«Eu estava no banco do Max no Botafogo, na
Série B. Faltando um mês para a convocação, eu nem estava esperando. Foi quando
recebi uma ligação (do treinador Marcos Paquetá): “E aí, estás preparado para
voltar à seleção? A gente ia te convocar lá atrás, só que a gente foi barrado,
porque não poderia convocar goleiro negro». – Jeferson Galvão, o maior ídolo botafoguense do século XXI, falando
sobre a sua convocação para o Sub-20 em dezembro de 2003, após adiamento do
campeonato previsto inicialmente para abril do mesmo ano.
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2 comentários:
Eu não consigo entender o racismo. O racismo de qualquer espécie é algo abjeto, e mais ainda quando se julga alguém pela cor da pele. Falam os racistas que os negros são inferiores!!! De onde tiraram isso? Dois dos nossos maiores escritores um
era negro e outro mulato , os maiores compositores do Brasil colonia eram negros, o Aleijadinho era mulato, e se fosse escrever mais sobre a qualidade dos negros no país precisaria escrever um livro. E para terminar, nossos dois maiores futebolistas, um era negro e o outro descendente de índio e negro. Eu nunca vou conseguir entender mentes tão pequenas como as dos racistas. ABS e SB!
Sergio, há muita coisa que eu não consigo - na verdade, não quero - entender pela sua absurdidade e, sobretudo, pela ignorância intrínseca de que se revestem, quiçá maldade intrínseca em muitos casos. Porém, especialmente há duas discriminações que são tão absurdas e tão inconcebíveis que não há classificação humana possível a não ser a sua proximidade à irracionalidade imbecil: a supressão de direitos sociais e humanos com base no racismo e no gênero! É tão absurdo discriminar os negros quanto as mulheres. Sim, porque o racismo é sobretudo em relação aos negros, não a outras etnias. E discriminar as mulheres é tão absurdo quanto isto: estamos a discriminar as nossas mães, as nossas irmãs, as nossas filhas, as nossas tias, as nossas avós, todas aquelas que mais nos amam...
Abraços Gloriosos.
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