por RUY MOURA | Editor
do Mundo Botafogo
Segundo certos ‘analistas’ dizia-se publicamente, há
uma semana, que a diretoria do Botafogo (quem?...) considerava o trabalho de
Martín Anselmi muito bom (?!?!?!).
Esta semana já se diz que Anselmi não é nome
unânime no Clube Social (conforme se desconfiava), mas também já não é no
âmbito da SAF (quem?...)!!!
O que será preciso mais para que o nome de
Martín Anselmi seja unanimemente considerado um grande equívoco e um fracasso
anunciado?...
Depois do designado ‘jogo do ano’, perdido para um clube muito longe dos pergaminhos e da qualidade individual do plantel do Botafogo, será o caso Anselmi o ‘debate do ano’ na SAF e no Social até às últimas e funestas consequências?...
Talvez esse debate não mereça ser adiado nem sequer debatido por razões óbvias de necessidade de uma tomada de decisão urgente e radical.
Talvez o debate do ano esteja sendo forjado na base de outro assunto bem mais crucial e decisivo: o destino da SAF...

2 comentários:
Bom dia, Blog! “Ainda estou” aqui rs, mas, com a situação atual do nosso Glorioso, resolvi me afastar um pouco das redes.
A SAF apareceu em um momento crítico da nossa história e nos encheu de esperança. Em 2024, fomos à forra e parecia que tínhamos acertado finalmente. Porém, desde 2025, a SAF tem parecido cada vez mais com o associativo, principalmente pela falta de compromisso com questões financeiras e transparência, e nos devolvido a um caminho do qual surfou como promessa de nos retirar. A situação piora quando pensamos que, com Textor, é ruim e que talvez, sem ele, seja bem pior. Ficar sem saber o que fazer é até difícil de torcer diante de tanta incerteza.
Eu, particularmente, por um lado, penso em manter Textor e buscar urgentemente outro investidor; sem isso, é dar um tiro no escuro. Não vejo com bons olhos recomeçar do zero com o social e a base: o primeiro pela incompetência e o segundo pela falta de qualidade e estrutura. O treinador argentino também, ao meu ver, já voltou a dar sinais maiores de desgaste, se é que já não esteja insustentável. Enfim, são dias de tempestades.
Bem dito: "são dias de tempestade"!
Se o Botafogo Social tinha uma gestão amadora, a SAF uma gestão amadora tem, pincelada de aparente modernidade. Textor não tem competências de gestão empresarial e desportiva. Atitudes emocionais e autoritárias prevalecem sobre a racionalidade que a gestão de um grande Clube exige - e por isso já fracassou no Crystal Palace, no Lyon e no Molenbeek. Faltava o Botafogo: mas agora é visível que a torcida do Lyon tinha razão quando comunicou conosco pelas redes sociais afirmando que o Botafogo acabaria por ter o mesmo problema.
Anda não me pronunciei formalmente sobre o assunto retomando o processo ocorrido entre 2022 e 2026, mas o debate sobre o nosso futuro tem que acontecer urgentemente porque é imprescindível a presença de novas "forças vivas" que travem a rota caótica em que Textor navega.
Abraços Gloriosos.
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