“Passei a noite toda praticamente sem dormir, tentando
entender aquela situação. A preocupação maior era com o meu filho, depois do
jogo eu liguei para casa e minha esposa disse que ele estava chorando e depois
no outro dia, no Peru mesmo, ela me falou que ele não quis ir para a escola.”
– Tinga, sofrido e sem compreender a
estupidez dos homens – eu também não.
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2 comentários:
Eu também não... E o pior, vai minguando minha esperança de compreender.
Um beijo, Rui.
É sempre uma vontade louca de desprezar, espezinhar e humilhar aquele que é diferente, submetendo-o. A estrutura de poder que atravessa as sociedades é fundamental neste processo de dominação / submissão. O que me admira é que os homens não engendrem outra estrutura de poder mais democrática e inclusiva num mundo onde, aparentemente, as declarações políticas mundiais vão ao encontro das ideias dos progressistas. Declara-se uma coisa, faz-se outra, e o povo, a grande massa do povo, continua seguindo e replicando as ações fracionistas e segregacionistas dos líderes...
Beijos Gloriosos, amada Milene!
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