«Vão os robots roubar os nossos empregos? Vai
a Inteligência Artificial violar a nossa privacidade? Somos hoje alvos mais
fáceis? O desenvolvimento tecnológico vai tornar o mundo melhor, ou limitar-se
a aumentar a desigualdade? Vamos deixar de saber distinguir a mentira da
verdade? Estamos em risco de deixar de viver em democracia? Estamos mais
conectados, mas menos unidos? Estamos a ficar mais ou menos saudáveis? Nim. Mas
que o medo não nos paralise.» – Inês F. Alves, jornalista, a
propósito de alguns temas debatidos na Web Summit 2018, a maior feira mundial
de tecnologia, em Lisboa.
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2 comentários:
" Sim, mas que o medo não nos paralise."
Que o medo não se transforme em tédio.
Que possamos continuar sentindo o pulsar do nosso sangue nas veias.
E que a vida continue a nos encantar. SEMPRE!
Mas se o 'politicamente correto', que ataca em força, ganhar, acabou o pulsar da vida tal como o conhecemos. Se ele ganhar, o envolvimento entre um homem e uma mulher passa a ter que ser declarado por um 'sim' expresso da mulher (o do homem nem sequer importa...), como quer a ministra espanhola, e claro que convém o homem levar para o ato o seu advogado e respetiva testemunha para se defender no futuro de uma alegação dela afirmando que dissera 'não'. Os afetos estarão sujeitos a leis e à perscrutação de câmeras vigilantes por toda a parte, entre outros controlos sofisticados. Ao mínimo erro, pumba!, lei em cima, tribunal, julgamento e condenação. Se não nos opomos aos fundamentalistas que espreitam por toda a parte... enfim... Pessimista...
Beijos, mulher pulsante!
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