o
por Leonel Ventorim de Jesus
Poeta e jornalista
REWIND
PLAY até mais não
......tua corrida não cabe na televisão
......Jair JAIRZINHO
......FREE Jazz...irzinho
......Toca toca.....a bola
......bate a bola...no corpo
......bota a bola...no gol
......bota fogo......por aí tudo
......suor feito.....de soul.
FAST FORWARD
Escrito de 2002
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
terça-feira, 5 de agosto de 2008
Os maiores artilheiros do clube
o
Os maiores artilheiros de sempre no Botafogo foram os seguintes:
· Quarentinha (1954-1964): 314 gols, 447 jogos. Média – 0,70
· Carvalho Leite (1929-1942): 274 gols, 326 jogos. Média – 0,84
· Octávio Moraes (1943-1952): 268 gols, 300 jogos. Média – 0,89
· Garrincha (1953-1965): 245 gols, 614 jogos. Média – 0,40
· Dino da Costa (1951-1955): 226 gols, 232 jogos. Média – 0,97
· Nilo Murtinho Braga (1919-1921, 923 e 1927-1937): 225 gols, 245 jogos. Média - 0,92
· Heleno de Freitas (1939-1948): 209 gols, 235 jogos. Média – 0,89
· Roberto Miranda (1962-1973): 205 gols, 412 jogos. Média – 0,50
· Jairzinho (1962-1974e 1981): 204 gols, 458 jogos. Média - 0,45
· Amarildo (1958-1963): 149 gols, 249 jogos. Média – 0,60
· Túlio Maravilha (1994-1996): 1998-2000, 159 gols, 223 jogos. Média – 0,71
· Paulinho Valentim (1956-1960): 135 gols, 206 jogos. Média – 0,65
· Nílson Dias (1970-1978): 127 gols, 301 jogos. Média – 0,42
· Mendonça (1975-1982): 116 gols, 340 jogos. Média – 0,34
· Geninho (1940-1954): 115 gols, 422 jogos. Média – 0,27
· Didi (1956-1959, 1960-1962 e 1964-1965): 114 gols, 313 jogos. Média – 0,36
· Zezinho (1948-1954): 110 gols, 174 jogos. Média – 0,63
· Pascoal (1937-1943): 105 gols, 158 jogos. Média – 0,66
· Patesko (1934-1943): 102 gols, 242 jogos. Média – 0,42
· Gérson C. de Ouro (1963-1969): 96 gols, 248 jogos. Média – 0,39
A ordenação em média de gols por jogo realça os seguintes dez jogadores mais eficazes:
· Nilo Murtinho (1919-1921, 1923 e 1927-1937): 184 gols, 201 jogos. Média – 0,91
· Heleno de Freitas (1939-1948): 209 gols, 235 jogos. Média – 0,89
· Carvalho Leite (1929-1942): 261 gols, 303 jogos. Média – 0,86
· Octávio Moraes (1943-1952): 171 gols, 200 jogos. Média – 0,85
· Dino da Costa (1951-1955): 144 gols, 176 jogos. Média – 0,82
· Túlio Maravilha (1994-1996 e 1998-2000): 159 gols, 223 jogos. Média – 0,71
· Quarentinha (1954-1964): 302 gols, 442 jogos. Média – 0,68
· Pascoal (1937-1943): 105 gols, 158 jogos. Média – 0,66
· Paulinho Valentim (1956-1960): 135 gols, 206 jogos. Média – 0,65
· Zezinho (1948-1954): 110 gols, 174 jogos. Média – 0,63
· Quarentinha (1954-1964): 314 gols, 447 jogos. Média – 0,70
· Carvalho Leite (1929-1942): 274 gols, 326 jogos. Média – 0,84
· Octávio Moraes (1943-1952): 268 gols, 300 jogos. Média – 0,89
· Garrincha (1953-1965): 245 gols, 614 jogos. Média – 0,40
· Dino da Costa (1951-1955): 226 gols, 232 jogos. Média – 0,97
· Nilo Murtinho Braga (1919-1921, 923 e 1927-1937): 225 gols, 245 jogos. Média - 0,92
· Heleno de Freitas (1939-1948): 209 gols, 235 jogos. Média – 0,89
· Roberto Miranda (1962-1973): 205 gols, 412 jogos. Média – 0,50
· Jairzinho (1962-1974e 1981): 204 gols, 458 jogos. Média - 0,45
· Amarildo (1958-1963): 149 gols, 249 jogos. Média – 0,60
· Túlio Maravilha (1994-1996): 1998-2000, 159 gols, 223 jogos. Média – 0,71
· Paulinho Valentim (1956-1960): 135 gols, 206 jogos. Média – 0,65
· Nílson Dias (1970-1978): 127 gols, 301 jogos. Média – 0,42
· Mendonça (1975-1982): 116 gols, 340 jogos. Média – 0,34
· Geninho (1940-1954): 115 gols, 422 jogos. Média – 0,27
· Didi (1956-1959, 1960-1962 e 1964-1965): 114 gols, 313 jogos. Média – 0,36
· Zezinho (1948-1954): 110 gols, 174 jogos. Média – 0,63
· Pascoal (1937-1943): 105 gols, 158 jogos. Média – 0,66
· Patesko (1934-1943): 102 gols, 242 jogos. Média – 0,42
· Gérson C. de Ouro (1963-1969): 96 gols, 248 jogos. Média – 0,39
A ordenação em média de gols por jogo realça os seguintes dez jogadores mais eficazes:
· Nilo Murtinho (1919-1921, 1923 e 1927-1937): 184 gols, 201 jogos. Média – 0,91
· Heleno de Freitas (1939-1948): 209 gols, 235 jogos. Média – 0,89
· Carvalho Leite (1929-1942): 261 gols, 303 jogos. Média – 0,86
· Octávio Moraes (1943-1952): 171 gols, 200 jogos. Média – 0,85
· Dino da Costa (1951-1955): 144 gols, 176 jogos. Média – 0,82
· Túlio Maravilha (1994-1996 e 1998-2000): 159 gols, 223 jogos. Média – 0,71
· Quarentinha (1954-1964): 302 gols, 442 jogos. Média – 0,68
· Pascoal (1937-1943): 105 gols, 158 jogos. Média – 0,66
· Paulinho Valentim (1956-1960): 135 gols, 206 jogos. Média – 0,65
· Zezinho (1948-1954): 110 gols, 174 jogos. Média – 0,63
domingo, 3 de agosto de 2008
Passeio a Curitiba
o
O Globoesporte online comenta assim o resultado do jogo Botafogo x Atlético Paranaense: “Com personalidade e calma impressionantes, o Alvinegro fez 3 a 0 no Atlético-PR em Curitiba”.
Em boa verdade, após um crescendo significativo de jogo para jogo, o Botafogo dominou, completa e integralmente, a partida, desde o 1º até ao 90º minuto.
Apresentando, finalmente, uma preparação física de invejar, o Botafogo movimentou-se durante todo o jogo, segurou a bola com tranquilidade e atacou sempre que se pressentia um espaço deixado pelo adversário.
O ataque funcionou muito bem como o apoio dos meias, e a defesa, apesar de não ser a ideal, consegue, pela primeira vez em muitos anos, ser realmente uma defesa e não um simulacro. Há diversos anos que não tínhamos uma defesa segura e bem armada, sendo essa, aliás, uma das maiores críticas que fiz durante os últimos dois anos, na medida em que os esquemas mostravam claramente que a defesa não era devidamente estruturada.
A média de gols sofridos pelo Botafogo foi impressionante nos últimos anos, e equipa que não tem uma boa defesa não conquista títulos.
Pela 1ª vez em muitos anos o Botafogo disputou quatro jogos sem que as suas redes tenham sido balançadas pelos adversários, obtendo um resultado de 9x0 em gols. A última vez que isso aconteceu foi em 2002 pelo campeonato carioca:
· 15/05/2002: 1x0 Madureira
· 18/05/2002: 1x0 Flamengo
· 23/05/2002: 2x0 Fluminense
· 26/05/2002: 3x0 Olaria
Porém, se considerarmos apenas competições nacionais, o ano de quatro jogos seguidos sem gols consentidos pela defesa reporta apenas a 2000:
· 22/06/2000: 0x0 Cruzeiro (Copa do Brasil)
· 30/07/2000: 0x0 Atlético Mineiro (Campeonato do Brasil)
· 03/08/2000: 0x0 Palmeiras (Campeonato do Brasil)
· 06/08/2000: 2x0 Coritiba (Campeonato do Brasil)
E, por outro lado, o Botafogo não foi retranqueiro e não descurou o ataque, o qual assinalou nove gols em quatro jogos.
Todas as minhas críticas à permeável defesa do Botafogo, ao meio-campo ineficiente e ao ataque ineficaz têm sido alvo, nos últimos jogos, de uma grande atenção do treinador, o qual conseguiu, finalmente, que o Botafogo jogasse – como no boliche – praticamente a ‘partida perfeita’
Durante mais de um ano chamei a atenção para os erros da comissão técnica, a qual foi a primeira responsável pelo esquema inadequado da equipa, pela sua falta de motivação e pela desorganização a que assistimos. Finalmente, ontem, Ney Franco e o Botafogo provaram o quanto foram justas as minhas críticas e as minhas análises. O Botafogo precisava de outra comissão técnica e, aparentemente, tem a ideal neste momento.
A calma demonstrada pelo Botafogo para manter o toque de bola, a concentração extraordinária para aproveitar os espaços abertos, a frieza com que soube esperar cada momento mais oportuno e a permanente disciplina tática, são absolutamente notáveis. Em minha opinião, há muitos anos que o Botafogo não fazia um jogo com tais características. E são estas, precisamente estas, as características que tenho defendido ao longo do tempo.
Maiores articulações, laterais a avançar com segurança, meio-campo finalmente a lançar bolas de vinte metros, ataque veloz e oportuno - e uso das capacidades cerebrais. Renan mostrou, em duas ou três defesas, que pode vir a ser, sem qualquer problema, o futuro goleiro botafoguense. A defesa esteve muito mais calma e obediente a um esquema tático, sem as tresloucadas correrias do Renato Silva e do Alessandro desguarnecendo a defesa e deixando entrar por ali os adversários. Lúcio Flávio lançou sensacionais bolas de vinte metros e Diguinho realizou arranques extraordinários completando Lúcio Flávio, cujo modo de armar necessita de ter um jogador como Diguinho ao lado. Jorge Henrique imprimiu uma movimentação que arrasou a defesa contrária, e até Gil mostrou que pode ser bastante útil.
Em suma, este é o Botafogo que eu gosto; este é o Botafogo que eu conheço. E, todavia, os jogadores são os mesmos. Porque é que sendo os mesmos já não se arrastam em campo na 2ª parte?... Porque é que lutam pela bola como nunca?... Porque é que voltaram agora aos lançamentos longos?... Porque é que conseguiram jogar, finalmente, sem estresse?... Porque é que conseguem fazer uma harmónica entre a defesa, o meio e o ataque?... Porque é que a defesa não toma gols e a única mudança foi a entrada de Thiaguinho?... Porquê?!
Penso que as minhas críticas aos esquemas táticos do Botafogo desde há mais de um ano explicam extensivamente a mudança. A comissão técnica do Botafogo está, finalmente, a rever todos os erros cometidos sucessivamente durante muito tempo e a dar razão ao autor destas linhas.
Os jogadores são praticamente os mesmos, mas o futebol botafoguense está a anos-luz dos ‘dramas’ que vivemos recentemente devido a graves erros de gestão do plantel, incluindo a ‘gestão do vestiário’.
Sempre fui comedido nas metas a alcançar pelo Botafogo 2006-2008. Porém, sinto que, pela primeira vez, desde a retoma à primeira divisão em 2004, o Botafogo começa a ter uma equipa consistente, a equipa que eu desejava.
Confesso, por isso, que creio que esta equipa, a progredir como tem feito nos últimos jogos, vai ser um grande quebra-cabeças para o Cruzeiro, o Grémio, o Palmeiras e o São Paulo, que são os clubes que considero possuírem mais hipótese de disputar o título e integrar o G4.
Com um ‘time’ desta natureza eu diria que um daqueles quatro clubes terá que se contentar com o 5º lugar. Mas nada de embandeirar em arco porque o campeonato ainda vai a meio e os clubes estão ainda muito inconsistentes nas suas sequências de resultados.
Parabéns, Ney Franco! Parabéns, Botafogo!
Em boa verdade, após um crescendo significativo de jogo para jogo, o Botafogo dominou, completa e integralmente, a partida, desde o 1º até ao 90º minuto.
Apresentando, finalmente, uma preparação física de invejar, o Botafogo movimentou-se durante todo o jogo, segurou a bola com tranquilidade e atacou sempre que se pressentia um espaço deixado pelo adversário.
O ataque funcionou muito bem como o apoio dos meias, e a defesa, apesar de não ser a ideal, consegue, pela primeira vez em muitos anos, ser realmente uma defesa e não um simulacro. Há diversos anos que não tínhamos uma defesa segura e bem armada, sendo essa, aliás, uma das maiores críticas que fiz durante os últimos dois anos, na medida em que os esquemas mostravam claramente que a defesa não era devidamente estruturada.
A média de gols sofridos pelo Botafogo foi impressionante nos últimos anos, e equipa que não tem uma boa defesa não conquista títulos.
Pela 1ª vez em muitos anos o Botafogo disputou quatro jogos sem que as suas redes tenham sido balançadas pelos adversários, obtendo um resultado de 9x0 em gols. A última vez que isso aconteceu foi em 2002 pelo campeonato carioca:
· 15/05/2002: 1x0 Madureira
· 18/05/2002: 1x0 Flamengo
· 23/05/2002: 2x0 Fluminense
· 26/05/2002: 3x0 Olaria
Porém, se considerarmos apenas competições nacionais, o ano de quatro jogos seguidos sem gols consentidos pela defesa reporta apenas a 2000:
· 22/06/2000: 0x0 Cruzeiro (Copa do Brasil)
· 30/07/2000: 0x0 Atlético Mineiro (Campeonato do Brasil)
· 03/08/2000: 0x0 Palmeiras (Campeonato do Brasil)
· 06/08/2000: 2x0 Coritiba (Campeonato do Brasil)
E, por outro lado, o Botafogo não foi retranqueiro e não descurou o ataque, o qual assinalou nove gols em quatro jogos.
Todas as minhas críticas à permeável defesa do Botafogo, ao meio-campo ineficiente e ao ataque ineficaz têm sido alvo, nos últimos jogos, de uma grande atenção do treinador, o qual conseguiu, finalmente, que o Botafogo jogasse – como no boliche – praticamente a ‘partida perfeita’
Durante mais de um ano chamei a atenção para os erros da comissão técnica, a qual foi a primeira responsável pelo esquema inadequado da equipa, pela sua falta de motivação e pela desorganização a que assistimos. Finalmente, ontem, Ney Franco e o Botafogo provaram o quanto foram justas as minhas críticas e as minhas análises. O Botafogo precisava de outra comissão técnica e, aparentemente, tem a ideal neste momento.
A calma demonstrada pelo Botafogo para manter o toque de bola, a concentração extraordinária para aproveitar os espaços abertos, a frieza com que soube esperar cada momento mais oportuno e a permanente disciplina tática, são absolutamente notáveis. Em minha opinião, há muitos anos que o Botafogo não fazia um jogo com tais características. E são estas, precisamente estas, as características que tenho defendido ao longo do tempo.
Maiores articulações, laterais a avançar com segurança, meio-campo finalmente a lançar bolas de vinte metros, ataque veloz e oportuno - e uso das capacidades cerebrais. Renan mostrou, em duas ou três defesas, que pode vir a ser, sem qualquer problema, o futuro goleiro botafoguense. A defesa esteve muito mais calma e obediente a um esquema tático, sem as tresloucadas correrias do Renato Silva e do Alessandro desguarnecendo a defesa e deixando entrar por ali os adversários. Lúcio Flávio lançou sensacionais bolas de vinte metros e Diguinho realizou arranques extraordinários completando Lúcio Flávio, cujo modo de armar necessita de ter um jogador como Diguinho ao lado. Jorge Henrique imprimiu uma movimentação que arrasou a defesa contrária, e até Gil mostrou que pode ser bastante útil.
Em suma, este é o Botafogo que eu gosto; este é o Botafogo que eu conheço. E, todavia, os jogadores são os mesmos. Porque é que sendo os mesmos já não se arrastam em campo na 2ª parte?... Porque é que lutam pela bola como nunca?... Porque é que voltaram agora aos lançamentos longos?... Porque é que conseguiram jogar, finalmente, sem estresse?... Porque é que conseguem fazer uma harmónica entre a defesa, o meio e o ataque?... Porque é que a defesa não toma gols e a única mudança foi a entrada de Thiaguinho?... Porquê?!
Penso que as minhas críticas aos esquemas táticos do Botafogo desde há mais de um ano explicam extensivamente a mudança. A comissão técnica do Botafogo está, finalmente, a rever todos os erros cometidos sucessivamente durante muito tempo e a dar razão ao autor destas linhas.
Os jogadores são praticamente os mesmos, mas o futebol botafoguense está a anos-luz dos ‘dramas’ que vivemos recentemente devido a graves erros de gestão do plantel, incluindo a ‘gestão do vestiário’.
Sempre fui comedido nas metas a alcançar pelo Botafogo 2006-2008. Porém, sinto que, pela primeira vez, desde a retoma à primeira divisão em 2004, o Botafogo começa a ter uma equipa consistente, a equipa que eu desejava.
Confesso, por isso, que creio que esta equipa, a progredir como tem feito nos últimos jogos, vai ser um grande quebra-cabeças para o Cruzeiro, o Grémio, o Palmeiras e o São Paulo, que são os clubes que considero possuírem mais hipótese de disputar o título e integrar o G4.
Com um ‘time’ desta natureza eu diria que um daqueles quatro clubes terá que se contentar com o 5º lugar. Mas nada de embandeirar em arco porque o campeonato ainda vai a meio e os clubes estão ainda muito inconsistentes nas suas sequências de resultados.
Parabéns, Ney Franco! Parabéns, Botafogo!
Superstições do ex-treinador Cuca

O Botafogo sempre foi supersticioso, pelo menos desde os tempos inacreditáveis do Biriba, das cortinas amarradas, dos alfinetes de casaco e de muitas outras tralhas que Carlito Rocha carregava nos bolsos.
Ainda hoje muitos botafoguenses são supersticiosos, tal como já foi narrado neste blogue, especialmente na etiqueta ‘sortilégios’ e nos artigos ‘Noiva pé frio’, ‘O avô botafoguense’ e ‘O papagaio botafoguense’. Porém, seria de admitir que ao nível dos dirigentes os tempos fossem outros, sem as superstições de Valdir Espinosa ao pedir o mesmo quarto de hotel, ou as superstições de Saldanha, embora as negasse, ou o ônibus que entrava no Maracanã de marcha à ré.
Em pleno século XXI parece que o Botafogo ainda atrai para si dirigentes supersticiosos, além de Carlos Augusto Montenegro mandar rezar missas em General Severiano para o Botafogo ganhar (em 2007 após a queda vertiginosa no campeonato). No caso concreto trata-se do nosso ex-treinador Cuca, cujas superstições são reveladas pelo próprio. O Globoesporte refere que o técnico “sempre foi um homem assumidamente supersticioso e adepto das técnicas motivacionais. Nos tempos de Botafogo, era comum o treinador procurar algo para dar um ânimo extra aos atletas.”
Porém, como Cuca vive há 11 rodadas convivendo com a zona de rebaixamento no Santos, decidiu pôr de lado o seu passado de mandingas. Eis as suas enigmáticas palavras a propósito do Botafogo:
"– No Botafogo a gente precisava disso, mas aqui não é o caso. O negócio agora é trabalhar para tirar o Santos dessa situação ruim” – diz Cuca, sem especificar qual era a necessidade do time carioca." [o realce a negrito é da minha autoria]
O Globoesporte adianta: “Uma das superstições mais conhecidas do treinador era a de não deixar o ônibus da equipe do Rio de Janeiro andar de marcha ré. Cuca acreditava que a ação poderia dar azar para o time, até o dia em que conseguiu uma vitória contra o Fluminense, depois de tal manobra.”
Apesar das suas palavras relativamente ao futuro, nos bastidores de Vila Belmiro diz-se que o treinador “só dava entrevistas com uma bola debaixo do braço, hábito largado recentemente.”
Fonte
http://globoesporte.globo.com/ (2008.07.31)
Ainda hoje muitos botafoguenses são supersticiosos, tal como já foi narrado neste blogue, especialmente na etiqueta ‘sortilégios’ e nos artigos ‘Noiva pé frio’, ‘O avô botafoguense’ e ‘O papagaio botafoguense’. Porém, seria de admitir que ao nível dos dirigentes os tempos fossem outros, sem as superstições de Valdir Espinosa ao pedir o mesmo quarto de hotel, ou as superstições de Saldanha, embora as negasse, ou o ônibus que entrava no Maracanã de marcha à ré.
Em pleno século XXI parece que o Botafogo ainda atrai para si dirigentes supersticiosos, além de Carlos Augusto Montenegro mandar rezar missas em General Severiano para o Botafogo ganhar (em 2007 após a queda vertiginosa no campeonato). No caso concreto trata-se do nosso ex-treinador Cuca, cujas superstições são reveladas pelo próprio. O Globoesporte refere que o técnico “sempre foi um homem assumidamente supersticioso e adepto das técnicas motivacionais. Nos tempos de Botafogo, era comum o treinador procurar algo para dar um ânimo extra aos atletas.”
Porém, como Cuca vive há 11 rodadas convivendo com a zona de rebaixamento no Santos, decidiu pôr de lado o seu passado de mandingas. Eis as suas enigmáticas palavras a propósito do Botafogo:
"– No Botafogo a gente precisava disso, mas aqui não é o caso. O negócio agora é trabalhar para tirar o Santos dessa situação ruim” – diz Cuca, sem especificar qual era a necessidade do time carioca." [o realce a negrito é da minha autoria]
O Globoesporte adianta: “Uma das superstições mais conhecidas do treinador era a de não deixar o ônibus da equipe do Rio de Janeiro andar de marcha ré. Cuca acreditava que a ação poderia dar azar para o time, até o dia em que conseguiu uma vitória contra o Fluminense, depois de tal manobra.”
Apesar das suas palavras relativamente ao futuro, nos bastidores de Vila Belmiro diz-se que o treinador “só dava entrevistas com uma bola debaixo do braço, hábito largado recentemente.”
Fonte
http://globoesporte.globo.com/ (2008.07.31)
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