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terça-feira, 31 de janeiro de 2023

BOTAFOGUENSES ANÔNIMOS (38): Joel Martins

por JOSÉ RICARDO CALDAS E ALMEIDA | Colaborador do Mundo Botafogo

Joel Martins da Fonseca nasceu em São João de Meriti (RJ), em 14 de fevereiro de 1935.

Começou sua carreira como centromédio, envergando a camisa do Nacional, de Ricardo de Albuquerque, clube do Departamento Autônomo do Rio de Janeiro.

Tinha 21 anos quando se apresentou ao Coronel Luís Renato e ao Carlos Nascimento que, na época, dirigiam o quadro do Bangu.

Passou por um pequeno estágio nos aspirantes e, em 6 de janeiro de 1957, fez sua estreia no time principal do Bangu, em um amistoso contra o Cruz Preta, de Alfenas (MG).

Foi jogador do Bangu até 27 de dezembro de 1961, no Maracanã, em uma partida válida pelo Campeonato Carioca, contra o América (1x1). Foram 220 jogos com a camisa do Bangu, com apenas um gol marcado (contra a Portuguesa, pelo Campeonato Carioca de 1960). Foi vice-campeão carioca em 1959 e campeão do Torneio de New York em 1960.

Logo depois apresentou-se ao Botafogo.

Sua estreia no Botafogo aconteceu em 6 de janeiro de 1962, em Santiago (Chile), com derrota de 1x0 para o Estrela Vermelha, da antiga Iugoslávia. Formou o Botafogo com Manga, Joel, Zé Maria, Nilton Santos e Rildo; Ayrton (Pampolini) e Didi; Édison, China (Amoroso), Amarildo e Zagalo. Técnico: Marinho Rodrigues.

Seu histórico no Botafogo é o seguinte:

ANO

J

V

E

D

GM

1962

42

29

8

5

1963

45

20

15

10

1964

47

33

5

9

1 (*)

1965

39

20

12

7

1966

51

24

14

13

1967

19

11

3

5

1968

1

0

1

0

TOTAL

244

137

58

49

1

(*) Marcado em 16 de julho de 1964, em Buenos Aires, Argentina, na vitória de 2x0 sobre o Barcelona, da Espanha.

Foi convocado para treinar na Seleção Brasileira que iria disputar a Copa do Mundo, no Chile, em 1962, depois cortado.

Sua última partida pelo Botafogo foi em 29 de junho de 1968, no amistoso contra a Portuguesa-RJ, no estádio de General Severiano.

No Botafogo, ganhou dois títulos de campeão carioca: 1962 e 1967. Além disso, foi campeão do Torneio Rio-São Paulo em 1962, 1964 e 1966.

Depois que parou de jogar foi treinar as divisões de base do próprio Botafogo, com o qual foi campeão carioca de juvenis nos anos de 1977, 1978 e 1990.

Além desses títulos com o Botafogo, Joel Martins também foi bicampeão brasileiro de juniores nos anos de 1977 e 1978, dirigindo a seleção carioca.

Nesta roda-viva que é a carreira de técnico, Joel Martins dirigiu a equipe principal do Botafogo em sete oportunidades: 1979, 1984, 1986, 1987, 1988, 1990 e 1992.

Além do Botafogo, Joel foi treinador do Goytacaz, de Campos (RJ), do América, do Rio de Janeiro, do CRB, de Maceió (AL), do Paysandu (PA) - onde conquistou o título de campeão brasileiro da segunda divisão, em 1991 -, do Uberlândia (MG), do Gama (DF), do Clube do Remo (PA), do Nacional (AM) e do Tupi, de Juiz de Fora (MG), seu último clube, em 2006.

Teve ainda uma breve experiência internacional, treinando o Al-Jabalain Club, da Segunda Divisão da Arábia Saudita.

Fora dos gramados, Joel foi agraciado com o Prêmio Belfort Duarte, pela antiga CBD (atual CBF), em 21 de julho de 1966.

Fontes: Almanaque do Bangu; Revista do Esporte; Site “O Gol”.

terça-feira, 24 de janeiro de 2023

BOTAFOGUENSES ANÔNIMOS (37): Basso

por JOSÉ RICARDO CALDAS E ALMEIDA | Colaborador do Mundo Botafogo

Oscar Alberto Américo Basso nasceu no bairro de Caballito, no centro geográfico de Buenos Aires, capital da Argentina, em 22 de abril de 1922.

Um amigo seu de peladas, Tossoni, havia seguido para jogar no Tigre, na divisão secundária, e o convidou para ir também.

Basso se formou no pequeno Tigre e foi promovido ao time adulto em 1941. Estreou na 16ª rodada, em 1x1 contra o Gimnasia y Esgrima, em La Plata, e logo firmou-se na titularidade. O Tigre terminou em décimo lugar e com a sétima melhor defesa do campeonato argentino, algo notável em um cenário onde os grandes eram seis (Boca Juniors, River Plate, Racing, Independiente, San Lorenzo e o Huracán).

Mas, em 1942, o Tigre foi o último colocado e caiu para a Segunda Divisão. O insucesso não foi exatamente atribuído ao zagueiro, que só participou basicamente da metade inicial da campanha do Tigre, até à 17ª das 30 rodadas. Tanto assim que Basso foi contratado por um River Plate campeão desse ano.

Era o River Plate “La Máquina”. Basso, contudo, não vingou. No campeonato argentino de 1943 só foi usado em duas rodadas do vice-campeonato do River Plate; o zagueiro titular pela direita no clube era o ídolo histórico Ricardo Vaghi. Isso não significou exatamente inatividade, mas uma presença limitada basicamente à equipe B, pela qual Basso inclusive sagrou-se campeão do campeonato da categoria – junto a figuras reconhecidas antes ou depois da história do River Plate. Se não adiantou para Basso firmar-se no time principal, ainda era suficiente para ser repassado a outro gigante.

Já havia deixado seus estudos de Engenharia quando se transferiu para o San Lorenzo e ali logo se consolidou no time treinado pelo húngaro Emérico Hirschl. Em uma época de defensores rudes, destacou-se pelo jogo limpo e cavalheiro, ainda que a concorrência fortíssima de uma geração dourada o desgastasse na seleção: nas Copas América de 1945 e 1946, o zagueiro direito indiscutível era Salomón, capitão e por trinta anos o recordista de jogos pela seleção da Argentina.

O melhor de Basso viria justamente no decorrer de 1946. O San Lorenzo de 1946 conseguiu o feito de somar 90 gols (em 30 jogos), números não superados por ninguém no campeonato argentino naquela década.

Basso foi um dos três jogadores do San Lorenzo que estiveram em todos os trinta jogos da trajetória campeã, ao lado de Angel Zubieta e de Armando Farro. Foi o único título argentino do San Lorenzo entre 1936 e 1959. Para celebrar o título, o clube organizou sua primeira excursão à Europa, passando por Espanha e Portugal. Basso esteve presente em todas as dez partidas de uma viagem memorável, aí incluídas vitórias sobre o Atlético Aviación (atual Atlético de Madrid – 4x1), duas vezes sobre a seleção da Espanha (7x5 e 6x1), 3x3 com o Athletic Bilbao, 1x1 com o Valencia, 0x0 com o Deportivo La Coruña, 5x5 com o Sevilla (campeão de La Liga na temporada 1946-47), 9x4 no Porto e 10x4 na seleção portuguesa. Os 7x5 sobre a seleção da Espanha seriam incluídos, em 2020, pelo jornal madrilenho “As” como um dos 100 jogos históricos dos próprios derrotados.

Em 1947 o San Lorenzo ficou em quinto lugar, a onze pontos do campeão River Plate. Basso, por sua vez, se engajava na luta por melhores condições de trabalho aos jogadores argentinos. Virou o Presidente do sindicato da categoria, que deflagrou a famosa greve de 1948. A greve paralisou o campeonato na 25ª rodada, em 31 de outubro de 1948. O San Lorenzo continuou jogando o torneio, mas com a equipe de aspirantes. Os titulares, por sua vez, jogaram três dias depois bem longe dali, justamente na última partida de Basso em sua primeira etapa no San Lorenzo, sua primeira vez no Brasil: vitória de 1x0 sobre o Expresso da Vitória do Vasco da Gama, em São Januário.

A greve não foi atendida e isso levaria ao exílio de astros de diversos clubes, especialmente ao Eldorado Colombiano. A Europa foi outro destino natural. Junto com outros dois argentinos, Basso rumou à Itália, para jogar na Internazionale, de Milão.

Basso ficou só uma temporada no “calcio”. Retornou para Buenos Aires manifestando o propósito de não regressar à Itália, salientando que existia essa intenção por parte de outros jogadores sul-americanos que atuavam na Europa, todos temendo o perigo de uma nova guerra e que, de um momento para outro, se visse envolvido em um conflito armado.

Nada menos que cinco clubes estavam interessados na aquisição de Basso. Foi, então, que Geraldo Romualdo da Silva, do Jornal dos Sports, escreveu sobre o Botafogo ao argentino. Já no Brasil, foi levado a General Severiano pelo radialista Luís Mendes.

Resolveu sua transferência com o clube italiano e embarcou para o Rio de Janeiro. Chegou para o Botafogo no dia 12 de setembro de 1950. Uma semana depois já estava treinando com seus novos companheiros. Tendo agradado plenamente as exibições feitas nos dois treinamentos, foi submetido ao exame médico e aprovado para logo atuar pelo Botafogo.

Isso aconteceu em 24 de setembro de 1950, em Caio Martins, na derrota de 1x0 para o Canto do Rio. Formou o Botafogo com Oswaldo Baliza, Basso e Nilton Santos; Rubinho, Souza e Carlito; Vivinho, Neca, Pirilo, Zezinho e Careca. Técnico: Carvalho Leite.

Foram 14 jogos em 1950, com 11 vitórias, um empate e duas derrotas.

Basso só jogou o Estadual de 1950 (que já estava em andamento), o primeiro na Era do Maracanã. Naquele estadual o Botafogo ficou em 4º lugar.

Em 1951, foram apenas três jogos, com uma vitória e duas derrotas.

Depois de haver atuado com brilho durante o campeonato carioca, Basso estava propenso a permanecer no Botafogo, onde fez excelentes amizades.

No dia 15 de fevereiro de 1951 o Botafogo comunicou à Federação Metropolitana de Futebol que prorrogaria por sete meses o contrato de Basso.

O zagueiro foi na excursão ao Chile com a sua situação regularizada. Quando o Botafogo retornou, Basso não acompanhou a delegação até o Rio de Janeiro. Demonstrou interesse em permanecer em Buenos Aires, preocupado, principalmente, com a enfermidade de sua esposa.

Seu último jogo pelo Botafogo aconteceu em 18 de fevereiro de 1951, com derrota para o Colo Colo, por 3x1. A escalação foi a seguinte: Oswaldo Baliza, Basso e Nilton Santos; Rubinho, Ávila e Juvenal; Paraguaio, Neca, Vinícius, Geninho e Zezinho. Técnico: Carvalho Leite.

No dia 8 de março de 1951 o Botafogo recebeu uma carta de Basso solicitando rescisão do seu contrato, unicamente devida à enfermidade de sua esposa, em tratamento na capital argentina.

Em 1951, Basso foi anistiado na Argentina por seu papel na greve e acertou sua volta ao San Lorenzo; reestreando na liga argentina na 16ª rodada desse ano, um 0x0 com o River Plate, em 29 de julho. O mesmo duelo, no returno, com Basso em campo, seria o primeiro jogo televisionado da história do futebol argentino. Seguia a qualidade do defensor. Ídolo do Boca Juniors nos anos 50, Borello declarou: “Eu preferia jogar contra Dellacha ou Pizarro, que iam ao choque. Por outro lado, ficava louco com Oscar Basso, que me antecipava sempre e saía jogando” (Dellacha, de fato, seria descrito por Pelé como seu mais duro marcador).

Depois do jogo contra o River Plate, Basso marcou os dois gols da vitória sobre o Platense, por 2x1, em duas cobranças de penalidades máximas ocorridas durante o jogo.

Sem faltar em um só jogo da liga argentina em 1952, 1953 e 1954, Basso penduraria as chuteiras em 1955 após um ano inteiro só sendo utilizado em amistosos do San Lorenzo. Em 1955, a revista El Gráfico dedicou-lhe essas palavras: “Quão terá jogado esse homem que brilhou frente aos atacantes que o enfrentaram com tudo, porque sabiam que não receberiam golpes!”.

Ao todo, Basso defendeu o San Lorenzo em 209 jogos no campeonato argentino, registrando onze gols, dez dos quais como cobrador oficial de pênaltis, destacando-se sobretudo em 1952: fez cinco, incluindo em cada jogo contra o Boca Juniors (vencido em ambos, com o zagueiro fazendo o da vitória em La Bombonera).

Dentre os jogos de segunda etapa de Basso no San Lorenzo, destaque para o amistoso internacional com vitória de 4x1 sobre os ex-companheiros de Botafogo em 20 de março de 1953, no Torneio Quadrangular de Buenos Aires.

Mesmo com tão poucos jogos pelo Botafogo, Basso foi lembrado em 1982 e reeleito em 1994, em enquete promovida pela revista Placar, para fazer parte do “Botafogo de Todos os Tempos”, votado por figuras ilustres como Nilton Santos, Didi, Zagalo, Armando Nogueira, Sandro Moreyra, Paulo Amaral, dentre outros.

O “Botafogo dos sonhos” teria Manga no gol, Carlos Alberto Torres e Nilton Santos nas laterais, com Sebastião Leônidas formando o miolo de zaga com Basso.

Falecido em 2007, Basso também foi bastante reconhecido no futebol de seu país, ainda que não chegasse a defender a seleção, situação atrelada a fatores políticos.

No ano em que o San Lorenzo celebrou seu centenário (2008) e publicou o “Diccionario Azulgrana”, com verbetes de todos os jogadores que defenderam o clube, um seleto grupo de personalidades mereceu uma página inteira ou mais. Basso foi uma delas, descrito como “um pedaço substancial da história azulgrana” e “um jogador de ouro para uma época de ouro”.

Antes, a revista El Gráfico recordou do zagueiro como alguém que desarmava limpamente e então saía jogando “como se pedisse licença”.

Fontes: Esporte Ilustrado; Futebol Portenho; Jornal dos Sports; Mundo Esportivo.

terça-feira, 17 de janeiro de 2023

BOTAFOGUENSES ANÔNIMOS (36): Graham Bell

por JOSÉ RICARDO CALDAS E ALMEIDA | Colaborador do Mundo Botafogo

Armando Graham Bell nasceu em Montevidéu, capital do Uruguai, em 19 de dezembro de 1912 (não há informações sobre o seu falecimento).

Jogador de boa técnica e extremo vigor, às vezes viril. Foi sempre o símbolo de jogador esforçado, de profissional cônscio de suas obrigações.

Era jogador do Wanderers, de Montevidéu (clube que defendeu de 1934 a 1936), quando veio para o futebol brasileiro, transferindo-se para o 14 de Julho, de Santana do Livramento, cidade do Rio Grande do Sul que faz divisa com o Uruguai.

Não demorou no “Leão da Fronteira” e foi parar no Internacional, de Porto Alegre (RS), no dia 5 de março de 1937. Dois dias depois, fez seu primeiro treinamento. Foi contratado, junto com o goleiro Rizzo.

Também teve curta passagem pelo colorado gaúcho, atuando em apenas um jogo, um Gre-Nal no dia 12 de dezembro de 1937, com vitória do Grêmio por 4x3.

No ano seguinte, 1938, passou para o Força e Luz, de Porto Alegre.

Seu primeiro jogo no Botafogo foi em 9 de julho de 1939, na goleada sobre o Flamengo, por 5x1. Formou o Botafogo com Aymoré Moreira, Graham Bell e Nariz; Zezé Procópio, Zezé Moreira e Canalli; Álvaro, Carvalho Leite, Paschoal, Perácio e Patesko. Técnico: Dori Krueschner. 

Sua passagem pelo Botafogo é assim contada: 

ANO

J

V

E

D

GM

1939

11

10

0

1

0

1940

29

14

7

8

0

1941

28

17

4

7

1

1942

6

3

2

1

0

TOTAL

74

44

13

17

1

 

Sua última partida aconteceu em 25 de janeiro de 1942, com derrota de 2x1 para o Bahia, em amistoso, tendo o Botafogo formado com Brandão, Borges e Graham Bell; Procópio, Santamaria e e Zarcy (Sabino); Tadique (Geraldino), Paschoal, Heleno de Freitas, Geninho e Pirica.

Tinha contrato com o Botafogo até 27 de março de 1942. Chegou o momento em que o Botafogo, por questões de leis que regulamentavam o esporte naquela época, pois Graham Bell era uruguaio e o Botafogo já possuía um argentino, teria de optar entre um e outro. Ficaram com Santamaria.

Passou, então, a ser procurado por clubes de São Paulo, mas no dia 12 de março de 1942, foi contratado pelo Canto do Rio, de Niterói (RJ), que tinha como treinador o ex-jogador do Botafogo, Martim Silveira.

Estreou em seu novo clube no dia 5 de abril de 1942, em jogo válido pelo Campeonato Carioca. Sob efeito de injeções no peito do pé, não foi capaz de evitar o massacre: o Flamengo goleou o Canto do Rio, por 6x0. Formou o clube de Niterói com Chiquinho, Hernandez e Graham Bell; Mário Martins, Portela e João Teixeira; Mestiço, Bocão, Geraldino, Caldeira e Vadinho.

No dia 24 de maio de 1942, Graham Bell enfrentaria seu ex-clube, o Botafogo, com derrota de 3x0.

Já com 30 anos, chegou ao Corinthians, de São Paulo (SP), no dia 3 de março de 1943, numa negociação que também envolveu outro jogador do Canto do Rio, Geraldino. Palmeiras, Fluminense, Santos e Ypiranga também tinham interesse nos dois.

Fez sua estreia no dia 21 de março de 1943, na goleada sobre o Jabaquara, por 9x0, em jogo válido pelo Campeonato Paulista, quando o Corinthians levou a campo os seguintes jogadores: Rato, Graham Bell e Chico Preto; Pellicciari, Brandão e Dino; Jerônimo, Servílio, Milani, Eduardinho e Hércules.

Foram apenas dez jogos no alvinegro paulista e já em 1944 deixou o clube, passando a defender a Portuguesa, de Santos (SP), onde jogou até 1945.

Em 1946 foi para o Bandeirante, de Birigui (SP), passando a atuar como jogador e exercer o cargo de treinador, aqui iniciando uma nova carreira.

Após encerrar a carreira como jogador, Graham Bell se tornou treinador de futebol, mas com pouco sucesso. Entre os times que dirigiu está Linense, Jaboticabal, Noroeste e Juventus, todas de São Paulo, e o Uberaba, de Minas Gerais.

Fontes: A Gazeta Esportiva (SP); Almanaque do Corinthians, de Celso Dario Unzelte; Enciclopédia do Futebol Gaúcho – Vol. I – Ídolos e Craques, de Marco Antônio Damian e César Freitas; Jornal dos Sports (RJ); O Futebol no Botafogo (1904-1950), de Alceu Mendes de Oliveira Castro.

Treinadores e contextos (II): do WM de Dori Kürschner ao efeito transformador de Zezé Moreira

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