Publiquei o busto acima como sendo de Francisca Teixeira de Oliveira, a Dona Chiquitota. Porém, o nosso leitor Carlos Abreu chamou a atenção para o lapso. Efetivamente, a minha fonte - um botafoguense conhecido - também terá sido enganado por outra fonte. No portal sobre monumentos do Rio de Janeiro o busto é descrito assim:
Clarisse Índio do Brasil em 4 de abril de 1864,
no Rio de Janeiro, filha de Ana Rita de Matos Costa Pereira de Faro e do
Comendador Antônio Martins Lage. Em 1893, casou-se com Artur Índio do Brasil a
contragosto da família e abdicando do seu dote, pois ele era um homem mestiço
que não possuía um sobrenome reconhecido. Dona Clarice era famosa por sua
caridade, seu coração bondoso. O poeta Belmiro Braga a descreve como uma santa,
o que não está muito longe. Contam-se muitos casos famosos. Ela protegia os
pobres. Tinha 19 empregados. Durante a gripe espanhola, vários dos seus
empregados adoeceram e ela os tratou em casa. A monumentalização de Clarisse
Índio do Brasil se deve a um fato muito especial: o tiro a queima-roupa que recebeu
na Av. Rio Branco no dia 6 de outubro de 1919, que levou-a à morte na tarde do
dia seguinte. Foi nessa tarde, que diante do pedido de misericórdia da esposa
do assassino, Clarisse sussurrou ao marido: "Perdoa, coração!".
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2 comentários:
Caro Rui,
Verifiquei através do site que não é a gloriosa D. Chiquitota:
http://www.monumentosdorio.com.br/rio/030/002.htm
Saudações botafoguenses,
Carlos Abreu
Muito obrigado, Carlos Abreu. Foi um grande lapso que já remediei. Mas no Largo dos Leões o busto devia ser da D. Chiquitota...
Abraços Gloriosos!
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