quinta-feira, 31 de março de 2016

Voz de Facebook de Flamínio Lobo

Fonte: Facebook de Flamínio Lobo

Série: qualidade de vida... (69)

Botafogo 2x0 Volta Redonda

Entre graças e desgraças Ricardo Gomes tem feito um trabalho com sinal mais. O técnico possui a virtude de conhecer bem o futebol europeu e aplicar algumas das características do ‘velho continente’ à equipe do Botafogo. O futebol descabelado da maioria dos seus antecessores, que deixavam os atletas correr tresloucadamente ao longo do campo, desguarnecendo a defesa e tomando gols infantis, alguns dos quais até as nossas vovozinhas evitariam, é certidão de óbito na nossa equipe – por virtude de Ricardo Gomes, que, sublinho, é melhor do que eu julgava.

O futebol pousado, de maior acerto de passes, de posse de bola, de retirada da iniciativa ao adversário, tem resultado e o Volta Redonda ressentiu-se de não lhe permitirem as arrancadas velozes em contra ataque.

Claro que não estamos no paraíso: o ataque não existe enquanto ‘eficácia matadora’, bem comprovado por não termos um artilheiro a destacar, mas sim gols distribuídos pelos atletas de todos os setores. Um dia destes Jefferson marca um gol baliza a baliza… (rs)

Por outro lado, o Botafogo vale pela equipe, mas não tem valores tecnicistas de peso. As apostas sul-americanas parece que maioritariamente não deram resultado e os egressos dos juniores ainda não dão o que se espera deles (designadamente LH e Ribamar, embora este com melhor desempenho em termos de dinâmica de jogo).

Há a clara necessidade de dar sequência à posse de bola com muitas variações, porque a posse de bola permite que a equipe adversária se arme bem na defesa e seja mais difícil transpô-la. A afinação das variações, do contra ataque ‘mortal’ quando houver oportunidade e a afinação do remate a gol são três aspetos a trabalhar nesta equipe.

E queremos dispensar alguns jogadores e obter novos reforços para o campeonato brasileiro…

FICHA TÉCNICA
Botafogo 2x0 Volta Redonda
» Gols: Rodrigo Lindoso, aos 7' (pen) e Carli, aos 76'
» Competição: Campeonato Carioca
» Data: 30.03.2016
» Local: Estádio São Januário, no Rio de Janeiro (RJ)
» Público: 905 pagantes, 1.043 presentes
» Renda: R$: 13.250,00 
» Árbitro: Carlos Eduardo Nunes (RJ); Assistentes: Francisco Pereira de Sousa (RJ) João Luiz Coelho Albuquerque (RJ)
» Disciplina: cartão amareloFernandes e Neilton (Botafogo)
» Botafogo: Jefferson, Diego, Carli, Renan Fonseca e Diogo Barbosa; Rodrigo Lindoso, Bruno Silva (Lucas Zen) e Fernandes; Salgueiro (Neilton) e Nuñez (Gegê); Ribamar. Técnico: Ricardo Gomes.
» Volta Redonda: Mota, Luís Gustavo, Luan, Mailson e Cristiano (Lopes); Bruno Barra, Hugo (Dija Baiano), Marcelo e Vinícius Pacheco (Rafael Pernão); Niltinho e Tiago Amaral. Técnico: Felipe Surian.

quarta-feira, 30 de março de 2016

Voz de Bruno de Carvalho

A juventude que tenho [42 anos] felizmente dá-me boas capacidades de memória e, portanto, agora relembro o que disse sobre vídeo-árbitros, fundos, etc... e é engraçado porque de repente o futebol deu uma volta. As grandes transformações foram sempre de forma abrupta, de um dia para o outro. Nunca foram aos bocadinhos. E o futebol é igual. De repente chega-se, dá-se uma machadada valente, o futebol abanou e de repente toda a gente diz o que eu já dizia há três anos. Afinal, quem era acusado de quezilento, bruto ou irrealista, chega a esta fase e só tem é vontade de rir. Porque acho engraçado virem cá – e é um orgulho muito grande – o New York Times entrevistar-me, a World Soccer, a France Football, a BBC, o Guardian, tudo. Porquê? Porque se aperceberam de repente – menos Portugal – que se deve lutar por princípios e por valores. Rio-me porque de repente me transformei na pessoa mais politicamente correta que há no futebol.” – Bruno de Carvalho, presidente do Sporting Clube de Portugal, in O Jogo, analisando o impacto das suas declarações nos últimos três anos de presidência Leonina.

São Tomé e Príncipe (08)

Fotos: Mundo Botafogo.

Mundo Botafogo: 143.621 visualizações em março

4.787 visualizações diárias, em média

Garrincha inspirou o ‘Timão’

Foto: Gazeta Press (Garrincha em treino do Corinthians)

Depois de passar 12 anos no Botafogo, clube que mais defendeu na vida, e já bicampeão do mundo com a seleção, Garrincha se transferiu para o Corinthians em 1966, com 32 anos. O físico não era mais o mesmo, mas os dribles continuavam desconcertantes. Mané foi contratado no início daquele ano pelo presidente do clube, Wadih Helu, que também trouxe o zagueiro Ditão, que jogava no Flamengo, e o volante Nair, da Portuguesa.

Ditão e Nair viviam grande fase e chegaram com status de estrelas na equipe paulista. Foi então que a imprensa paulista criou o apelido de "Timão" para denominar o Corinthians daquele ano, que tinha um elenco excelente e promissor.

Reportagem completa: http://espnfc.espn.uol.com.br/corinthians/almanaque-mosqueteiro/8376-o-dia-que-garrincha-transformou-o-corinthians-em-timao

segunda-feira, 28 de março de 2016

FLAtulências (126)

Quando se perde a CONFIANÇA a sua vida vira um FURACÃO com muita VOLTA REDONDA.” – Facebook.

Série: qualidade de vida... (67)

Botafogo vence torneio de basquete juvenil

O Botafogo sagrou-se campeão invicto do Torneio Início de Voleibol juvenil masculino, organizado pela Federação de Voleibol do Rio de Janeiro, no Ginásio Óscar Zelaya, em Botafogo, no dia 27 de março de 2016, ao vencer o Fluminense na decisão.

Participaram no torneio: Açores, Botafogo, Carioca da Gema, Flamengo, Fluminense, Instituto Bené Vôlei e Tijuca.

SEMIFINAL
Botafogo 20x18 Tijuca

FINAL
Botafogo 20x05 Fluminense

A equipe foi comandada pelo técnico Walner Rodrigues e pelo assistente Mauro Lima. O central Bruno foi eleito o melhor atleta do torneio.

Pesquisa de Rui Moura (editor do blogue Mundo Botafogo); Fonte e imagem: Portal Oficial do Botafogo.

Um esporte precursor do Frescobol no Leblon

por FERNANDO MOURA PEIXOTO (ABI 0952-C)
[Deferência especial para o Mundo Botafogo]

“Fiquei muito feliz ao ler... uma carta de Fernando Moura Peixoto com o título ‘O Precursor do Frescobol’. Agradeço a lembrança demonstrada... ao recordar um grupo de atletas da Praia do Leblon, que ficava em frente à Rua Dom Pedrito, naquele inesquecível verão de 1943.”

“O precursor do frescobol foi meu marido, Walther Hartning, o ‘Mão de Sebo’. Atualmente moro na Urca e tenho um filho, Mário Vicente Júlio Maia Hartning, que como o pai, é atleta e pratica surfe na Praia do Forte.”

“Aproveito para expressar também meu orgulho e enorme emoção ao ver, quase 50 anos após esses fatos terem acontecido, alguém recordá-los pelo muito que representam para mim, em gratificação e saudade.”

– EVA MARIA MAIA HARTNING, in ‘O Globo-Ipanema’, segunda-feira, 5 de outubro de 1987.

Praia do Leblon, zona sul do Rio de Janeiro, 1943. Um ensolarado e quente verão carioca, como não poderia deixar de ser. Diante da Rua Dom Pedrito, hoje Almirante Guilhem, um judeu alemão chamado Walther Hartning iniciava a prática de um esporte predecessor do frescobol. Professor de inglês e de ginástica, ele residia no antigo Edifício Novaes, na Avenida Afrânio de Melo Franco.

Os amigos haviam-lhe pespegado carinhosamente a alcunha de ‘Mão de Sebo’, por não conseguir jogar bem o vôlei. A bola sempre escorregava de suas mãos, e assim igualmente acontecia com a peteca. Aproveitando os intervalos de descanso da turma da peteca, que armava uma rede na areia fofa, na parte superior da praia, ele costumava usar a palma da mão para impelir uma bola de tênis a um ou dois oponentes. No entanto, a bolinha continuava fugindo-lhe ao controle.

Leblon e Ipanema (1942), Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro

Fez então diversas tentativas utilizando raquetes de tênis na praia, fora do campo da peteca. Insatisfeito com os resultados obtidos manufaturou raquetes menores e compactas, em madeira tosca, semelhantes às atuais de frescobol. E demarcou na areia uma quadra apropriada para a nova atividade, maior do que a da peteca e adaptada do tênis, posicionando a rede em altura mais baixa. O inusitado jogo não recebeu nenhuma designação específica. O esporte sem nome logo virou mania no local. Disputavam-se partidas no sistema ‘melhor de três’, com ‘sets’ de dez pontos, participando uma ou duas pessoas de cada lado.

Conhecidas personalidades da geração dourada da época acompanharam ‘Mão de Sebo’ nesta modalidade esportiva que antecipou o frescobol, tais como Urbano Magalhães de Almeida, Antônio Novaes, a professora de ginástica Yara Vaza primeira mulher a usar um maiô cavado de duas peças na praia, isso em 1938/1939 –, seu marido Frank ‘Tarzan’ Vaz, Celeste Silva Jardim – irmã de Yara –, Jorge Nagib, Dario Sarmento e Yolanda Nascimento Sarmento, Arlete e Ney Cardoso, Walter Nascimento e o então capitão César Montagna de Souza – que, no golpe militar de 1º abril de 1964, foi o coronel do Exército que tomou sozinho e desarmado o comando do Forte de Copacabana, esbofeteando um atônito e solitário sentinela, sob as luzes de refletores e câmeras da finada TV-Rio, instalada no prédio do extinto Cassino Atlântico, no Posto Seis.

Praticada somente em área delimitada na areia quente, provida de rede e marcando-se pontos, a invenção de Walther Hartning perdurou até 1949, exclusivamente na Praia do Leblon. Muitos de seus adeptos vinham de outros lugares e tinham que pacientemente aguardar vez em torno da única quadra existente para o jogo – bem próxima da pioneira rede de vôlei de praia do Leblon, montada em 1939 pelo saudoso doutor Octávio Victor do Espírito Santo.

Ao final da década de 1940, a proliferação do voleibol – em virtude de torneios promovidos ali pelo ‘Jornal dos Sports’ – e o natural crescimento da frequência praiana fizeram gradativamente o esporte desaparecer por falta de espaço. Alguns entusiastas passaram a jogá-lo na beira do mar, em temperatura amena, sem campo determinado, regras, escore, ou rede – uma bela parceria, de modo idêntico ao frescobol.

Figura humana generosa e boníssima, Walther ‘Mão de Sebo’ faleceu no dia 2 de agosto de 1985, deixando a família e uma legião de amigos pesarosos, mas legando à posteridade a lembrança de seu ‘esporte sem nome’, desenvolvido nos inolvidáveis e divertidos verões em um recanto verdadeiramente paradisíaco e encantador – a Praia do Leblon nos anos distantes de 1940. Foram tempos muito felizes que ficaram na memória e que não retornarão jamais...

“Prezado Fernando. A Professora Vera Lúcia Costa e eu, doutoranda e mestranda respectivamente da Universidade Gama Filho, estamos escrevendo a HISTÓRIA DO FRESCOBOL para o I Congresso da História da Educação Física. Gostaríamos imensamente de entrevistá-lo. Se puder nos contatar, ficaríamos gratas. Um abraço.”

– VERA LÚCIA COSTA e RENATA FIGUEIREDO, Universidade Gama Filho, 24.08.1996, Rio de Janeiro, RJ.

Autor: FERNANDO MOURA PEIXOTO (ABI 0952-C)

Botafogo 0x1 Vasco da Gama

Sem ‘matador’ no ataque e entregue à fúria insana do trio de arbitragem – ou entregue à influência de bastidores de Eurico Miranda?... –, o Botafogo perdeu a invencibilidade e desenha-se um bicampeão carioca encomendado à medida da camisa da listra transversal…

O futebol é uma coisa suja, suja, suja… Se o novo presidente da FIFA não estiver disposto a disciplinar a pouca vergonha que existe nas confederações, federações e comissões de arbitragem o desporto do pé na bola acabará por declinar.

E as tecnologias de arbitragem que nunca mais chegam… seria pelo menos um sinal…

FICHA TÉCNICA
Botafogo 0x1 Vasco da Gama
» Gols: Thalles, aos 25’
» Data: 27.03.2016
» Local: Estádio São Januário, no Rio de Janeiro (RJ)
» Árbitro: Rodrigo Nunes de Sá (RJ); Assistentes: Luiz Cláudio Regazone (RJ) e Diogo Carvalho Silva (RJ)
» Disciplina: cartão amareloDiego e Airton (Botafogo) e Rodrigo, Julio dos Santos, Jorge Henrique, Jordi e Thalles (Vasco da Gama)
» Público: 6.483 pagantes; 7.314 presentes
» Renda: R$ 232.590,00
» Botafogo: Jefferson, Diego, Carli, Emerson (Renan Fonseca) e Diogo Barbosa; Airton, Bruno Silva e Rodrigo Lindoso (Nuñez); Salgueiro e Gegê (Neilton); Ribamar. Técnico: Ricardo Gomes.
» Vasco da Gama: Jordi, Madson (Yago Pikachu), Luan, Rodrigo e Julio Cesar; Marcelo Mattos, Julio dos Santos (Bruno Gallo), Andrezinho e Nenê; Thalles e Jorge Henrique (Caio Monteiro). Técnico: Jorginho.

domingo, 27 de março de 2016

Voz de D. Hélder Câmara

FLAtulências (125)

Botafogo campeão de basquete sub-17

O Botafogo foi campeão invicto da Taça Minas de Basquetebol Sub-17, realizada em Belo Horizonte e promovida pelo Minas Tênis Clube, entre os dias 24 e 26 de Março de 2016, batendo na final os donos da casa por 50x48.

O botafoguense Pablo foi eleito o melhor armador da competição e a campanha foi a seguinte:

FASE DE GRUPO

» Botafogo 78x76 Olímpico
» Botafogo 70x48 Minas Brasília
» Botafogo ?? x ?? Minas Tênis Clube

ELIMINATÓRIAS

» Botafogo ?? x ?? Olímpico
» Botafogo 54x41 Minas Brasília

FINAL

» Botafogo 50x48 Minas Tênis Clube

Pesquisa de Rui Moura (editor do blogue Mundo Botafogo); Fonte e imagem: Portal Oficial do Botafogo.

São Tomé e Príncipe (06)

Entre 'fazer' e 'lazer' assim se passou a Páscoa, ou o Equinócio, como se preferir neste nova tempo de sementeiras e de renovação (Fotos Mundo Botafogo, 27.03.2016)

sábado, 26 de março de 2016

BOTAGUAI: o novo país 'botafoguense'

El Loco Abreu foi a última grande referência emocional do torcedor Botafoguense e Jeferson é um homem ético e um atleta exemplar perseguido por um treinador-empresário inqualificável

1958: o maior espetáculo esportivo da época em Brusque

O "maior espetáculo esportivo da época" terminou empatado: Botafogo 5x5 Carlos Renaux, após o Glorioso recuperar da derrota parcial por 1x5 no 1º tempo

São Tomé e Príncipe (05)

Ida à praia no norte da ilha de São Tomé

Almoçando no regresso


Fotos: Mundo Botafogo, de 26.03.2014

quarta-feira, 23 de março de 2016

Artefatos (134)

Série: qualidade de vida... (65)

Botafogo no pódio Master e Pré-Master

O Botafogo conquistou o 3º lugar na I Etapa do Circuito Estadual Master e Pré-Master, organizada pela Federação Aquática do Estado do Rio de Janeiro (FARJ), na piscina de 25 metros do Olaria A.C., no dia 19 de março de 2016, tendo obtido 10 medalhas de ouro e 1 medalha de prata:

400m livre feminino - classe 35+
1º Nastassja L. Silva Neto, em 7'06"90

50m livre masculino - classe 25+
1º Patrick J. B. da Silva, em 24"81

50m livre masculino - classe 40+
1º Marcelo C. Pires, em 28"28

50m livre feminino - classe 35+
1º Carla M. Azevedo, em 29"90
2º Nastassja L. Silva Neto, em 33"78

100m medley masculino - classe 25+
1º Patrick J. B. da Silva, em 1'04"78

50m peito feminino - classe 35+
1º Carla M. Azevedo, em 43"38

50m peito masculino - classe 40+
1º Marcelo C. Pires, em 37"20

4x50m 4 estilos misto - classe 120+
1º Botafogo ‘A’, em 2'23"84

100m medley feminino - classe 45+
1º Virgínia P. A. Pedrosa, em 1'23"81

50m costas feminino - classe 45+
1º Virgínia P. A. Pedrosa, em 38"24

Vitórias por atleta: Carla M. Azevedo (2), Marcelo C. Pires (2), Patrick J. B. da Silva (2), Virgínia P. A. Pedrosa (2), Nastassja L. Silva Neto (1).

Pesquisa de Rui Moura (editor do blogue Mundo Botafogo)

segunda-feira, 21 de março de 2016

Dia Internacional Síndrome de Down

Voz de Hegel

São Tomé e Príncipe (01)

Foto: Mundo Botafogo

Série: qualidade de vida... (64)

1941: narração da conquista da Copa Burgos

Jornal do Brasil, 18.02.1941

Botafogo 1x0 Madureira

Estou em São Tomé e Príncipe e a Rede nem sempre é a melhor. Assisti ao jogo com muitas interrupções e isso não permite perceber a dinâmica de jogo, embora pelo que li tenha sido mais um jogo morno.

Contudo, percebi que basta não haver erros da zaga nem má cobertura dos laterais para que o Botafogo ganhe esperando um ou mais erros do adversário. O futebol praticado é tão deficitário que jogando para não errar permite aproveitar pelo menos um erro que seja do adversário e ganhar o jogo.

Mas no campeonato brasileiro talvez isso não seja suficiente...

FICHA TÉCNICA
Botafogo 1x0 Madureira
» Gols: Bruno Silva, aos 33’
» Local: Estádio Los Larios, em Duque de Caxias (RJ)
» Data/Hora: 20.03.2016
» Árbitro: Leonardo Garcia Cavaleiro; Assistentes: Dibert Pedrosa Moises e Wendel de Paiva Gouvêa
» Público: 1.252 pessoas, 996 pagantes
» Renda: R$ 25.180,00
» Disciplina: cartão amareloAirton e Bruno Silva (Botafogo) e Leozão, Leandro Chaves, Geovane Maranhão, Jorge Felipe, Daniel e Willian (Madureira)
» Botafogo: Jefferson, Luís Ricardo (Octávio), Carli, Emerson e Diogo Barbosa; Airton (Fernandes), Bruno Silva, Rodrigo Lindoso e Gegê; Salgueiro (Neilton) e Ribamar. Técnico: Ricardo Gomes.
» Madureira: Rafael, Daniel, Leozão (Valdeir), e Jorge Felipe; Formiga, Ryan, Willian, Leandro Chaves e Gerley (Resende); Geovane Maranhão e João Carlos (Jefferson). Técnico: Alfredo Sampaio.

domingo, 20 de março de 2016

São Tomé e Príncipe: um pedaço do paraíso…

A igreja à direita e o Palácio Presidencial ao fundo

De regresso a São Tomé e Príncipe, terceiro lugar do mundo onde vivi mais tempo (Portugal em primeiro lugar e Brasil em segundo lugar). É o quarto projeto que realizo no país. As saudades deste pequeno paraíso – o melhor lugar que eu conheço no planeta, e conheço 64 países – eram imensas, incomensuráveis. Do povo, da cultura original, da floresta luxuriante, das águas cristalinas, das roças, do peixe, das frutas, das viagens através das florestas e dos mares, da desova das tartarugas, da música, dos rituais de dança, da circulação livre a qualquer hora do dia sem perigo absolutamente nenhum, da paz absoluta. E uma democracia estabilizadíssima na conturbada vida política africana.

Ficarei um mês no país e irei rever cada canto cheio de significados para mim. As fotos foram todas feitas hoje, 20 de março de 2016.

São-tomense fanaticamente Sportinguista comemorando a vitória de 5x1 sobre o Arouca. E a menina gostando da cena.

A designação da Praça Central da capital…

Domingo é dia de procissão e atividades de escotismo dos jovens são-tomenses

Um músico português no restaurante iniciando o Miguel no cavaquinho (o Miguel já se iniciara na bateria)

Finalmente, o editor do blogue, numa foto com a qualidade possível das circunstâncias…

Botafogo 3x2 Grêmio do 'Picareta Falante'

 O maestro. Crédito: Vitor Silva. por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo O Botafogo iniciou a partida com um sistema tático do tipo 4-...