sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Paulo César ‘Caju’: o Pelé de 1969, Salim Simão?

Paulo César e Salim Simão durante o evento. Crédito: Jornal dos Sports, 24.04.1969.

por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo

Em 1969 Paulo César ‘Caju’ foi eleito pelo Jornal dos Sports e pela Skol o craque da 7ª rodada do Campeonato Estadual, tendo sido o famoso jornalista botafoguense ‘roxo’, Salim Simão, designado pelo então presidente do Botafogo, Althemar Dutra de Castilho, com seu representante no evento por impedimento súbito deste.

Salim Simão, o ‘esquerdista’ amicíssimo do ‘direitista’ Nélson Rodrigues, não se fez de rogado no seu vozeirão tonitruante, com o qual bradava a sete ventos o seu Glorioso amor, e ligou as ‘baterias’ todas:

A escolha de um craque nunca foi tão justa. Você é o maior jogador de futebol brasileiro no momento. Há pouco eu falei com o nosso presidente e ele me autorizou a dizer que você, Paulo César, é outro Pelé do nosso futebol. Sua forma técnica, sua forma física, sua versatilidade de jogar, e jogar sempre bem, em qualquer posição, têm que ser exaltadas por todos.”

Salim Simão falava na presença do ‘alto comando’ do futebol alvinegro, que incluía Mário Zagallo, o qual fora parceiro de Paulo César ‘Caju’ e nesse ano de 69 era seu treinador, e após entregar ao nosso futebolista a medalha correspondente ao prêmio, pegou no gravador, pediu silêncio e anunciou:

Isso é em sua homenagem. Você vai escutar os três gols daquela famosa decisão da Taça Guanabara de 67, contra o América, em que o Botafogo venceu por 3 a 2, na prorrogação, com gols seus.”

E após a homenagem, que recebeu muitos aplausos ao jornalista e especialmente ao homenageado futebolista, Salim Simão rematou assim:

Já escutei esses gols não sei quantas centenas de vezes. Ainda assim fico todo arrepiado.”

Salim Simão era um ‘furacão’ quando se tratava de Botafogo e as “centenas de vezes” mencionadas eram realmente verdadeiras.

Os testemunhos de Nélson Rodrigues, o seu grande amigo, que o retratava nos seus guiões de teatro, e de Roberto Porto, o nosso saudoso jornalista falecido em 2014 e seu colega de redação, não nos desmentem:

Vez por outra, em dias seguintes às vitórias, adentrava a editoria de esportes a figura de Salim Simão, aos gritos. De Salim guardo a lembrança de uma fita cassete com os gols do Botafogo na conquista de títulos” – escreveu Porto, acrescentando que a fita cassete era ouvido vezes sem fim.

A questão é: Paulo César era realmente o Pelé do futebol em 1969 com as suas artísticas atuações ou a ideia fazia apenas parte dos belos e tonitruantes sonhos preto-e-branco do inconfundível jornalista botafoguense Salim Simão?

Fontes: https://blogdorobertoporto.blogspot.com; https://blogs.oglobo.globo.com; Jornal dos Sports, 24.04.1969.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Botafogo 1x0 Volta Redonda – uma estreia positiva, mas...

Crédito: Vitor Silva / Botafogo.

por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo

Começo por exprimir o meu susto quando ainda não estavam decorridos três minutos de jogo e o Volta Redonda já criara três oportunidades contra uma defesa de três zagueiros totalmente desarticulada, como se nenhum treino tivesse ocorrido.

Ao 45” Ygor Catatau falhou o remate frente a frente a Léo Linck por atraso de um passo; aos 1’45” novo contra-ataque de dois contra um e o Volta Redonda marcou, tendo nós a sorte de haver um impedimento milimétrico (por meia chuteira); aos 2’45” uma nova perda cara a cara de Ygor Catatau com o nosso goleiro, o qual defendeu o remate inicial e no rebote, com a baliza à mercê, Marquinhos chutou para fora.

Como não sou adepto do sistema 3-4-3, cada vez mais usado, mas com vários insucessos pelo mundo afora, sobretudo porque exige um perfil específico de jogadores e Anselmi obviamente não os escolheu e trabalha com a matéria-prima existente, fiquei seriamente preocupado, porque se o Volta Redonda tivesse convertido legalmente uma das oportunidades criadas, provavelmente o restante jogo seria um calvário para os nossos interesses.

Porém, não foi assim!

A equipe acalmou-se, procurou reter mais a bola, a zaga alta que permitiu aquelas três infiltrações conseguiu ajustar-se ao esquema tático com o meio-campo mais ligado na proteção e a posse de bola passou claramente para o Botafogo que, entre os 15’ e os 20’ aproximou-se dos 70%.

Não obstante o Botafogo ocupar o meio-campo do Voltaço e anular totalmente a saída de bola do adversário, não conseguia efetuar incursões na grande área e consequentemente não criava oportunidades de gol.

Ainda assim, aos 19’, Mateo Ponte tabelou com Danilo, entrou na área e cara a cara com o goleiro permitiu que ele espalmasse para escanteio. Aos 23’ Arthur rematou de fora da área e o goleiro tocou com a ponta dos dedos para escanteio.

Depois disso o jogo manteve a sua toada: defesa do Botafogo sem trabalho, rapazes da cidade do aço sem conseguir sair para o ataque, domínio do meio-campo pelo Glorioso e posse de bola, mas dificuldade na criação de oportunidades.

Aos 32’ Artur recebeu a bola, ajeitou à entrada da área e endossou para Arthur Cabral que rematou cruzado sem sentido algum; aos 38’ Alex Telles cruzou, Alexander Barboza cabeceou para Arthur Cabral também cabecear em seguida para as mãos do goleiro; aos 40’ Arthur Cabral recebeu à entrada da área, tentou mais um chute cruzado e novamente a bola foi para fora. Permitam-me, estimados leitores, manifestar o meu pensamento sobre Arthur Cabral após meses de exibição como titular: quase nunca está onde deve, e quando está fica muito a dever…

E assim se chegou ao intervalo sem que o Botafogo desse números ao placar condizentes com a posse de bola e algumas oportunidades desperdiçadas, sobretudo por Arthur Cabral.

A 2ª parte manteve-se semelhante à 1ª parte: o Volta Redonda sem assustar, com saída de bola quase sempre anulada, e o Botafogo movimentando-se bem, mas dominando sem eficácia ofensiva. Anselmi percebeu que tinha que agir e ao 61’ substituiu Allan por Santi Rodríguez e Artur por Jordan Barrera.

Olhando para a escalação antes do jogo questionei-me por que razão Santi Rodríguez não era titular…

O ataque tornou-se mais móvel com Santi Rodríguez, enquanto Montoro, atuando um pouco mais avançado e com liberdade de ação, movimentava-se livremente e foi dos seus valiosos pés que saiu o gol da vitória: aos 65’ a equipe atacou pelo corredor esquerdo e após troca de passes bem sucedidos, bastaram quatro minutos para Santi Rodríguez assistir Montoro, que avançou para a meia-lua da grande área, evitou a marcação de Dener, ajeitou o remate e atirou para o fundo das redes no canto mais difícil da baliza. Botafogo 1x0.

Aos 70’ Alexander Barboza rematou e a bola rasou a trave e, finalmente, aos 71’, Matheus Martins entrou em substituição de Arthur Cabral e Nathan Fernandes em substituição de Alex Telles.

Após os 75’ o Botafogo apostou claramente em controlar totalmente o jogo para defender o magro resultado, não melhorando por isso a sua exibição, até por razão de quebra física ocorrida.

Aos 73’ o Voltaço quase marcava gol contra, mas Felipe Avelino salvou; aos 85’ Mateo Ponte vacilou em não deixar a bola ir para fora e o empate esteve à vista contra todas as expectativas em um jogo quase totalmente controlado a partir dos dez / quinze minutos iniciais; o adversário insistiu e aos 86’, em ataque perigoso, a bola não entrou porque se desviou no mesmo Mateo Ponte; já nos acréscimos, aos 90+4’, Matheus Martins lançou Jordan Barrera na cara do gol, que em vez de rematar para selar a vitória decidiu-se pelo passe horizontal e a defesa salvou.

Fim de jogo que permite retirar algumas ilações sobre a evolução futura.

Martín Anselmi conseguiu colocar em campo uma equipe montada num 3-4-2 que foi capaz de se defender razoavelmente bem após a desorientação inicial, atendendo à sua ainda inexperiência num tal sistema, e de imprimir dinamismo através de posse de bole e, simultaneamente, um ataque muito móvel que, à medida do tempo, poderá constituir um quebra-cabeças para os adversários.

Todavia, um sistema de 3-4-3 exige uma capacidade física maior e, quiçá, um banco de reservas que atualmente não está à altura das necessidades, caso contrário o 3-4-3 se torna um sistema frágil e permeável à tomada de gols.

Por outro lado, Anselmi trabalha em cima de um plantel que continua a ser desmontado praticamente na sua totalidade, restando dos campeões sul-americanos apenas dois titulares, e quanto aos reforços continuamos no vazio devido ao transferban da FIFA e também, provavelmente, a alguma inércia no que respeita a contratações por via da incerteza criada com o transferban.

A estreia da equipe principal do Botafogo na temporada, ao contrário de anos anteriores, foi positiva e mostrou que Anselmi tem ideias concretas, mas a sua evolução vai depender muito de a SAF Botafogo compreender que o núcleo central de um Clube é vencer e conquistar títulos, não o de ser uma Central de Negócios em detrimento do desporto, mas apenas, e só, complementar ao desporto, no caso, ao futebol do Botafogo.

O lucro não pode ser feito à custa de ‘corações partidos’, mas de corações apaixonados que vibram com o Botafogo competitivo e conquistador.

FICHA TÉCNICA

Botafogo 1x0 Volta Redonda

» Gols: Álvaro Montoro, aos 65’

» Competição: Campeonato Estadual

» Data: 21.01.2026

» Local: Estádio Olímpico Nilton Santos, no Rio de Janeiro (RJ)

» Público: 5.308 pagantes; 5.910 espectadores

» Renda: R$ 101.220,00

» Árbitro: Bruno Mota Correia (RJ); Assistentes: Wallace Muller Barros Santos (RJ) e Gabriel Bernardo Duarte (RJ); VAR: Alexandre Vargas Tavares de Jesus (RJ)

» Disciplina: cartão amarelo – Alexander Barboza, Álvaro Montoro e Mateo Ponte (Botafogo) e Dener, PK e MV (Volta Redonda)

» Botafogo: Léo Linck; Mateo Ponte, Newton (Marçal) e Alexander Barboza; Vitinho, Allan (Santi Rodríguez), Danilo e Alex Telles (Nathan Fernandes); Artur (Jordan Barrera), Arthur Cabral (Matheus Martins) e Álvaro Montoro. Técnico: Martín Anselmi.

» Volta Redonda: Felipe Avelino; Wellington Silva (Alan), Rafael Augusto, Bruno Barra e Lucas Adell; Dener (Valença), Wagninho (Kauã Souza) e PK (Blanco); Marquinhos (Juninho), Ygor Catatau e MV. Técnico: Rodrigo Santana.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Retrospectiva Botafogo x Volta Redonda (1976-2025)

por RUI MOURA | Editor do Mundo Botafogo

SÍNTESE DE JOGOS

73 jogos; 41 vitórias, 21 empates e 11 derrotas; 130 gols a favor e 66 gols contra.

1° JOGO

Volta Redonda 3x2 Botafogo

» Gols: Antônio Carlos, aos 63’, e Ricardo, aos 65’ (Botafogo); Mauro, aos 2’, 39’ (pen.) e 82’ (Volta Redonda)

» Competição: Campeonato Carioca

» Data: 14.03.1976

» Local: Estádio Sylvio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda

» Público: 19.770 espectadores

» Renda: Cr$ 395.400,00

» Árbitro: Luís Carlos Félix

» Botafogo: Wendell, China, Chiquinho Pastor, Geraldo e Marinho Chagas; Artur, Ademir Vicente e Manfrini (Ricardo); Cremílson (Rogério), Antônio Carlos e Tiquinho. Técnico: Telê Santana.

» Volta Redonda: Waldir, Aloísio, Fernando, Fred e Zé Maria; Paulo, Ademir e Mauro; Jorge Cuíca, Acelino (Adelmo) e Paulo César (Serginho). Técnico: Paulinho de Almeida.

Fonte: O Globo.

ÚLTIMO JOGO

Botafogo 1x2 Volta Redonda

» Gols: Matheus Nascimento, aos 18’ (Botafogo); Gabriel Bahia, aos 9’, e Bruno Santos, aos 33’ (Volta Redonda)

» Competição: Campeonato Estadual / Taça Guanabara

» Data: 22.01.2025

» Local: Estádio Olímpico Nilton Santos, no Rio de Laneiro (RJ)

» Público: 2.148 pagantes; 2434 espectadores

» Renda: R$ 51.646,00

» Árbitro: Pierry Dias dos Santos (RJ); Assistentes: Thiago Henrique Neto Corrêa Farinha (RJ) e Marcelo Araújo Ossimo (RJ): VAR: Rodrigo Carvalhaes de Miranda (RJ)

» Disciplina: cartão amarelos – Kauan Lindes e Carlos Leiria – técnico (Botafogo); Robinho e Mirandinha (Volta Redonda); cartão vermelho – Cayo Tenório (Volta Redonda)

» Botafogo: Raul; Newton, Kawan (Kayke), Serafim e Lucyo (Huguinho); Kauê (Rafael Lobato), Patrick de Paula e Kauan Lindes; Yarlen, Matheus Nascimento (Valentín Adamo) e Vitinho (Bernardo Valim). Técnico: Carlos Leiria.

» Volta Redonda: Jean Drosny; Cayo Tenório, Gabriel Bahia (Lucas Souza), Fabrício e Sanchez; Pierre, Robinho e Chay (Bruno Barra); Kelvin (Mirandinha), Bruno Santos (Heliardo) e Marquinhos (MV). Técnico: Rogério Corrêa.

MAIORES GOLEADAS

Botafogo 6x1 Volta Redonda

» Gols: Renato Gaúcho (4), Valdeir e Manu (contra)

» Competição: Campeonato Estadual

» Data: 15.09.1991

» Local: Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda (RJ)

Botafogo 5x0 Volta Redonda

» Gols: Joel Carli, aos 11', Lucas Mezenga, aos 76’, Rikelmi, aos 86’, e Erison, aos 90’ e 90+2’

» Competição: Campeonato Carioca

» Data: 07.03.2022

» Local: Estádio Olímpico Nilton Santos, no Rio de Janeiro (RJ)

» Botafogo: Gatito Fernández; Daniel Borges (Vitor Marinho), Joel Carli (Lucas Mezenga), Kanu, Jonathan Silva; Kayque (Romildo), Barreto; Luiz Fernando, Raí (Juninho), Rikelmi; Matheus Nascimento (Erison). Técnico: Lúcio Flávio.

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Botafogo 1x3 São Paulo – quartas-de-final da Copa São Paulo Júnior

Crédito: Henrique Lima | Twitter Botafogo FR.

por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo

O Botafogo fez o jogo possível face ao cansaço de vários partidas entre Copinha e Estadual com os atletas do Sub-20 e contra um adversário mais forte do que nos jogos anteriores.

O jogo foi muito movimentado e brigado do início ao fim, com muitas perdas de bola de parte a parte e poucas oportunidades de gol. A nossa equipe não conseguiu a posse de bola habitual, foi muito afobada, fez muito chutão para a frente e para o alto – tal como o São Paulo.

Entretanto tivemos uma arbitragem adversa que ainda antes do período de hidratação nos ‘presenteou’ com 3 cartões amarelos, condicionando-nos e não tendo os mesmos critérios com o nosso adversário – além de marcar faltas inexistentes contra nós e omitindo faltas dos paulistas.

Após a hidratação, aos 34’, surgiu a primeira oportunidade real, a favor do São Paulo, através de um remate fortíssimo de fora da grande área que foi ao poste da nossa baliza.

A nossa afobação manteve-se e quando atacávamos nem sempre o fazíamos de modo apoiado, acabando por se perder a bola após dribles sucessivos de quem conduzia a bola.

Aos 45’, numa cobrança de falta, Djhordney inaugurou o marcador com uma cabeçada monumental, rodando a cabeça e levando a bola ao ângulo superior da nossa baliza.

No 2º tempo, em inferioridade no marcador, o Botafogo reagiu e procurou atacar, até que aos 56’, num chutão para dentro da área, dois dos nossos jogadores tocaram a bola com a cabeça, sobrou para Arthur Izaque que marcou mais um golaço de voleio como já fizera noutros jogos, empatando a partida.

Após a hidratação o cansaço foi se apoderando dos nossos atletas, o jogo baixou o nível de parte a parte e quando parecia que a partida se dirigia para os pênaltis, eis que numa falha de marcação a bola é alçada para a área, um atleta paulista desviou-a para a boca da baliza e Matheus Menezes limitou-se a empurrar para o fundo das redes.

Daí em diante o Botafogo queria reagir ao placar adverso, mas já não tinha forças para isso. E as 90+4’, com o nosso goleiro na grande área adversária tentendo tudo por tudo num escanteio, a defesa do São Paulo afastou o perigo e Paulinho chutou de muito longe para a nossa baliza desguarnecida, fechando o placar para o São Paulo.

O Sub-20 fez o que foi possível no Estadual e na Copinha e os atletas estão todos de parabéns pelo brio com que se empenharam face a uma gestão caótica de calendário das entidades oficiais e ao improviso da nossa própria gestão.

FICHA TÉCNICA

Botafogo 1x3 São Paulo

» Gols: Arthur Izaque, aos 56’ (Botafogo); Djhordney, aos 45’, Matheus Menezes, aso 83’, e Paulinho, aos 90+4’

» Competição: Copa São Paulo de Futebol Júnior

» Data: 19.01.2026

» Local: Estádio Municipal Walter Ribeiro, em Sorocaba (SP)

» Árbitro: Gustavo Alencar Rodrigues; Assistentes: Rodrigo Meirelles Bernardo e Vladimir Nunes da Silva; VAR: Fernando Bartz Guedes.

» Disciplina: cartão amarelo – Arthur Izaque, Justino, Lucas Camilo, Bernardo Valim, Matheusinho, Danillo e Rodrigo Bellão – técnico (Botafogo) e Gustavo Santana, Matheus Ferreira e Felipe (São Paulo)

» Botafogo: Ryhan Luca; Kauã Branco, Danillo, Justino e Kauã Cruz (Juninho); Lucas Camilo (Bernardo Valim), Gustavo Pereira (Caio Valle) e Felipe Januário (Gabriel Abdias); Matheus Fortunato (Matheusinho), Arthur Izaque (Samuel Alves) e Kauan Toledo. Técnico: Rodrigo Bellão.

» São Paulo: João Pedro; Igor Felisberto, Isaac, Hugo e Felipe (Guilherme Reis); Matheus Ferreira, Djhordney e Lucyan (Matheus Menezes); Tetê (Juan Potes), Paulinho e Gustavo Santana. Técnico: Allan Barcellos.

Paulo César ‘Caju’: o Pelé de 1969, Salim Simão?

Paulo César e Salim Simão durante o evento. Crédito: Jornal dos Sports, 24.04.1969. por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo Em 1969 Pau...