sábado, 24 de julho de 2010

O 1º manto glorioso

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O Mundo Botafogo inicia uma nova ‘etiqueta’ designada ‘manto glorioso’, a qual incluirá depoimentos de botafoguenses apaixonados contando as suas memórias sobre a sua 1ª camisa ou sobre outras camisas envergadas em ocasiões especiais ao longo de tantos e tantos anos de paixão botafoguense.

Nas nossas memórias nem sempre encontramos o 1º dia do 1º manto glorioso, ou se encontramos nem sempre os traços dessa memória são bem visíveis.

No meu caso, não me lembro exatamente o ano em que vesti o glorioso manto sagrado pela 1ª vez, nem tenho a certeza de quem mo ofereceu: fico sempre na dúvida se foi o meu pai, simpatizante do Vasco da Gama, ou o meu tio, simpatizante do America.

Porém, sei qual foi o evento: num dia de aniversário (provavelmente 1964 ou 1965) em que recebi como presentes o manto glorioso, uma bola oficial de couro, luvas, joelheiras e chuteiras. Na verdade, o meu ídolo maior sempre foi Manga e no colégio eu nunca quis atuar noutra posição que não fosse goleiro. Então, ofereceram-me o equipamento completo.

Peguei em mim e, ‘dono da bola’, que era uma das grandes aspirações à época, já que o ‘dono da bola’ tinha a faculdade de escalar a sua equipa, fui desencantar uma série de garotos e fiz a minha 1ª pelada com a camisa do Glorioso.

Mas esta não é uma narração muito engraçada. Mais engraçada é a narração do Rafael Federman, que responde assim acerca do seu 1º manto glorioso:

“A 1ª [camisa] que eu tenho na lembrança (e que guardo até hoje), foi comprada na entrada do Maracanã para aquela fatídica partida contra o Juventude em 99.

Mas vendo fotos de antes de 99, eu sempre estive vestido de Botafogo.”

2 comentários:

Unknown disse...

Camisa do Botafogo ou vestuários do Botafogo sempre foram minha segunda pele, Mas comprar mesmo eu comprei a camisa de 1989 e de lá pra cá foram muitas q até acabaram desgastadas pelo tempo. Porém tem uma q guardo com muito carinho foi a camisa Campeã do Rio/SP de 98 e fui até a churrascaria na Barra da Tijuca comemorar com os jogadores e estava vestido com uma camisa antiga, ou seja não era à atual e também com a faixa de Campeão, pedindo q os jogadores dessem autógrafos na minha faixa, foi quando nossa Saudosa Beth Carvalho me Chamou e disse-me q o Zé Carlos, o super Zé era assim q nós torcedores o chamava, queria falar comigo, eu virei pra trás o Zé me chamou, Fui lá, radiante de alegria, o nosso jogador me chamando? Então o abracei e ele me abraçou e me disse, já autografei tua Fixa de Campeão, conseguiu com toda os outros, respondi q sim, então ele me propôs uma troca, Sua Camisa de Campeão pela Minha Faixa, nem pensei duas vezes, detalhe a camisa não estava mais com ele, já tinham levado pra General, e ele marcou pra q eu fosse buscar com ele no Domingo, próximo jogo pelo campeonato q o fogão tava disputando e no Vestiário do Maracanã. Concordei e no Domingo lá fui eu consigui chegar pela garagem, pergunta aki,ali e achei o chefe de segurança do Botafogo, se não me engano seu nome era Nilson, falei q o Zé havia pedido q eu o procurasse, q ele me levaria até o Zé, a era referente a troca da CAMISA 👕. Logo ele me levou ao encontro Com Zé dentro do vestuário, aí eu sabendo disso levei fotos q havia tirado, quando levei meu afilhado pra entrar como mascote no gramado no jogo com flamengo e dei pra Gonçalves, Tulio,Djair e super Zé autografarem as fotos, peguei minha Camisa e à guardo até hoje com muito Carinho e muito cuidado pra não desgastar com o tempo q lá se vão 21 anos.

Ruy Moura disse...

Que bela história, meu amigo! Eu não tive a sorte de acompanhar assim de perto o Botafogo, em virtude da distância geográfica, mas tenho uma recordação soberba: eu e Pamela, minha amiga jornalista, estivemos uma tarde inteira com Nilton Santos e sua esposa na clínica, fiz fotos, conversei, recolhi autógrafo. Guardo as fotos e o autógrafo. Gostava de ter estado uma tarde com Garrincha, mas como não foi possível, visitei-o virtualmente no cemitério em Pau Grande.

Nos dias de hoje gostava de teruma foto e autógrafo de Jefferson. Apesar de não ter ganho títulos muito significativos (só Cariocas), Jefferson ficará na galeria do Botafogo como um dos maiores ídolos de todos os tempos.

Abraços Gloriosos.


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