sábado, 31 de janeiro de 2026

Gérson e as regras de trânsito em Niterói

No dia 11 de janeiro Gérson completou 85 anos. Fotos: Wikipéda e Facebook.

por KLEBER LEITE | Jornalista, radialista, empresário e ex-presidente do Flamengo | Excerto de matéria publicada em https://kleberleite.com (11.01.2023)

[…] No torneio da Independência, nos Estados Unidos, onde Roberto Dinamite e Zico brilharam, Gerson usou a sua cidade natal, Niterói, como desculpa para não ser multado.

Estávamos em dia de folga, voltando da Disney, onde o canhota, saudoso de Maria Helena e das filhas, havia se emocionado.

O carro alugado, que mais parecia uma banheira, pois era enorme, levava na frente Gerson, dirigindo, eu e Doalcei. No banco de trás, Radamés Lattari, saudoso pai do nosso Rada e à época diretor de seleções da CBF, Oswaldo Brandão e Ruy Porto.

De repente, do nada, uma perseguição policial ao nosso carro. Doalcei, nervoso, dizia para Gerson encostar o carro. Gerson retrucava, dizendo que não havia feito nada errado, que a perseguição policial deveria ser para outro veículo. Não era. Gerson foi fechado e teve que parar. Doalcei foi dialogar com o policial, que já desceu colocando a mão na arma.

Gerson, nervoso, se dirigiu ao guarda e em bom português, sapecou:

O que eu fiz de errado? Não avancei nenhum sinal e estava devagar.

Doalcei traduziu rapidamente. Sua excelência, o policial, ouviu e tirou um talão da carteira, já sapecando a multa. Gerson inconformado, gritava:

Não vou pagar!!!

Doalcei, mais calmo, perguntou o motivo da multa. A resposta foi curta e grossa:

O farol não estava ligado.

Doalcei traduziu e Gerson foi ao desespero:

Doalcei, diga a este incompetente que em Niterói basta a lanterna estar acesa!!!

Dodô, em sábia decisão, resolveu pagar a multa…

Fonte: https://kleberleite.com/11/01/2023/14/45/o-canhotinha-de-ouro/

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Botafogo 4x0 Cruzeiro – alma lavada com a maior goleada do clássico

Crédito: Vitor Silva | Botafogo.

por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo

A minha expectativa sobre o confronto era muito grande considerando a belíssima campanha do Cruzeiro em 2025 – apesar de atualmente não se mostrar tão letal no campeonato mineiro – e a transformação que está sendo operada no modelo de jogo do Botafogo, enfrentando o seu primeiro grande teste em 2026, além de um frente a frente centrado nos novos treinadores dos dois clubes.

Surpreendentemente, ou não, o Botafogo iniciou a partida tomando as rédeas das operações atacantes com domínio do meio-campo, posse de bola e anulação da saída do Cruzeiro para o ataque devido à postura alta da zaga – o que, aliás, já mencionei em análises anteriores ser uma postura exagerada e perigosa, porque contra adversários muito velozes e transições em profundidade poderemos ser desagradavelmente surpreendidos.

Não obstante, o Botafogo dominou as operações no primeiro quarto de hora, que culminou numa falta cobrada por Alex Telles na ala direita e Newton por pouco não introduziu a bola na baliza cruzeirense, cabeceando rente ao segundo poste.

O Cruzeiro vivia de chutão para a frente em busca de Kaio Jorge, enquanto o Botafogo rodava bem a bola, imprimia velocidade e anulava bem os seus oponentes, especialmente Gérson, que era bem marcado, mas não logrou ser suficientemente efetivo para abrir o placar, o que teoricamente lhe criaria outras oportunidades se o adversário se abrisse mais na sua defesa.

Porém, a partir desse quarto de hora o Cruzeiro arrumou-se melhor, acertou os passes para o meio e paulatinamente virou o jogo em seu favor, especialmente procurando buscar a velocidade de Kaio Jorge para surpreender o trio de zagueiros do Glorioso, fazendo-o especialmente nas costas de Mateo Ponte.

Efetivamente, a zaga posicionava-se demasiado alta e os lances em profundidade geraram calafrios na nossa defesa, tendo a sorte estado do nosso lado, porque como a linha de zaga estava muito alta os impedimentos do Cruzeiro sucederam-se – talvez uns quatro – e foi isso mesmo que aconteceu aos 21’ quando Kaio Jorge recebeu a bola em profundidade pela esquerda, ludibriou o goleiro e rematou para as redes. Mas estava milimetricamente impedido.

Se o Cruzeiro tivesse marcado, a sorte do jogo poderia ter sido outra, tanto mais que continuou atacando e virou a posse de bola em seu favor. Os ataques continuaram e aos 30’ foi a vez de Neto brilhar defendendo um remate cara a cara de Kaio Jorge; aos 38’ o Cruzeiro teve nova oportunidade de gol num lançamento em grande profundidade nas costas da zaga muito subida e Neto realizou uma das melhores defesas da noite.

Aos 40’ conseguimos um bom ataque, mas Allan, em vez de servir o companheiro, chutou para a lua. E após isso o Cruzeiro continuou na sua saga atacante: aos 41’ Gérson atacou pela direita, fez o cruzamento e Wanderson quase marcou de cabeça; aos 43’ há novo ataque salvo por Alexander Barboza no preciso momento do remate do adversário.

A fechar a primeira parte Allan rematou novamente de fora da área, mas muito por cima do travessão.

O Cruzeiro terminou os primeiros 45 minutos com ascendente e poderia pensar-se que os mineiros estavam no bom caminho para reencontrar os seus bons desempenhos de 2025 e mantivessem a ‘trágica’ sucessão de vitórias sobre o Botafogo; ao contrário, da parte do Botafogo esperava-se que Anselmi, pelas suas características pessoais e capacidade de leitura do jogo, industriasse os atletas para uma melhor arrumação posicional de modo a placar os avanços do Cruzeiro e conseguir sair em velocidade para o ataque, abrindo o placar.

Efetivamente foi a visão de Anselmi que venceu. O Botafogo entrou decididamente ao ataque, tocando a bola com mais rapidez – desarticulando a defesa contrária – e criando uma oportunidade dentro da área aos 46’; na jogada seguinte, aos 47’, em deslocação rápida pelo lado esquerdo, Álvaro Montoro enfileirou quatro adversários livrando-se deles com enorme categoria, tocou para Arthur Cabral, que fez o pivô e assistiu Danilo que, à entrada da área, e acossado por dois adversários, rematou implacavelmente junto ao poste do lado direito de Cássio, concluindo uma jogada formidavelmente trabalhada na fonte por Montoro e sequenciada por Cabral: Botafogo 1x0.

Esta entrada fulgurante do Glorioso não desanimou o Cruzeiro, que foi em busca do empate, mas as suas transições já não eram tão surpreendentes porque a zaga recuou ligeiramente, mantendo-se subida mas não tanto como na primeira parte. Não obstante, os ataques continuaram – embora sem a eficácia pretendida – e aos 60’ Neto fez uma grande defesa a remate frontal de Gérson a meia altura.

Anselmi não gostou do que estava vendo e aos 62’ entraram Artur no lugar de Allan e Matheus Martins no lugar de Arthur Cabral, claramente para aumentar a velocidade dos contra-ataques com Martins e melhorar o jogo pelo meio com Artur – mentalmente eu já pedira estas substituições. Não que Allan e Cabral tenham atuado mal, mas nem um nem outro são eficientes na grande área e no último remate. Em minha opinião, Marlon Freitas, saído para o Palmeiras, e Arthur Cabral, não tornavam as jogadas flexíveis, muitas vezes tratadas burocraticamente por um e com mau posicionamento do outro – algo que não cola com o pragmatismo operacional de Anselmi.

Crédito: Arthur Barreto | Botafogo.

Aos 67’ o Cruzeiro ainda equilibrava a partida sem jogadas iminentes de gol, mas daí em diante, em conluio com Álvaro Montoro, Santi Rodríguez e Danilo, Matheus Martins e Artur justificaram inteiramente as mudanças estratégicas de Martín Anselmi.

Aos 69’ o Botafogo fez uma grande jogada em bola corrida e o zagueiro cruzeirense salvou in extremis a ampliação do placar, mas o Botafogo, novamente dono do meio-campo, imprimindo maior velocidade com mudanças mais rápidas de flanco, foi desgastando os adversários.

Aos 73’ novamente uma grande jogada com selo de gol foi salva por Cássio espalmando a bola e no minuto seguinte o Cruzeiro perdeu a última oportunidade de empatar com Kaio Jorge, que foi lento no instante do remate e acabou desfeiteado por Danilo em antecipação in extremis – provando que estava presente em todo o terreno, fosse na defesa, no meio ou no ataque.

E aos 75’ o show final do Botafogo, que havia quebrado e cansado os adversários mediante uma defesa segura, um meio-campo muito ativo e um ataque imprevisível, iniciou de modo impiedoso o ‘esmagamento’ do Cruzeiro e lavou a alma de todos os botafoguenses: os adversários, muito adiantados, perderam a bola a meio do nosso campo para Montoro, que efetuou um lançamento em profundidade para o contra golpe devastador de Matheus Martins, o qual suportou o acossamento do zagueiro, derivou para o lado direito dentro da grande área e rematou cruzado ao segundo poste. Botafogo 2x0.

Totalmente batido e abatido, o adversário entregou os pontos e o Botafogo ensaiou a maior goleada registrada contra o Cruzeiro (que era de 1x4): aos 85’, numa grande jogada, Danilo avançou pelo lado direito, mas subitamente tocou de calcanhar para o meio, Newton recebeu virando de primeira o jogo para o lado esquerdo, Nathan Fernandes agradeceu e sem perder tempo cruzou para o miolo da grande área onde o próprio Danilo, que durante a jogada ia em velocidade para a área, se apresentou livre para cabecear na perfeição para o canto direito de Cássio que nada pôde fazer: Botafogo 3x0.

Porém, era preciso igualar a maior goleada (em 2000) imposta pelo Cruzeiro ao Botafogo: aos 90+1’, num contra-ataque velocíssimo e implacável, Artur recebeu a bola, disparou para a área, superou o zagueiro, driblou Cássio e à moda de Túlio Maravilha tocou suavemente para a baliza totalmente escancarada do destroçado rival: Botafogo 4x0!!!

Fim de tabu, goleada que respondeu à maior goleada do Cruzeiro sobre nós, liderança do campeonato brasileiro pelo saldo de gols e liderança da artilharia com dois gols de Danilo.

Em notas finais há que dizer que Arthur Cabral foi o único que destoou de notas elevadas para todos; que Neto me surpreendeu porque tem sido em toda a carreira um goleiro reserva; e que Álvaro Montoro, Danilo, Sant Rodríguez e Martín Anselmi mereceram nota máxima.

Noite que nos fez recordar certas noites de 2024 e que queremos que se repita, que Anselmi consolide o posicionamento do sistema de três zagueiros para não ser permeável a contra-ataques muito velozes, que Textor resolva as trapalhadas financeiras porque a sua saída poderia ser bem pior no atual contexto de incerteza do que a sua permanência e que, assim, possamos regularizar os atletas já contratados e eventualmente ampliar esse reforço – porque Anselmi parece realmente ser bom treinador, mas não é ilusionista para tirar coelhos da cartola se os coelhos não existirem.

União, ambição e cabeça no lugar de modo a ousarmos criar, lutar e vencer!

FICHA TÉCNICA

Botafogo 4x0 Cruzeiro

» Gols: Danilo, aos 2’ e 85’, Matheus Martins, aos 75’, e Artur, aos 90+1’

» Competição: Campeonato Brasileiro

» Data: 29.01.2026

» Local: Estádio Olímpico Nilton Santos, no Rio de Janeiro (RJ)

» Público: 15.307 pagante; 16.901 espectadores

» Renda: R$ 538.780,00

» Árbitro: Matheus Delgado Candançan (SP); Assistentes: Brigida Cirilo Ferreira (AL) e Schumacher Marques Gomes (PB); Var: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (SP)

» Disciplina: cartão amarelo – Allan e Martín Anselmi (Botafogo) e Lucas Silva e Kenji (Cruzeiro)

» Botafogo: Neto; Mateo Ponte, Newton e Alexander Barboza; Vitinho, Allan (Artur), Danilo e Alex Telles (Marçal); Santi Rodríguez (Jordan Barrera), Arthur Cabral (Matheus Martins) e Álvaro Montoro (Nathan Fernandes). Técnico: Martín Anselmi.

» Cruzeiro: Cássio; Fagner, Fabrício Bruno, Jonathan Jesus (João Marcelo) e Kaiki Bruno; Lucas Romero (Matheus Henrique), Lucas Silva (Christian) Gerson (Kenji) e Matheus Pereira; Wanderson (Arroyo) e Kaio Jorge. Técnico: Tite.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Retrospecto Botafogo x Cruzeiro (1936-2025)

Créditos: Elson Suto.

por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo

SÍNTESE DE TODOS OS JOGOS (1936-2025)

» 100 jogos, 23 vitórias, 34 empates e 43 derrotas; saldo de gols desfavorável em 113-146.

1° JOGO

Palestra Itália 3x3 Botafogo

» Gols: Carvalho Leite, Niginho, Patesko e Bengala, no 1º Tempo; Niginho e Carvalho Leite, no 2º Tempo

» Competição: Amistoso

» Data: 15.11.1936

» Local: Av. Augusto Lima, Barro Preto, em Belo Horizonte (MG)

» Árbitro: Edmundo Martins Gomes

» Palestra Itália: Geraldo, Tião e Caieira; Souza, Carazzo e Chiquito; Lello, Orlando, Niginho, Camillo e Bengala.

» Botafogo: Aymoré Moreira, Octacílio e Nariz (Zezé Moreira); Affonso, Martim e Canalli; Álvaro, Otto, Carvalho Leite, Russinho e Patesko.

Nota: Cruzeiro Esporte Clube sucedeu à Sociedade Sportiva Palestra Itália.

Fontes: Jornal dos Sports e O Jornal.

ÚLTIMO JOGO

Botafogo 2x2 Cruzeiro

» Gols: Marçal, aos 57’, e Alex Telles, ao 90+4’ (Botafogo); Christian, aos 15’, e Matheus Pereira, aos 50’ (Cruzeiro)

» Competição: Campeonato Brasileiro

» Data: 04.12.2025

» Local: Estádio ‘Mineirão’, em Belo Horizonte (MG)

» Público: 34.649 espectadores

» Renda: R$ 1.038.832,50

» Árbitro: Anderson Daronco (RS); Assistentes: Luanderson Lima dos Santos (BA) e Michael Stanislau (RS); VAR: Diego Pombo Lopez (BA)

» Disciplina: cartão amarelo: Jordan Barrera e Allan (Botafogo) e Lucas Silva e Cássio (Cruzeiro); cartão vermelho: David Ricardo (Botafogo)

» Botafogo: Raul; Vitinho (Kauan Toledo), Marçal, David Ricardo e Alex Telles; Allan (Newton), Marlon Freitas e Jordan Barrera (Kadir); Artur, Arthur Cabral e Cuiabano (Álvaro Montoro). Técnico: Davide Ancelotti.

» Cruzeiro: Cássio; William, Fabrício Bruno, Villalba e Kaiki Bruno; Lucas Romero, Lucas Silva (Walace), Christian (Matheus Henrique) e Matheus Pereira (Bolasie); Sinisterra (Eduardo) e Kaio Jorge (Arroyo). Técnico: Leonardo Jardim.

MAIORES GOLEADAS

13.09.2000 – Cruzeiro 4 a 0 (Campeonato Brasileiro – Copa JH), Ipatinga.

01.11.2007 – Botafogo 4 a 1 (Campeonato Brasileiro), Engenhão.

» Gols do Botafogo: Dodô, Túlio, Joílson e Juninho.

SÍNTESE DOS ÚLTIMOS 20 ANOS (2005-2025)

» 38 jogos, 9 vitórias, 13 empates e 16 derrotas, saldo de gols desfavorável em 41-53.

12.10.2005: Botafogo 2x2 Cruzeiro – Campeonato Brasileiro

20.11.2005: Botafogo 2x1 Cruzeiro – Campeonato Brasileiro

24.08.2006: Botafogo 1x0 Cruzeiro – Campeonato Brasileiro

03.12.2006: Botafogo 1x3 Cruzeiro – Campeonato Brasileiro

29.07.2007: Botafogo 2x3 Cruzeiro – Campeonato Brasileiro

01.11.2007: Botafogo 4x1 Cruzeiro – Campeonato Brasileiro

17.05.2008: Botafogo 0x1 Cruzeiro – Campeonato Brasileiro

20.08.2008: Botafogo 1x0 Cruzeiro – Campeonato Brasileiro

27.08.2009: Botafogo 1x1 Cruzeiro – Campeonato Brasileiro

18.10.2009: Botafogo 0x1 Cruzeiro – Campeonato Brasileiro

26.05.2010: Botafogo 0x1 Cruzeiro – Campeonato Brasileiro

18.09.2010: Botafogo 2x2 Cruzeiro – Campeonato Brasileiro

31.07.2011: Botafogo 1x0 Cruzeiro – Campeonato Brasileiro

29.10.2011: Botafogo 1x0 Cruzeiro – Campeonato Brasileiro

07.06.2012: Botafogo 2x3 Cruzeiro – Campeonato Brasileiro

05.09.2012: Botafogo 3x1 Cruzeiro – Campeonato Brasileiro

01.06.2013: Botafogo 2x1 Cruzeiro – Campeonato Brasileiro

18.09.2013: Botafogo 0x3 Cruzeiro – Campeonato Brasileiro

02.08.2014: Botafogo 1x1 Cruzeiro – Campeonato Brasileiro

02.11.2014: Botafogo 1x2 Cruzeiro – Campeonato Brasileiro

01.06.2016: Botafogo 0x1 Cruzeiro – Campeonato Brasileiro

01.09.2016: Botafogo 2x5 Cruzeiro – Copa do Brasil 

11.09.2016: Botafogo 2x0 Cruzeiro – Campeonato Brasileiro

21.09.2016: Botafogo 0x1 Cruzeiro – Copa do Brasil

06.08.2017: Botafogo 0x0 Cruzeiro – Campeonato Brasileiro

03.12.2017: Botafogo 2x2 Cruzeiro – Campeonato Brasileiro

06.05.2018: Botafogo 0x1 Cruzeiro – Campeonato Brasileiro

05.09.2018: Botafogo 1x1 Cruzeiro – Campeonato Brasileiro

14.07.2019: Botafogo 0x0 Cruzeiro – Campeonato Brasileiro

31.10.2019: Botafogo 0x2 Cruzeiro – Campeonato Brasileiro

10.07.2021: Botafogo 3x3 Cruzeiro – Campeonato Brasileiro – Série B

12.10.2021: Botafogo 0x0 Cruzeiro – Campeonato Brasileiro – Série B

06.08.2023: Botafogo 0x0 Cruzeiro – Campeonato Brasileiro

03.12.2023: Botafogo 0x0 Cruzeiro – Campeonato Brasileiro

14.04.2024: Botafogo 2x3 Cruzeiro – Campeonato Brasileiro

28.07.2024: Botafogo 0x3 Cruzeiro – Campeonato Brasileiro

03.08.2025: Botafogo 0x2 Cruzeiro – Campeonato Brasileiro

04.12.2025: Botafogo 2x2 Cruzeiro – Campeonato Brasileiro

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Halisson Cobreloa, campeão da Copa do Brasil de Sectorballl

Campeão Halisson Cobreloa, de camisa preta; Vice-campeão Robson Marfa, de camisa branca. Fonte: Instagram @cobreloahalisson.

por RUY MOURA, Editor do Mundo Botafogo | Texto adaptado de ROBSON MARFA, Confederação Brasileira de Futebol de Mesa (CBFM)

Halisson Cobreloa, atleta do Botafogo, sagrou-se campeão da III Copa do Brasil de Sectorball, organização da Confederação Brasileira de Futebol de Mesa (CBFM), que decorreu no Departamento de Futebol de Mesa do Sport Club Corinthians Paulista, no dia 17 de janeiro de 2026.

O evento teve a participação de grandes botonistas representando clubes tradicionais dos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina, entre os quais se contavam o atual campeão brasileiro Carlos Peres (C.A. Marechal Guilherme / SC) e o bicampeão da Copa do Brasil, Robson Marfa (Botafogo F.R. / RJ).

O confronto do título, disputado entre Halisson Cobreloa e Robson Marfa, foi eletrizante e o novo campeão manifestou-se assim na sua página de Instagram:

Jogar a lado do meu primo é uma honra. Desta vez sagrar-me campeão. Botafogo sempre no topo. É tempo de Botafogo.”

O Top 8 da Classificação Final ficou assim ordenado:

Campeão: HALISSON COBRELOA (Botafogo F.R.)

Vice-campeão: ROBSON MARFA (Botafogo F.R.)

3º Felipe Maciel (Tourigno / SP)

4º Carlos Peres (CAMAG / SC)

5º Claudio Savi (Floripa / SSC)

6º Checceto (Floripa / SC)

7º Humberto Alencar (Corinthians / SP)

8º João Benitez (Corinthians / SP)

Fonte: Confederação Brasileira de Futebol de Mesa (CBFM).

É hora de regressarmos aos estádios!

 

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Um beijo no seu coração

por LÚCIA SENNA | Escritora e Cantora | Cronista do Mundo Botafogo

Descobri, há tempos, que o meu coração não bate – ele toca. É um verdadeiro rádio comunitário que funciona sem patrocínio, com programação caótica, vinhetas improvisadas e uma apresentadora dramática: eu mesma.

Sou dessas que escuta uma música romântica e já começa a chorar antes mesmo do refrão. Basta ouvir um “eu sei que vou te amar” pra me transformar numa heroína de novela mexicana, enxugando os olhos com o guardanapo e suspirando como se o amor estivesse atrasado no trânsito.

De manhã, ele começa suave, com uma MPB otimista do tipo “hoje vai dar tudo certo”. Mas basta eu abrir o aplicativo do banco e ver o saldo, pra trilha sonora mudar automaticamente para um tango sofrido, daqueles que já vêm com cheiro de lágrima e café requentado.

E foi numa dessas fases de “quero colocar drama na vida” que resolvi fazer aulas de tango na Lapa. Ah, o tango... meu coração, confesso, tem alma portenha. A escola funcionava numa casa tão antiga que as escadas gemiam, como se tivessem artrite. O chão rangia em compasso 2x4, e as janelas se abriam sozinhas, como num filme de Almodóvar com orçamento baixo.

Foi aí que conheci ele – o inesquecível, o inclassificável, o irresistivelmente desajeitado galã de subúrbio: Don Carlito Bandoneón.

Ah, Don Carlito... um homem que parecia ter nascido de sapato de verniz. Magro, elegante, com um bigodinho que fazia curvas como o compasso de uma milonga. Usava sempre perfume forte o bastante pra ser sentido em outra encarnação. E dançava com uma seriedade quase religiosa,  como se o destino da humanidade dependesse da firmeza do seu quadril.   

“Querida”, dizia ele, ajeitando o paletó, “no tango não se dança, se confessa pecados com os pés.”

E lá ia eu, toda compenetrada, tentando seguir seus passos e disfarçar o medo de virar penitente. O problema é que Don Carlito tinha o pé leve – leve pra dançar e pra pisar no dos outros. Cada aula era uma mistura de sensualidade e ortopedia. E quando eu reclamava, ele me fitava com olhos de telenovela e dizia:

“Foi o destino, querida... o destino me fez pisar em você. E como brigar com o destino, não é mesmo?” Ou ainda:

“No tango, querida, não se dança; se sofre com elegância.” E foi assim que, aos poucos, fui descobrindo que o sofrimento não era apenas metafórico.

Depois da aula, ele se sentava na varanda, tirava um lenço do bolso e secava o suor como quem limpava lembranças. Dizia ter dançado em Buenos Aires, Paris e até em Bonsucesso – sempre com o mesmo coração partido e a mesmíssima calça justa.

Mas o tango é só uma das estações do meu coração. Porque esse rádio toca de tudo – brega, samba, bolero, funk e até aquele sertanejo que a gente canta chorando, fingindo que é ironia. Sim, confesso: sou brega. Ouço Reginaldo Rossi e já fico derretida.

“Um beijo no seu coração”, que frase linda! Brega? Com toda certeza. Mas quem precisa de licença poética quando se tem um refrão desses? O brega é honesto, é emocional sem medo, é o coração falando alto – e desafinado.

E quando tocam Lupicínio Rodrigues, então...

Ah, Lupicínio! Aquele homem sabia sofrer com categoria, como ninguém. Outro dia, coloquei “Nervos de Aço” pra tocar, e no primeiro verso:

“Há pessoas com nervos de aço, sem sangue nas veias e sem coração”, já senti o colapso emocional se aproximando. Que exagero, maravilhoso! Eu ali, deitada no tapete da sala, pensando: “É isso, Lupi, eu também sou dessas, mas com trilha sonora em estéreo!”

E quando chega na parte: “Eu não sei se o que trago no peito, é ciúme, despeito, amizade ou horror... Eu só sei que quando a vejo, me dá um desejo de morte ou de dor...”, me entrego de vez e viro figurante da minha própria fossa.

Descobri que o zumbido no ouvido, tem diagnóstico simples: excesso de trilha sonora interna, uma overdose de ritmos, lembranças, dramas e paixões. O DJ que mora no meu peito é completamente descontrolado. Mistura tango com funk, samba com bolero e ainda bota um Lupicínio no meio só pra ver se eu aguento.

Mas, sinceramente, eu gosto disso. Gosto dessa bagunça sonora que me faz rir, chorar, rebolar e tudo ao mesmo tempo. Porque, no fundo, ter um coração barulhento é a maior prova de que ele ainda está bem vivo.

E se um dia, você me vir andando pelas ruas, sorrindo pro nada, pode apostar: é o Don Carlito Bandoneón que voltou a me chamar pra dançar – lá de dentro da memória, com o bigodinho torto, o olhar de novela e aquele sotaque inconfundível. 

E como boa radialista do amor, deixo o recado final, com voz de apresentadora brega da madrugada:

“Um beijo no seu coração, ouvinte querido”.

Nota do Mundo Botafogo: todas as crônicas da autora podem ser lidas na etiqueta/rubrica com a seguinte denominação: letras lúciasenna.

Artefatos (329): já tem calendário 2026, caro/a leitor/a?

Fonte: Facebook ‘Pela Paixão ao Botafogo’.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Botafogo de Futebol e Regatas no álbum de figurinhas ‘Panini Fifa 365’

Crédito: Panini / Divulgação.

A Panini anunciou publicamente o lançamento do álbum de figurinhas ‘Panini Fifa 365’ como prelúdio da Copa do Mundo de 2026, que inclui o Botafogo de Futebol e Regatas, representante brasileiro e sul-americano, ao lado de outros gigantes do futebol mundial como Barcelona, Bayern München, Internazionale, Juventus, Liverpool, Manchester City, Manchester United, Milan, Paris SG ou Real Madrid.

O álbum é composto de 524 figurinhas e apresenta as seções: ‘Batalha de Lendas’ (jovens promessas versus nomes consagrados); ‘Rivais Nacionais’ (craques que se enfrentaram em ligas nacionais); ‘Defende ou Marca’ (atacantes versus goleiros); ‘Confrontos Continentais’ (estrelas dos mesmos continentes); ‘Batalha de Estilos’ (disputas de jogadores com características variadas); e ‘Elite’ (os 12 craques principais).

O Botafogo regressando ao palco do mundo desde 2024, cinco décadas depois de Garrincha, Nilton Santos, Didi, Quarentinha, Manga, Gérson, Amarildo, Zagallo, Jairzinho, Roberto Miranda e Paul César ‘Caju’.

A continuidade desse palco depende decisivamente da visão que John Textor defina para o Clube nos próximos anos.

Em artigo anterior do Mundo Botafogo que inquiriu o ChatGPT sobre missão, visão, valores e objetivos estratégico para o nosso Clube, considerando a sua história, identidade e contexto atual, a resposta sobre a visão foi a seguinte:

Ser reconhecido nacional e internacionalmente com um clube de referência em gestão, desempenho esportivo, formação de atletas e contribuição social, mantendo viva a tradição e o orgulho de ser Botafogo.”

(http://mundobotafogo.blogspot.com/2025/10/escopo-do-botafogo-segundo-o-chatgpt.html

Botafogo da Pitombeira é campeão sumeense de futebol society

Fonte: www.vitrinedocariri.com.br

por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo

O Botafogo da Pitombeira, município de Sumé, estado da Paraíba, conquistou o Campeonato Sumeense de Futebol Society Veteranos 40+, organizado pelo Departamento de Esportes da Prefeitura de Sumé, cuja final decorreu no campo da Escola Agrotécnica, no dia 22 de janeiro de 2026.

Na final o Botafogo empatou com o Proálcool por 0x0 no tempo regulamentar, conquistando o título na decisão por penalidades máximas. O pódio foi completado com o 3º lugar alcançado pelo Botafogo de Carro Quebrado.

Fonte: https://www.vitrinedocariri.com.br

domingo, 25 de janeiro de 2026

Botafogo 2x0 Bangu – volume de jogo, intensidade e muitas oportunidades

Crédito: Vitor Silva / Botafogo.

por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo

O Botafogo evidenciou um grande volume de jogo, muita movimentação, mais em largura do que em profundidade, muitas oportunidades de gol criadas, embora nenhum gol tenha surgido de jogadas trabalhadas, mas de bola parada, e também muitas oportunidade falhadas.

Entrando muito bem no jogo e criando perigo logo aos 2’ com cruzamento de Santi Rodríguez e cabeçada de Arthur Cabral para a defesa do goleiro, e aos 4’ Allan arrancou do meio campo do Bangu e rematou perigosamente a lado.

O Botafogo jogava com a linha de defesa alta e o Bangu mostrou, aos 6’, como iria jogar, tentando aproveitar a defesa avançada do Botafogo e surpreendê-la em transição rápida, defesa que, aliás, terá que ter muito cuidado porque ainda não está suficientemente rotinada na linha de três zagueiros e como defende muito próximo do meio campo é mais vulnerável a transições e ataques em profundidade.

Dos dez minutos em diante foi um festival de jogadas do Botafogo, ataques perigosos e gols perdidos por grandes defesas de Bruno – o melhor jogador do Bangu em campo – e por remates e cabeçadas fora do alvo. Por exemplo, aos 14’, o Bangu conseguiu uma transição rápida, mas o remate saiu para fora, não tendo Neto realizado uma única defesa a remates do Bangu no primeiro tempo.

Antes, aos 11’, Arthur Cabral recebeu a bola na área e rematou de qualquer maneira sem olhar; aos 15’ Nathan recebeu próximo da área, progrediu, mas já dentro da área deixou que o zagueiro desviasse o remate para escanteio; aos 16’ Allan lançou Sant Rodríguez que chutou para uma boa defesa de Bruno; aos 18’ novo escanteio, desperdiçado; aos 21’ bonita jogada entre vários jogadores do Botafogo, mas a bola para nas mãos de Bruno.

Após a hidratação a festa botafoguense continuou com muitas jogadas boas, muito movimento e pouca eficácia na grande área adversária, porque o homem de área, Arthur Cabral, como já mencionei em análise anterior, “quase nunca está onde deve, e quando está fica muito a dever…” Ou não chega à bola porque está dois passos à frente ou dois passos atrás ou invariavelmente remata para fora ou à figura do goleiro.

Aos 25’ Vitinho cruzou para a área e Cabral rematou para fora cara a cara com o goleiro; aos 33’ Danilo cobrou falta e o goleiro defendeu no canto da baliza; aos 37’, dentro da área, Nathan Fernandes rematou muito bem para uma defesa excelente de Bruno; aos 38’ Montoro rematou por cima; etc.

Muita produção, remates e escanteios e muitas falhas de concretização, fazendo de Bruno o homem do jogo na primeira parte.

Após o intervalo foi o Bangu que, aos 49’, levou perigo: transição rápida, Garrinsha perdeu espaço, mas insistiu, cruzou para a área e finalmente Neto fez boa defesa a remate do Bangu. Aos 52’ o Bangu tornou a levar perigo em transição rápida, mas a zaga resolveu. E por aí ficou o Bangu.

Aos 55’ Santi Rodríguez cobrou uma falta perto da grande área, a bola descreveu uma curva, tocou no solo, enganou o goleiro e o placar foi finalmente inaugurado. Botafogo 1x0.

Aos 65’ perdeu-se mais um contra ataque e aos 74’, já com Cabral no banco, Matheus Martins, que o substituíra, imprimiu mais velocidade ao ataque e acabou sofrendo pênalti que Alex Telles cobrou com a enorme categoria de sempre. Botafogo 2x0.

Aos 77’ Matheus Martins quase marcou, mas o goleiro defendeu; aos 83’ Alex Telles cobrou falta de meia distância e Bruno brilhou novamente; aos 86’ novamente Martins rematando com perigo para nova defesa do goleiro; aos 90+1’, no espaço de um minuto, Artur surgiu em frente à baliza, rematou e o goleiro defendeu com os pés, e logo a seguir novo remate e nova defesa de Bruno – o homem que evitou a goleada.

Aos 90+3’ houve pênalti sobre Marçal, mas o árbitro e o Var ignoraram e a partida encerrou.

Destaque final para o bom trabalho de Martín Anselmi em situação ainda de pré-temporada, com uma equipe muito reduzida, improvisada na zaga e com desfalques importantes por conta do transferban. Veremos se a continuidade confirma.

FICHA TÉCNICA

Botafogo 2x0 Bangu

» Gols: Santi Rodríguez, aos 54’, e Alex Telles, aos 74’

» Competição: Campeonato Estadual

» Data: 24.01.2026

» Local: Estádio Olímpico Nilton Santos, no Rio de Janeiro (RJ)

» Público: 5.063 pagantes / 5.630 espectadores

» Renda: R$ 98.642,00

» Árbitro: Tarcizo Pinheiro Caetano (RJ); Assistentes: Rodrigo Figueiredo Henrique Corrêa (RJ) e Thiago Filemon Soares Pinto (RJ); Var: Grazianni Maciel Rocha (RJ)

» Disciplina: cartão amarelo – Álvaro Montoro e Martín Anselmi (Botafogo) e Sibito e Kauan Guilherme (Bangu)

» Botafogo: Neto; Mateo Ponte, Newton e Marçal; Vitinho, Allan (Alexander Barboza), Danilo e Nathan Fernandes (Alex Telles); Santi Rodríguez (Artur), Arthur Cabral (Matheus Martins) e Álvaro Montoro (Jordan Barrera Técnico: Martín Anselmi.

» Bangu: Bruno; Caio Felipe, Gilberto, Patrick e Bruno Boca; Dioguinho, Mauro Silva (Kauan Guilherme) e Walber (Zarú); Garrinsha (Luizinho), PK (Rafael Garcia) e Sibito (Douglas Lima). Técnico: Flávio Tinoco.

sábado, 24 de janeiro de 2026

Retrospecto Botafogo x Bangu (1906-2025)

por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo

SÍNTESE DE JOGOS

253 partidas; 147 vitórias, 63 empates e 43 derrotas; 570 gols a favor e 308 gols contra.

PRIMEIRO JOGO

Botafogo 1x0 Bangu

» Gols: Gilbert Hime, aos 20’

» Competição: Campeonato Carioca

» Data: 27.05.1906

» Local: Rua Guanabara, no Rio de Janeiro (RJ)

» Árbitro: Victor Etchegaray

» Botafogo: Álvaro Werneck, Octávio Werneck e João Leal; Raul Rodrigues, Antônio Rodrigues e Bernaud; Norman Hime, Flávio Ramos, Ataliba Sampaio, Gilbert Hime e Rolando de Lamare.

» Bangu: Coggin, James Hartley e William Hellowell; John Farrington, Charles Hill e Raul Maranhão; Alexander Leigh, Robert Cross, Alfredo Guedes de Mello e Dante Delocco.

ÚLTIMO JOGO

Botafogo 2x0 Bangu

» Gols: Patrick de Paula, aos 43’, e Kauê, aos 90+1’

» Competição : Campeonato Estadual

» Data: 26.01.2025

» Local: Estádio Olímpico Nilton Santos, no Rio de Janeiro (RJ)

» Público: 2.379 pagantes; 2.764 espectadores

» Renda: R$ 56.324,00

» Árbitro: Thiago da Silva Ludugério (RJ); Assistentes: Rodrigo Figueiredo Henrique Corrêa (RJ) e Naiara Mendes Tavares (RJ); VAR: Alexandre Vargas Tavares de Jesus (RJ)

» Disciplina: cartão amarelo – Yuri Garcia (Bangu)

» Botafogo: Raul; Kauã Branco (Ryan), Serafim e Lucyo; Rafael Lobato, Newton, Patrick de Paula (Huguinho), Kauan Lindes (Kawan) e Yarlen; Vitinho (Kauê) e Kayke (Matheus Nascimento). Técnico: Carlos Leiria.

» Bangu: Victor Brasil; Vitinho, Kevem, Yuri Garcia (Hygor) e Ítalo; João Felipe, Ronald Belé (Diogo Correia) e Raphael Augusto (Macário); Ruan Carlos (Rafael Carioca), João Veras (Fabinho,) e Lucas Nathan. Técnico: Júnior Lopes.

MAIORES GOLEADAS

Do Bangu:

Botafogo 0x5 Bangu

» Gols do Botafogo: –

» Competição: Torneio Municipal

» Data: 02.05.1948

» Local: Estádio Caio Martins, em Niterói (RJ)

Do Botafogo:

Botafogo 8x1 Bangu

» Gols: Heleno (4), Octávio (3) e Renê (Botafogo); Moacyr (Bangu)

» Competição: Torneio Municipal

» Data: 27.05.1945

» Local: Campo do Flamengo, no Rio de Janeiro (RJ)

» Renda: Cr$ 7.186,10

» Árbitro: Carlos Gomes Potengy

» Botafogo: Oswaldo; Laranjeira e Sarno; Ivan, Papetti e Negrinhão; Lula, Heleno, Octávio, Tim e René.

» Bangu: Bento; Biluiú e Mineiro; Biguá, Brito e Adauto; Sono, Palheta, Nadinho, Menezes e Moacyr.

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