domingo, 31 de janeiro de 2016
sábado, 30 de janeiro de 2016
Voz de Botafoguense
“O jurídico do Botafogo
é um cara que estava andando na rua de terno, foi chamado e ficou sem graça de
dizer que era corretor de imóveis. Só pode.” – amigo Botafoguense no WhatsApp.
Botafogo 2x0 Bangu
Jogo fácil. O Botafogo entrou bem no jogo e assim se
manteve, contra um Bangu ‘doce’ que não criou uma única oportunidade de gol ao
longo da partida.
Gols marcados cedo e um Bangu sem mostrar forçar para
buscar o gol, permitiram jogar tranquilamente sob uma temperatura imprópria
para o futebol e defender o físico de desgaste maior.
Todavia, não dá para avaliar a equipe devido às
facilidades dos homens de Moça Bonita. O Botafogo perdeu muitos gols, o que
significa que com uma equipa mais eficaz o jogo acabaria em goleada.
Luís Henrique primeiro, e Ribamar depois, perderam vários
gols feitos. Estes rapazes são muito jovens e deviam ter treino específico
adaptado a cada um para que pudessem crescer sem estarem entregues a si
próprios, que é o que parece acontecer. Se não forem tecnicamente apoiados no
seu desenvolvimento individual podem fracassar como tantos outros no passado.
Ademais, Luís Henrique ainda não tem arcabouço para ser
titular e comandante do ataque. Um ataque entregue a um jovem de 17 anos que
está longe de ser craque pode constituir um erro fatal. Viu-se como deixou de
marcar gols no campeonato brasileiro e teve uma apagada atuação na Seleção
Brasileira sub-17.
Porém, iniciar o ano ganhando foi bom. Veremos como vamos
evoluir independentemente de me parecer que as contratações estão aquém do
esperado.
FICHA TÉCNICA
Botafogo 2x0 Bangu
» Gols: Gervasio Núñez,
aos 8' e Renan Fonseca, aos 22'
» Competição: Campeonato Carioca
» Data: 30.01.2016
» Local: Estádio de São
Januário, no Rio de Janeiro (RJ)
» Público: 1.647 pagantes
» Renda: R$ 36.305,00
» Árbitro: Péricles
Bassols Pegado Cortez (RJ); Assistentes: Wagner Santos (RJ) e Daniel do Espírito Santo Parro (RJ)
» Disciplina: cartão amarelo – Airton (Botafogo) e Almir, Giovanni Carioca e Júnior (Bangu)
» Botafogo: Jefferson,
Diego, Renan Fonseca, Emerson Santos e Diogo Barbosa; Airton (Dierson), Rodrigo
Lindoso, Luís Ricardo, Gegê (Leandrinho) e Gervasio Núñez (Ribamar; Luís
Henrique. Técnico: Ricardo Gomes.
» Bangu: Célio Gabriel,
Paulo Barrach, Anderson Penna, Arthur Sanches (Matheus Avelar) e Guilherme;
Yves, Júnior, William Amendoim, Giovanni Carioca (Magno) e Almir; Geraldo (Salatiel).
Técnico: Emanoel Sacramento.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2016
Botafogo Tuparetama
O Botafogo Futebol Clube de
Tuparetama, do interior de Pernambuco, além da equipe de futebol, possui uma
equipe de futsal masculino e realizou um amistoso no dia 6 de novembro de 2015
enfrentando o Monteirense. O jogo
terminou empatado em 2x2.
Pesquisa de Rui Moura (editor do blogue Mundo Botafogo).
Pesquisa de Rui Moura (editor do blogue Mundo Botafogo).
Botafogo Football Club e Portugal – uma profunda relação de amizade
As relações
entre o Botafogo e Portugal foram mais intensas do que na generalidade se possa
pensar. Desde logo, o nome: a origem primária do nome do bairro e do Clube
deve-se ao Galeão português São João Batista, o maior navio de guerra do seu
tempo, com 200 bocas-de-fogo, que por esta razão recebeu o apelido de
‘Botafogo’. O artilheiro do navio, João Pereira de Souza ‘Botafogo’, adotou o
sobrenome e, mais tarde, foram-lhe doadas terras que ficaram conhecidas por ‘terras
do Botafogo’ – originando a designação do bairro.
E a 20 de
julho de 1913 o Botafogo Football Club jogou contra a Seleção de Portugal, que
se deslocou ao Rio de Janeiro a convite do Glorioso, sendo a primeira Seleção
estrangeira a jogar no Brasil, tendo o futebolista português Vieira ingressado
nas fileiras do Clube ao fim da digressão.
Agora, em
pesquisa do nosso estimado amigo Claudio Falcão, editor do blogue Datafogo, a
quem se agradece a excelente colaboração, descobre-se mais uma homenagem do
Botafogo Football Club a Portugal, que promoveu um jantar dançante na sede da
Avenida Pasteur, cuja notícia foi difundida pela revista ilustrada Lusitania a
16 de dezembro de 1931.
Imagens:
Digitalização de Claudio Falcão.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
Distrito de Botafogo, em São Paulo
Botafogo é um
distrito do município de
Bebedouro, no estado de São Paulo, distando cerca de 8 km do perímetro urbano
da sede, e cerca de 12 km do centro da cidade. Possui cerca de 2.500
habitantes. A vila nasceu em virtude da Estação Botafogo inaugurada em 1911 pela Companhia de Estradas de Ferro
São Paulo-Goiaz. Foi elevada à
categoria de distrito pela Lei Estadual de n.º 1865, de 31 de agosto de 1922.
Em
1914, a companhia entrou em falência, em 1927 a
Companhia Paulista de estradas de ferroa comprou
o trecho e em 1969 o ramal foi fechado e os trilhos retirados paulatinamente,
tendo a maioria das estações do trecho sido demolida.
Atualmente
o distrito de Botafogo possui uma igreja católica (Matriz de Nossa Senhora
Aparecida de Botafogo), duas praças, um terminal rodoviário, uma escola
estadual (E. E. Gustavo Fernando Kulhman), um posto de saúde (Unidade Básica de
Saúde), um cartório de notas e um clube (Botafogo Futebol Clube).
Pesquisa
de Rui Moura (editor do blogue Mundo Botafogo)
Uma tarde vazia
por FERNANDO MOURA PEIXOTO (ABI
0952-C)
[Deferência especial para o
blogue Mundo Botafogo]
[N.A. Obra de juventude, escrita em
1971, com narrativa do ponto de vista feminino, o texto foi publicado em 1994 na antologia VALORES
DA NOVA LITERATURA BRASILEIRA, da Litteris
Editora, Rio de Janeiro, recebendo o Prêmio
de Edição.]
“Acabou de escrever aliviada. A gente escreve porque sabe – pensou
– a gente escreve para aprender. Escrever é um modo de descobrir o que se passa
conosco através dos outros. A gente é escrito, concluiu”.
– ARTUR DA TÁVOLA (1936-2008), in ‘Uma História Irritantemente Comum’
Aqui estou, sozinha. Neste imenso apartamento vazio. Ninguém a
perturbar. Da mesa de trabalho avisto as janelas e uma paisagem que tanto
admiro. Hoje, porém, experimento a carga disso tudo. Bate um vento azul e leve,
lento e penetrante.
Observo a mesa e os papéis que se amontoam displicentemente
espalhados pela casa, os livros formando pilhas. O labor me espera. Lápis,
borracha e a antiga máquina de escrever, tudo contribui para o meu remorso.
Remorso de quê? Porque lá de dentro, bem do fundo de meu íntimo, vem uma
pergunta há muito presente. Que fazer nesta tarde?
O vento continua balançando mansamente as velhas janelas que
sentem o seu peso e rangem. Por todo o apartamento percebe-se um longo e quase
inaudível lamento, assim como uma presença amiga, distante. Em busca de
palavras murmuradas, praticamente mudas.
E penso... Não é o vento, mas a solidão que geme. Esta vista que
desfila ante meus olhos não leva a evocações, daqui não me transporta, como em
tantas outras vezes. As ondas do mar e o seu barulho longínquo, que sempre me
acalentam, ficaram hoje diferentes. Incorporaram-se a mim como se fossem o meu
inconsciente. Como se fossem eu mesma. Não as entendo. Elas estão como estou. E
o silêncio se sobrepõe à solidão... Não sei se a solidão gera o silêncio ou o
contrário. Ou ainda, se ambos se completam.
Não, não é a solidão que geme. Nem o silêncio ou as janelas. Mas,
sim, esta sensação morna de que nada acontecerá, que o telefone não irá tocar e
que nenhuma voz se debruçará no vazio das horas para uma palavra qualquer,
mesmo banal e sem importância.
Continuo a olhar os livros e papéis empilhados. Lápis, borracha,
caneta e máquina de escrever. Vejo a quantidade de coisas que deverão ser
produzidas em um determinado tempo. E mais uma vez me pergunto. Que fazer nesta
tarde?
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
Botafogo de Ipiranga campeão Josefense
O Botafogo do bairro
de Ipiranga, município de São José, conquistou o Campeonato de Futebol Amador
Josefense série B, a 15 de novembro de 2015, em Florianópolis, ao perder para o
Fazenda do bairro Fazenda de Santo Antônio por 2x1. No jogo de ida o Botafogo
havia ganho por 3x1, pelo que o placar agregado favoreceu o alvinegro por 4x3.
O goleiro Joatan, do
Botafogo, foi o menos vazado da competição.
Pesquisa de Rui Moura
(editor do blogue Mundo Botafogo)
terça-feira, 26 de janeiro de 2016
Botafogo e a remodelação: um processo inevitável que não avança…
Confesso não
estar em posse de todos os elementos para avaliar a situação completamente, mas
os indícios que registro através da leitura e da audição dos noticiários não me
inspiram confiança e parece-me que o Botafogo precisa de uma remodelação a
vários níveis.
Sei que a
diretoria foi corajosa a enfrentar os problemas, mas receio que não tenha
colocado o discernimento necessário ao serviço da gestão e de um profissionalismo
que quase sempre faltou ao nosso Clube em quase 122 anos de existência.
Se não
formos verdadeiramente competentes na escolha de profissionais também competentes
e continuarmos com o improvisado amadorismo que ainda nos caracteriza, o futuro
não sorrirá.
Enquanto o
mundo desenvolvido do futebol de clubes foi alavancado através de um extremo
profissionalismo, no Botafogo mantêm-se voluntarismos insuficientes,
amadorismos ultrapassados, vontades sem consistência real.
Posso
enganar-me – coisa que relativamente ao nosso Botafogo é muito rara, como se
pode constatar pelas nossas opiniões geralmente (e infelizmente) certeiras ao
longo de oito anos – mas vejo o departamento jurídico perdendo batalha atrás de
batalha, vejo o departamento de marketing não ganhando nenhum combate, vejo o
departamento de futebol incapaz de se renovar e de montar um plantel
minimamente aceitável para ficarmos entre o 8º e o 12º lugar no ‘Brasileirão’,
vejo comissões técnicas de futebol profissional e de futebol de bases tecnicamente
impreparadas e sem articulação para integrar adequadamente jovens revelações
que sem acompanhamento verdadeiramente profissional se perderão – como muitos
outros no passado.
E vejo falta
de definição das modalidades que devem ser a base permanente do Clube, em vez
de se alternar, ano após ano, as modalidades apoiadas, bem como vejo que o
maior (ir)responsável da gestão anterior do Clube ainda não foi expulso e
processado mediante uma auditoria adequada, e vejo os estatutos ainda sem
alteração de modo a que o Botafogo seja finalmente dos seus sócios-torcedores e
não apenas de umas dezenas de sócios que têm comandado os destinos do Clube e o
têm levado ao ponto onde está.
Que nenhum
torcedor pense que o caminho em 2016 é de façanhas. Desde 1995 que não temos
nenhum título de amplitude nacional no futebol e não vamos consegui-lo se os
nossos esforços não incidirem na criação de uma verdadeira estrutura
profissional consistente, persistente e convincente que recoloque o Botafogo na
galeria das glórias de outrora.
Se de uma
vez por todas o Botafogo não seguir esse caminho seremos o ex-Glasgow Rangers
(que foi campeão de 54 campeonatos escoceses e atualmente se designa por
Rangers FC), que recomeçou o seu trajeto a partir da 4ª divisão escocesa.
E se a diretoria
e os torcedores não acreditarem, então que sigam o mesmo caminho de
inconsistência que nos tem caracterizado desde a década de 1970 – excetuando-se
o período iniciado por Emil Pinheiro que nos devolveu o orgulho alvinegro.
Quanto mais se deixa avançar uma crise, mais difícil se torna debelá-la.
O editor do
blogue mais teria para argumentar, mas fica-se por estas notas. Por enquanto…
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
Barragem de Botafogo
MANANCIAIS – Igarassu, Pernambuco
Rio Catucá
(Barragem de Botafogo), Cumbe, Pilão, Tabatinga, Conga, Arataca/Jardim e ainda
os Rios Pitanga e Utinga.
O Rio Catucá
é explorado através da Barragem de Botafogo, localizada em Igarassu, caracterizada
por ser uma barragem de terra, com vertedor lateral em concreto armado, com as
seguintes configurações:
» Altura da
barragem: 27 m.
» Largura do
vertedor: 40 m.
» Bacia
Hidráulica a montante: 88 km2.
» Volume de
acumulação: 28,8 x 10 m3.
» Área máxima
do espelho d’ água: 1,79 km2.
» Trecho
Barragem - EE-1: 177 m, 1.000 mm, em aço.
» Tomada d’ água:
Torre de tomada (cota mínima de tomada: 42,80 m).
» Vazão
regularizável de projeto: 1,5 m3 por segundo (estudos posteriores
revelaram 1,2 m3 por segundo).
Pesquisa de
Rui Moura (editor do blogue Mundo Botafogo)
domingo, 24 de janeiro de 2016
Voz de Aguinaldo Silva
“Em Lisboa, onde
estou, vou todas as manhãs ao café perto de casa, em busca do expresso digno de
George Clooney e também das últimas notícias. […] Cada vez maior número de brasileiros que compram casa em Lisboa em
busca de sossego, convivência civilizada, clima ameno e claro, a distância de
apenas duas horas e quinze minutos de Paris. Aqui já estão Fernandas, Cláudias,
Ricardos, Marlucez, Cosettes, meu sempre caro Manoel Martins, enfim… Um time
cada vez maior da melhor gente brasileira. Sem falar em Rui Vilhena, autor de
‘Boogie Oogie’, que aqui chegou primeiro vindo de Niterói e, embora ande num
constante périplo pelo mundo afora, para cá sempre volta. Porque tantos
brasileiros querem vir para Lisboa? Simples: porque aqui a gente se sente em
casa. Não só por causa da língua, mas também por conta dos costumes. Hoje está
na moda dizer que o Brasil é um país afrodescendente, mas basta passar uns dias
em Portugal para discordar. Apesar da mistureba toda que nos faz meio negros,
meio índios, somos é portugueses legítimos.” – Aguinaldo Silva, jornalista e autor de novelas, excerto extraído da
revista do jornal EXTRA (17.01.2016). Foi uma gentileza do meu dileto amigo Gil
Gomes o envio desse material, provando que os brasileiros
maldizentes de Portugal – país que não conhecem – são bem compensados pelos
imensos brasileiros que gostam da pátria portuguesa e alguns nela vivem por puro
prazer.
Botafogo Master 4x2 Seleção Capixaba
Musa da Desportiva Ferroviária, o melhor de ontem no Estádio Kléber Andrade, além da
vitória do Botafogo Master com gols de Donizete Pantera (3) e Rossato. Diz-se que também andou por lá a equipe principal do Botafogo, que alegadamente terá jogado e perdido para a Desportiva por 2x1, mas parece ter sido alarme falso.
Botafogo de Areia Vermelha campeão
O Botafogo
de Areia Vermelha, do Sobrado, estado da Paraíba, sagrou-se campeão inédito da
17ª Copa Cultura de Futebol Amador, no Estádio Sílvio Porto, em Guarabira, no
dia 17 de janeiro de 2016, vencendo a Seleção de Jacaré de Alagoinha por 2x1.
Em jogo
arbitrado por Francisco Gilson, Yob assinalou os dois gols do Botafogo, ainda
no primeiro tempo, enquanto Daniel descontou para a Seleção de Jacaré, na
segunda parte.
O Grêmio de
Alagoinha assegurou o 3º lugar após vencer o Palmeiras de Mulunguzinho de
Araçagi por 3x0.
Yob
(Botafogo) foi o artilheiro da competição com 9 gols assinalados e Zil
(Botafogo) conquistou o troféu de melhor goleiro.
Martins
Júnior, cronista esportivo e organizador de competições amadoras, marcou o fim
de 17 anos de promoção da Copa Cultura de Futebol Amador para se dedicar às
competições profissionais como Diretor de Esportes da Rádio Cultura,
sucedendo-lhe no cargo Tavares Santos.
Pesquisa de
Rui Moura (editor do blogue Mundo Botafogo)
sábado, 23 de janeiro de 2016
Botafogo: meiões brancos com losangos negros…
por JOSÉ GONÇALVES
Leitor do Mundo Botafogo
Ruy, estou
te informando por este meio [e-mail] que há um sítio sobre camisas do BFR cujo endereço é: http://gloriosomanto.blogspot.com.br. É pena que não haja atualizações. Desde
o início, em 2012, parou, mas a idéia era ótima.
Traz
uma curiosidade que eu não sabia: no famoso amistoso contra o Carlos Renault
cujo resultado foi 5x5, o Glorioso jogou com meiões brancos com losangos
negros. A foto está no blogue e é uma curiosidade peneirada que poucos sabem.
De
novidades o seu blogue está cheio, graças a Deus, não é mais do mesmo quando se
fala de BFR. Fica a dica para postar no seu/nosso blogue.
Botafogo de Ijuí campeão
O Botafogo do bairro de São Paulo, no Rio Grande do Sul, sagrou-se vencedor do Campeonato Municipal de Futebol Amador de Ijuí da 2ª
divisão, no Estádio 19 de Outubro, no dia 14 de dezembro de 2014, vencendo o
Afumisa Júnior na final por 2x1.
Após subir à 1ª divisão, o Botafogo foi
à final do Campeonato Municipal de Futebol Amador de Ijuí, perdendo para a
equipe do Vila Nova do Bairro Lambari por 1x0 no último jogo das finais.
Pesquisa de Rui Moura (editor do blogue
Mundo Botafogo)
sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
Futebol Botafoguense 2016 - expectativas
Votaram 50 leitores.
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Sim
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23 (46%)
|
|
Não
|
27 (54%)
|
Votação muito dividida. Votei ‘não’. Há 20 anos sem
títulos nacionais não me parece que seja com o atual elenco que tal ‘escrita’
será quebrada…
Quais são as suas expectativas para o futebol
Botafoguense 2016?
Votaram 61 leitores.
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10
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3
(5%)
|
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09
|
2
(3%)
|
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08
|
6
(10%)
|
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07
|
19
(31%)
|
|
06
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13
(21%)
|
|
05
|
10
(16%)
|
|
04
|
4
(7%)
|
|
01
|
4
(7%)
|
Cerca de ¾ dos leitores (78%) votaram entre 5 e 8 pontos.
Votei ‘6,00’. Média: 6,18. A previsão é modesta, como convém a quem tem que se
preparar gradualmente para melhores dias com um projeto consistente e
sustentado.
FLAtulências (106): o 'presidente' da flapress
Em 2013 o "presidente" da Flapress, o
simpático jornalista Renato Maurício Prado, escreveu uma coluna no Diário
Oficial da Flapress, o jornal O Globo, afirmando que o jogador Felipe Melo não
jogava "bulhufas" no Flamengo e que "só trazia problemas, nunca
soluções."
Como não era a primeira vez que o "cortês
presidente da Flapress desancava o atleta em sua coluna, o mesmo, educadamente,
como é de bom alvitre entre jornalistas, jogadores e torcedores do Invencível
Mengão, postou um desabafo em sua conta no Facebook afirmando que o
Renato era "corno, chifrudo, babaca e covarde".
Tudo em altíssimo nível, como vocês podem perceber.
Sigamos: desgostoso com as acusações perpetradas pelo
Felipe, o jornalista foi à Justiça buscando reparação, mas perdeu a causa em 1ª
instância e ainda foi condenado a indenizar o jogador em R$ 3 mil e pagar mais
R$ 5 mil de custas processuais e honorários advocatícios. Além de continuar,
segundo a Justiça, sendo "corno, chifrudo, babaca e covarde."
Eu, se fosse o juiz da causa, ao menos corrigia o
exagero do Felipe Mello em suas imprecações contra o "afável"
presidente da Flapress, afinal corno e chifrudo são sinônimos.
Ai, ai, ai... Eu si mi advirto-mi-me com a
"NaSSão" e suas baixarias!
A notícia completa está na UOL- Felipe Melo ganha
processo contra Renato Maurício Prado: “rindo à toa”.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
FLAtulências (105): Independiente heptacampeão da Libertadores
O argentino Mancuello, em sua chegada ao
Galeão, foi questionado por mais um iletrado e incompetente repórter da legião
Flapress se havia se assustado com a quantidade de repórteres presentes.
Resposta: – "Não, eu jogava em um clube [Independiente] que já ganhou 7 Libertadores e estou acostumado com isso."
[Informação
passada pelo nosso amigo José Gonçalves e retirada do facebook de Zatonio
Lahud.]
Breve relato histórico dos 181 anos de carnaval carioca (III)
Baile de carnaval no clube
‘Fluminense’
por FERNANDO MOURA PEIXOTO (ABI
0952-C)
[Deferência especial para o
blogue Mundo Botafogo]
OS ANOS DOURADOS DA FOLIA
“Quem foi que inventou o Brasil? / Foi seu Cabral! / Foi seu
Cabral! // No dia vinte e um de abril / Dois meses depois do carnaval...”.
– LAMARTINE BABO (1904-1963),
compositor de música popular (in ‘História do Brasil’)
Os concursos de músicas carnavalescas haviam sido regulamentados
em 1932 pelo prefeito Pedro Ernesto,
embora muitos deles já existissem extrarregularmente antes. O ano de 1932 conheceu
ainda a oficialização do carnaval carioca e da realização do primeiro grande
baile do Teatro Municipal do Rio de
Janeiro, patrocinado pelo Touring
Club do Brasil e efetuado às onze horas da noite de 8 de fevereiro, com
ingressos a sessenta mil réis. A decoração do salão do teatro coube ao
colunista social Gilberto Trompowsky
(1912-1982), que se assinava G. de A.
Nos anos vindouros seguiram-se outros bailes no Municipal, virando
uma tradição. E também os dos hotéis Glória
e Copacabana Palace, dos cassinos da
Urca e Atlântico, do Automóvel
Clube, dos Cronistas Carnavalescos,
dos Pierrôs, do Rádio, das Atrizes, dos Travestis, dos clubes Flamengo, Fluminense, Vasco, Botafogo, Marimbás,
Monte Líbano e centenas mais.
Criada em 1933 pelos jornalistas Vasco Lima (s/d) e Pilar
Drummond (s/d), de ‘A Noite’, a
figura do ‘Rei Momo I e Único’ – “do
latim ‘Momus’, derivado do grego ‘Mómos’, deus, filho do Sono e da Noite,
personificação da maledicência, e
representado com máscara, tendo na mão um bastão”. Inicialmente era um grande boneco de papelão, modelado pelo
artista plástico Hipólito Colomb (–
1947). Mas em 1934, em consequência do êxito alcançado e para incentivar os
foliões, a dupla deu-lhe vida, fazendo de Moraes
Cardoso (–1948), cronista de turfe daquele jornal, o primeiro Rei Momo de
carne e osso – que permaneceria no cargo de 1934 a 1948, quando veio a falecer
em dezembro. Mantendo o costume, sucederam-se outros ocupantes no cargo do rei
do carnaval.
Dançando o frevo (Revista
‘Cruzeiro’, 1951)
Em 1935, com a apresentação do Clube dos Vassourinhas, vindo do Recife, Pernambuco, introduziu-se no carnaval carioca o frevo: um
ritmo apoiado no baião e na marcha, mesclado com o maracatu, e que tomou o
acréscimo de metais. O nome ‘frevo’
é uma corruptela da primeira pessoa do singular do indicativo presente do verbo
‘ferver’, já que a cadência
frenética da dança põe as multidões literalmente em ebulição.
Ainda em 1935, contestando o Rei
Momo, surgiu o Cidadão Momo – o cantor Sílvio Caldas (1908-1998), o primeiro
– e, em 1937, elegeu-se o Cidadão Samba
– o sambista e compositor Paulo da
Portela (1901-1949). Em 1942 a Prefeitura estimulou a animação do carnaval,
ofertando prêmios aos ranchos, blocos e escolas de samba, com julgamentos
feitos por comissões especializadas por ela designadas.
Em 1944 promovem-se banhos de mar à fantasia na Praia do Leme, a
exemplo do que já ocorrera na Praia do Flamengo. Havia também os concursos de
melhores fantasias que, confeccionadas em papel, se desmanchavam na água.
Em 1947 formou-se a Confederação
das Escolas de Samba e, em 1949, a Federação
das Escolas de Samba do Brasil, ano em que o desfile oficial dos sambistas
transferiu-se da Praça Onze para a Av. Presidente Vargas, na altura do Campo de
Santana.
Em 1950, a Associação dos
Cronistas Carnavalescos lançou o certame de Rainha do Carnaval Carioca, vencido pela vedete e atriz Elvira Pagã (1920-2003), uma paulista
escultural – 90 cm de busto, 55 de cintura e 90 de quadris. Até 1959 a
competição se dava no sistema de votos vendidos pelas próprias candidatas.
Em 1952, aliam-se as três entidades representativas das Escolas.
Em 1953 a mídia impressa considera a apresentação dos sambistas como “a maior atração do carnaval”. Em 1954
criou-se a Associação das Escolas de
Sambada Guanabara, AESEG. Em 1957 desloca-se o desfile, ainda gratuito,
para a Avenida Rio Branco. Em 1958 comparecem moradores da zona sul às quadras
das escolas. A classe média começou a descobrir as escolas de samba, que, até
então, só interessavam aos habitantes dos subúrbios e das favelas. Nesta década
de 1950 os concursos de fantasias do Teatro Municipal, em luxo e originalidade,
alcançaram o auge da fama.
Carnaval de rua em 1960 (foto de
Marcel Gautherot)
CARNAVAL CARIOCA, ATRAÇÃO
INTERNACIONAL
“Eu conheci o samba de pé descalço, hoje o samba está de smoking.”
– ISMAEL SILVA (1905-1978),
músico e sambista
Na década de 1960 houve o declínio do rádio e a ascensão da
televisão. Circulavam muito por toda a cidade os denominados ‘blocos de embalo’, sendo os principais
os rivais ‘Bafo da Onça’ e ‘Cacique de Ramos’. Os componentes desses
blocos marcavam o ritmo batendo dois tamancos com as mãos.
Em 1963, já instituídas pelos órgãos de turismo as entradas pagas,
há o crescimento e o retorno dos desfiles à Av. Presidente Vargas. Em 1965 – já
em pleno regime militar de exceção –, o governador Carlos Lacerda (1914-1977) financiou amplamente as escolas de samba
a fim de que se exibissem rica e luxuosamente – as fantasias eram obrigatórias
pelo regulamento, desde 1952 – durante o carnaval do quarto centenário de
fundação da Cidade.
Nos anos seguintes as Escolas foram se tornando o centro das
atenções do carnaval do Rio de Janeiro. Cobravam-se ingressos para que os
certames pudessem ser apreciados por um público em expansão: milhares de
populares e turistas, acomodados em improvisadas arquibancadas, desmontáveis.
As transmissões feitas pelas emissoras de televisão contribuíram para uma
afluência de segmentos dos setores artísticos, culturais e da sociedade aos
desfiles.
A partir de 1965, com a pioneira ‘Banda de Ipanema’, desenvolveram-se nos bairros e nas ruas grande
número de bandas carnavalescas que esquentavam mais ainda as folias de Momo. Em
1967 a classe média engrossa a frequência dos ensaios das escolas de samba e o
samba-enredo ‘O Mundo Encantado de
Monteiro Lobato’, da futura campeã Mangueira,
fez inusitado sucesso nos salões dos bailes de carnaval.
Ao final do ano de 1967 era gravado um disco de vinil em LP com os
sambas-enredos do Carnaval de 1968, antecipando assim ao povo, pela primeira
vez, letra e música das escolas de samba. Em 1969/1970 a Portela traz os seus ensaios para a sede náutica do clube Botafogo, no Mourisco, na zona sul carioca.
Na década de 1970 comercializam-se e agigantam-se as Escolas. O
samba e os sambistas são ofuscados pelo brilho das fantasias e da beleza dos
carros alegóricos. Para evitar os constantes atrasos nos desfiles limitou-se o
tempo de exibição de cada escola na pista.
Em 1974 e 1975 a apresentação dos sambistas foi deslocada para a
Avenida Presidente Antônio Carlos e, em 1978, para a Rua Marquês de Sapucaí. É
interessante ressaltar que já havia um plano elaborado, desde 1974, na Associação das Escolas de Samba, AESEG,
manifestando a necessidade imperiosa de se fixar os desfiles em um lugar
apropriado e permanente, exatamente naquele logradouro.
Rei Momo, década de 1960 (Revista
‘Cruzeiro’)
DO SAMBÓDROMO À INTERNET
Em 1984, com o projeto arquitetônico de Oscar Niemeyer (1907-2012), e em rápida execução, inaugurou-se, no
governo de Leonel Brizola (1922-2004),
a designada ‘Passarela do Samba’
(Passarela Professor Darcy Ribeiro, 1922-1997), na Rua Marquês de Sapucaí.
Local aparentemente definitivo – salvo especulações sobre novas mudanças que
ora ou outra surgem eventualmente – para ser o palco das escolas. Logo
apelidado de ‘Sambódromo’, é dotado
de espaçosas e imponentes arquibancadas de concreto armado e de reversíveis
camarotes que se tornam salas de aula no período letivo, em um CIEP, Centro Integrado de Educação Pública. Há ainda uma gigantesca ‘Praça da Apoteose’, na qual as escolas
deveriam evoluir após as apresentações. Esta ideia da ‘apoteose’, considerada inviável, foi revogada pelos próprios
sambistas dois anos depois.
Na estreia da Passarela do
Samba, no carnaval de 1984, deu
Mangueira na cabeça, com o enredo ‘Yes,
Nós Temos Braguinha’. Descontentes com a sua Associação, um grupo de
dirigentes das principais organizações do samba fundou, em 24 de julho daquele
ano, a Liga Independente das Escolas de
Samba, LIESA, que se encarregaria dos interesses das agremiações e da
preparação dos desfiles, utilizando a informática.
No vai e vem dos deslocamentos, da Praça Onze de Junho à Marquês
de Sapucaí, passando pelas avenidas Rio Branco, Pres. Vargas e Pres. Antônio
Carlos, os desfiles das escolas de samba transformaram-se em uma atração
internacional, constituindo-se no ponto alto do carnaval brasileiro e num dos
mais belos, ricos e luxuosos espetáculos visuais do mundo, em que não falta
tecnologia, engenho e arte.
No entanto, o crítico e pesquisador José Ramos Tinhorão (1928–) acha que “os sambistas cometeram um
suicídio cultural. Eles, ingenuamente, acreditaram que com a participação de
cenógrafos e gente da alta sociedade nas suas escolas seriam melhor aceitos.
Não ficaram mais bonitos, continuam pobres e agora só participam do carnaval
pelo esforço físico da caminhada e pelo trabalho braçal de empurrar carros”.
Carnaval de 1981 (Revista
‘Manchete’)
Polêmicas infindáveis à parte, estamos vivendo o décimo sexto
carnaval do século 21. Hoje temos festa,
samba e desfiles transmitidos via internet para todo o planeta. Felizmente não
se materializou o vaticínio do sambista Martinho
da Vila (1938–), feito há mais de vinte anos. Segundo o compositor e cantor
de Vila Isabel, as escolas de samba, patrocinadas e oligopolizadas, iriam se
apresentar nos folguedos momescos do Terceiro Milênio exibindo marcas e
logotipos de produtos e empresas. Será que quem sobreviver ainda verá?
“Sem bicho [o jogo] e bicha não há carnaval.”
– CARLOS IMPERIAL (1935-1992),
polêmico produtor artístico, autodeclarado ‘rei da pilantragem’ e adepto do
Botafogo de Futebol e Regatas
FERNANDO
MOURA PEIXOTO (ABI
0952-C)
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