“Havia nele traços de Chaplin, que provocavam
a empatia automática do espectador, rendido ao estilo autêntico de um artista
como não houve outro. Mané Garrincha foi o génio mais puro da história do
futebol. (…) Em 1962, com Pelé lesionado, fez de rei e conquistou um trono só
para ele.” – Rui Dias, redator
principal do jornal português Record.
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