Sou exigente, não cedo à mediocridade da
qualidade futebolística e a minha voz há-de ouvir-se sempre em defesa do
Botafogo e daquela que devia ser uma ‘cultura de exigência’. Não me serve de
consolo que os protagonistas mais qualificados do Clube, como o próprio líder
da comissão técnica de futebol, reconheçam a mediocridade do futebol praticado
no último jogo, mas reforça a justeza e a urgência do combate permanente na
trincheira do Mundo Botafogo. E a cultura de exigência deveria começar pelos
próprios torcedores. A título de exemplo: o presidente do atual campeão do Mundo
e da Europa, o Real Madrid, é avaliado em 6,2 pontos pelos adeptos madridistas
no que respeita à sua gestão e 6,5 pontos no que respeita a contratações. Imagine-se
o que seria a exigência dos adeptos se o clube não fosse campeão do Mundo e
da Europa e não tivesse nas suas fileiros o atual bi-Bola de Ouro Cristiano Ronaldo, Benzema, Bale e Cia…
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Treinadores e contextos (VII): dos quase-títulos de Ernesto Paulo e Búfalo Gil ao desmantelamento técnico e financeiro pré Carlos Alberto Torres
Ernesto Paulo (á esquerda). Acervo: Bangu Atlético Clube. por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo Emil Pinheiro já era presidente do Bo...
-
por LÚCIA SENNA Escritora e cantora Cronista do Mundo Botafogo São três horas da tarde, o sol ferve lá fora e a fantasia de cig...
-
por LÚCIA SENNA Escritora e cantora Hoje é o dia do meu aniversário. Estou completando dez anos e quero muito que vocês conheçam...
-
por LÚCIA SENNA Escritora e Cantora Estou na fila do banco e, na minha frente, vejo uma mulher de idade incerta com uma tatuagem ...
Sem comentários:
Enviar um comentário