sábado, 2 de novembro de 2013

Botafoguenses, os mais fiéis ao seu par

O site AshleyMadison.com, especializado em relacionamentos extraconjugais, fez uma pesquisa com mais de 20 mil pessoas no eixo Rio – São Paulo para descobrir os clubes para os quais torcem os usuários infiéis.

No Rio de Janeiro, a ordem decrescente dos infiéis é a seguinte:

HOMENS
MULHERES
41% Flamengo
26% Vasco da Gama
23% Fluminense
21% Flamengo
20% Vasco da Gama
19% Fluminense
09% BOTAFOGO
16% BOTAFOGO

Digamos que a infidelidade mais típica dá-se entre… homens flamenguistas e mulheres vascaínas! O Botafogo distingue-se, como sempre, entre os melhores – se considerarmos que a fidelidade conjugal é uma virtude.

O site AshleyMadison.com foi criado no Canadá há 11 anos e está presente em 30 países, tendo mais de 20 milhões de usuários cadastrados. No Brasil, ele marca encontros extraconjugais desde 2011 e tem 2 milhões de membros.

Fonte: Portal FalaGlorioso.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Também tu, Seedorf?...


Essa cultura de ir ao estádio mudou, e ninguém consegue me explicar. O Botafogo se superou todo o tempo, mas estádio lotado iria ajudar ainda mais. A torcida puxa para frente o time e pedimos várias vezes durante o ano esse apoio. A torcida não respondeu para termos uma coisa especial, mesmo lutando para estar nos primeiros lugares. E com certeza, com o estádio lotado, a gente iria lutar por mais coisas…” – Seedorf, criticando sutilmente o maior patrimônio botafoguense – é o que dá ter um presidente que permite que treinador e jogadores critiquem a torcida sempre que muito bem entendem, a qual tem todo o direito de ir ou não ir ao estádio – embora a sua presença seja uma virtude –, porque paga o seu bilhete, ao contrário de Seedorf e muitos outros jogadores botafoguenses que ganham salários de luxo e nem por isso o seu rendimento tem sido dos melhores, porque parece que não lutaram por mais por... culpa da torcida! Ora essa, Seddorf, não me conte estórias para boi dormir!

Em tempo [1]: Muito melhor esteve Edílson quando, em jeito de resposta às críticas de Seedorf, disse que “é difícil falar do torcedor, que vem vivendo anos difíceis. Por isso, quando chega na hora decisiva, ele não acredita muito, pois já viveu tristezas aqui com elencos antigos. A gente espera conquistar essa vaga e colocar cada vez mais torcedores no estádio”.

Em tempo [2]: Muito melhor posso estar eu quando digo que “o afastamento da torcida deveu-se a: (a) erros assombrosos da diretoria, entre os quais desmanchar o time à véspera e durante o campeonato brasileiro; (b) grosserias técnicas cometidas por um treinador inócuo, que valeram muitos pontos e distanciamento do líder; (c) vãs ilusões da conquista de um campeonato brasileiro que a diretoria semeou entre os torcedores sem tornar a montar um elenco capaz de resistir a uma temporada difícil de futebol; (d) permanente aceitação de nos entrarem pela casa dentro e levarem o Engenhão ou que um treinador grotesco e a sua mulher critiquem publicamente o Botafogo, os jogadores e, principalmente, a torcida; (e) e finalmente parece-me legítimo que uma torcida se afaste do estádio quando os responsáveis botafoguenses lhe lançam para cima as culpas das derrotas. Como disse o cathartiforme Jayme de Almeida, torcida não ganha jogo. Primeiro, joguem bem, ganhem e provem o merecimento; segundo, a torcida então comparecerá, como se viu quando os responsáveis do time não cometiam os erros repetitivos que cometem. A confiança é coisa muito delicada que para ser retomada exige muita seriedade e muitos esforços; a torcida aguardo novas ações dos atuais dirigentes para 2014...

Fragmentos 'futebol do botafogo 1961-1965': Garrincha dribla Pelé [1]


Carlos Ferreira Vilarinho prepara-se para publicar, em 2014, o II volume da história do futebol botafoguense durante a 2ª metade do século XX, intitulado ‘O Futebol do Botafogo – 1961-1965’.

O autor publicou recentemente o I volume, sob a designação de ‘O Futebol do Botafogo – 1951-1960’, o qual se encontra à venda nas melhores livrarias do Rio de Janeiro. Na rubrica ‘fragmentos 1951-1960’ do blogue publica-se regularmente trechos do livro, por gentileza do autor.

Hoje inicia-se uma nova rubrica designada ‘fragmentos 1961-1965’ com a transcrição de um excerto contendo uma história inédita e que faz parte do II volume da obra completa, a publicar em 2014. Trata-se de uma preciosa curiosidade que certamente agradará a todos os leitores do Mundo Botafogo.

A cena ocorreu no dia 13 de Abril de 1962, durante o período de treino do escrete canarinho para a Copa do Mundo, na qual Garrincha se imortalizou.

Na sexta-feira, em Nova Friburgo, após o individual, os craques organizaram uma pelada sem goleiro. De um lado, Djalma Dias, Rildo, Zito, Garrincha e Nei; do outro, Jair Marinho, Jurandir, Coutinho, Pelé e Germano. Num lance eletrizante, Garrincha enfiou a bola entre as pernas de Pelé e apanhou do outro lado. Cada um marcou um gol. Paulo Amaral acabou com o ‘jogo’ depois de 15 minutos, pois percebeu que a pelada estava sendo encarada como jogo de verdade e ambos os times queriam sair com vitória (terminou em 3x3).

E a saga continua…

O maior Botafogo de todos os tempos: lançamento a 12 de novembro


Neste livro, sem medo de polêmica e críticas, Roberto Porto, do alto do seu tremendo DNA botafoguense, aproveitando a inimputabilidade dos mais de 70 anos de idade, assume todos os riscos para indicar aquele que, em sua abalizada opinião, seria o esquadrão que conquistou o título mais importante da gloriosa história do Botafogo.

Como indicar um em meio a tantos esquadrões poderosos, bases da Seleção Brasileira, povoados por uma legião interminável de ídolos, craques e lendas do futebol brasileiro e mundial? Como escolher um time entre tantos sem correr o risco da polêmica. Está aberta a polêmica. Porto sabe que corre riscos, ainda mais perante uma torcida tão politizada e desbragadamente crítica como a da Estrela Solitária.

Sobre este livro, com o qual encerra sua carreira de historiador do Botafogo, Roberto Porto escreveu:

"Minha paixão pelo Botafogo de Futebol e Regatas ultrapassa a barreira do tempo. Não fosse o excelente e esgotado livro de Alceu Mendes de Oliveira Castro (“O Futebol no Botafogo – 1904-1950”) – confesso que não saberia quando ela, essa paixão irrefreável, tomou conta de mim.

E foi pesquisando no livro de Alceu a década de 1940, que cheguei à conclusão de que esse amor imaterial e incomensurável teve início em 1946, exatamente no dia 22 de setembro, quando o Alvinegro de General Severiano, em seu estádio, goleou o Madureira por 7 a 1.

Sei muito bem que o Botafogo – apontado pela FIFA em 2000 com um dos 12 maiores clubes do Século XX – teve, a partir da década de 1940, uma infinidade de êxitos, no Brasil e no exterior, vitórias espetaculares sobre seus mais temíveis adversários, um título brasileiro (1968), dado politicamente pela CBF, três bicampeonatos cariocas, seis conquistas da Taça Guanabara, cinco da Taça Rio e nada menos do que um tetracampeonato do Torneio Rio-São Paulo e ainda uma Conmebol.

Mas para mim, o clube que mais cedeu jogadores para a Seleção Brasileira e que foi a base da equipe que conquistou o bicampeonato mundial no Chile – com Nilton Santos, Garrincha, Didi, Amarildo e Zagallo – e mais três na Copa do Mundo do México – Paulo Cezar, Roberto Miranda e Jairzinho – é pouco, muito pouco.”

Minibiografia do autor

Roberto Porto, jornalista, escritor e historiador botafoguense. Trabalhou em todos os jornais cariocas e na revista "Fatos & Fotos". Pai de Roby Porto, narrador; irmão de Carlos Porto, arquiteto do Engenhão. É autor de vários livros sobre o Botafogo, seus feitos e personagens: "Didi: treino é treino, jogo é jogo" (série "Perfis do Rio", da editora Relume Dumará); "Botafogo: 101 anos de histórias, mitos e superstições" (Revan, 2005); "Botafogo: o Glorioso!", da série "Paixão entre linhas" (Leitura, 2009). Atualmente é um "louco por futebol" da ESPN Brasil.

Uma paixão, quatro livros

Minha paixão pelo Botafogo de Futebol e Regatas ultrapassa a barreira do tempo. Não fosse o excelente e esgotado livro de Alceu Mendes de Oliveira Castro (“O Futebol no Botafogo – 1904-1950”) – confesso que não saberia quando ela, essa paixão irrefreável, tomou conta de mim. E foi pesquisando no livro de Alceu a década de 1940, que cheguei à conclusão de que esse amor imaterial e incomensurável teve início em 1946, exatamente no dia 22 de setembro, quando o Alvinegro de General Severiano, em seu estádio, goleou o Madureira por 7 a 1.

Sei muito bem que o Botafogo – apontado pela FIFA em 2000 com um dos 12 maiores clubes do Século XX – teve, a partir da década de 40, uma infinidade de êxitos, no Brasil e no exterior, vitórias espetaculares sobre seus mais temíveis adversários, um título brasileiro (1968), dado politicamente pela CBF, três bicampeonatos cariocas, seis conquistas da Taça Guanabara, cinco da Taça Rio e nada menos do que um tetracampeonato do Torneio Rio-São Paulo e ainda uma Conmebol.

Mas para mim, o clube que mais cedeu jogadores para a Seleção Brasileira e que foi a base da equipe que conquistou o bicampeonato mundial no Chile – com Nilton Santos, Garrincha, Didi, Amarildo e Zagallo – e mais três na Copa do Mundo do México – Paulo Cezar, Roberto Miranda e Jairzinho – é pouco, muito pouco.

O MAIOR BOTAFOGO DE TODOS OS TEMPOS

Editor: Cesar Oliveira
Capa: Marcelo Fonseca da Rocha (MQuatro Design)
Prefácio: Adilson Taipan
Depoimentos: Luiz Felipe Lampreia, Antonio Maria Filho, Haroldo Habib, Marcos Penido, Mauricio Fonseca, Ricardo Baresi, Waldir Luiz e outros
Revisão: Bia Barreto
Produto Oficial do Botafogo FR
Formato: 14 x 21cm
Páginas: 102
ISBN 978-85-65193-03-0
Preço: R$35
Lançamento: dia 12 de novembro, a partir das 19 horas, no Bar da Eva (Rua Mearim, 110 – quase esquina de Av. Engenheiro Richard – Grajaú). Informações Cesar Oliveira Tel.: (21) 3172-0450 – Cel.: (21) 988-592-908 cesar.oliveira@livrosdefutebol.com
Anexos: Degustação das vinte primeiras páginas do livro; Imagem da capa em alta resolução.

Botafogo campeão da Supercopa América de Futsal

Crédito: Instagram supereporte10. Montagem: MB. por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo O Botafogo de Futebol e Regatas sagrou-se campe...