“O embalo e o bom futebol dentro de suas
limitações técnicas apresentado o credenciou, até, veja você, a brigar por
Libertadores. […] Mas tem trabalho,
conscientização coletiva, plano tático e a decência de se enxergar em campo.
Nenhum Pimpão se acha Michel Bastos no Botafogo, enquanto muito Michel Bastos
se acha Neymar. Eis um diferencial. […] Caiam
os queixos porque não dava para esperar tamanha evolução em tão pouco tempo e
com tão limitados recursos técnicos. Parabéns aos envolvidos.” – Rica Perrone, sobre o Botafogo em www.ricaperrone.com.br
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Mongol: a tragédia de uma vida desperdiçada
Mongol no Botafogo. Fonte: Instagram 'historiadogloriosobotafogo'. por RUY MOURA | Editor do Mundo Botafogo Paulo dos Santos Fer...
-
Publicação da 3ª parte de excerto inédito extraído do III volume de O Futebol do Botafogo, obra de Carlos Vilarinho, ainda por publica...
-
por LÚCIA SENNA Escritora e Cantora Estou na fila do banco e, na minha frente, vejo uma mulher de idade incerta com uma tatuagem ...
-
por LÚCIA SENNA Escritora e cantora Cronista do Mundo Botafogo Ah, como eu gosto de ti, mês de agosto! Gosto tanto que fico revo...

Sem comentários:
Enviar um comentário