Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Valdir Espinosa (I): os ‘segredos’ de um técnico premonitório
Crédito: Marco Antônio Cavalcanti | revista Placar. Imagem melhorada por IA. Entrevista de MARTHA ESTEVES | revista Placar, 30.06.1989 P...
-
Publicação da 3ª parte de excerto inédito extraído do III volume de O Futebol do Botafogo, obra de Carlos Vilarinho, ainda por publica...
-
por LÚCIA SENNA Escritora e Cantora Estou na fila do banco e, na minha frente, vejo uma mulher de idade incerta com uma tatuagem ...
-
por LÚCIA SENNA Escritora e Cantora Cronista do Mundo Botafogo Estou em São Francisco do Sul, uma das cidades mais antigas do Br...
2 comentários:
Rui,
Sensação que o Botafogo e os Botafoguenses ficaram órfãos!
Sensação que o Botafogo e os Botafoguenses ficaram muito mais frágeis!
Sei que nos últimos anos não era mais o mesmo NS, como você bem disse pela doença, porém, acredito que seja o egoísmo humano de sempre querermos as pessoas que amamos do nosso lado.
Abs e Sds, Botafoguenses!!!
Gil, não tenho essa sensação. Há já anos que Nilton Santos não estava cá. Aliás, em geral não tenho essa sensação quando acontece uma pessoa ter cumptido inteiramente o seu papel na vida. Alguns não tiveram essa oportunidade, porque morreram cedo demais, mas o Nilton cumpriu completamente o seu papel e já estava em paz consigo mesmo há muito tempo.
Eu não acho que seja egoísmo querer que o Nilton Santos ficasse por cá para sempre, pr duas razões:
- Porque queremos sempre ter junto de nós quem amamos ou admiramos; e
- Sobretudo porque fomos educados para termos saudades e chorarmos na hora da despedida.
Se aceitarmos que a nossa morte é tão banal como a morte de uma planta, de um inseto ou de um quadrupede, teríamos mais tranqulidade na vida.
É muito duro ver morrer quem amamos, e o exercício mais difícil de todos não é termos saudade e chorar - é conseguirmos sublimar a saudade e conter o choro.
Abraços Gloriosos!
Enviar um comentário