Foto: Pedro Ivo / UOL
Gerson, o “Canhotinha de Ouro'', não conteve a emoção
após o terceiro gol de Wallyson, tirou a camisa dentro da cabine da Rádio
Transamérica e comandou a torcida alvinegra no setor oeste superior do
Maracanã.
Muito emocionado, Gerson chorou e viu a torcida gritar
o seu nome ao final do jogo.
“Todo mundo sabe que eu sou 'meio' botafoguense [a
outra metade é Fluminense]. Estava torcendo muito para que ele entrasse nessa
fase de grupos. Não existe torcida igual a essa do Botafogo. Com o gol, fiquei
maluco e emocionado. Estava cheio de tesão, resolvi tirar a camisa e comemorar.
Eles merecem'', disse o ex-jogador, comentarista e tricampeão mundial na Copa
do Mundo de 1970.
- Excerto do UOL Esporte. Foto: Pedro Ivo.

6 comentários:
Sou fã do Canhota, quando foi vendido fiquei inconformado e chorei de raiva. Não sei porque alguns torcedores do Botafogo falam mal do Gérson e não gostam dele. Sempre honrou a camisa do Botafogo, sempre mostrou respeito pelo clube e foi um dos maiores armadores do futebol botafoguense e do futebol brasileiro. Valeu Canhota, você é um dos grandes ídolos que o Botafogo tem na sua imensa galeria. Abs e SB!
Completamente de acordo, Sergio! O Gerson sempre honrou o Botafogo. Em minha opinião faz parte do melhor onze alvinegro de todos os tempos!
Abraços Gloriosos!
não gosto dele, tenho mil razões pra isso. agora, essa foi emocionante.
Eu gosto dele, Ronau. Não é um sujeito de feitio fácil, mas todas as vezes que ouvi os seus comentários em relação ao Botafogo, gostei. Até mesmo quando está danado pelo Botafogo jogar mal. Ao contrário, há muito sujeito por aí que nos detesta.
Abraços Gloriosos!
Se o AI-5 não tivesse acontecido, aquele time (67-68-69), comandado pelo Gérson, teria sido campeão da Libertadores, e ele teria levantado essa taca para nosso clube. Não tenho dúvidas disso.
Mikael, a perda do Manga e do Gerson foram cruciais para o declínio inicial do Botafogo. Mesmo nesse tempo, pós presidente Paulo Antônio Azeredo, que deixou a semente de 1967-68 nas bases do Botafogo quando saiu em 1963 (Jairzinho, PC Caju, Roberto, Othon...), os 'cartolas' eram uns 'artolas'. Teríamos sido campeões da Libertadores, um título que absurdamente não foi conquistado nessa época.
Abraços Gloriosos!
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