“Em Tóquio, presidentes de
empresas varrem a calçada das ruas onde moram. Em Manhattan, banqueiros usam o
metrô para ir ao trabalho. Em Berlim, cada vez mais, os ricos rejeitam ser
proprietários. Em Paris, o que distingue a elite é o conhecimento. No Brasil,
no entanto, aqueles que estão no topo da pirâmide precisam ser diferentes,
especiais, exclusivos, aristocráticos. Prova disso é o artigo de Danuza Leão,
publicado neste domingo, na Folha de S. Paulo. Ela afirma que ser rico perdeu a
graça, porque hoje, numa ida a Paris ou Nova York, periga-se dar de cara com o
porteiro do seu prédio. Resumindo, o que a elite brasileira mais deseja é a
desigualdade ou a volta aos tempos de casa grande e senzala.”
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2 comentários:
Poderia escrever muita coisa, mas basta dizer que a nossa elite-aristocracia é um lixo, raiz de todos os nossos males. Exemplo disso é esse novo projeto de terceirização proposto por um deputado empresário e aprovado pela câmara dos deputados é prova maior de que a parte da classe dominante que que continue a "casa grande e a senzala". O projeto de emburrecimento do brasileiro é proposital assim como a falência da saúde pública, dessa forma não haverá a possibilidade de mudanças. Trite situação a noss
Não é só situação brasileira, Sergio. O neoliberalismo enceta uma nova ordem internacional baseada em pessoas descartáveis, rumo a uma nova estrutura social de exclusão. Mas... tudo bem... não é o próprio povo que valida essas coisas pelo voto?...
Abraços Gloriosos.
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