quinta-feira, 17 de junho de 2010
El Loco e a 1ª rodada do Mundial
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Tendo em consideração como a copa do mundo 2010 quer fazer brilhar as defesas;
Tendo em consideração que não há jogos vibrantes nem jogadas emocionantes;
Tendo em consideração que o futebol arte teve funeral de honra em toda a 1ª rodada;
Tendo em consideração como o Brasil jogou e ganhou tão ‘choradinho’;
Tendo em consideração como a Espanha mostrou o melhor modo de perder jogando melhor;
Tendo em consideração como a França, a Inglaterra, a Itália e Portugal empataram com tão pouco futebol;
Tendo em consideração a aparente consistência da seleção uruguaia ao iniciar a 2ª rodada;
Então admite-se que aumenta consideravelmente a esperança de que Sebástian ‘El Loco’ Abreu saia do banco nos últimos minutos da final da Copa do Mundo para assinar o gol da vitória do Uruguai contra a Eslovênia.
Tendo em consideração que não há jogos vibrantes nem jogadas emocionantes;
Tendo em consideração que o futebol arte teve funeral de honra em toda a 1ª rodada;
Tendo em consideração como o Brasil jogou e ganhou tão ‘choradinho’;
Tendo em consideração como a Espanha mostrou o melhor modo de perder jogando melhor;
Tendo em consideração como a França, a Inglaterra, a Itália e Portugal empataram com tão pouco futebol;
Tendo em consideração a aparente consistência da seleção uruguaia ao iniciar a 2ª rodada;
Então admite-se que aumenta consideravelmente a esperança de que Sebástian ‘El Loco’ Abreu saia do banco nos últimos minutos da final da Copa do Mundo para assinar o gol da vitória do Uruguai contra a Eslovênia.
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Jobson, o presidente e a torcida
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Desejo a maior sorte a Jobson, porque é o mesmo que desejar a maior sorte ao Botafogo e a todos nós, mas isso não deve ser impeditivo de eu exercer o meu direito e o meu dever de usar o intelecto e não ceder à contínua chachada recorrente que grassa no mundo do futebol, desde altos dirigentes a jogadores e torcedores.
Jobson foi leviano ao ingerir drogas enquanto atleta do Botafogo. Jogou meia dúzia de vezes ao serviço do clube e era um atleta emprestado, que obviamente não representava nada relativamente ao Botafogo e à sua glória.
Nunca compreendi verdadeiramente tanto interesse em Jobson após o sucedido em 2009, mas agora entendi. Não se tratou, uma vez mais, de pôr os interesses do Botafogo à frente, mas o interesse das pessoas. Maurício Assumpção afirmou publicamente que o retorno de Jobson foi uma questão PESSOAL devido a ter perdido um irmão com 22 anos por causa de drogas. Lamento o que sucedeu ao irmão do presidente, mas o que tem o Botafogo a ver com isso? O presidente descobriu que tem uma dívida para com o irmão. Qual? E o Jobson, à custa dos fundos financeiros do Botafogo, é que resgata essa dívida?!?!?!
Imaginem se cada pessoa a colaborar com uma instituição fizesse questão de nela, e através dela, resgatar o que considera ser “uma dívida que tenho comigo mesmo”! [ver citação adiante]
O presidente vem resgatar as suas mágoas dentro do clube, em vez de colocar o interesse coletivo à frente das suas questões pessoais. Em vez de priorizar outras contratações muito mais pertinentes, muito mais necessárias do que a aquisição de outro atacante tecnicamente parecido com Caio. Eis as palavras inacreditáveis do presidente de um clube que, pela sua grandeza, exigiria um mínimo de profissionalismo e bom senso:
– "O Jobson resgata uma dívida que tenho comigo mesmo. Eu perdi meu irmão Rodrigo, que tinha 21 anos de idade e foi muito penoso lá em casa. Nossa família tinha noção do problema e de uma certa forma a gente tentou, mas quando você perde, tem a sensação de que fez pouco e que não chegou no limite.”
Mas não ficámos por aqui em revelações. A torcida do Botafogo, completamente fora das noções de grandeza e de pequeneza, recebeu Jobson aos gritos de… “Campeão!”
– Não tendo o Botafogo sido campeão em 2009, Jobson é CAMPEÃO DE QUÊ?!?!?!?!
Que São Carlito Rocha nos valha!
Jobson foi leviano ao ingerir drogas enquanto atleta do Botafogo. Jogou meia dúzia de vezes ao serviço do clube e era um atleta emprestado, que obviamente não representava nada relativamente ao Botafogo e à sua glória.
Nunca compreendi verdadeiramente tanto interesse em Jobson após o sucedido em 2009, mas agora entendi. Não se tratou, uma vez mais, de pôr os interesses do Botafogo à frente, mas o interesse das pessoas. Maurício Assumpção afirmou publicamente que o retorno de Jobson foi uma questão PESSOAL devido a ter perdido um irmão com 22 anos por causa de drogas. Lamento o que sucedeu ao irmão do presidente, mas o que tem o Botafogo a ver com isso? O presidente descobriu que tem uma dívida para com o irmão. Qual? E o Jobson, à custa dos fundos financeiros do Botafogo, é que resgata essa dívida?!?!?!
Imaginem se cada pessoa a colaborar com uma instituição fizesse questão de nela, e através dela, resgatar o que considera ser “uma dívida que tenho comigo mesmo”! [ver citação adiante]
O presidente vem resgatar as suas mágoas dentro do clube, em vez de colocar o interesse coletivo à frente das suas questões pessoais. Em vez de priorizar outras contratações muito mais pertinentes, muito mais necessárias do que a aquisição de outro atacante tecnicamente parecido com Caio. Eis as palavras inacreditáveis do presidente de um clube que, pela sua grandeza, exigiria um mínimo de profissionalismo e bom senso:
– "O Jobson resgata uma dívida que tenho comigo mesmo. Eu perdi meu irmão Rodrigo, que tinha 21 anos de idade e foi muito penoso lá em casa. Nossa família tinha noção do problema e de uma certa forma a gente tentou, mas quando você perde, tem a sensação de que fez pouco e que não chegou no limite.”
Mas não ficámos por aqui em revelações. A torcida do Botafogo, completamente fora das noções de grandeza e de pequeneza, recebeu Jobson aos gritos de… “Campeão!”
– Não tendo o Botafogo sido campeão em 2009, Jobson é CAMPEÃO DE QUÊ?!?!?!?!
Que São Carlito Rocha nos valha!
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quarta-feira, 16 de junho de 2010
Selefogo 1962
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No ano de 1962 o Manequinho envergou as camisas do Brasil e do Botafogo de Futebol e Regatas. Nesse ano, o nosso clube foi 80 vezes campeão e 40 vezes vice-campeão em todas as modalidades, foi declarado campeão de Terra, Mar e Ar pelo Comité Olímpico Internacional e os botafoguenses Garrincha, Didi, Nilton Santos, Amarildo e Zagallo foram os titulares que ganharam a Copa do Mundo de futebol praticamente sozinhos.
Foto gentilmente cedida por Cláudio Falcão ao blogue Mundo Botafogo
Foto: Agência O Globo
Foto gentilmente cedida por Cláudio Falcão ao blogue Mundo Botafogo
Foto: Agência O Globo
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