por RUY
MOURA | Editor do Mundo Botafogo
Era uma vez uma partida entre Botafogo e Palmeiras e um
jogador do Palmeiras decidiu discutir com os seus ex-companheiros, agora
adversários.
Então, um argentino em papas na língua não se coibiu de dizer o que sentia ao homem que decidiu lançar ódio sobre os ex-companheiros:
– “Tu és o pior
capitão com quem já trabalhei!”
Às vezes a verdade choca, e quando um sujeito mal-educado
se sente ressabiado por se debater a sua retirada do bandeirão de ídolos do seu ex-clube, responde
atacando com toda a má educação o clube que o relançou no panorama
nacional:
– “Tem que
respeitar porque eu ganhei nessa porra aí…”
A ‘porra’ era o Botafogo, com quem o ingrato fora há um ano campeão da Copa Libertadores e do Campeonato Brasileiro pelo próprio
Botafogo. E tão soberbamente néscio, e em grosseira plenitude, já houvera dito e
mostrado voluntariamente ao mundo o seu real nível com este altíssimo disparate:
– “Meu título
preferido da carreira é o Paulistão de 2026.”
É claro que o editor do Mundo Botafogo – confessa-se
agora – riria na cara do perturbado personagem e sairia gargalhando, porque o
dito editor nunca considerou bom o futebol do dito cujo, não gostava da sua
personalidade e menos ainda concordou que merecesse a distinção no
Bandeirão de ídolos. E se nunca o disse nesta página foi por respeito aos
torcedores com opiniões diversas, salvaguardando-as.
Porém, a nossa querida Fernanda Maia decidiu mesmo desmascará-lo
e fê-lo publicamente com toda a classe que se lhe reconhece:
– “O Botafogo não é
porra, não! Você não respeita nem a sua [própria] história.” – colocando publicamente a nu o autorretrato de colossal
ignorância e ainda acrescentando sobre o título preferido do dito cujo ser o
Paulistão de 2026:
– “Nem você
acredita nisso. Você queria jogar para a torcida do Palmeiras? Nem a torcida do
Palmeiras acredita nisso, porque eles têm o monte de Libertadores, um monte de
Brasileiro e eles sabem que o Paulistão ao lado disso não é nada. A pergunta é:
‘Você fez para jogar para a torcida ou você fez para semear ódio que está no
seu coração?’”
E por fim, fora do âmbito do Botafogo, a Redação SporTV
tratou o caso com a dignidade que o caso merecia:
– “E a cada
declaração eu acho que ele vai ficando mais distante do que são os valores do
Botafogo. […] Nunca mereceu estar naquele
bandeirão [e] não representa o que é
o Botafogo.” – Bruno Cantarelli, narrador.
E, finalmente, a apresentadora Mariana Fontes finalizou concluindo
em alto estilo:
– “Então, a nota
zero vai para ele. Por causa do desrespeito à instituição e a seus torcedores.”
Pergunta ‘inocente’ do editor do Mundo Botafogo: – Não há
escala com nota abaixo de zero?...

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