) foi o artilheiro da competição com 9 gols assinalados e Zil (Botafogo) conquistou o troféu de melhor goleiro.

Martins Júnior, cronista esportivo e organizador de competições amadoras, marcou o fim de 17 anos de promoção da Copa Cultura de Futebol Amador para se dedicar às competições profissionais como Diretor de Esportes da Rádio Cultura, sucedendo-lhe no cargo Tavares Santos.

Pesquisa de Rui Moura (editor do blogue Mundo Botafogo)

Daniel 'filho' e Rodrigo 'pai': um dia capixaba

sábado, 23 de janeiro de 2016

Alícia Ferreira Barboza

Artefatos (116)

Botafogo: meiões brancos com losangos negros…

por JOSÉ GONÇALVES
Leitor do Mundo Botafogo

Ruy, estou te informando por este meio [e-mail] que há um sítio sobre camisas do BFR cujo endereço é: http://gloriosomanto.blogspot.com.br. É pena que não haja atualizações. Desde o início, em 2012, parou, mas a idéia era ótima.

Traz uma curiosidade que eu não sabia: no famoso amistoso contra o Carlos Renault cujo resultado foi 5x5, o Glorioso jogou com meiões brancos com losangos negros. A foto está no blogue e é uma curiosidade peneirada que poucos sabem.

De novidades o seu blogue está cheio, graças a Deus, não é mais do mesmo quando se fala de BFR. Fica a dica para postar no seu/nosso blogue.

Botafogo de Ijuí campeão

O Botafogo do bairro de São Paulo, no Rio Grande do Sul, sagrou-se vencedor do Campeonato Municipal de Futebol Amador de Ijuí da 2ª divisão, no Estádio 19 de Outubro, no dia 14 de dezembro de 2014, vencendo o Afumisa Júnior na final por 2x1.

Após subir à 1ª divisão, o Botafogo foi à final do Campeonato Municipal de Futebol Amador de Ijuí, perdendo para a equipe do Vila Nova do Bairro Lambari por 1x0 no último jogo das finais.


Pesquisa de Rui Moura (editor do blogue Mundo Botafogo)

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Ytacacio Chagas

Série: qualidade de vida... (44)

Futebol Botafoguense 2016 - expectativas

Prevê algum título nacional para o futebol Botafoguense 2016?

Votaram 50 leitores.

Sim
  23 (46%)

Não
  27 (54%)


Votação muito dividida. Votei ‘não’. Há 20 anos sem títulos nacionais não me parece que seja com o atual elenco que tal ‘escrita’ será quebrada…

Quais são as suas expectativas para o futebol Botafoguense 2016?


Votaram 61 leitores.

10

3 (5%)

09
 
2 (3%)

08
 
6 (10%)

07
 
19 (31%)

06
 
13 (21%)

05
 
10 (16%)

04
 
4 (7%)

01
 
4 (7%)


Cerca de ¾ dos leitores (78%) votaram entre 5 e 8 pontos. Votei ‘6,00’. Média: 6,18. A previsão é modesta, como convém a quem tem que se preparar gradualmente para melhores dias com um projeto consistente e sustentado.

FLAtulências (106): o 'presidente' da flapress

por ZATONIO LAHUD

Em 2013 o "presidente" da Flapress, o simpático jornalista Renato Maurício Prado, escreveu uma coluna no Diário Oficial da Flapress, o jornal O Globo, afirmando que o jogador Felipe Melo não jogava "bulhufas" no Flamengo e que "só trazia problemas, nunca soluções."

Como não era a primeira vez que o "cortês presidente da Flapress desancava o atleta em sua coluna, o mesmo, educadamente, como é de bom alvitre entre jornalistas, jogadores e torcedores do Invencível Mengão, postou um desabafo em sua conta no Facebook afirmando que o Renato era "corno, chifrudo, babaca e covarde".

Tudo em altíssimo nível, como vocês podem perceber.

Sigamos: desgostoso com as acusações perpetradas pelo Felipe, o jornalista foi à Justiça buscando reparação, mas perdeu a causa em 1ª instância e ainda foi condenado a indenizar o jogador em R$ 3 mil e pagar mais R$ 5 mil de custas processuais e honorários advocatícios. Além de continuar, segundo a Justiça, sendo "corno, chifrudo, babaca e covarde."

Eu, se fosse o juiz da causa, ao menos corrigia o exagero do Felipe Mello em suas imprecações contra o "afável" presidente da Flapress, afinal corno e chifrudo são sinônimos.

Ai, ai, ai... Eu si mi advirto-mi-me com a "NaSSão" e suas baixarias!

A notícia completa está na UOL- Felipe Melo ganha processo contra Renato Maurício Prado: “rindo à toa”.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Bárbara Murad

Bárbara Murad, ex remadora do Botafogo e campeã sul-americana

FLAtulências (105): Independiente heptacampeão da Libertadores

O argentino Mancuello, em sua chegada ao Galeão, foi questionado por mais um iletrado e incompetente repórter da legião Flapress se havia se assustado com a quantidade de repórteres presentes.

Resposta: – "Não, eu jogava em um clube [Independiente] que já ganhou 7 Libertadores e estou acostumado com isso."

[Informação passada pelo nosso amigo José Gonçalves e retirada do facebook de Zatonio Lahud.]

Artefato (115)

Breve relato histórico dos 181 anos de carnaval carioca (III)

Baile de carnaval no clube ‘Fluminense’

por FERNANDO MOURA PEIXOTO (ABI 0952-C)
[Deferência especial para o blogue Mundo Botafogo]

OS ANOS DOURADOS DA FOLIA

“Quem foi que inventou o Brasil? / Foi seu Cabral! / Foi seu Cabral! // No dia vinte e um de abril / Dois meses depois do carnaval...”.
– LAMARTINE BABO (1904-1963), compositor de música popular (in ‘História do Brasil’)

Os concursos de músicas carnavalescas haviam sido regulamentados em 1932 pelo prefeito Pedro Ernesto, embora muitos deles já existissem extrarregularmente antes. O ano de 1932 conheceu ainda a oficialização do carnaval carioca e da realização do primeiro grande baile do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, patrocinado pelo Touring Club do Brasil e efetuado às onze horas da noite de 8 de fevereiro, com ingressos a sessenta mil réis. A decoração do salão do teatro coube ao colunista social Gilberto Trompowsky (1912-1982), que se assinava G. de A.

Nos anos vindouros seguiram-se outros bailes no Municipal, virando uma tradição. E também os dos hotéis Glória e Copacabana Palace, dos cassinos da Urca e Atlântico, do Automóvel Clube, dos Cronistas Carnavalescos, dos Pierrôs, do Rádio, das Atrizes, dos Travestis, dos clubes Flamengo, Fluminense, Vasco, Botafogo, Marimbás, Monte Líbano e centenas mais.

Criada em 1933 pelos jornalistas Vasco Lima (s/d) e Pilar Drummond (s/d), de ‘A Noite’, a figura do ‘Rei Momo I e Único’ – “do latim ‘Momus’, derivado do grego ‘Mómos’, deus, filho do Sono e da Noite, personificação da maledicência, e representado com máscara, tendo na mão um bastão”. Inicialmente era um grande boneco de papelão, modelado pelo artista plástico Hipólito Colomb (– 1947). Mas em 1934, em consequência do êxito alcançado e para incentivar os foliões, a dupla deu-lhe vida, fazendo de Moraes Cardoso (–1948), cronista de turfe daquele jornal, o primeiro Rei Momo de carne e osso – que permaneceria no cargo de 1934 a 1948, quando veio a falecer em dezembro. Mantendo o costume, sucederam-se outros ocupantes no cargo do rei do carnaval.

Dançando o frevo (Revista ‘Cruzeiro’, 1951)

Em 1935, com a apresentação do Clube dos Vassourinhas, vindo do Recife, Pernambuco, introduziu-se no carnaval carioca o frevo: um ritmo apoiado no baião e na marcha, mesclado com o maracatu, e que tomou o acréscimo de metais. O nome ‘frevo’ é uma corruptela da primeira pessoa do singular do indicativo presente do verbo ‘ferver’, já que a cadência frenética da dança põe as multidões literalmente em ebulição.

Ainda em 1935, contestando o Rei Momo, surgiu o Cidadão Momo – o cantor Sílvio Caldas (1908-1998), o primeiro – e, em 1937, elegeu-se o Cidadão Samba – o sambista e compositor Paulo da Portela (1901-1949). Em 1942 a Prefeitura estimulou a animação do carnaval, ofertando prêmios aos ranchos, blocos e escolas de samba, com julgamentos feitos por comissões especializadas por ela designadas.

Em 1944 promovem-se banhos de mar à fantasia na Praia do Leme, a exemplo do que já ocorrera na Praia do Flamengo. Havia também os concursos de melhores fantasias que, confeccionadas em papel, se desmanchavam na água.

Em 1947 formou-se a Confederação das Escolas de Samba e, em 1949, a Federação das Escolas de Samba do Brasil, ano em que o desfile oficial dos sambistas transferiu-se da Praça Onze para a Av. Presidente Vargas, na altura do Campo de Santana.

Em 1950, a Associação dos Cronistas Carnavalescos lançou o certame de Rainha do Carnaval Carioca, vencido pela vedete e atriz Elvira Pagã (1920-2003), uma paulista escultural – 90 cm de busto, 55 de cintura e 90 de quadris. Até 1959 a competição se dava no sistema de votos vendidos pelas próprias candidatas.

Em 1952, aliam-se as três entidades representativas das Escolas. Em 1953 a mídia impressa considera a apresentação dos sambistas como “a maior atração do carnaval”. Em 1954 criou-se a Associação das Escolas de Sambada Guanabara, AESEG. Em 1957 desloca-se o desfile, ainda gratuito, para a Avenida Rio Branco. Em 1958 comparecem moradores da zona sul às quadras das escolas. A classe média começou a descobrir as escolas de samba, que, até então, só interessavam aos habitantes dos subúrbios e das favelas. Nesta década de 1950 os concursos de fantasias do Teatro Municipal, em luxo e originalidade, alcançaram o auge da fama.

Carnaval de rua em 1960 (foto de Marcel Gautherot)

CARNAVAL CARIOCA, ATRAÇÃO INTERNACIONAL

“Eu conheci o samba de pé descalço, hoje o samba está de smoking.”
– ISMAEL SILVA (1905-1978), músico e sambista

Na década de 1960 houve o declínio do rádio e a ascensão da televisão. Circulavam muito por toda a cidade os denominados ‘blocos de embalo’, sendo os principais os rivais ‘Bafo da Onça’ e ‘Cacique de Ramos’. Os componentes desses blocos marcavam o ritmo batendo dois tamancos com as mãos.

Em 1963, já instituídas pelos órgãos de turismo as entradas pagas, há o crescimento e o retorno dos desfiles à Av. Presidente Vargas. Em 1965 – já em pleno regime militar de exceção –, o governador Carlos Lacerda (1914-1977) financiou amplamente as escolas de samba a fim de que se exibissem rica e luxuosamente – as fantasias eram obrigatórias pelo regulamento, desde 1952 – durante o carnaval do quarto centenário de fundação da Cidade.

Nos anos seguintes as Escolas foram se tornando o centro das atenções do carnaval do Rio de Janeiro. Cobravam-se ingressos para que os certames pudessem ser apreciados por um público em expansão: milhares de populares e turistas, acomodados em improvisadas arquibancadas, desmontáveis. As transmissões feitas pelas emissoras de televisão contribuíram para uma afluência de segmentos dos setores artísticos, culturais e da sociedade aos desfiles.

A partir de 1965, com a pioneira ‘Banda de Ipanema’, desenvolveram-se nos bairros e nas ruas grande número de bandas carnavalescas que esquentavam mais ainda as folias de Momo. Em 1967 a classe média engrossa a frequência dos ensaios das escolas de samba e o samba-enredo ‘O Mundo Encantado de Monteiro Lobato’, da futura campeã Mangueira, fez inusitado sucesso nos salões dos bailes de carnaval.

Ao final do ano de 1967 era gravado um disco de vinil em LP com os sambas-enredos do Carnaval de 1968, antecipando assim ao povo, pela primeira vez, letra e música das escolas de samba. Em 1969/1970 a Portela traz os seus ensaios para a sede náutica do clube Botafogo, no Mourisco, na zona sul carioca.

Na década de 1970 comercializam-se e agigantam-se as Escolas. O samba e os sambistas são ofuscados pelo brilho das fantasias e da beleza dos carros alegóricos. Para evitar os constantes atrasos nos desfiles limitou-se o tempo de exibição de cada escola na pista.

Em 1974 e 1975 a apresentação dos sambistas foi deslocada para a Avenida Presidente Antônio Carlos e, em 1978, para a Rua Marquês de Sapucaí. É interessante ressaltar que já havia um plano elaborado, desde 1974, na Associação das Escolas de Samba, AESEG, manifestando a necessidade imperiosa de se fixar os desfiles em um lugar apropriado e permanente, exatamente naquele logradouro.

Rei Momo, década de 1960 (Revista ‘Cruzeiro’)

DO SAMBÓDROMO À INTERNET

Em 1984, com o projeto arquitetônico de Oscar Niemeyer (1907-2012), e em rápida execução, inaugurou-se, no governo de Leonel Brizola (1922-2004), a designada ‘Passarela do Samba’ (Passarela Professor Darcy Ribeiro, 1922-1997), na Rua Marquês de Sapucaí. Local aparentemente definitivo – salvo especulações sobre novas mudanças que ora ou outra surgem eventualmente – para ser o palco das escolas. Logo apelidado de ‘Sambódromo’, é dotado de espaçosas e imponentes arquibancadas de concreto armado e de reversíveis camarotes que se tornam salas de aula no período letivo, em um CIEP, Centro Integrado de Educação Pública. Há ainda uma gigantesca ‘Praça da Apoteose’, na qual as escolas deveriam evoluir após as apresentações. Esta ideia da ‘apoteose’, considerada inviável, foi revogada pelos próprios sambistas dois anos depois.

Na estreia da Passarela do Samba, no carnaval de 1984, deu Mangueira na cabeça, com o enredo ‘Yes, Nós Temos Braguinha’. Descontentes com a sua Associação, um grupo de dirigentes das principais organizações do samba fundou, em 24 de julho daquele ano, a Liga Independente das Escolas de Samba, LIESA, que se encarregaria dos interesses das agremiações e da preparação dos desfiles, utilizando a informática.

No vai e vem dos deslocamentos, da Praça Onze de Junho à Marquês de Sapucaí, passando pelas avenidas Rio Branco, Pres. Vargas e Pres. Antônio Carlos, os desfiles das escolas de samba transformaram-se em uma atração internacional, constituindo-se no ponto alto do carnaval brasileiro e num dos mais belos, ricos e luxuosos espetáculos visuais do mundo, em que não falta tecnologia, engenho e arte.

No entanto, o crítico e pesquisador José Ramos Tinhorão (1928–) acha que “os sambistas cometeram um suicídio cultural. Eles, ingenuamente, acreditaram que com a participação de cenógrafos e gente da alta sociedade nas suas escolas seriam melhor aceitos. Não ficaram mais bonitos, continuam pobres e agora só participam do carnaval pelo esforço físico da caminhada e pelo trabalho braçal de empurrar carros”.

Carnaval de 1981 (Revista ‘Manchete’)

Polêmicas infindáveis à parte, estamos vivendo o décimo sexto carnaval do século 21.  Hoje temos festa, samba e desfiles transmitidos via internet para todo o planeta. Felizmente não se materializou o vaticínio do sambista Martinho da Vila (1938–), feito há mais de vinte anos. Segundo o compositor e cantor de Vila Isabel, as escolas de samba, patrocinadas e oligopolizadas, iriam se apresentar nos folguedos momescos do Terceiro Milênio exibindo marcas e logotipos de produtos e empresas. Será que quem sobreviver ainda verá?

“Sem bicho [o jogo] e bicha não há carnaval.”
– CARLOS IMPERIAL (1935-1992), polêmico produtor artístico, autodeclarado ‘rei da pilantragem’ e adepto do Botafogo de Futebol e Regatas

FERNANDO MOURA PEIXOTO (ABI 0952-C)

Botafogo campeão brasileiro de barcos longos geral masculino e sub-19

Entrega do Troféu de Campeão Geral Masculino. Crédito: JBC TV, captura de tela, 18.10.2026. por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo O B...