terça-feira, 26 de março de 2013

1931: Taça Rio-Sul


No dia 8 de julho de 1931 o Botafogo conquistou, durante uma excursão ao Rio Grande do Sul, a Taça Rio-Sul, que opôs o campeão carioca ao campeão gaúcho. Após uma partida muito renhida, o Botafogo ganhou por 3x2.

“Perante uma avultadíssima assistência (…) o encontro, entre os quadros do Botafogo e do Pelotas, foi um dos mais sensacionaes vistos na Princesa do Sul. (…) A partida ocorreu com muita cordealidade, não havendo o mínimo senão. Uma verdadeira partida de bom foot-ball.” (excerto de jornal à época).

Eis a ficha técnica:

BOTAFOGO 3x2 PELOTAS
» Gols: Celso, aos 5' e 13' e Juca, aos 27' (Botafogo); João Pedro, aos 6' e Martial, aos 64' (pen.) (Pelotas)
» Competição: amistoso interestadual (Taça Rio-Sul)
» Data: 08.07.1931
» Local: Estádio Boca do Lobo, Pelotas, Rio Grande do Sul (RS)
» Árbitro: António Lemos Penteado
» Botafogo: Sílvio, Octacílio e Rodrigues; Afonso, Benevenuto e Canalli; Álvaro, Martim, Carola, Juca e Celso. Técnico: Nicolas Ladanyi.
» Pelotas: Bordini, Antonino e Grant; Martial, Mascarenhas e Tristão Garcia; Benjamin, Ross, Tutú, Mário Reis e João Pedro. Técnico: Francisco Janelli.

A estatística do jogo revela que o Botafogo fez 11 faltas, 5 mãos, 20 cargas, 9 pegadas e 3 gols; o Pelotas fez 6 faltas, 3 mãos, 26 cargas, 9 pegadas e 2 gols.

[Nota: A Taça Rio-Sul não se encontra ordenada na cronologia das conquistas de taças em jogo único porque a pesquisa ocorreu apenas em 2013.03.22]

Pesquisa de Luís Carlos (leitor de Mundo Botafogo); fontes: jornal da época e Castro, Alceu Mendes de Oliveira (1951), O Futebol no Botafogo de 1904 a 1950, Rio de Janeiro: Gráfica Milone; fotos: jornal da época e montagem do Mundo Botafogo.

segunda-feira, 25 de março de 2013

Livro 05: 'Garrincha Só'


1980: Garrincha Só, de Raimundo de Oliveira

Juizinho ruim, ruim, ruim...


Sucede que, entre outras razões, Seedorf não teria que sair porque não foi substituído; a substituição já havia sido feita. Eta, juizinho ruim, ruim, ruim... A Lance! e a restante mídia sabe disso, à exceção do insosso André Rizek...


Há coisas que só acontecem ao Botafogo...


“Há coisas que só acontecem ao Botafogo.” – afirmação popular que originalmente incluía o Vasco da Gama, mas que acabou ficando apenas para nós.

Há botafoguenses que não gostam da frase, mas eu julgo que sim, que há coisas que só acontecem a nós.

Marcelo Lima Henrique marca um penalty a favor do Flamengo contra o Botafogo, alegando um puxão de camisa dentro da área na cobrança de um escanteio: nunca se viu a marcação de um penalty assim.

Philip Georg Bennett leva 1m38s para anular um penalty que assinalou, e quando Seedorf se prepara para bater, o árbitro pega na bola e alega que antes da jogada do penalty Seedorf estava impedido: nunca se viu uma decisão tão radical demorar quase dois minutos.

Philip Georg Bennett expulsa Seedorf após lhe mostrar um cartão amarelo por não sair de campo por onde ele ordenava, e Seedorf saiu por onde quis porque já fora punido por isso: nunca se viu uma punição levar dois amarelos.

Congeminei que talvez Philip Georg Bennett fosse americano, e que chegara ao Rio na manhã do jogo, o que explicaria tudo. Ou não sendo americano talvez possa aportuguesar o seu nome para Philip Ana Georg Paula Bennett Oliveira ou para  Philip Marcelo Georg Lima Bennett Henrique, ou talvez até para Philip Djalma Georg Beltrami Bennett Moutinho.

Certo, certo, é que “há coisas que só acontecem ao Botafogo”.

Botafogo 3x0 Internacional – ligue-se o alerta

Walter, pela enésima vez. Para quando não ter que publicar esta figura novamente? por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo É Tempo de Soci...