Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Paulo Azeredo versus Carlito Rocha, a razão e a emoção nos destinos alvinegros (II)
Fonte: Reprodução | Montagem MB. por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo Carlito Rocha teve uma participação desportiva intensa em toda...
-
por LÚCIA SENNA Escritora e cantora Cronista do Mundo Botafogo São três horas da tarde, o sol ferve lá fora e a fantasia de cig...
-
por LÚCIA SENNA Cantora e Escritora Cronista do Mundo Botafogo Agosto chega trazendo uma chuvinha miúda, convite perfeito para...
-
por LÚCIA SENNA, escritora e cantora escrito para o blogue Mundo Botafogo Alguém poderia me dizer por onde andam as dúvidas? Sim,...

4 comentários:
Não me canso de ver referências sobre da Libertadores, não só por ter sido um título inédito e o mais importante da história do Botafogo, mas principalmente da maneira como foi conquistado, não apenas pela vitória épica da final, mas toda a campanha que foi brilhante, é claro que a final foi o ápice dessa campanha e o jogo mais fantástico que vi do Botafogo numa final. Abs e SB!
O jogo da final da Libertadores, em virtude de todas as suas peripécias, é o jogo que eu escolheria como TOP entre milhares e milhares de jogos de 1904 a 2024. Como campanha, creio que o Brasileiro de 2024 também terá sido o mais recheado de peripécias, ultrapassando ligeiramente as peripécias de 1995.
Abraços Gloriosos.
Coloco o Brasileiro no mesmo patamar pela dificuldade de uma competição de pontos corridos, patamar a patamar, longa, destruindo os rivais mais perigosos na reta final, para não repetir o desastre anterior.
Eu teria tendência a concordar parcialmente devido à extraordinária reta final em ambas as competições, Vanilson, mas realmente considero que o patamar futebol sul-americano, e com acesso ao mundial, é um patamar mais importante do que o patamar futebol brasileiro. É um patamar de 'Glória Eterna'.
Abraços Gloriosos.
Enviar um comentário