segunda-feira, 23 de junho de 2025

Achado sobre o 107 do Botafogo: uma música que fala da poesia da nossa história

In Youtube, canal Caio Volpe, “Tua estrela solitária te conduz (Samba Botafogo 107 anos)”

Gentileza de DINALI | Coluna “Botafogo nisso!” | Colaborador do Mundo Botafogo

«Fiz um vídeo com diversas imagens em cima da letra que foi gravada pelo meu tio e amigos, em homenagem ao aniversário de 107 anos do fogão (12 de agosto). Espero que tenham gostado.» – Mensagem do compositor.

Tua estrela solitária te conduz

(Elias Bittencourt / Elcio Ferreira / João de Macedo)

Preparem os seus corações

Pro nosso Glorioso exaltar

Seus mitos, suas glórias

Sua vida, sua história

A emoção está no ar

Foi no Largo dos Leões

Garotos viram um facho de luz

Sonharam uma coisa bela

E até hoje a tua Estrela

Solitária te conduz

A tua estrela solitária te conduz

Tu és um clube de tradição

O que mais craques forneceu à Seleção (refrão)

O preto e branco é harmonia e perfeição

Até o escudo mais bonito é o do Fogão

Bola na cabeça do Heleno

Pode comemorar

Se o lance é aprender a jogar bola

A Enciclopédia vai ensinar, é Nilton Santos!

Didi capricha numa Folha Seca

Que chute magistral

Se tem mais um joão pra ser driblado

Mané Garrincha, Pernas-Tortas, genial

Gol de Jairzinho em cada jogo

Copa do Mundo assim jamais se viu

Depois do toque lindo do Maurício

Veio o Túlio Maravilha

Artilheiro do Brasil

Dia de jogo no Engenhão

Estoy muy loco e ninguém cala essa paixão (refrão)

Tem cavadinha, muita festa e vibração

Quero gritar: meu Botafogo é campeão!

Fonte:

https://m.youtube.com/watch?v=IxUsOwAZKMA&pp=ygUlQm90YWZvZ28gY2VudGVuw6FyaW

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Bruno Samudio: competência e cabeça certa dá convocação

 

domingo, 22 de junho de 2025

KÃOMEHAMEHA!

 

Botafogo protagoniza a vitória mais importante do século

Crédito: Vitor Silva / Botafogo.

por REDAÇÃO JOGADA 10 | Excerto in www.correiobraziliense.com.br

«Allianz Parque desacreditado. Monumental de Núñez com dez jogadores desde os 30 segundos da final. Beira-Rio de ressaca. Rose Bowl contra o melhor time do planeta. O Botafogo vai ampliando o número de façanhas mastodônticas em menos de um ano. Todas em contextos de adversidades e do tamanho da grandeza do clube. Palmeiras, Mineiro, Internacional e, agora, o Paris Saint-Germain tombaram diante do Mais Tradicional. A lista não para por aí. O Flamengo levou de quatro no Estádio Nilton Santos. O Peñarol, cinco. O Fluminense perdeu os últimos oito jogos no Clássico Vovô. E pensar que, há cinco anos, o Glorioso estava a caminho da Série B, com R$ 33 na conta bancária e dirigentes aparecendo deitados em lives. Ainda houve um 2023 no caminho. Hoje, entretanto, o dono da América e do cinturão nacional encara o atual campeão da Champions League, sem medo, pelo Super Mundial de Clubes da Fifa. Inventem, portanto, proezas!

O triunfo do Botafogo sobre o Paris Saint-Germain por 1 a 0, em Pasadena, Los Angeles, é fruto de uma estratégia executada com perfeição. Dias antes, esta coluna pediu 11 espartanos atrás da linha de bola. Renato Paiva e os seus futebolistas sabiam contra quem jogariam. Fechar a casa, entregar a pelota ao adversário, ficar na defesa e jogar por um lance contra os franceses não era sinônimo de covardia ou falta de ambição. Pelo contrário. Consciente, o time do técnico português foi impecável ao neutralizar o rival. O PSG trocou passes de um lado para o outro sem incomodar o goleiro John, obrigado a trabalhar apenas duas vezes. Não houve amasso, pressão sobrenatural e zagueiro tirando em cima da linha. O jogo esteve controlado durante 95% do tempo para que o brutal Igor Jesus decidisse em um piscar de olhos. Sim, era aquele mesmo adversário que, em duas semanas, meteu 5 a 0 na Inter de Milão e 4 a 0 no Atlético de Madrid.

A atuação alvinegra na Costa Oeste deveria ser emoldurada, reprisada e exibida em cursos de grandes entidades esportivas. Uma aula de defesa, disciplina tática, inteligência e mentalidade forte.»

Leia o texto completo em https://www.correiobraziliense.com.br/esportes/2025/06/amp/7179396-botafogo-protagoniza-a-vitoria-mais-importante-do-seculo.html

Treinadores e contextos (II): do WM de Dori Kürschner ao efeito transformador de Zezé Moreira

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